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Notas sobre o meio ambiente em tempo real.

  • Ártico ganha novos aliados

    Postado por André Sampaio - 11 - ago - 2014 às 15:58 1 comentário

    Novos adeptos`a campanha

      

    A declaração do Ártico continua circulando pelos corredores do Congresso, e mais nove políticos entraram para o nosso time.  A ideia de tornar o ecossistema um santuário vem ganhando cada vez mais força entre políticos, artistas, acadêmicos e empresários, que estão aderindo a essa causa. 

    Os novos signatários são os deputados: Alessandro Molon, Arnaldo Jardim, Arnaldo Jordy, Chico Alencar, Dr. Paulo Cesar, Ivan Valente, Penna, Ricardo Tripoli e Sarney Filho. Independente do partido político, a adesão de novos signatários reforça a campanha e mostra que pessoas de diferentes profissões, religiões e valores estão se juntando pela mesma causa: Salvar o Ártico. 

    O Ártico continua ameaçado por grandes companhias de petróleo como a Gazprom e a Shell, que buscam, de qualquer jeito, perfurar a região. É de extrema importância o envolvimento de novas figuras públicas com a campanha, independente de sua área de atuação. Quanto mais gente a favor da causa, melhor. 

    Outras importantes lideranças políticas do mundo todo também assinaram, como Yeb Saño (ONU), o arcebispo Desmond Tutu (Nobel da Paz) e Marina Silva, vice candidata `a presidência da república. A lista completa de signatários pode ser vista aqui e a Declaração, no site arcticdeclaration.org.

    Você também pode ajudar: clique aqui e entre nessa corrente pela preservação do Ártico! 

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  • Ele Chegou!

    Postado por André Sampaio - 11 - ago - 2014 às 9:22

    No último sábado, o Arctic Sunrise atracou em Beverwijik - pequena cidade perto de Amsterdam - após ficar 300 dias sob custódia do governo russo, abandonado em um canto do porto de Murmansk. O Navio foi preso junto com os “30 do Ártico” no dia 18 de setembro de 2013, depois de um protesto pacífico contra a Gazprom, companhia que tenta explorar petróleo no Ártico. Grande parte dos ativistas que ficaram detidos na Rússia por dois meses estavam à espera do navio.

    “Hoje é um dia de glória para mim, para meus amigos e para as milhões de pessoas ao redor do mundo que apoiaram a causa, pedindo a liberação dos 30 do Ártico. O Arctic Sunrise vai voltar à ativa com muita força, mais de 5 milhões de pessoas já assinaram a petição para salvar o Ártico”, disse a coordenadora da campanha de clima e energia, Faiza Oulahsen.

    Em Amsterdam, o navio foi recebido com uma cerimônia de boas vindas e em seguida encaminhado para um estaleiro, onde será examinado e submetido a todos os consertos necessários. O Greenpeace espera ter uma estimativa de todos os danos sofridos nas próximas duas semanas. 

    O Arctic Sunrise precisa de você! Por isso, hoje pedimos a sua ajuda. Precisamos muito da sua contribuição. Ao contribuir você estará ajudando também a salvar o Ártico! Leia mais >

  • A caminho de casa

    Postado por André Sampaio - 9 - ago - 2014 às 8:43

    Navio Arctic Sunrise © Will Rose / Greenpeace

     

    Recentemente as autoridades russas concordaram em liberar o navio Arctic Sunrise, depois de ter ficado dez meses abandonado em um canto isolado do porto de Murmansk, na Rússia. No dia 27 de julho, uma equipe do Greenpeace, liderada pelo Capitão Daniel Rizzoti, finalmente teve acesso ao navio e as noticias não foram muito animadoras.

    A equipe passou cerca de três semanas reformando o navio para que ele tenha condições mínimas de navegação.  O Arctic Sunrise ficou dez meses sem receber manutenção, grande parte dos sistemas de comunicação, navegação e segurança foram quebrados ou removidos. O navio está a caminho de Amsterdam na Holanda, onde receberá todos os reparos necessários para voltar a defender o Ártico. 

