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Notas sobre o meio ambiente em tempo real.

  • Joanna Sustento é uma filipina de 25 que sobreviveu ao maior tufão já registrado no mundo. Sua família não. Ela se tornou uma ativista para combater as mudanças climáticas, que irão aumentar a intensidade e o número de eventos extremos como o que destruiu sua casa e sua família.

    Joanna, a bordo de um dos botes do Greenpeace para seu primeiro protesto pacífico contra a exploração de petróleo no Ártico (© Will Rose/ Greenpeace)

    Quatro anos atrás, a filipina Joanna Sustento estava em sua cidade natal, Tacloban, enfrentando o momento mais difícil de sua vida. Ela tinha 22 anos quando o super-tufão Haiyan (também conhecido como Yolanda) abateu sua comunidade. Foi o tufão mais forte registrado até hoje, com ventos de até 315 km/h. Mais de 10 mil pessoas morreram e mais de 500 mil ficaram desabrigadas. Joanna perdeu seu pai, mãe, irmão mais velho, cunhada e o sobrinho de apenas 3 anos. Com ela, só restou um irmão.

    Apesar de sua perda e dor, ela encontrou força para que sua voz ecoasse pelo mundo. Ela é escritora e hoje viaja compartilhando sua história. “Eu levo a minha história e a história da minha comunidade para outros lugares para que outros países e outras pessoas não sofram o que nós sofremos nas Filipinas anos atrás”, diz.

    Duas semanas atrás, ela embarcou no navio do Greenpeace Arctic Sunrise para uma viagem muito distante de sua terra natal. Ela está no Círculo Polar Ártico, na região da Noruega. Daqui, pode ver com seus próprios olhos um dos culpados do desastre que mudou sua vida para sempre: a exploração de petróleo no Ártico. A atividade petrolífera, sabe-se é uma das principais fontes de gases de efeito estufa que estão aumentando as temperaturas do planeta. Com isso, eventos extremos como o tufão Haiyan estão cada vez mais fortes e mais frequentes.

    “Eu estou aqui para colocar uma cara para o que significam as mudanças climáticas. Não são apenas estatísticas e números. São vidas perdidas ao redor do mundo”, diz. Joanna tem uma fala calma e suave. Mas que ganha muito poder quando quer se expressar.

    “Parece mesmo um monstro”, foi como se expressou ao ver, da proa do Arctic Sunrise, a plataforma da empresa petrolífera Statoil, comandada pelo governo norueguês. Ela se preparava para sua primeira atividade junto ao Greenpeace: um protesto pacífico a 500 metros da plataforma. No bote a motor, ela e outros dez ativista da ONG carregaram banners para deixar claro que não aceitamos a presença dessa atividade aqui. 

    "Escolha pessoas ao invés de petróleo" diz o banner de Joanna Sustento. A filipina de 25 anos perdeu quase a família toda em um super-tufão que devastou sua cidade. (Foto © Will Rose/Greenpeace)

    Segundo Joanna, olhar aquela estrutura gigante em meio à vastidão do oceano Ártico a fez pensar em toda a sua perda e todas as perdas que já aconteceram e, ainda podem acontecer, em tufões como o que ela vivenciou.

    A plataforma da Statoil está prestes a explorar petróleo do fundo do mar de Barents e, por isso, recebeu nossa inesperada visita. Esse mar é uma das novas fronteiras de petróleo no Ártico. Outras 12 companhias já têm autorização do governo norueguês para explorar o recurso submarino. “A atividade petrolífera é um jogo de ganho no curto prazo. E, geralmente, quem está ganhando são as empresas e governos, não as pessoas”, afirma. 

    A jornada no Arctic Sunrise pelas águas geladas do Ártico inspiraram Joanna a escrever uma carta aos seus pais, que também serve para dar mais um impulso à campanha e evitar que outros jovens como ela tenham suas famílias desmanteladas.

    Ativistas e Joanna protestam contra a presença da plataforma de petróleo no Mar de Barents, que está prestes a explorar petróleo ali. Nos banners, lê-se as mensagens: "Mudanças climáticas movidas pelo governo norueguês" e "Pessoas X Petróleo no Ártico". (Foto: © Will Rose/Greenpeace)

    Além das ações no mar, o Greenpeace está junto com a ONG Nature and Youth pressionando o governo da Noruega a desistir dos planos de explorar o Ártico por vias legais: estamos processando o governo norueguês. Nosso principal argumento é que a própria constituição da Noruega diz que o Estado deve assegurar às futuras gerações o direito a um ambiente seguro e saudável. Perfurar o Ártico, extrair e queimar petróleo é o oposto disso. E é uma violação à constituição. 

    Quando o governo da Noruega permite exploração de petróleo no Ártico, permite a aceleração das mudanças climáticas e coloca em risco a vida de pessoas como Joanna, como sua família, como qualquer um de nós.

