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Baleia minke capturada pelo pequeno navio baleeiro Sigurbjorg.

Baleia minke capturada pelo pequeno navio baleeiro Sigurbjorg.

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Reykjavik, Iceland — Mas país ainda pensa em matar seis minkes para 'pesquisa científica'. Greenpeace mostra que essas baleias valem mais vivas do que mortas.

"O Greenpeace está feliz por ver que o governo da Islândia enfim percebeu o que há muito tempo é de conhecimento do público islandês, de que não há mercado em seu país para a carne de baleias", afirma Sara Holden, líder do projeto Baleias do Greenpeace Internacional.

"O ministro Einar Guofinnsson agora precisa também reconhecer que não há mercado nem no Japão, onde milhares de toneladas de carne de baleia permanecem armazenadas, sem compradores", lembra Holden.

A Islândia ainda planeja caçar este ano 6 baleias minke sob o pretexto de pesquisa científica, mas o Greenpeace espera que o governo islandês reconsidere sua posição e também não permita essa matança.

"Não apenas não há apetite para a carne de baleias no mundo como também não há programa científico legítimo que justifique essa matança. Mais de 100 mil pessoas assinaram um documento para o Greenpeace afirmando que pretendem visitar a Islândia caso o país pare de caçar baleias. Isso equivale a algo em torno de US$ 120 milhões em turismo. Resumindo: as seis baleias minke valem muito mais vivas do que mortas", avalia Holden.