    O Arctic Sunrise precisa de você. Por isso, hoje pedimos a sua ajuda. Precisamos muito da sua contribuição. Ao contribuir você estará ajudando também a salvar o Ártico!

    Nosso herói deve atracar no porto de Amsterdam em meados de agosto, onde será recebido por ativistas, voluntários, e os famosos “30 do Ártico”. Em seguida, se dirige para estaleiro, onde será submetido a uma avalição completa de todos os danos sofridos e quais serão os reparos necessários.

    Os mal tratos foram graves, mas não vamos nos abalar com isso, temos força para continuar defendendo o meio ambiente da melhor maneira possível: sem violência, ao contrário das autoridades russas!

    Arctic Sunrise, estamos com você.

    Para repararmos todos os danos sofridos, estamos promovendo um financiamento coletivo para ajudar na recuperação de nosso navio . Além de contribuir na recuperação do Árctic Sunrise e com a campanha do Ártico, você recebe lindos materiais exclusivos do Greenpeace Brasil como agradecimento.

    Toda ajuda é bem vinda. Contribua. Leia mais >

  • Meu pai, meu herói

    Postado por Juliana Costa - 8 - ago - 2014 às 17:00

    Eu cresci ouvindo meu pai dizer que temos que proteger o planeta, porque como ele dizia: nós só temos um. O planeta em que vivemos precisa de mais cuidados hoje do que quando meu pai me falou isso pela primeira vez. A Terra vem sendo ameaçada pela destruição das florestas, pela pesca predatória, pelo degelo dos pólos, pela emissão excessiva de C02, pela queima de combustíveis fósseis, resultando em um aumento do número de eventos climáticos extremos.

    Eu poderia olhar para o mundo como está e apenas pensar que não há solução e que não há como reverter, mas há. Juntos, pais e filhos, podem mudar esse cenário. Podem proteger as florestas do Brasil, da Indonésia e do Congo. Podem lutar de mãos dadas para que a pesca predatória seja repensada para um modelo mais sustentável. Podem começar com pequenas ações como reciclar o lixo de casa e andar mais de bicicleta nos passeios em família.

    Nós podemos mudar o planeta juntos! Convido você, que como pai também quer um mundo melhor para os seus filhos, a se juntar a mim e ao meu pai para salvar o planeta Terra. Você é fundamental para proporcionarmos um futuro melhor para as crianças do planeta. Junte-se a nós. Leia mais >

    Junte-se a nós

  • Cicloativistas discutem o futuro da cidade de SP

    Postado por Heloísa Garcia da Mota - 8 - ago - 2014 às 15:31 1 comentário

    Ciclovia sendo implantada na Av.Dr Assis Ribeiro na região do bairro Ermelino Matarazzo no dia 08/08/2014. (© Carlos Alberto Vieira)

     

    Nesta quinta-feira, dia 07 de Agosto, o Prefeito Fernando Haddad reuniu-se com cerca de 30 pessoas para discutir detalhes e próximos passos da implementação dos 400km de ciclovias na cidade de São Paulo. O Plano Cicloviário foi apresentado pela primeira vez em Junho de 2014, na reunião do Conselho Municipal de Transportes. Esse Plano pode ser considerado resultado do fortalecimento do diálogo da Prefeitura e outros órgãos do Estado e do Munícipio com cicloativistas, associações e organizações correlatas, que na última década vêm desenvolvendo um trabalho de mobilização social e política para garantir a introdução de mais bicicletas no cotidiano do paulistano.