    O Ártico e as Filipinas podem parecer distantes do Brasil, mas o planeta em que vivemos é o mesmo. E nós podemos agir de onde estivemos. Você pode assinar a petição e ser parte do processo contra o governo norueguês. Cada assinaturas será levada em conta como prova do tamanho do movimento de pessoas que preferem dizer sim à vida e não ao petróleo.

    >> Leia mais: Por que o Greenpeace está processando o Governo da Noruega

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  • A semana do Greenpeace em fotos

    Postado por Greenpeace - 31 - jul - 2017 às 16:21 2 comentários

    Todos os dias pessoas de todo o mundo lutam para garantir um futuro verde e pacífico para o nosso planeta. Do Canadá à Austrália, aqui está um olhar sob algumas das principais imagens do Greenpeace na semana passada.

    A bordo do navio Arctic Sunrise, ativistas protestam no mar de Barrents, pedindo que não haja exploração de petróleo no Ártico.

    Ação na Austrália pedindo que Ministra de Meio Ambiente, Lily D’Ambrosio, proíba as sacolas plásticas no país.

    Mosaico feito com copos plásticos para alertar sobre a poluição nos mares. A ação é parte da campanha “Menos plástico, mais Mediterrâneo”.

    ‘Antibióticos na sua carne’ Na Alemanha, o Greenpeace realizou uma demonstração utilizando luz negra para mostrar a quantidade de antibióticos que ingerimos ao comer um pedaço de carne.

    A comunidade indígena ‘Clyde Ride’ recebeu do Supremo Tribunal do Canadá a decisão em defesa dos seus direitos e terras.

    Voluntários distribuem panfletos para informar os trabalhadores do banco Standard Chartered, em Londres, sobre o desmatamento nas florestas da Indonésia.
  • 60 organizações pedem a Janot ação contra Lei da Grilagem

    Postado por crossi - 28 - jul - 2017 às 9:19

    Desmatamento recente no distrito de Santo Antonio do Matupi, em Manicoré (AM). Foto: Daniel Beltrá/Greenpeace

     

    Para grupo da sociedade civil, Lei 13.465, sancionada por Michel Temer em julho, promove “liquidação dos bens comuns”, estimula desmatamento e violência e precisa ser barrada por ação de inconstitucionalidade

    Um conjunto de 60 organizações e redes da sociedade civil pediu nesta sexta-feira (28) ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que proponha uma Ação Direta de Inconstitucionalidade contra a chamada Lei da Grilagem, sancionada no último dia 11 por Michel Temer.

    Segundo carta entregue à PGR pelas organizações, a Lei no 13.465 (resultado da conversão da Medida Provisória 759) “promove a privatização em massa e uma verdadeira liquidação dos bens comuns, impactando terras públicas, florestas, águas, e ilhas federais na Amazônia e Zona Costeira Brasileira”.

    O texto, assinado pelo presidente diante de uma plateia de parlamentares da bancada ruralista, concede anistia à grilagem de terras ao permitir a regularização de ocupações feitas até 2011. Não satisfeito, ainda premia os grileiros, ao fixar valores para a regularização que podem ser inferiores a 10% do valor de mercado das terras. Segundo cálculos do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia), apenas na Amazônia esse subsídio ao crime fundiário pode chegar a R$ 19 bilhões.   

    Mas o prejuízo ao país não se limita a isso. Também ganham possibilidade de regularização grandes propriedades, de até 2.500 hectares, que hoje só podem ser regularizadas por licitação. “Esta combinação de preços baixos, extensão da área passível de regularização, mudança de marco temporal e anistia para grandes invasores vem historicamente estimulando a grilagem e fomentando novas invasões, com a expectativa de que no futuro uma nova alteração legal será feita para regularizar ocupações mais recentes”, afirmam as organizações na carta a Janot. Com um agravante: pela nova lei, o cumprimento da legislação ambiental não é condicionante para a titulação, e há novas regras dificultando a retomada do imóvel pelo poder público em caso de descumprimento.

    A lei também faz estragos na zona urbana:  além de dispensar de licenciamento ambiental os processos de regulação fundiária em cidades – o que pode consolidar ocupações de zonas de manancial em cidades que já foram atingidas por crises hídricas, como Brasília e São Paulo, também permite que governos locais legalizem com uma canetada invasões de grandes especuladores urbanos feitas até 2016.

    Leia a íntegra da carta das organizações e conheça a lista de signatários. Leia mais >

  • O jogo sujo das montadoras

    Postado por Davi Martins - 27 - jul - 2017 às 11:00

    Sim, elas estão te enganando: na tentativa de esticar seus lucros mantendo a sobrevida dos combustíveis fósseis, as montadoras prejudicam a concorrência e o combate às emissões de poluentes

    Em novembro do ano passado, ativistas fizeram uma projeção na sede da Volkswagen, em Wolfsburg, na Alemanha: "Diga adeus ao diesel".

