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Navio Yushin Maru II no porto indonésio, onde teve seu propulsor e 
sistema de navegação consertados. Informações obtidas pelo Greenpeace 
dão conta de que o navio seguiu para o Japão, não a Antártica, depois 
dos reparos.

Navio Yushin Maru II no porto indonésio, onde teve seu propulsor e sistema de navegação consertados. Informações obtidas pelo Greenpeace dão conta de que o navio seguiu para o Japão, não a Antártica, depois dos reparos.

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Jacarta, Indonesia — Com problemas no propulsor e sistema de navegação, Yushin Maru II é forçado a interromper caça de baleias e deve voltar ao Japão.

O navio Yushin Maru II, integrante da frota baleeira japonesa, foi forçado a interromper suas atividades de caça no Santuário de Baleias na Antártica devido a problemas em seu propulsor e sistema de navegação. Ele aportou em Surabaya, na ilha de Java, na Indonésia, e teve apenas o propulsor consertado, segundo informações obtidas pelo Greenpeace. Autoridades portuárias de Surabaya informaram que o navio deixou o porto rumo ao Japão, não a Antártica.

O Yushin Maru II deixou o porto na manhã desta sexta-feira, sem ligar seu Sistema Automático de Identificação.


"Se é verdade que o navio está voltando ao Japão, será uma baixa considerável na frota baleeira, reduzindo o número de baleias mortas na Antártica nesta temporada", afirmou Sara Holden, coordenadora da campanha de baleias do Greenpeace Internacional.

"Mas um navio fora de ação não é suficiente. Uma investigação sobre as operações baleeiras deveria se iniciar imediatamente e o governo japonês tem que se comprometer a não mais tirar dinheiro dos seus contribuintes para o vergonhoso programa baleeiro."

O programa baleeiro do governo japonês está cercado de controvérsia. Dois ativistas do Greenpeace aguardam julgamento no Japão por terem revelado um escândalo de contrabando de carne de baleia da frota baleeira, seguindo informações de tripulantes que confirmaram que a carne é rotineiramente roubada e vendida ilegalmente.

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