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Confira abaixo alguns trechos das matérias publicadas na primeira edição deste ano, referente aos meses de janeiro, fevereiro e março. Como colaborador, você terá acesso a muito mais!


Energia

Só falta vontade política

O fantasma do apagão de energia continua assombrando o Brasil. No início deste ano, a falta de chuvas afetou diretamente o fornecimento de eletricidade do país e fez acender a luz amarela, já que a matriz elétrica brasileira é composta em grande parte por usinas hidrelétricas. E pior: sem chuva, cai a produção elétrica e, por isso, são acionadas as usinas térmicas, que usam combustíveis fósseis e emitem doses maciças de gases de efeito estufa.


Amazônia

Na Amazônia, 50% é igual a zero

Até hoje, 17% da floresta amazônica foram destruídos para abrir espaço a gado e plantações (como soja) e alimentar gulosas madeireiras. Esse desmatamento
tem provocado uma redução acelerada da biodiversidade da região, afetando diretamente a vida de milhões de pessoas que dependem da floresta para sobreviver e causado problemas também para o clima do planeta, já que o desmatamento é principal fonte de emissões brasileiras de gases do efeito estufa. Cerca de 75% das nossas emissões de dióxido de carbono são causadas pelas queimadas e desmatamentos, principalmente na Amazônia, o que deixa o Brasil no incômodo quarto lugar entre os países mais poluidores do clima no mundo.


Amazônia

Florestas pelo clima

Transferir dinheiro das nações ricas para países em desenvolvimento por meio de um mecanismo global de financiamento para acabar com o desmatamento e, ao mesmo tempo, preservar a biodiversidade, respeitando os direitos de povos indígenas e comunidades locais. Esta é a proposta para proteger as florestas tropicais e o clima do planeta, apresentado pelo Greenpeace na 9a Conferência das Partes (COP 9) da Convenção das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica (CDB), que aconteceu de 19 a 31 de maio, em Bonn, na Alemanha.

Amazônia

Um pequeno passo, um longo caminho

Lançado em março pelo Greenpeace, o relatório “O leão acordou” é uma análise do que foi realizado e o que deixou de ser implementado pelo governo em seu Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal. Divulgado com grande alarde há exatamente quatro anos, o Plano envolve 13 ministérios e está sob a coordenação direta da Casa Civil. Apesar de o governo ter afirmado, na época, que as medidas adotadas iriam resultar no efetivo controle da destruição florestal na região, o relatório do Greenpeace aponta que apenas 30% das atividades foram realizadas como previsto.

Amazônia

Chega de madeira ilegal

Dois casos de carregamento ilegal de madeira ocorridos em março deste ano comprovaram a falta de controle do Brasil sobre o material que sai do país e a necessidade de uma legislação mais dura por parte da União Européia para combater a exploração ilegal e o desmatamento na Amazônia.


O Green na web

Marina Silva e a agenda ambiental

A saída da Marina Silva do Ministério do Meio Ambiente deixou no ar algumas perguntas: Brasil ainda se preocupa em proteger a Amazônia? Qual a agenda ambiental do governo? O agronegócio venceu?

O anúncio de Carlos Minc, ex-secretário de Meio Ambiente do Estado do Rio, como substituto de Marina não foi o suficiente para acalmar os ânimos entre ambientalistas. Ele afirmou, na posse, que seguirá o caminho trilhado por Marina, mas há quem suspeite que ele será apenas um ‘carimbador’ de licenciamentos ambientais.

Saiba mais: 

Em posse de Minc, Lula fala de Marina Silva e diz que nada muda 

Minc coloca desmatamento zero na pauta de encontro com Lula

Marina Silva deixa o ministério do Meio Ambiente 

Sem Marina, Lula mostra sua verdadeira face a Angela Merkel

Marina Silva pede demissão e leva junto a credibilidade ambiental do governo Lula

 

Meia Amazônia não!

Um projeto de lei que ronda o Congresso ameaça a sobrevivência das nossas florestas. Apelidado de Floresta Zero, poderá condenar a Amazônia a ficar com apenas metade de seu tamanho original.

Acesse o site aqui e proteste!


Você é esquentadinho?

Participe da campanha e descubra o que você pode fazer para diminuir o aquecimento global. Crie um avatar aqui e deixe uma frase de protesto.

