Greenblog

Notas sobre o meio ambiente em tempo real.

  • Ciberativismo 2.0

    Postado por Marina Yamaoka - 15 - out - 2012 às 16:47 2 comentários

     

    A infame afirmação de Malcom Gladwell de que o ativismo online não passa de uma coleta ineficaz de assinaturas deixou de fazer sentido no mesmo momento em que ele cunhou a frase. O compartilhamento de informações e a busca de soluções estão impulsionando mudanças e estão entre as marcas do que é uma campanha 2.0.

    Mais de dois bilhões de pessoas têm acesso à internet e, aparentemente, a cada segunda oito novas pessoas se conectam à rede. Cerca de um bilhão de pessoas estão no Facebook, rede social na qual ‘curtem’, ‘compartilham’, debatem e informam e alteram as decisões que estão sendo tomadas para o nosso futuro comum.

    Nós, no Greenpeace, não consideramos que as pessoas que nos apoiam são apenas aquelas que doam dinheiro. Nosso pensamento tem evoluído e abraçou o conceito do “poder que emana de nós”. Existem milhões de pessoas que compões o ‘nós’ que éo Greenpeace: funcionários, doadores, fãs no Facebook, seguidores no Twitter, ciberativistas, ativistas tradicionais e blogueiros.

    Para apoiar o Dia de Ação dos Blogs, o Greenpeace deu acesso para um arquivo de 150 mil fotos e vídeos para que os participantes possam utilizar em seus posts. O Dia de Ação dos Blogs celebra o uso de ferramentas digitais como blogs e redes sociais. É sobre pessoas reunidas, em salões comunitários, em suas casas e nas ruas. É sobre celebrar as mudanças e histórias que nos inspiram. Você pode ver algumas destas histórias aqui.

    Para saber mais sobre o Ciberativismo do Greenpeace e inscrever-se à nossa rede de ativistas online clique aqui. Leia mais >

  • Lituânia diz ‘não’ à energia nuclear

    Postado por Marina Yamaoka - 15 - out - 2012 às 10:54 1 comentário

    Na Lituânia, Greenpeace sobrevoa a cidade de Vilnius para protestar contra o referendo de desenvolvimento de energia nuclear. (©Greenpeace/Vidmantas Balkunas)

     

    O Greenpeace parabeniza os lituanos por dizerem “não” para o referendo a favor do desenvolvimento de energia nuclear no país. 

    “Esse é um passo importante para toda a região para que o futuro dependa em fontes de energias renováveis”, disse Jan Haverkamp, consultor especialista do Greenpeace em energia nuclear na Europa Central. “É uma vitória para a democracia, considerando o ambiente de intimidação e as dispendiosas campanhas nucleares que inundaram o país nos últimos meses”.

    Nas semanas que antecederam o referendo, o governo lituano negou acesso ao país para convidados que falariam no Parlamento contra a energia nuclear e o Primeiro-Ministro Andrius Kubilius não atendeu as chamadas do Greenpeace para uma discussão o assunto.

    Os lituanos não apenas disseram ‘não’ para a perigosa tecnologia nuclear, mas também para as políticas paternalistas que a apoiam. O novo governo lituano terá que conceber uma estratégia de energia limpa considerando que seus cidadãos querem eficiência energética e energias limpas, seguras e renováveis”, disse Haverkamp.

    O Greenpeace pede para a Bielorrússia, a Polônia e a Rússia para seguirem o exemplo da Lituânia e substituir seus planos nucleares para ganrantir um futuro energético limpo.  Leia mais >

  • Bomba-relógio de resíduos eletrônicos

    Postado por Marina Yamaoka - 11 - out - 2012 às 14:47 1 comentário

    Ativistas do Greenpeace ocupam a escada do Congresso Nacional para pedir que deputados votem a lei dos Resíduos Eletrônicos (©Greenpeace)

     

    Esta semana, 40 ativistas do Greenpeace Argentina foram ao Congresso Nacional para pedir que a Lei do Lixo Eletrônico seja votada. Fantasiados de deputados e simulando a detonação de uma bomba, os ativistas levaram um banner gigante com a seguinte mensagem “Deputados, não detonem a bomba. Lei dos Resíduos Eletrônicos já”. Dessa forma, mais uma vez exigiram a urgente votação da lei, adiada na Câmara, e que se não for aprovada nos próximos dois meses perderá o status parlamentar.

    “O lixo eletrônico cria uma bomba que deve ser desativada e é extremamente perigoso para o meio ambiente e para a saúde das pessoas. Precisamos ter uma lei que obrigue a separação do lixo eletrônico dos outros resíduos domésticos, dessa forma os componentes eletrônicos poderão ser reciclados e as empresas serão responsáveis pela gestão dos dispositivos após o final da vida útil. Essa responsabilidade recai hoje sobre o Estado”, explicou Consuelo Bilbao, Coordenadora da Unidade Política do Greenpeace.

    Na Argentina, a cada ano, são geradas mais de 120 mil toneladas de lixo eletrônico. No entanto, ainda não há um sistema de gestão que cuide dos matérias tóxicos no lixo doméstico.

    “Além de conterem substâncias tóxicas, os resíduos são materiais valiosos que podem ser recuperados e reciclados. Hoje, são jogados no lixos, mas 95% de um celular pode ser recuperado. Não apenas se contamina o ambiente, mas recursos valiosos que poderiam ser reutilizados são desperdiçados”, disse Bilbao.

    A lei obriga as empresas a assumirem responsabilidade legal e financeira de gestão – reutilização e reciclagem – dos resíduos de seus equipamentos e prevê a proibição de substâncias tóxicas na fabricação. “Só em 2011, 10 milhões de celulares foram descartados. Hoje, os aparelhos não duram nem dois anos, o que demonstra claramente o ritmo de consumo e de descarte de tais equipamentos. O problema que enfrentamos hoje é como uma bomba-relógio”, acrescentou Bilbao.

    Desde 2011, o Greenpeace denuncia o descaso com a Lei de Resíduos Eletrônicos pelas comissões de Indústria, Meio Ambiente e Orçamento da Câmara dos Deputados. Este ano, além disso, os ambientalistas destacam a urgência da aprovação da lei porque caso o projeto continue parado perderá o status parlamentar e voltará à estaca zero.

    Junto com mais de 95 mil pessoas que assinaram a petição online em defesa da votação da lei, o Greenpeace continua exigindo que os deputados votem urgentemente sobre o assunto. Leia mais >

  • Desmatamento volta a subir

    Postado por Bernardo Camara - 10 - out - 2012 às 14:35 3 comentários

    © Greenpeace/Karla Gachet/Panos

     

    A tendência de queda do desmatamento na Amazônia vem perdendo força nos últimos meses. Em agosto, segundo o sistema de alerta do Inpe, pelo menos 522 km² de floresta foram derrubados, mais de 200% em relação ao mesmo mês no ano anterior. Em setembro, o aumento continuou: com cerca de 282 km² desmatados, a curva subiu 11% se compararmos com o ano passado.

    O mês de agosto é quando começa o cálculo do desmatamento anual pelo Sistema Prodes, também do Inpe. Os dois primeiros meses da conta, portanto, já chegaram com números ruins. E essa época, quando a seca chega na Amazônia, é justamente o período em que as motosserras começam a cantar com mais força.

    É para combater esse cenário que estamos na campanha pela lei de iniciativa popular do desmatamento zero. Precisamos de 1,4 milhão de assinaturas para encaminhar o projeto ao Congresso. Em poucos meses, mais de 566 mil brasileiros já aderiram. E você? Participe, assine, compartilhe!

    Assine a petição. Leia mais >

  • Esconde-esconde em usinas nucleares suecas

    Postado por Marina Yamaoka - 10 - out - 2012 às 11:38 3 comentários

    Ativistas do Greenpeace entram na planta nuclear de Forsmark, na Suécia, para demonstrar a falta de segurança das usinas no país (©Greenpeace)

     

    Mais de 70 ativistas do Greenpeace entraram nas usinas nucleares de Ringhals e Forsmark, na Suécia, para provar a vulnerabilidade da segurança das mesmas e para pedir para a Ministra do Meio Ambiente da Suécia, Lena Ek, que ordene o fechamento dos perigosos reatores nucleares no país.

    Quase todos os ativistas foram presos, mas quatro conseguiram permanecer escondidos em Ringhals e outros três em Forsmark, apesar da Vattenfall, uma das empresas operadoras das usinas, afirmar que o trabalho de segurança funcionou perfeitamente.

    Hoje cedo, Isadora Wrosnki, da Campanha de Energia do Greenpeace Suécia, revelou que ainda estava no telhado de Ringhals, 28 horas após a entrada na usina. Depois disso, houve uma busca intensa para encontrar os ativistas escondidos. 

    “O teste de segurança que simulamos provou que as plantas nucleares suecas são inseguras. Elas são um risco para o público, não apenas para as pessoas que vivem próximo à elas, mas para toda a região nórdica”, disse Wronski antes de deixar a planta de Ringhals. “Peço urgentemente que a Ministra do Meio Ambiente feche essas usinas”.

    Na semana passada, a Comissão Europeia publicou um documento sobre os testes de estresse realizados pelos operadores e reguladores nas plantas nucleares europeias, revelando sérios problemas de segurança.

    Ringhals, em particular, foi muito criticada por suas falhas de segurança e por um relatório publicado por Oda Becker, pesquisadora independente de energia nuclear concluiu que as plantas nucleares suecas deveriam ser fechadas por problemas de segurança.

    O protesto forçou Lena Ek, que até então não havia se pronunciado sobre o assunto, a convocar uma reunião com os operadores das plantas, E.On e Vattenfall, e exigir explicações pelas falhas de segurança.  

    Martina Krueger, da Campanha do Greenpeace Nórdico, afirmou que "uma vez que as operadoras claramente não atendem aos padrões de segurança necessárias, a Ministra do Meio Ambiente deveria fechar as usinas no país". Leia mais >

  • Mais uma estrela no céu

    Postado por Bernardo Camara - 8 - out - 2012 às 14:17 159 comentários

    O arco-íris hoje está pálido, em tons de cinza. Tatiana de Carvalho, 10 anos de Greenpeace e 36 de vida nos deixou neste fim de semana após um acidente numa cachoeira próxima a Brasília.

    Tati era a mais pura expressão de alegria, autenticidade, garra, espontaneidade. Era daquelas pessoas raras, que vêm ao mundo em edição limitadíssima. Dos corredores sisudos do Congresso Nacional aos labirintos da floresta amazônica, onde passou quase uma década se unindo a comunidades contra o desmatamento, Tati deixava um rastro de inspiração e energia.

    Quem o diz não somos nós apenas, mas todos os que tiveram o privilégio de conviver com ela. Desde que a notícia começou a circular, uma chuva de emails, mensagens, telefonemas mostra a força que essa grande mulher – em estatura e espírito – deixou pra trás.

    Apesar do indescritível vazio que sentimos –e sentiremos– temos certeza de que seu brilho não vai se apagar jamais. De onde quer que ela esteja, essa guerreira do arco-íris vai continuar brilhando e abrindo pra nós os caminhos que levam ao mundo melhor que tanto queremos.

    À família, registramos nossa mais profunda solidariedade. Quanto à você, Tati, prometemos honrar seus sonhos e levar adiante as lutas que compartilhamos. Descanse em paz, querida amiga.

    *Todas as mensagens aqui deixadas serão repassadas à família de Tatiana. Leia mais >

  • E os protestos vão continuar

    Postado por Marina Yamaoka - 5 - out - 2012 às 18:10

    O navio Arctic Sunrise em expedição que documenta o maior degelo da história no ártico (©Daniel Beltrá/Greenpeace)

     

    A Shell falhou em sua tentativa de ganhar uma liminar contra dois escritórios do Greenpeace. Foi um verdadeiro revés na tentativa de acabar com os protestos contra a exploração de petróleo no Ártico.

    A liminar proposta pela Shell foi rejeitada pelo presidente do tribunal de Amsterdã, Han Jongeneel, que disse que os protestos do Greenpeace Holanda realizados na sede da empresa e nos postos de combustível da Shell na Holanda foram proporcionais e adequados aos esforços do Greenpeace para acabar com a exploração de petróleo da Shell no Ártico.

    Uma empresa como a Shell, que tem agido e que planeja continuar agindo de forma contrária ao que a sociedade e muitas pessoas querem, pode e deve esperar que ações serão tomadas para tentar mudar suas decisões. Tais ações, para que sejam efetivas, terão que ser capazes de prejudicar a Shell de certa maneira, escreveu Jongeneel.

    “O princípio da proporcionalidade implica que as ações não devem ir além do que é necessário para alcançar o objetivo pretendido. Até o presente momento, o Greenpeace tem respeitado este requisito não realizando protestos em todos os postos de combustível, cerca de 600 no total, mas em apenas 70 deles. Portanto, não há necessidade de se conceder uma liminar nesse sentido, embora o Greenpeace terá que continuar a considerar essa exigência”, disse o juiz.

    Esta não é a primeira vez em que uma decisão legal favorece o Greenpeace. No final de agosto deste ano, a Corte de Copenhagen, na Dinamarca, foi favorável aos ativistas que foram presos durante três semanas devido ao protesto realizado na COP15. Eles abriram faixas pedindo ação dos líderes mundiais reunidos em Copenhagen para controlar o aquecimento global na entrada de um jantar oferecido pela rainha da Dinamarca aos chefes de Estados.

    Os ativistas ficaram 20 dias presos antes do julgamento. No entanto, a decisão judicial foi de que a prisão deveria ser de apenas duas semanas. O Greenpeace recorreu à justiça para que os ativistas fossem ressarcidos pela semana a mais em que ficaram presos, ganhou a causa e foi além disso. Os ativistas foram compensados por todo o tempo em que ficaram presos.

    A decisão é válida para os próximos seis meses e permite que os ativistas realizem protestos em propriedades da Shell, na Holanda, por um máximo de duas horas e caso haja a interrupção de combustível que seja por, no máximo, uma hora. O Greenpeace está em uma grande campanha internacional contra a gigante do petróleo e seus planos para perfurar no Ártico. Escritórios do Greenpeace em todo o mundo têm realizado uma série de ações pacíficas em postos de combustível, em navios quebra-gelo e em escritórios da empresa.

    Em resposta à notícia, o diretor executivo do Greenpeace Internacional, Kumi Naidoo, afirmou que “a última tentativa da Shell para silenciar aqueles que a criticam, falhou. O juiz rejeitou a maior parte da liminar e lembrou a empresa que a desobediência civil é um direito nas democracias, mesmo quando uma empresa é impactada. Mais de dois milhões de pessoas se uniram a nossa campanha para proteger o Ártico.”

    “Devemos nos perguntar qual das partes, neste caso, representa a maior ameaça para o interesse público – um grupo pacífico ambiental ou uma companhia de petróleo desesperada e determinada a enviar sondas para o Ártico. A Shell não tem um plano de resposta confiável no caso de um vazamento de petróleo, o que seria um desastre financeiro e ambiental”, continuou Kumi.

    A Shell inicialmente exigiu uma liminar que impedisse que os ativistas do Greenpeace e simpatizantes em todo mundo protestassem a 500 metros de qualquer propriedade da Shell, mesmo que fosse em território público, sob o risco de ser multada em mais de 1 milhão de euros.

    A Shell foi obrigada a reduzir seu pedido depois que o juiz advertiu que o caso poderia ser abandonado caso considerasse a reclamação excessiva. O juiz concedeu uma liminar limitada que fez com que dois escritórios – o Greenpeace Holanda e o Greenpeace Internacional –  ficassem sob o risco de penalidades de 25 mil euros para cada hora em que violarem a liminar. Este ano, a Shell tem prosseguido com uma estratégia extremamente agressiva de penalizar legalmente o Greenpeace e uma série de outros grupos ambientais.

    O pedido final da Shell continha uma cláusula que exige que o Greenpeace Internacional “instrua os outros escritórios do Greenpeace no mundo de que se abstenham de qualquer ação que possa interferir nos negócios da Shell na Holanda”.

    A liminar concedida hoje limita-se ao Greenpeace Internacional e ao Greenpeace Holanda. Outros escritórios nacionais e regionais ao redor do mundo continuam operando de forma independente, contribuindo para a implementação de estratégias de campanha globais decididas pelo Greenpeace Internacional. Leia mais >

  • Dois milhões pelo Ártico

    Postado por Martin Norman* - 4 - out - 2012 às 14:05 2 comentários

    Tripulação do Arctic Sunrise pede o fim da destruição do Ártico direto do Polo Norte (©Denis Sinyakov/Greenpeace)

     

    Quando se está tão distante quanto estamos agora, as mensagens chegam como escassos telegramas e são apenas as mais importantes que chegam. Então, quando Steve, o radio-operador a bordo do Arctic Sunrise, me entregou pessoalmente uma mensagem, eu sabia que ela seria boa. E com certeza ela era: “Dois milhões de pessoas já assinaram a petição para proteger o Ártico”.

    Para nós que estamos embarcados, essa mensagem aqueceu nossos corações. Em pouco mais de três meses, dois milhões de pessoas se juntaram ao Greenpeace para pedir proteção ao ecossistema que estamos atualmente estudando e documentando. Nós estamos aqui, a bordo do Arctic Sunrise, testemunhando as mudanças causadas pelo impacto das ações humanas. Estamos muito próximos de onde o gelo deveria estar, mas não está.

    Nós tivemos o verão mais quente em 1800 anos. Pode-se sentir e ver a urgência em proteger esse sagrado ecossistema. Pedimos que a exploração de petróleo no Ártico seja banida e que a pesca predatória acabe, mas o mais importante é que a região seja transformada em um santuário global.

    Documentar e estudar as geleiras é ao mesmo tempo muito bonito e triste. Elas são absolutamente lindas, mas estão diminuindo de tamanho rapidamente e eu não tenho palavras para descrever o que sinto quando vejo focas e ursos polares itinerantes no gelo Ártico, o mesmo gelo que recentemente atingiu o recorde de tamanho mínimo.

    O delicado equilíbrio que reina no Ártico sob severa ameaça pelas mudanças climáticas e pela exploração de petróleo. E nós sabemos que o derretimento do gelo no Ártico traz drásticas consequências para a vida animal local e para o clima global. Ao mesmo tempo, as nações do Ártico estão olhando para o gelo que derrete como uma grande oportunidade de explorar mais facilmente petróleo na região do que um sinal de um planeta em colapso.

    Esta é a razão pela qual nós estamos aqui e o motivo pelo qual seu apoio é tão importante. Nós precisamos da sua ajuda para continuar a batalha pela proteção do Ártico e do Polo Norte pelo bem das próximas gerações. Precisamos do seu apoio para dizer aos líderes mundiais que precisamos agir agora para salvar o Ártico antes que seja tarde demais. Assine e compartilhe a petição.

    Juntos, com você, e com os milhões que nos apoiam, nós vamos salvar o Ártico.

    Em nome da tripulação do Arctic Sunrise, eu digo muito obrigado.

    *Martin Norman é da Campanha do Greenpeace Nórdico

    Assine a petição
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  • S.O.S. degelo

    Postado por Marina Yamaoka - 2 - out - 2012 às 14:09

    O navio Arctic Sunrise foi ao Ártico para documentar o maior degelo da história e realizar pesquisas que serão usadas em estudos sobre as mudanças que vem acontecendo na região (©Daniel Beltrá/Greenpeace)

     

    A repórter Camila Nóbrega, do jornal O Globo, foi ao Ártico junto com a tripulação do Greenpeace que estava a bordo do Arctic Sunrise para investigar os impactos que o aumento da temperatura no mundo causaram na região.

    • Leia a matéria aqui. 

    Depois de 18 dias embarcada, a jornalista publicou uma matéria na Revista Amanhã sobre o que viu - ou o pouco gelo que viu - durante sua visita ao Polo Norte e sobre como é o dia a dia dentro de uma embarcação do Greenpeace. Ela conversou com Julienne Stroeve, uma das cientistas a bordo, sobre as pesquisas que foram realizadas. Estudar o volume de gelo atual no Ártico é importante para saber o que realmente está acontecendo na região e para tentar entender o que ainda pode acontecer.

    Camila também escreve sobre o duelo entre os que querem proteger este importante ecossistema e as empresas que querem explorá-la economicamente. Enquanto o Ártico derrete, o interesse econômico na região aumenta e empresas como Shell e Gazprom querem perfurar e explorar petróleo na região a qualquer preço.

    Você pode ajuda a proteger o Ártico assinando e compartilhando a petição que pede a criação de um santuário internacional na região. Junte-se aos quase dois milhões de pessoas que já aderiram à nossa campanha.

    Assine a petição Leia mais >

  • Título de eleitor tem a ver com floresta?

    Postado por Bernardo Câmara - 2 - out - 2012 às 10:16

     

    Eleições chegando, todo mundo sacode a poeira de seu título de eleitor. Mas você sabia que com aquele pedacinho de papel você pode mais do que votar? Pode tirar o passaporte, se inscrever em concursos públicos e... dar uma força para as florestas. Pois é!

    Como você já deve ter visto por aqui, mais de 540 mil brasileiros já assinaram pelo projeto de lei de iniciativa popular do Desmatamento Zero. Seguindo os moldes do Ficha Limpa, a ideia é chegarmos a 1,4 milhão de assinaturas, o que equivale a 1% do eleitorado brasileiro. Esse é um dos mecanismos de democracia direta estabelecidos na Constituição. A sociedade civil pode propor ao Congresso um projeto de lei, desde que tenha o apoio desse número de eleitores.

    E é aí que entra o seu título de eleitor. Pela regra, o documento deve vir junto com cada assinatura. Se você está com o título em mãos e já quiser adiantar esse processo, sua ajuda é muito bem vinda! Mas se você não sabe ou não está com seu título eleitoral por perto, não tem problema, dentro da nossa página você encontra um link para consultar o seu número no site do TSE.

    Clique aqui e registre seu título. As florestas agradecem!

     

    Assine a petição.
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