     Na semana passada o jornal alemão Spiegel denunciou que as montadoras alemãs Volkswagen, Porche, Audi e BMW formaram um cartel, desde os anos 1990, para acertar entre elas preços, fornecedores e tipo de peças para os sistemas de tratamento dos gases poluidores dos seus automóveis. Esses gases são oriundos da combustão dos combustíveis fósseis e responsáveis pela poluição do ar que mata milhares de vidas todos os anos nos centros urbanos. O acordo, claro, visava garantir o menor investimento possível com tecnologias limpas, sem prejuízo com a concorrência, afinal, todos os modelos de diferentes marcas oferecem o mesmo padrão. O jornal ainda diz que no dia 4 de julho deste ano, a Volkswagen admitiu em carta ao suposto cartel que tais procedimentos seriam injustos com a competição. A notícia, em inglês, foi repercutida pela agência Reuters.

    Não é de hoje que fraudes atingem as grandes montadoras alemãs. Em 2015, a Volkswagem foi indiciada por mascarar testes de emissões de seus carros a diesel e acabou considerada culpada. A descoberta de um cartel agora abre um novo triste capítulo na história da indústria automotiva que, há décadas, se opõe a medidas de redução de emissões e de ganho de eficiência. Ao contrário, elas enviam aos países em desenvolvimento tecnologias já defasadas na Europa e EUA, prolongando os elevados índices de poluição do transporte.

    Em vários países desenvolvidos, no entanto, os escapamentos já estão com os dias contados. Em 2025 a Noruega irá banir os carros à diesel e gasolina – atualmente 24% da sua frota já é elétrica. Na França e na Inglaterra, o ano para o fim desses veículos é 2040. A própria alemã Volvo, que não foi citada como parte do cartel, anunciou que todos os seus veículos terão motores elétricos a partir de 2019.

    O Brasil na contramão

    Na tentativa de alongar sua sobrevivência, o setor de combustíveis fósseis se vale das táticas escusas, como cartel e muito lobby político. No Brasil, essa influência ainda é forte o suficiente para colocar nosso país na contramão do mundo: desde 2011 tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei que propõe a liberação da venda de veículos de passeio movidos a óleo diesel. O PL 1.013/2011 é uma grave ameaça e não pode ser aceito pelo governo brasileiro.

    Greenpeace protest against VW factory in Buenos Aires. Activists filled up balloons with car emissions in order to return the waste gases to the plant demanding "No more lies" (no mas mentiras), “Stop poisoning our kids” (No contamines a nuestros hijos) a

    Ativistas inflam balões com os gases tóxicos do escapamento de carros, em protesto na fábrica da Volkswagen.

     

    O Brasil tem plenas condições de dar um passo importante para reduzir a poluição do diesel que, apenas na cidade de São Paulo, custará quase 200 mil vidas e R$ 54 bilhões em gastos de saúde e perda de produtividade até 2050, se nada for feito. É um dever dos governos federal, estaduais e municipais fazerem valer as políticas ambientais do País e fomentar a transição para veículos que utilizam combustíveis limpos. Tal medida trará benefícios para a população e colocará o país em posição de vanguarda no mundo.

    A primeira oportunidade para isso está nos ônibus do transporte coletivo da capital paulista. A licitação de ônibus do município de São Paulo acontece neste segundo semestre e ainda precisa deixar claro o cronograma de descontinuidade do uso do diesel em detrimento de combustíveis 100% renováveis - algo que a população se manifestou a favor. Mas o lobby do gás natural e outras fontes ainda poluidoras, como o diesel misturado com biodiesel, continua forte e tenta influenciar a pauta e as decisões do poder público. O vereador Milton Leite (DEM) elaborou um projeto para amarrar a cidade ao diesel por mais 20 anos! Esta transição não pode esperar tanto tempo e deve ser prioridade para a Prefeitura, que têm em suas mãos a possibilidade de fazer uma mudança histórica.

    Davi Martins é coordenador da Campanha de Mobilidade Urbana do Greenpeace  Leia mais >

  • Animais estão sendo contaminados pela lama do Rio Doce

    Postado por Rodrigo Gerhardt - 26 - jul - 2017 às 11:30

    Depois da água e do solo, os rejeitos de minérios também atingem a fauna: pesquisa inédita aponta que os girinos estão acumulando metais pesados em seus organismos, podendo afetar a cadeia alimentar 

     

    Sapos e rãs são animais incríveis: sua fase inicial de vida é aquática, como girinos, e terrestre, quando adultos. Como suas peles permeáveis são extremamente sensíveis às condições do meio em que vivem, eles funcionam como indicadores da qualidade ambiental do local. É por isso que, após o desastre da mineradora Samarco, pesquisadores da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) coletaram girinos do Rio Doce como forma de avaliar o impacto na região. O que eles constataram é muito triste.

    Os girinos estão absorvendo e concentrando em seus organismos altos níveis de metais pesados como Ferro, Bário, Cádmio, Manganês, Zinco, Níquel, Cromo, Alumínio, Cobre e Titânio. Quanto maior a concentração de metais na água, maior a quantidade de metal bioconcentrados nos tecidos dos girinos. Isso se mantém durante a vida adulta, quando se transformam em sapos ou rãs.

    Devido a esse alto potencial acumulador, os pesquisadores alertam que a tendência é essa contaminação alcançar outros animais na cadeia alimentar. “Os resultados sugerem o comprometimento de uma parcela significativa da comunidade faunística silvestre da região”, alertam, no relatório “Girinos como bioindicadores da qualidade da água do Rio Doce. Para os humanos, considerando que ele está inserido nessa cadeia alimentar, o risco não pode ser descartado. "O problema da contaminação por metais pesados é que eles vão se acumulando no organismo e se manifestam por meio de doenças em longo prazo - 15 a 20 anos depois", diz Fabiana Alves, da campanha de Água do Greenpeace.

    Com o uso de peneiras, foram coletados 1500 girinos em 25 pontos, alguns livres de contaminação e outros que tiveram contato direto com a lama. Foto: Josimar Mendes

     

    Mesmo os pontos em que o rejeito da barragem não passou também apresentaram girinos contaminados. “Isso pode ser explicado pela contaminação através do lençol freático. Após um pouco mais de um ano, quando foram feitas as coletas deste trabalho, a contaminação pode ter expandido além dos limites da lama”, relatam os pesquisadores. Eles destacam que, diferentemente do que estipulava o Estudo de Impacto Ambiental (EIA-Rima) da empresa, o estrago foi muito além das áreas de influência previstas tecnicamente. Foram mais de 600 km de desastre até a foz.

    Os pesquisadores avaliaram temperatura, pH, oxigênio dissolvido e outros aspectos da água e dos sedimentos em cada ponto de coleta das amostras – Foto: Josemar Mendes

     

    Segundo a coordenadora da pesquisa, a doutora em Zoologia e professora de Biologia da UEFS Flora Acuña Juncá, não há dúvidas de que o Ferro absorvido pelos girinos seja produto do desastre, ainda que o mineral seja abundante na região. “O Ferro compõe as rochas e para ficar disponível no meio ambiente é necessário o processamento desse minério. A liberação de concentrações nessa magnitude só é possível em caso de contaminação pontual, proveniente de descarte do resíduo sem nenhum tratamento. Mesmo com o histórico de mineração na área e possíveis contaminações em menor escala no passado, o Ferro não permaneceria disponível para contaminar os girinos da maneira registrada por nós”, explica. 

    Ela ressalta ainda que as amostras de sedimentos e de girinos provenientes de todos os pontos apresentaram altos níveis de vários metais, e não apenas para Ferro. 

     

    Por sua pele sensível, os girinos absorvem os contaminantes químicos em seu organismo que, em altas concentrações, podem causar deformidades. E esse processo se mantém na fase adulta, podendo atingir os animais que se alimentam deles. Foto: Kenia Moreira

     

    Menos diversidade

    O Ibama registra na região 28 espécies de anuros de sete famílias. Com peneiras de 20 cm e 50 cm, os pesquisadores coletaram 1.500 girinos de 24 espécies em 14 pontos amostrais de seis municípios no Espírito Santo e 12 pontos em Aimorés e Mariana, em Minas Gerais, nos meses de setembro, novembro e dezembro de 2016. O número de espécies em cada ponto variou de um a sete. O que se observou foi que aqueles pontos contaminados pela lama tiveram uma diversidade menor de espécies.

    “Todas as poças sem contato direto com o rejeito apresentaram girinos de Elachistocleis cesarii, indicando que o período de coleta foi mais ou menos coincidente com período reprodutivo da espécie. Nenhuma poça que teve contato direto com o rejeito, entretanto, mostrou a presença de girinos desta espécie”, relata a pesquisa.

    Sapinho adulto da espécie Boana crepitans, da Mata Atlântica: áreas atingidas pela lama apresentaram menor diversidade de espécies. Foto: Italo Moreira

     

    A pesquisa “Girinos como bioindicadores da qualidade da água do Rio Doce” faz parte de uma série de seis estudos independentes financiados com recursos arrecadados em shows beneficentes pelo projeto coletivo Rio de Gente.

    Confira os outros estudos publicados sobre Água, Saúde, Direitos Humanos, Impactos Sociais e Restauração Florestal. Leia mais >

  • A semana do Greenpeace em fotos

    Postado por Greenpeace - 24 - jul - 2017 às 15:50 1 comentário

    Todos os dias pessoas de todo o mundo lutam para garantir um futuro verde e pacífico para o nosso planeta. Da Croácia a Holanda, aqui está um olhar sob algumas das principais imagens do Greenpeace na semana passada.

