Greenblog

Notas sobre o meio ambiente em tempo real.

  • 1 milhão de likes, 1 milhão de histórias

    Postado por Juliana Costa - 21 - nov - 2013 às 7:45 1 comentário

    Muito obrigado! Hoje, completamos 1 milhão de likes em nossa página do Facebook e cada um deles fez e faz parte da história do Greenpeace Brasil.

     

    Você assistiu alguns dos momentos marcantes de nossa história. O protesto pacífico realizado no Cristo Redentor, em 2006, foi feito para chamar a atenção dos governos para a alarmante perda de biodiversidade do planeta e os riscos para a segurança ambiental representada pelos transgênicos.

    A vinda do navio Rainbow Warrior ao Brasil foi um marco importante, pois foi em 2012 que lançamos a campanha pelo Desmatamento Zero, uma campanha de grande importância para a preservação das florestas brasileiras. O navio percorreu de Norte a Sudeste do Brasil, participou da Conferência em Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, a Rio+20, divulgando nossas campanhas e expondo crimes ambientais.

    Mais recentemente tivemos um projeto chamado Juventude Solar, no Rio de Janeiro, que trouxe energia solar ao Centro Comunitário Lídia dos Santos. Jovens foram treinados para instalar os painéis solares e aprenderam sobre energias renováveis e eficiência energética.

    Ainda em 2013, começamos a trabalhar com o tema da mobilidade urbana. Em abril, lançamos o #Cadê?, campanha que visa auxiliar no planejamento da mobilidade urbana das cidades brasileiras e que acompanha a elaboração do Plano de Mobilidade Urbana das capitais.

    Por mais distante que o Ártico possa parecer do Brasil, trabalhamos para evitar a exploração de petróleo neste frágil ecossistema, responsável pela regulação do clima no mundo. Foi tentando proteger o Ártico e o clima mundial que os tripulantes do navio Arctic Sunrise foram presos e injustamente acusados de pirataria e vandalismo. No momento mais de 2 milhões de pessoas já enviaram e-mails às embaixadas russa ao redor mundo pedindo a libertação deles.

    E a nossa história continua. Graças a você que nos apoiou e que continua ao nosso lado. Queremos que cada vez mais você faça parte do nosso trabalho, se você já nos apoia, torne-se um colaborador do Greenpeace. Somos uma organização independente, que não aceita dinheiro de empresas e de partidos políticos, ajude-nos a continuar nosso trabalho. Leia mais >

  • Governo exalta Código Florestal na COP-19

    Postado por Nathália Clark - 20 - nov - 2013 às 14:25

    Em evento paralelo realizado durante a COP-19, em Varsóvia, Ministério do Meio Ambiente anuncia nova plataforma de monitoramento de emissões de gases-estufa.

    A segunda semana das negociações climáticas inicia em falta. Falta de esperança, falta de ambição, falta de dinheiro e de autoridades – em todos os sentidos. A presença dos ministros de estado tem sido parca. A ministra do Meio Ambiente do Brasil, Izabella Teixeira, chegou na noite de ontem e já vai embora nesta quarta-feira (20). Mas sua presença não passou em branco. Em evento paralelo à COP-19, ela exaltou o novo Código Florestal brasileiro, que trouxe instrumentos de controle como o Cadastro Ambiental Rural (CAR), mas que nem sequer saiu do papel.

    “É impossível negar que o Brasil tem uma postura estratégica no cenário geopolítico internacional, que une produção e proteção florestal. Queremos proteger, mas precisamos entender quais as demandas sociais e econômicas da nossa sociedade, que se encontra em pleno crescimento. É importante ter os números, os diferentes panoramas e ter os diferentes atores mobilizados.”

    Ignorando o motivo que a fez voltar mais cedo para casa – o aumento de quase 30% nos dados recentes de desmatamento na Amazônia Legal, apresentados na última semana –, a ministra disse ainda que o novo Código “está agora sendo plenamente adotado por produtores em todo o Brasil”. “É preciso ter licença para desmatar e os projetos precisam estar de acordo com a legislação.”

    “A ‘licença para desmatar’ foi dada quando o novo Código foi aprovado. Vemos aqui o governo promover um mundo de fantasia, que não coincide com a realidade. Eles elogiam uma legislação que anistiou desmatadores e abriu precedentes para mais desmatamento, que ainda é uma das principais causa de emissões de gases-estufa em todo o mundo. Além disso, eles mencionam o CAR, que deveria mostrar quem está desmatando e onde, mas até agora não foi implementado, portanto não funciona na prática”, frisou Renata Camargo, coordenadora de Políticas Públicas do Greenpeace.

    Deliberadamente optando por um modelo de desenvolvimento que quer o crescimento econômico a todo custo, baseado na expansão da fronteira agrícola, em grandes projetos de infraestrutura na Amazônia, que passam por cima da floresta e de suas comunidades tradicionais, o Brasil não segue o papel de líder ambiental que se espera de um país com sua magnitude e relevância internacional.

    “Para aparecer bem internacionalmente, o governo finge ignorar as mais de 400 propostas de lei que tentam retirar ainda mais a proteção florestal de áreas protegidas, como Terras Indígenas e Unidades de Conservação. Seguindo a aprovação do novo Código, a bancada ruralista ganhou força e vem tentando moldar a legislação brasileira segundo seus próprios interesses econômicos. Nesse contexto, o desmatamento está longe de ser o único problema. Agregado a ele vêm os conflitos fundiários, a violência no campo e o trabalho escravo”, lembrou Renata Camargo.

    A conversão de áreas para agropecuária, que tem se mostrado o setor que mais tem emitido gases-estufa no Brasil, tampouco são feitas apropriadamente. Áreas abertas para pasto não são recuperadas, mas apenas abandonadas. Estudos científicos já mostraram que, com a quantidade de áreas abertas que temos na Amazônia, podemos dobrar nossa produção sem derrubar mais um hectare de floresta.

    Monitorando as emissões nacionais

    No evento, o governo também apresentou um novo sistema de monitoramento de emissões que deve abarcar todos os setores da economia. Carlos Klink, secretário de mudanças climáticas do MMA, presente na mesa, ressantou que o novo Código abarca todas as mais de 5 milhões de propriedades rurais no país, e que esse novo sistema deveria fazer o mesmo.

    “Temos o desafio de trazer essa nova ferramenta como algo que capte toda essa dimensão rural do Brasil, e ela deverá estar ligada ao CAR. Estamos investindo um grande montante de dinheiro em sistemas de monitoramento para todo o país, em conformidade com o Código Florestal, a fim de combinar produção e proteção floestal”, defendeu. Leia mais >

  • Marcha pelo clima toma as ruas de Varsóvia

    Postado por Nathália Clark - 16 - nov - 2013 às 17:53

    Marcha do Clima em Varsóvia, Polônia, traz imagens dos ativistas presos na Rússia (©Greenpeace/Bogusz Bilewski).

     

    Cerca de 3 mil pessoas se reuniram neste sábado em Varsóvia para a Marcha pela Justiça Climática. Poloneses e estrangeiros que estão na cidade para acompanhar as negociações da 19a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP-19) enfrentaram o frio de menos de 5 graus Celsius e percorreram cerca de 4km nas ruas da capital pedindo ações mais urgentes e efetivas para evitar os efeitos das mudanças climáticas.

    Erguendo cartazes com frases como “Sua decisão, nosso futuro” e “O tempo acabou”, a manifestação teve início a partir do Palácio da Cultura e da Ciência e seguiu até o Estádio Nacional, onde ocorre a conferência.

    Ativistas do Greenpeace também se juntaram à passeata, como parte do dia de ação global pela libertação dos 28 ativistas e dois jornalistas presos há quase dois meses na Rússia. Eles enfrentam acusações graves de vandalismo e pirataria, após protestarem pacificamente contra a exploração de petróleo no Ártico.

    O ato em solidariedade aos ativistas tomou as ruas de 265 cidades de 45 países do mundo neste sábado. No Brasil, a atividade aconteceu em Porto Alegre, cidade natal da ativista brasileira Ana Paula Maciel, também detida.

     

     

      Leia mais >

  • ‘Desmatamento não afetará negociações'

    Postado por Nathália Clark - 15 - nov - 2013 às 15:04 3 comentários

     

    Na primeira coletiva de imprensa em Varsóvia (Polônia) após o anúncio do novo aumento no desmatamento da Amazônia, o embaixador José Antônio Marcondes de Carvalho, chefe da delegação do Brasil na COP-19, reforçou a mensagem passada ontem pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. Segundo ele, os dados são de fato alarmantes, mas não afetarão as negociações climáticas, já que foi um compromisso assumido voluntariamente pelo governo brasileiro.

    “É inegavel que [o desmatamento] é um assunto preocupante, mas ainda é o segundo menor índice histórico registrado, desde que as medições tiveram início, em 1988. O país tem feito qualquer ação possível para reverter o desmatamento na Amazônia. E esse é não apenas o segndo menor número, mas ainda é também 78% abaixo da meta que nos comprometemos a alcançar”, afirmou.

    Nesta semana, a revista Science divulgou um estudo que mostra que, em 12 anos, o planeta perdeu 2,3 milhões de quilômetros quadrados de floresta. Em termos comparativos, isso representa uma perda florestal de uma área do tamanho da Argentina. 

    A análise também mostra que o Brasil mostrou o maior declínio no período. Por outro lado, a Indonésia foi o país que mais derrubou floresta, dobrando o desmatamento, que passou de 10 mil para 20 mil quilômetros quadrados em uma década.

    Entretanto, o Brasil já tem começado a ver esse bom resultado ser revertido. “Com o novo Código Florestal, não se sabe se essa tendência se manterá”, disse Peter Potapov, professor associado da Universidade de Maryland e um dos autores do estudo. “Mudanças no marco legal poderão reverter os mais de 10 anos de resultados positivos”, alertou. O aumento de quase 30% em apenas um ano é outro sinal claro dado pela nova legislação.  Leia mais >

  • Cegueira, fome e privação na COP-19

    Postado por Nathália Clark - 14 - nov - 2013 às 12:26

    Delegação jovem em manifestação durante a COP-19, em Varsóvia (Foto: Push Europe).

     

    Apesar de ter coisas muita mais importantes para se ocupar, como trazer decisões definitivas para conter as mudanças climáticas e seus impactos devastadores, a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês) parece estar mais preocupada em preservar a sua própria reputação. Acontece que se os países membros continuarem cegos à necessidade urgente de tomar ações concretas para frear o aquecimento global, a convenção não vai conseguir salvar a sua imagem.

    As palavras de Yeb Saño, negociador-chefe das Filipinas, na plenária de abertura da COP-19, tocaram o coração de muitas pessoas no centro de conferência em Varsóvia (Polônia). Ele reavivou a lembrança de que as cerca de 10 mil mortes causadas pelo tufão Haiyan, que devastou seu país nos últimos dias, foram resultado de 20 anos de inação dos homens e mulheres ali presentes.

    Veja aqui o vídeo do discurso de Yeb Saño (em inglês).

    Após a fala comovente, o presidente da mesa pediu um minuto de silêncio para demonstrar luto pelos afetados na tragédia. Do fundo da sala, membros da sociedade civil gritavam “Nós estamos com você”. Na saída, um grupo de jovens levantou cartazes de apoio. Entre as mensagens, a pergunta: “Quantas vidas mais?”. A faixa, entretanto, não possuía autorização e por isso os três jovens que a seguravam foram banidos da COP.

    Saño está em greve de fome desde o primeiro dia da conferência, e deve permanecer até que alguma ação efetiva seja tomada. Cerca de cem membros da sociedade civil já se juntaram a ele no jejum, em solidariedade ao povo filipino.

    A secretaria-executiva da UNFCCC, Christiana Figueres, foi cobrada pelos demais jovens presentes sobre a expulsão dos companheiros. “Nós estamos do lado de vocês, mas vocês sabiam as regras e as quebraram por vontade própria”, disse ela. O protesto, no entanto, não foi uma ação premeditada, mas uma resposta rápida de apoio. “Durante a COP-18, em Doha, ela nos incitou a agir e não nos calar. Estamos apenas seguindo seu conselho”, afirmou um dos jovens.

    Uns são expulsos definitivamente das negociações, outros, como os 28 ativistas do Greenpeace e dois jornalistas, seguem presos há cerca de dois meses pelo mesmo motivo. Atos como esses colocam em risco conquistas preciosas das sociedades democráticas, como o direito à livre expressão, à manifestação e ao protesto pacífico.

    Enquanto ativistas são privados de demonstrar sua indignação, os governos mostram sua cegueira diante dos esforços desses cidadãos e das ameaças reais da mudança do clima, que batem à porta de todo o mundo todos os dias.

    Libertem nossos ativistas Leia mais >

  • "A não-violência é parte do trabalho deles”

    Postado por Alan Azevedo - 14 - nov - 2013 às 12:02 5 comentários

    Paul McCartney em show no Rio de Janeiro, durante a turnê "Up and Coming". (© MPL Communications Ltd / MJ Kim)

     

    O ex-Beatle Paul McCartney publicou hoje carta que trocou com Vladimir Putin pedindo a libertação dos vinte oito ativistas do Greenpeace e dois jornalistas freelancers presos desde 18 de setembro na Rússia após protesto pacífico contra a exploração de petróleo no Ártico.

    Em sua carta, Paul faz um apelo para que os presos possam voltar a ver suas famílias: “Há quarenta e cinco anos escrevi uma música sobre a Rússia para o Álbum Branco (‘White Album’), numa época em que os ingleses não se inclinavam tanto a elogiar seu país. Essa música tinha uma das passagens mais bonitas dos Beatles: ‘Been away so long I hardly knew the place, gee it’s good to be back home’ (ou ‘Estive longe por tanto tempo que mal reconhecia onde estava, nossa é bom estar de volta em casa’, em tradução livre). Você poderia realizar isso para os prisioneiros do Greenpeace?”.

    Essa manhã, Paul postou no Twitter: “…O Embaixador Russo gentilmente respondeu que a situação dos presos ‘não está corretamente retratada pela mídia’…”. Então Paul escreveu: “Seria ótimo se esse mal-entendido pudesse ser resolvido e os ativistas pudessem ir para casa com suas famílias para o Natal. Vivemos na Esperança, Paul McCartney”.

    O ex-Beatle é muito popular na Rússia – e com Vladimir Putin também. Em 2003 ele se apresentou para mais de 100 mil pessoas incluindo o presidente na Praça Vermelha, em Moscou. Antes do show, Paul foi levado a um tour pessoal com o presidente no Kremlin, e ouviu dele: “Você é amado aqui [na Rússia]”.

    O tratamento é dado, inclusive, pelo primeiro nome: “Vladimir, milhões de pessoas de diversos países seriam enormemente gratos se você intervisse para trazer um fim à essa questão. Eu entendo, é claro, que a Justiça russa é separada da esfera presidencial. Mesmo assim, pergunto-me se você não poderia exercer sua influência para reunir os detentos com suas famílias?”

    A carta foi escrita dia 14 de outubro, e Paul decidiu liberá-la um mês depois, alegando que escrevia para assegurar que o Greenpeace certamente não é uma organização anti-Rússia. “E, acima de tudo, eles são pacíficos. Na minha experiência, não-violência é parte essencial do trabalho deles”, afirma Paul McCartney. Leia mais >

  • Xisto: muitas dúvidas sobre sua exploração

    Postado por Marina Yamaoka - 13 - nov - 2013 às 14:48

    Debate organizado por ONG's sobre exploração de gás de xisto e seus impactos socioambientais (©Greenpeace)

     

    Às vésperas da 12a rodada de Concessão das atividades de Exploração de Petróleo e Gás Natural, Greenpeace, ISA, Ibase, Fase e CTI promoveram um debate sobre os impactos socioambientais da exploração do gás de xisto no Brasil. Apesar de estar ‘na moda’ nos Estados Unidos, o gás de xisto e a tecnologia para sua exploração ainda são desconhecidos no Brasil.

    Jailson de Andrade, da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) foi o primeiro a falar. Diante da perspectiva de que um dos grandes desafios deste século é o setor energético, ele chamou a atenção para o fato de que apesar do xisto ser enxergado por muitos como uma solução, deve-se considerar todos os riscos envolvidos nesta atividade. “Para se explorar este tipo de gás, demanda-se uma enorme quantidade de água que após ser utilizada para fracionar as rochas fica contaminada com substâncias químicas como arsênio e bário. As perguntas que devem ser respondidas são: de onde virá a água? E para onde ela irá?”, questionou Andrade.

    Além de abordar a questão ambiental, o debate ainda tratou da ausência de transparência na legislação brasileira que pode colocar em risco o fornecimento de água de muitos municípios e também da questão social.

    Conrado Octavio, do Centro de Trabalho Indigenista, e Angel Matses, da Comunidad Nativa Matses no Peru, retomaram a história de como foi a exploração de petróleo nas décadas de 70 e 80 em regiões próximas às Terras Indígenas e as Reservas Extrativistas. “Houve muito conflito com os povos indígenas isolados, às vezes eram deixadas clareiras abertas no meio do roçado dos índios. Após tanto conflito, os trabalhos foram suspensos e agora querem retomar a agenda de óleo e gás na região, isso sem consultar os povos indígenas”, afirmou Conrado. 

    Muitos dos 240 blocos com potencial exploratório estão próximos à comunidades indígenas isoladas e em sobreposição com importantes aquíferos, como o do Paraná e o de Parecis. Ricardo Baitelo, do Greenpeace Brasil, disse que “precisamos de gás para nossa transição energética e para conseguir abandonar os combustíveis fósseis. Mas deve-se atentar que o xisto não é um gás convencional e que precisamos de algo que ainda não existe: critérios rígidos para a exploração.” Leia mais >

  • Evento: impactos do gás de xisto

    Postado por Marina Yamaoka - 13 - nov - 2013 às 9:00 9 comentários

    Estima-se que a construção de gasodutos nos Estados Unidos dobrou na Pensilvânia, Estados Unidos, devido aos investimentos na exploração do gás de xisto (©Les Stone/Greenpeace)

    Nesta quarta-feira, 13, o Greenpeace, o ISA, o Ibase, a Fase e o CTI promovem um debate sobre os impactos socioambientais da exploração do gás de xisto no Brasil.

    A proposta do seminário é debater as questões ambientais envolvidas nesse tipo de exploração mineral e discutir sua viabilidade, além de colocar em discussão a necessidade dessa fonte de energia para o setor energético brasileiro, com enfoque nas bacias do Acre, Mato Grosso e no aquífero Guarani.

    O gás de xisto é um hidrocarboneto "não convencional", ou seja, uma fonte de energia que, embora conhecida, permaneceu inexplorada durante décadas, por falta de tecnologias capazes de viabilizar sua extração em condições economicamente viáveis. A expansão da exploração de gás de xisto despontou principalmente nos Estados Unidos, um dos maiores explorados e o país com um dos preços mais competitivos e suscita debates e opiniões controversas.

    Para mais informações, clique aqui. 

    Assista ao vídeo da transmissão: Leia mais >

  • Ativistas do Ártico são lembrados na COP-19

    Postado por Nathália Clark - 13 - nov - 2013 às 8:21 1 comentário

    Corrente humana representa os ativistas do Greenpeace durante a 19a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, em Varsóvia (Polônia).

     

    Representantes da sociedade civil de todo o mundo se juntaram ao Greenpeace hoje para uma vigília em honra aos ativistas presos na Rússia durante um protesto pacífico contra a exploração de petróleo no mar Ártico. Foi formada uma corrente humana no corredor de acesso ao centro de conferência da COP-19, em Varsóvia (Polônia), com fotos dos 28 ativistas e dois jornalistas presos por defender o clima.

    Enquanto o grupo permanecia em silêncio em apoio aos companheiros detidos, as delegações dos 190 países chegavam para a sessão da manhã das negociações climáticas. Mensagens enfatizando a necessidade de ações urgentes e mais ambição por parte dos governos para adotar metas efetivas de redução de emissões também foram erguidas.

    O grupo de ativistas, que inclui a bióloga brasileira Ana Paula Maciel, continua preso sob acusações de pirataria e vandalismo. Eles foram transferidos ontem para São Petersburgo, após mais de 50 dias de detenção na cidade de Murmansk. Eles protestavam pacificamente contra a gigante petrolífera Gazprom.

    “Se o mundo precisa evitar o perigo das mudanças climáticas, explorar combustíveis fósseis não é uma boa escolha, especialmente no frágil ambiente do Ártico, onde um derramamento de óleo seria irreversível. Ontem, a Agência Internacional de Energia destacou os riscos ambientais e os altos custos de perfuração de petróleo na região”, lembrou Daniel Mittler, coordenador de Políticas Públicas do Greenpeace Internacional.

    “Governos e empresas precisam seguir o exemplo dos nossos bravos ativistas e agir já. Eles devem reconhecer que eles arriscaram suas vidas, sua reputação e sua liberdade pessoal para proteger o planeta. Por isso, devem ser reconhecidos como heróis, não criminosos.” Leia mais >

  • Papo Greenpeace sobre a COP-19

    Postado por Juliana Costa - 12 - nov - 2013 às 16:53 5 comentários

    Acompanhe como foi a transmissão:

     

    Nesta quinta-feira (14/11), às 16 horas, acontece o Papo Greenpeace com Renata Camargo, coordenadora de políticas públicas do Greenpeace Brasil. Ela contará sobre tudo o que está acontecendo na COP-19 (19a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima).


    O papo será transmitido ao vivo e sua participação é muito importante. Envie sua pergunta pelo Twitter com a hashtag #PapoGreenpeace ou deixe um comentário com a sua pergunta aqui no evento do Facebook.

    Facebook Twitter

     

    A COP-19 teve início nesta segunda-feira (11), em Varsóvia. Em meio ao frio inverno europeu, as discussões em torno das mudanças climáticas e seus impactos globais começam a esquentar os corredores do centro de convenções e de toda a capital polonesa. A reunião, que conta com a participação de representantes de 190 países, dará sequência às negociações sobre um novo acordo climático, que tem até 2015 para ser finalizado e passará a vigorar em 2020, substituindo o Protocolo de Kyoto.


    Venha participar do #PapoGreenpeace, sua participação é muito importante. Envie sua pergunta peloTwitter com a hashtag #PapoGreenpeace ou deixe um comentário com a sua pergunta aqui no evento do Facebook. Leia mais >

171 - 180 de 2693 resultados.