    Esta foi, na verdade, a segunda reunião sobre o assunto. A primeira ocorreu em Março de 2013, e desde então, observou-se um importante avanço no planejamento da infraestrutura de mobilidade da cidade, que se reflete no Plano Diretor Estratégico, como pontuou Daniel Guth, diretor da Organização Ciclocidade, cuja fala representava todas as organizações presentes como Ciclobr, Bike Anjo, Vá de Bike, Greenpeace, Ciclovia Pedroso de Morais, entre outros.

    Reconhecendo a importância do momento que a cidade de São Paulo vive com relação à bicicleta, os presentes organizaram-se para discutir junto a todos os atores, com um olhar clínico, os aspectos abordados no Plano Cicloviário, apresentado pelo Secretário de Transportes Jilmar Tatto no ínicio da reunião. Redução da velocidade nas vias, travessia de pontes, pesquisa sobre origem e destino de ciclistas, comunicação efetiva para compartilhamento das vias com ônibus e aumento da participação dos ciclistas no planejamento foram alguns dos tópicos desenvolvidos durante a reunião. As pontuações dos ciclistas foram ouvidas e potencializadas quando Fernando Haddad garantiu manter reuniões trimestrais com os presentes para que a implementação dos 400 km de ciclovias na cidade se dê da melhor maneira possível.

    Foi uma conversa dinâmica, com a participação entusiasta de todos os atores, em que o próprio prefeito assumiu estar diante de um desafio também cultural: como demonstrar a importância de veículos não motorizados numa sociedade onde o carro é visto como sinal de status e independência?

    Falou-se sobre a bicicleta como solução da mobilidade, mas também como uma oportunidade para que as pessoas se tornem mais saudáveis e menos sedentárias, como uma maneira de exercer a cidadania e promover a educação infantil. A bicicleta é também uma forma de ocupação de espaços que culmina em uma cidade mais segura para todos, e por fim,  uma forma de proteger o meio ambiente e reduzir as emissões de gases de efeito estufa do setor de transportes.

    Possibilitar o uso seguro da bicicleta, como enfatizou o prefeito, é uma causa da cidade. O mundo está mudando e temos condições de mudar também. A luta dos cicloativistas é a luta por um bem coletivo, e reconhece-se, no que tange à mobilidade urbana, que os projetos implementados em São Paulo têm potencial para ser referência no resto do Brasil. Por isso, a construção colaborativa e participativa desse Plano é uma grande oportunidade de fazer a mudança acontecer.

    Como parte da equipe de mobilização na Campanha de Transportes do Greenpeace, como Bike Anjo, como Corredora Amiga e como cidadã e moradora da cidade de São Paulo, deixo um "Parabéns!" sincero e orgulhoso a todos os presentes na reunião, que demonstraram maturidade, humildade e experiência suficiente para a execução de planos que nos trarão benefícios a curto, médio e longo prazo. Penso que essas ações devem, de fato, ser direcionadas à cidade e às pessoas, e não apenas às bicicletas.

    Por isso, continuaremos atentos aos detalhes deste e outros planos que envolvam o planejamento da cidade de São Paulo, acreditando que estamos fazendo parte de um período de transição importante para a sociedade e para o planejamento dos grandes centros urbanos. Leia mais >

  • Super Trunfo: Energia

    Postado por Marina Yamaoka - 8 - ago - 2014 às 9:23 3 comentários

    Qual a velocidade do seu dinossauro? E a potência do seu barco? Seu carro é mais veloz que o meu? Para quem conhece e já jogou o “Super Trunfo”, baralho temático, essas perguntas não são nada estranhas. Se você estava com saudade do jogo ou se não faz a menor ideia do que seja um Super Trunfo, não se preocupe, suas angústias serão aplacadas! O Greenpeace lança, hoje, o Super Trufo Energia.

     

    O baralho que é composto por 21 cartas informa ao jogador sobre características das mais diversas fontes usadas no Brasil e no mundo: hidrelétricas, usina nuclear, solar fotovoltaica, eólicas, entre outros. Os dados de cada fonte que são usados para jogar são custo de geração, emissão de gases que contribuem para o efeito estufa, uso de água e quantidade de empregos que são gerados. 

    Pode-se jogar a partir de duas pessoas. O jogador escolhe um dos critérios que considera ser o “mais forte” e compara com a carta dos adversários. Aquele que possui o melhor número para o critério, fica com a carta dos adversários e vence quem terminar a partida com o baralho completo.

    “Pensamos em um produto que tratasse do tema da energia, muitas vezes difícil de ser compreendido, e que pudesse ser divertido e informativo também para as crianças”, diz Ricardo Baitelo, da campanha de Clima e Energia do Greenpeace Brasil. “Esperamos que a comparação das diferentes fontes leve à reflexão sobre geração de energia e seus impactos sociais e ambientais.” 

    Gostou da ideia? Baixe aqui e faça seu próprio baralho para jogar com seus amigos.

    E se você está em uma das oito cidades que possui grupo de voluntários do Greenpeace – Manaus, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre – fique atento às atividades dos grupos para poder jogar com eles, se informar e aprender sobre energia se divertindo! Leia mais >

  • Agora é com as crianças

    Postado por André Sampaio - 5 - ago - 2014 às 12:54 1 comentário

      

    O Greenpeace lança mais um vídeo abordando a controversa ligação entre LEGO e Shell. No vídeo, três crianças imaginam como que seria passar um dia no Ártico. As ideias variam em andar em cima de um urso polar, deslizar pelas geleiras, brincar com seus familiares, entre outras ideias criativas. Tudo se passa no mundo imaginário da LEGO, num Ártico feito a partir de seus famosos blocos de brinquedo.

    Os narradores do vídeo são três meninas, entre seis e sete anos de idade, que imaginam suas brincadeiras pelas geleiras do Ártico. As garotas narram o vídeo nas três línguas mais faladas do mundo: inglês, espanhol e mandarim.

    Sara Ayech, coordenadora da campanha do Ártico, vê a parceria como uma grande ameaça `a sociedade: "O acordo promocional entre a LEGO e a Shell é realmente prejudicial, pois dá a entender que a petrolífera é uma empresa amigável e familiar, mas a realidade é outra".

    O programa de exploração de petróleo da Shell é controverso: não há um plano de contingência satisfatório. Além disso a empresa  foi multada duas vezes pelo governo americano por quebrar regras de poluição do ar no Ártico.  

    Mais de 700.000 pessoas já assinaram a petição pedindo para que a LEGO desmonte sua parceria com a Shell. O Greenpeace tentou entregar a petição duas vezes e, em ambos os casos, a empresa de brinquedo se recusou a receber o documento. A parceria entre LEGO e Shell já vendeu mais de 16 milhões de produtos personalizados, tornando-se uma das maiores linhas promocionais produzida pelas empresas.

    O primeiro vídeo da campanha, 'LEGO: nem tudo é impressionante ", foi lançado no dia 8 de Julho de 2014 e assistido mais de cinco milhões de vezes até agora.

    Assista nosso lançamento e ajude as crianças a salvar o Ártico.

    Para ajudar, entre no site e assine a petição pedindo que a LEGO desmonte sua parceria com a Shell.

    LEGO, desmonte sua parceria com a Shell e pare de brincar com o Ártico. Assine: www.legodesencaixedashell.org.br

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  • Dois ativistas do Greenpeace são detidos na Índia

    Postado por Bruno Weis - 4 - ago - 2014 às 17:58

    Multidão se reúne para protestar contra a instalação de minas de carvão na região de Madhya Pradesh. (© Udit kulshrestha / Greenpeace)

    A luta das comunidades florestais de Mahan contra a instalação de minas de carvão na região de Madhya Pradesh, no centro da India, ganhou destaque nos últimos dias com a prisão de dois ativistas do Greenpeace. O grupo Mahan Sangharsh Samiti (MMS), apoiado por membros proeminentes da sociedade civil indiana, pediu para que o governo do país respeite os direitos daquelas comunidades e assegurem que nenhuma corporação invada a área ameaçada por minas de carvão. A repressão do movimento popular contra a Essar and Hindalco’s (companhia que pretende instalar uma mina de carvão na região) resultou na prisão dos dois ativistas.