 

War verdinho 

Inspirado no War, clássico jogo de tabuleiro, o nosso WeAtheR tem como inimigo o aquecimento global, o desmatamento e as mudanças climáticas. Clique aqui e engaje-se nessa diversão



A culpa não foi do meteoro

Na nova campanha publicitária do Greenpeace, os dinossauros voltaram a Terra para dar um alerta: a Amazônia está acabando e o maior responsável é o ser humano. Confira aqui.


Outra Agricultura

Agricultura de verdade, comida de verdade e meio ambiente por inteiro são os temas do blog da campanha de transgênicos, eleito pela revista Época uma das 10 melhores páginas ambientais do Brasil. Sob o comando da campaigner Gabriela Vuolo, o blog traz os bastidores da campanha e notícias atualizadas sobre o assunto.
http://outraagricultura.blogspot.com/


Vitória!

Confira o vídeo da campanha que colocou a Dove na berlinda. O óleo de dendê usado pela empresa é um dos responsáveis pelos desmatamentos na Indonésia e para acabar com esse crime ambiental o Greenpeace bolou uma campanha contundente, que bombou na web. A Unilever, dona da marca Dove, deu o braço a torcer e anunciou que vai usar apenas óleo retirado de forma sustentável da floresta.
Unilever faz a coisa certa e anuncia moratória na Indonésia

 
Entrevista

"Se o Greenpeace não tivesse existido, teria que ser inventado"

Quando Frank Guggenheim visitou a Amazônia pela primeira vez, em 1975, era um estudande de Medicina na Universidade de Zurique, na Suíça. Ficou impressionado com a carência de médicos e pensou que poderia um dia ajudar. Voltou à região outras vezes, muitas delas como diretor executivo do Greenpeace, cargo que assumiu em 2002. “É um lugar com muitos problemas, mas cativante”, diz.

Clima

Perto do problema, longe da solução

O ano de 2007 foi de enorme importância no alerta mundial para as mudanças climáticas. Foi o ano do esclarecimento ao grande público daquilo que já vinha sendo anunciado por uma série de estudiosos do clima, de que a situação exige urgência na busca por soluções. Apesar disso, os resultados obtidos nas rodadas de negociação internacional foram muito tímidos. O “mapa do caminho”
acordado na Conferência da ONU sobre Clima, realizada em Bali – no final do ano passado foi importante se considerarmos a inclusão de discussões sobre
florestas, transferência de tecnologia e sobre o fundo de adaptação. Mas deixou muito a desejar sobre o assunto central da reunião – as metas para redução das emissões de gases do efeito estufa.

Transgênicos

Contaminou? Tem que pagar!

Segundo o relatório Registro de Contaminação Transgênica 2007, lançado em fevereiro deste ano pelo Greenpeace e pela ONG britânica GeneWatch, já ocorreram 216 casos de contaminação em 57 países por cultivos geneticamente
modificados. E apesar dos enormes prejuízos aos agricultores e à biodiversidade, ninguém foi responsabilizado – nenhuma empresa de biotecnologia fabricante de transgênicos, nenhum grande produtor desse cultivo. E no que depender de países como Brasil ou Japão, a responsabilização
por esses danos está longe de se tornar uma realidade.

Transgênicos

Porto seguro para os consumidores

Não é de hoje que o Greenpeace se preocupa com os consumidores e os auxilia a tomar decisões ambientalmente sustentáveis. Em 2002, lançamos o Guia
do Consumidor, que traz a lista de empresas e produtos alimentícios livres de matéria-prima transgênica. Agora, a página brasileira do Greenpeace na internet traz ainda mais informação e dicas para o consumidor fazer a opção correta na hora das compras.

Oceanos

Em busca de mais um santuário

Representantes de 14 países latino-americanos se reuniram em abril na Ilha do Papagaio, em Santa Catarina, para discutir a posição do bloco latino-americano na próxima reunião da Comissão Internacional Baleeira (CIB), que acontecerá em junho no Chile. O Grupo de Buenos Aires, como é chamado esse conjunto de países, reafirmou seu interesse em criar o Santuário de Baleias do Atlântico Sul e manter a moratória da caça comercial. Os representantes dos países foram convidados pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil.