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O potencial de países como o Brasil para a geração de energia por meio de fazendas eólica é gigantesco e o custo (financeiro e ambiental) bem menor do que o de fontes sujas como a nuclear.
Aumentar a ImagemO Greenpeace apresenta nesta quarta-feira (18/2), em audiência pública do Ministério Público Federal (MPF), em Brasília, a sua crítica ao Plano Decenal de Expansão de Energia 2008-2017 elaborado pelo Ministério de Minas e Energia.
Clique aqui para baixar a crítica do Greenpeace ao PDE.
Na oportunidade, Ricardo Baitelo, especialista em energias renováveis do Greenpeace, divulga também os cenários que a organização produziu sobre o potencial do país para energias renováveis e programas de eficiência energética.
Conheça aqui o nosso cenário [R]evolução Energética.
Para conhecer nossa proposta de Lei de Energias Renováveis, clique aqui.
Na quinta-feira (19/2), Baitelo apresenta os
mesmos estudos e a crítica durante seminário Conservação e Eficiência
Energética: Prioridade para o Desenvolvimento?, promovido pelo Conselho
de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) também em Brasília.
Estarão presentes ao evento os ministros Edison Lobão (Minas e Energia)
e José Múcio Monteiro (Secretaria de Relações Institucionais), além de
Paulo Sérgio Oliveira Passos (secretário-executivo do Ministério dos
Transportes), entre outros.
"O Plano Decenal de Expansão mostra
que o governo vai na contramão de todas as propostas internacionais de
redução de gases de efeito estufa. Opta por sujar a matriz elétrica com
energias caras e sujas, como o óleo combustível e a energia nuclear",
afirma Baitelo. "O governo ainda ignora o enorme potencial nacional de
novas energias renováveis e da eficiencia energética. Se parte dele
fosse utilizado, nao precisariamos construir estas termelétricas e
aumentar as emissoes nacionais. No lugar disso, precisamos de uma nova
legislação para garantir o crescimento das renováveis no país e
garantir que reduziremos nossas emissões na próxima década."