    Rainbow Warrior – Aberto para visitação em Rijeka, Croácia

    © Filip Brala / Greenpeace

    Representando a campanha "Menos plástico, mais mediterrâneo" que questiona a forma como usamos o plástico, o Rainbow Warrior III, visitou a Croácia e ficou dois dias em Rijeka, aberto a visitações. Cerca de 900 pessoas visitaram o navio e assinaram a petição para proteger os mares contra o plástico.

    Ação na sede da NUON em Amsterdã

    © Marten van Dijl / Greenpeace

    Os ativistas do Greenpeace Holanda se trancaram em uma sala de reunião de vidro na sede da NUON, em Amsterdã para exigir uma conversa com os diretores da empresa de energia e pedir que a antiga usina de carvão seja desligada o mais rápido possível. Há vinte anos o Greenpeace luta contra o uso do carvão em Amsterdã. Esta usina operada pela NUON emite 4 milhões de toneladas de CO2 por ano, equivalente ao que 1,8 milhão de carros emitem anualmente. Além disso, a fábrica possui consideráveis ​​emissões de partículas que causam problemas de saúde para os moradores próximos da região. 
    Há dois anos, a NUON afirmou que estão perto de fechar a fábrica, mas insistem em um pagamento de compensação de 55 milhões de euros do governo.

    Rainbow Warrior em Navagio, na Grécia

    © Sideris Nanoudis / Greenpeace

    Rainbow Warrior acompanha em mares do Mediterrâneo a campanha de plástico na ilha da tartaruga marinha, em Zakynthos e promove soluções para que reutilizemos o plástico. As estatísticas para pessoas que usam plástico apenas uma vez na Grécia, são preocupantes. Todos os anos os gregos consomem aproximadamente 300 milhões de copos plástico, 4,3 bilhões de sacolas, 2 bilhões de garrafas e em vários casos acabam nos nossos mares e praias. É hora de menos plástico e mais Mediterrâneo!

    Voluntários do Greenpeace fazem campanha contra BP

    © Greenpeace

    Voluntários do Greenpeace por todo o Reino Unido informaram ao público sobre os planos da BP de explorar petróleo perto dos Corais da Amazônia, próximos do Rio Amazonas. Os Corais da Amazônia são um ecossistema em crescimento, que mal foi descoberto e já está ameaçado.

    O Departamento do Interior colocando terras dos EUA para venda

    © Giselle hardy / Greenpeace

    Greenpeace está nos EUA para chamar a atenção para os planos do Departamento de Interiores de distribuir terras públicas e águas a empresas desesperadas por combustíveis fósseis. O secretário Zinke vem se reunindo com os lobistas de combustíveis fósseis, ignorando as vozes das pessoas que querem terras públicas, monumentos nacionais e águas protegidas e não exploradas. 
    É claro que, a menos que você seja um executivo da Exxon ou da empresa que está construindo o Dakota Access Pipeline, o Departamento de Interiores de Zinke, não se importa com você.

    O uso do plástico que contamina os mares da Holanda

    © Nevio Smajic / Greenpeace

    Os ativistas do Greenpeace no Rainbow Warrior III colocaram enormes adereços de plástico (garrafa, palha e copo) na bela praia de Saplunara, na ilha de Mljet, para expor que o uso plástico apenas uma vez polui o mar Adriático e o Mediterrâneo. O navio foi para a Croácia depois de passar pela Espanha e Itália e continuará pela Grécia e Bulgária como parte da campanha contra o uso único do plástico.

    Documentação da vida selvagem na Ilha do Urso

    © Will Rose / Greenpeace

     Greenpeace foi à Ilha do Urso para documentar seu meio ambiente único, após o governo Norueguês conceder quatro novas licenças de exploração de petróleo. A Ilha do Urso tem a maior colônia de aves marinhas do hemisfério norte. Todo ano, aproximadamente 1,5 milhão de aves criam seus ninhos lá. 126 espécies foram registradas na ilha, 33 delas se abrigam lá e várias delas estão ameaçadas ou em risco. Statoil, a estatal Norueguesa, planeja perfurar a área após a concessão das licenças para exploração de petróleo perto da ilha.

    Voluntários do Greenpeace em frente ao evento da BP

    © Jiri Rezac / Greenpeace

    Voluntários do Greenpeace distribuíram folhetos para membros do festival da BP, em Londres, e informaram ao público sobre a intenção da empresa em explorar petróleo próximo aos Corais da Amazônia.

    O Arctic Sunrise passou por uma modernização na Holanda

    © Tom Lowe / Greenpeace

    O navio Arctic Sunrise passou por testes finais para se lançar no mar após um longo período de remodelação e modernização.

    Protesto em Berlim pedindo que veículos a diesel sejam banidos das cidades

    © Sophie Bengelsdorf / Greenpeace

     Ativistas do Greenpeace apresentaram 13.000 cartões de protesto ao presidente do Conselho Federal, Malu Dreyer, em frente ao Conselho Federal. Com os cartões postais, os ativistas do Greenpeace pediram que os Ministros do Estado introduza uma placa azul e apoie a proibição e condução para veículos a diesel nas cidades.

    Obra de arte feita com lixo por Mandy Barker

    © Mandy Barker / Greenpeace Leia mais >

    O artista e fotógrafo Mandy Barker juntou-se à expedição no barco Beluga II do Greenpeace e visitou ilhas remotas da costa Oeste da Escócia. As ilhas foram destruídas pela poluição do plástico. Através da obra o artista apresentou sua interpretação da jornada do plástico: o tempo que passam no mar para chegar a locais tão remotos, quanto tempo demora a degradação e seu impacto no meio ambiente. A obra possui itens coletados das ilhas de Sanday, Canna e Skye. 
  • O que os Corais da Amazônia e o Ártico têm em comum?

    Postado por Thais Herrero - 21 - jul - 2017 às 16:00

    Ambos são jóias da natureza que se encontram ameaçadas pela ganância da exploração petrolífera, e por isso precisam de nosso apoio

    Expedição do Greenpeace documenta a rica biodiversidade e beleza de Bear Island, no Ártico, próximo à Noruega.

     

    O Ártico, no extremo norte do planeta, e os Corais da Amazônia (na costa do Amapá, ao norte do Brasil) estão distantes por milhares de quilômetros, mas têm muito em comum. Ambos são locais únicos na Terra, insubstituíveis pela riqueza de vidas que abrigam, com espécies exclusivas que levaram milhares de anos para se adaptar às condições adversas desses ambientes - o frio do Ártico e a baixa luminosidade das águas em função dos sedimentos do rio Amazonas. Mas esses locais também são novas fronteiras petrolíferas.

    Gigantescas companhias internacionais estão de olho no fundo do mar para levar suas imensas plataformas de perfuração, em busca do óleo que polui nossos ar e esquenta o planeta.

    O mar de Barents é um desses locais. Ele fica no Ártico próximo à Noruega e está sob a mira da empresa Statoil, regida pelo governo norueguês. No norte do Brasil, a petrolífera francesa Total e a britânica BP é que estão em processo de licenciamento ambiental para explorar a costa da Amazônia, contra mais de 1 milhão de pessoas que já se manifestaram contra esse projeto assinando a petição. Em comum, elas têm um ganancioso desespero de encher seus bolsos de dinheiro. Por isso, querem explorar a qualquer custo.

    Ativistas protestam no Ártico

    A boa notícia é que existem muitas pessoas ao redor do mundo defendendo esses locais incríveis. Nesta sexta-feira (21/7), 11 ativistas em botes infláveis fizeram um protesto no mar de Barents contra a plataforma Statoil Songa Enabler, a 275 km ao norte da costa norueguesa.

    A atriz Lucy Lawless se reúne aos ativistas do Greenpeace no protesto contra a exploração da norueguesa Statoil, no Ártico.

     

    A sobrevivente das mudanças climáticas, Joanna Sustento, das Filipinas, e a atriz e ativista Lucy Lawless, da Nova Zelândia, célebre no Brasil por ter feito a princesa guerreira Xena, estão entre as 19 nacionalidades que viajaram para as águas do norte do planeta a bordo do navio do Greenpeace Arctic Sunrise. "É difícil entender e aceitar que um governo como o da Noruega abra novas áreas de exploração de petróleo no Ártico, sabendo que irá colocar famílias em risco em outras partes do mundo", afirma Joanna, que perdeu toda a família, exceto o irmão, para o super tufão Hayan. Confira sua história no vídeo.

    Apenas duas semanas após a assinatura do Acordo sobre o Clima de Paris, o governo da Noruega concedeu a 13 companhias de petróleo dez novas licenças em uma área completamente nova, pela primeira vez em mais de 20 anos. Em 2016, o Greenpeace entrou com um processo judicial contra o governo da Noruega e as mais de 250.000 assinaturas já reunidas na petição contra a exploração serão usadas para apoiar o caso no tribunal.

    "Eu não posso acompanhar isso sem fazer nada, quando sabemos que não podemos queimar mais um único barril de petróleo de um novo poço, se quisermos evitar uma catástrofe climática. Não quero olhar meus filhos nos olhos e explicar porque não fiz tudo o que pude para protegê-los. É além do meu entendimento que o governo norueguês dê à Statoil um passe livre para explorar como louca às custas das gerações futuras", disse Lucy Lawless.