    O movimento divulgou um relatório que apresenta todos os impactos socioambientais que podem ser causados às comunidades de Mahan caso a mina venha a ser instalada na região. “A floresta de Mahan está em nossas mãos durante muitas gerações e o governo nunca contestou nossos direitos. Agora eles querem tirar isso da gente e entregar a uma companhia de carvão. Essa floresta resume nossas vidas. Como nossas crianças conseguirão sobreviver sem elas? Nós não estamos com medo, estamos preparados para lutar pelo nossos direitos e proteger nossa floresta”, diz Hardsayal Singh Gond, morador de uma das vilas ao redor da floresta de Mahan e membro do MSS.

    Gond explica que a construção de uma mina de carvão ameaça mais de 50.000 moradores de 54 vilarejos diferentes. “Os habitantes dos 54 vilarejos precisam ser informados sobre seus direitos e o objetivo do projeto da construção de uma mina de carvão. “Todas as aldeias devem ter uma opinião sobre a construção da mina, mas até agora, nenhum direito florestal foi reconhecido”, completa.

    Madhu Sarin, ativista e antigo membro da cúpula de elaboração das leis dos direitos florestais, acredita que todas as comunidades devem ser ouvidas. "A Lei dos Direitos Florestais foi promulgada para desfazer a injustiça histórica de comunidades florestais, reconhecendo seus direitos pré-existentes, que nunca foram reconhecidos. Portanto, a primeira exigência é que o Gram Sabha (grupo local responsável por abordar o interesse de pequenas comunidades na Índia) inicie um processo para receber as reivindicações e reconhecer os direitos individuais e florestais comunitários", acredita Sarin. “O Gram Sabha deve ser realizado de acordo com o processo adequado e o ato de direitos florestais deve ser implementado na íntegra, em todas as aldeias afetadas", afirma Priya Pillai, campainer do Greenpeace India.

    No dia 29 de julho, em um ataque surpresa, a polícia de Singrauli apreendeu um reforço de sinal de telefonia móvel e painéis solares que o Greenpeace havia criado na Vila Amélia. Mais tarde, os policiais prenderam dois ativistas do Greenpeace no meio da noite. O Greenpeace alerta que desligar as comunicações entre Mahan e o resto do país não inspira fé em um processo adequado e exige que o novo Gram Sabha não seja realizado por trás das cortinas.

    Os membros da sociedade civil condenaram a forma como os policiais estão se comportando com ativistas pacíficos que estão exercendo seus direitos democráticos de manifestação. O Greenpeace escreveu uma carta à Comissão Nacional de Direitos Humanos, a e Comissão Asiática de Direitos Humanos de relatores especiais da ONU, queixando-se da prisão e detenção ilegal dos ativistas em Mahan. Uma delegação do MSS e ativistas do Greenpeace entregou hoje um memorando ao ministro dos Negócios Tribal, Jual Oram, exigindo que o ministério defenda os direitos das pessoas em Mahan e garanta um Gram Sabha livre e justo.

    Saiba mais sobre esta história aqui. Leia mais >

  • Emma Thompson em defesa do Ártico

    Postado por Fabiana Alves - 1 - ago - 2014 às 16:15

    A atriz se junta à campanha para alertar sobre o derretimento do Ártico. Foto: Greenpeace/John Cobb

    A atriz Emma Thompson e sua filha de 14 anos, Gaia Wise, viajarão nos próximos dias com o navio do Greenpeace para chamar a atenção do mundo para o derretimento do Ártico. A estrela da franquia Harry Potterse juntará à tripulação do navio Esperanza para visitar o habitat dos ursos polares e uma estação de pesquisa científica, além de conhecer o local onde será filmada uma série da BBC. Com elas, estará a bordo a premiada atriz canadense e ativista pelos direitos indígenas, Michelle Thrush, que também viajará com a filha de 14 anos, Imajyn.

    A viagem começa em Longyearbyen, Svalbard (Noruega), neste 2 de agosto. “Eu estou realmente empolgada para essa viagem porque sempre quis ir para o Ártico. Também estou preocupada com o que posso encontrar”, pontua Emma Thopson. “O Ártico está aquecendo mais rápido do que qualquer outro lugar, e isso não é um problema apenas para os ursos polares. Está afetando o clima em lugares tão longe quanto a Índia, enquanto que o aumento do nível do mar está causando destruição para pessoas ao redor do mundo. O aquecimento no Ártico é uma forte ameaça para nossa sobrevivência”, afirma a atriz.

    “Minha filha e sua geração herdarão o mundo pelo qual somos responsáveis, e eu quero ter certeza que vamos deixar o Ártico a salvo de petroleiras. Estou fazendo essa viagem porque quero que a geração de Gaia cresça em um mundo melhor.” Leia mais >

  • Arctic Sunrise é libertado hoje na Rússia

    Postado por Bruno Weis - 1 - ago - 2014 às 10:20

    Após dez meses detido sem manutenção no porto de Murmansk, nosso navio foi liberado nesta manhã. Agora precisamos deixá-lo pronto para retomar sua missão. (©Vladimir Baryshev/ Greenpeace)

     Esta sexta-feira 1 de agosto começa com uma grande notícia! Após dez meses detido, nosso navio Arctic Sunrise deixou o porto russo de Murmansk no início da manhã. “Nós navegamos de volta para casa com a voz de cinco milhões de defensores do Ártico. Esse é um novo começo”, comemorou o Capitão Daniel Rizzotti.

     

    A história de sua detenção é bastante conhecida: começou em setembro de 2013, quando um grupo de 28 ativistas do Greenpeace e 2 jornalistas foi detido pela marinha russa após um protesto pacífico contra a exploração de petróleo no Ártico, em uma das plataformas da petrolífera russa Gazprom. A prisão do grupo mobilizou a opinião pública global, que pressionou fortemente o governo russo a libertá-lo, o que finalmente aconteceu dois meses depois. Mas o Arctic Sunrise continuou preso.

    Nesse período, o navio ficou abandonado em um canto naquele remoto porto da região ártica, sem receber cuidados básicos para seu funcionamento. Agora, dez meses depois – um tempo demasiadamente longo para um quebra-gelo permanecer sem manutenção -, um dos maiores símbolos da luta pela preservação de nosso planeta voltará a navegar para cumprir sua missão.

    O Arctic Sunrise é filho de uma linhagem de lendários navios que, além de maravilhosos instrumentos de ativismo e mobilização, são os maiores ícones da atuação do Greenpeace pela preservação ambiental e fortalecimento da paz em todo o mundo. A linhagem começou com o Phylis Cormack em 1970 e com o Rainbow Warrior em 1977 e inclui hoje três embarcações, entre elas o Arctic Sunrise que, desde 1995, navega para denunciar à população global diversos crimes contra a natureza. Foi ele, por exemplo, quem bloqueou o Porto de Paranaguá em 2004 para impedir a entrada no Brasil de uma carga de soja transgênica.

    Agora, precisamos deixar o Arctic Sunrise pronto para navegar novamente e seguir com sua missão. Para isso, precisamos da sua ajuda! Doe o que puder, toda ajuda é bem-vinda. Ao doar para deixar o Arctic Sunrise apto a voltar aos mares seu nome será gravado para sempre no navio, levando consigo a mensagem de respeito à vida que todos nós compartilhamos! 

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