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Ativistas usam máscaras dos primeiros ministros da Turquia e da Rússia 
para protestar contra as negociações para a construção de uma usina 
nuclear na capital turca com tecnologia russa.

Ativistas usam máscaras dos primeiros ministros da Turquia e da Rússia para protestar contra as negociações para a construção de uma usina nuclear na capital turca com tecnologia russa.

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Debate e protesto marcam os 64 anos da bomba de Hiroshima Organizações discutem a transparência da política nuclear brasileira em Angra dos Reis, enquanto na Turquia ativistas protestam contra a instalação de usina.

Na Turquia, manifestantes fazem protesto contra energia nuclear.
Hoje faz 64 anos que 140 mil pessoas morreram no bombardeio atômico a cidade japonesa de Hiroshima.

A data é sempre uma oportunidade de reflexão sobre os perigos nucleares que, mesmo com depois dessa tragédia, ainda rondam o mundo. No Brasil, o dia do Holocausto nuclear será marcado pelo debate sobre a segurança em Instalações Nucleares. Promovido pela ONG Sapê, a discussão contará com a participação do Greenpeace e do Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).


“O Brasil herdou dos tempos da ditadura um sistema que até hoje funciona na obscuridade. Esse é um assunto estratégico, de grandes impactos ambientais e que coloca em risco a vida das pessoas. Todos os cidadãos têm o direito de saber como de fato funciona a política nuclear brasileira”, diz André Amaral, coordenador da campanha de nuclear do Greenpeace.  


Na capital da Turquia, Ancara, a data coincidiu com a visita do primeiro ministro Russo Vladimir Putin para negociar a instalação de uma usina nuclear com tecnologia russa. Com máscaras de Putin e do primeiro ministro da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, os ativistas abriram uma faixa com a mensagem: “Nuclear? Não obrigado.”