    O navio Arctic Sunrise protesta no mar de Barents, contra a plataforma da petrolífera norueguesa Statoil

     

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  • Vender nossas florestas não ajudará o clima

    Postado por Rodrigo Gerhardt - 12 - jul - 2017 às 11:15

    Organizações e movimentos defendem florestas fora do mercado de carbono em carta ao governo brasileiro. Mudanças nesse sentido colocariam em risco a integridade ambiental do país e do planeta, além da arquitetura do Acordo de Paris

    A capacidade que árvores e ecossistemas têm de remover e fixar carbono da atmosfera é muito mais lenta que o ritmo de emissões da queima de combustíveis fósseis, e o carbono acumulado em florestas é vulnerável a desmatamentos e queimadas.

     

    O Greenpeace, junto a mais de 50 organizações e movimentos brasileiros que atuam em pautas relacionadas a meio ambiente, direitos humanos, direitos dos trabalhadores, povos indígenas e comunidades tradicionais protocolaram ontem no Ministério do Meio Ambiente e no Ministério das Relações Exteriores a “Carta em defesa da posição histórica do Brasil sobre offsets florestais”. Trata-se de uma reação a tentativas de viabilizar o uso de florestas em mercados de compensação de emissões de carbono (offsets), vista como uma falsa solução ao desafio das mudanças climáticas.  

    Alguns atores têm usado o momento de negociação da implementação do Acordo de Paris, a crise política e a turbulência econômica pela qual o país e o mundo passam como pretexto para demandar medidas a favor de offsets. O esforço beneficiaria aqueles que continuariam emitindo gases de efeito estufa ou receberiam recursos mobilizados, mas traria graves conseqüências para o Brasil e o mundo.

    A Carta traz oito pontos que explicam porque os offsets florestais apenas agravariam a crise climática. Entre os argumentos, está a falsa equivalência entre o carbono emitido por combustíveis fósseis e o capturado pelas árvores; o aprofundamento de desigualdades; e o fato de que a compensação via offsets geraria incentivos para países segurarem a ambição de suas metas de redução de emissões perante a ONU.

    Desta forma, defendemos o posicionamento histórico do Brasil de não considerar projetos de redução de desmatamento, conservação e recuperação de florestas elegíveis para a geração de créditos de carbono. “Não podemos desviar a atenção das verdadeiras soluções e das políticas necessárias de enfrentamento à crise climática”, afirmam todos os signatários.

    Veja a Carta na íntegra. Leia mais >

  • Bob Esponja enfrentará a BP para defender os Corais da Amazônia

    Postado por Priya Surendra - 4 - jul - 2017 às 14:00

    A mais famosa esponja-do-mar tomou uma atitude para evitar que empresas explorem petróleo perto dos Corais da Amazônia, no Norte do Brasil.

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    Você se lembra da empresa britânica BP? Essa é a petrolífera que devastou o Golfo do México com o desastre da Deepwater Horizon em 2010. Na ocasião 4,9 milhões de barris de petróleo foram derramados no mar, contaminando o oceano e a costa de diversos países. A BP, agora, planeja extrair petróleo no Norte do Brasil, bem perto de onde estão os Corais da Amazônia. O que poderia dar errado ali?

    Os Corais da Amazônia são o lar doce lar de várias espécies, como corais-rosa, peixes coloridos e mais de 60 espécies de esponjas-do-mar. Por sua biodiversidade, foram descritos como uma “floresta tropical dos oceanos”. Mas ainda sabemos pouco sobre tudo o que existe ali e o quão especial ele é.

    Se as perfurações nos poços da BP resultarem em um vazamento, o óleo pode se alastrar por uma grande área, chegando até os Corais da Amazônia. Sim, isso pode acontecer.

    Então, vamos pressionar a petrolífera BP a desistir de seus planos e a deixar os Corais da Amazônia em paz. E vamos também trabalhar para defender esse ecossistema único no mundo de futuros vazamentos de petróleo. Afinal, a BP é apenas uma das empresas que pretendem explorar petróleo na região. A outra é a francesa Total.

    A boa notícia é que os Corais da Amazônia têm agora um novo defensor que irá enfrentar a BP e lutar por justiça. Seu nome? Bob Esponja Calça Quadrada!

    Sendo um morador de um recife de corais, Bob Esponja sabe tudo sobre a proteção dos oceanos. Ele tem muita experiência em campanhas. E, já que existem 60 espécies de esponjas-do-mar nos Corais da Amazônia, para ele, a questão é pessoal.

    Compartilhe esse vídeo e vamos aumentar o número de defensores dos Corais da Amazônia.  Já somos mais de 1,2 milhão de pessoas ao redor do mundo. E, com a ajuda do Bob Esponja, podemos ser bem mais! Assine e compartilhe nossa petição.

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    * Textos e materiais produzidos pelo Greenpeace UK

  • Por que o Bob Esponja é um ótimo defensor dos Corais da Amazônia?

    Postado por Priya Surendra - 4 - jul - 2017 às 14:00

    Personagem vai ajudar o Greenpeace a espalhar a mensagem da campanha que quer evitar a exploração de petróleo perto de um ecossistema único no mundo.

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    Viu e achou estranha a imagem do Bob Esponja Calça Quadrada segurando uma plaquinha e pedindo para a empresa BP ficar longe dos Corais da Amazônia?

    Não ache estranho – ainda que não seja todo dia que a esponja-do-mar mais famosa do mundo enfrenta uma gigante petrolífera. Já que, nos Corais da Amazônia, vivem mais de 60 espécies de esponjas, para ele, defender esse ecossistema é uma questão pessoal.

    O Bob Esponja é um ótimo defensor dos Corais da Amazônia. E aqui, listamos o porquê.

    1. Ele é um ativista nato

    Qualquer um que já tenha assistido a um episódio do desenho sabe que ele é uma esponja-do-mar de vanguarda. Ele já chamou atenção para as mudanças climáticas e já defendeu os direitos dos trabalhadores contra o ganancioso Senhor Sirigueijo. Então, sua determinação para defender os Corais da Amazônia vem de muita experiência.

    Ele também não é um iniciante em ações diretas. Em um episódio, Bob Esponja fez uma campanha para salvar o Campo das Águas-vivas. Quando tudo parecia perdido, ele parou na frente da escavadeira, foi preso e ainda conseguiu mobilizar milhares de pessoas para impedir que a escavadeira destruísse o preservado lar das águas-vivas

    Nem precisamos dizer que, aqui no Greenpeace somos grandes fãs do Bob Esponja, né?

    2. Seu criador é um biólogo marinho

    O Bob Esponja surgiu como um personagem para ensinar crianças sobre a importância de proteger os oceanos. Em 1984, ele escreveu um quadrinho sobre animais que vivem em piscinas naturais, que, anos depois, virou o rascunho do desenho Bob Esponja e, ainda, resultou em um prêmio sobre conscientização da proteção dos mares.

    Além disso, o Bob Esponja é bem famoso entre os cientistas. Pesquisadores de fungos (chamados também de micologistas) descobriram uma espécie na Malásia que produz uma fruta da cor de uma esponja laranja, para eles, parecido com o Bob Esponja. O nome que eles deram ao fungo? Spongiforma squarepantsii. Isso é sério.

    3. Ele vive em um recife de corais

    Apesar de se parecer mais com uma esponja de banho, o Bob é uma esponja-do-mar. Nos Corais da Amazônia existem muitas como ele. Na expedição que o Greenpeace fez para ver as primeiras imagens dos Corais debaixo d’água, vimos até uma esponja amarela (quase quadrada). Seria um primo distante do Bob Esponja? Que nome você daria a ele?

    Na expedição que o Greenpeace fez para registrar imagens dos Corais da Amazônia, encontramos essa esponja-do-mar. Seria um primo distante do Bob Esponja? (Foto: Greenpeace)

    O Bob Esponja mora em um recife de corais chamado Fenda do Biquíni, que fica no Atol de Bikini, no Oceano Pacífico. Seu melhor amigo, Patrick, é uma estrela-do-mar e seu vizinho, Lula Molusco é um polvo (sim, mesmo com esse nome). Seu chefe é um caranguejo e sua amiga de esportes radicais é uma esquila com capacete de astronauta que vive em um iglu de vidro...

    Ok, não há tanta coisa em comum com os Corais da Amazônia, mas quem sabe, né? Conhecemos apenas uma pequena porção desse ecossistema. Vai que ali também existe um esquilo vivendo em um iglu...

    4. Ele tem muitos seguidores

    Se você está na Internet, você já viu algum meme do Bob Esponja. Ele é uma sensação que viraliza e uma fonte de piadas e ideias. Então, nos parece uma ótima ideia tê-lo ao nosso lado para espalhar a mensagem de que a petrolífera BP deve ficar longe dos Corais da Amazônia.

    5. Ele é determinado

    Segundo a Wikiesponja, o Bob Esponja é muito determinado e sempre termina as tarefas que começa. É exatamente o tipo de atitude  que precisamos para defender os Corais da Amazônia.

    Seu modo inocente de encarar o mundo faz com que o Bob Esponja veja tudo com muito entusiasmo, mesmo quando a sorte está contra ele. Ele nunca desanima com as complexidades da vida ou com o cinismo sem piedade de seus companheiros marinhos. Ao contrário, ele dedica seu trabalho à crença de que um mundo melhor é possível.

    É por isso que o Bob Esponja Calça Quadrada é um ótimo defensor dos Corais da Amazônia. Porque ele não vai desistir até que nós vençamos. E nem nós vamos parar.

    Faça como ele. Diga para a BP ficar longe dos Corais da Amazônia.

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