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Notas sobre o meio ambiente em tempo real.

  • Javier Bardem: “É nosso dever proteger a Antártida”

    Postado por Greenpeace - 30 - jan - 2018 às 12:40

    "Onde os fracos não têm vez": o ator espanhol relata seu mergulho nas profundezas geladas da Antártida com o nosso submarino em prol da criação de um vasto Santuário do Oceano Antártico

    Javier Bardem foi um dos primeiros humanos a mergulhar tão fundo nas águas da Antártida

     

    Poucos dias depois de mostrarmos imagens raras do fundo do mar da Antártida, foi a vez do ator Javier Barden, vencedor do Oscar, que acompanha nossa expedição, ter a oportunidade única de mergulhar em águas onde ninguém nunca esteve antes, apertado em um mini-submarino de dois lugares.

    A preparação para a descida com o submarino, ao lado de John Hocevar

     

    O mergulho é monitorado pela equipe de especialistas a bordo do Arctic Sunrise

     

    Após duas horas embaixo d’água, a uma profundidade de 270 metros, perto da Península Antártica, Javier Bardem descreveu o que viu lá embaixo. "Assim que chegamos ao fundo, fiquei completamente impressionado com a grande variedade de cores e vida ao nosso redor. Eu não sou biólogo, mas encontrar um mundo rosa, amarelo e verde repleto de corais e esponjas no fundo do Oceano Antártico foi uma verdadeira surpresa para mim”.

    Ele imaginava ficar nervoso à medida que descesse tão fundo, mas ficou tranquilo com essa experiência. "É realmente impressionante testemunhar em primeira mão a pesquisa científica que é feita nesta expedição. Estou muito agradecido por, entre tantos outros, terem me permitido mergulhar onde estaria um verdadeiro biólogo antártico no banco do passageiro!”, afirmou o ator de “Onde os fracos não têm vez”.

    O mergulho chegou a 270 metros de profundidade

     

    Nossa expedição pela Antártida, que começou em janeiro, levará três meses para realizar pesquisas científicas, incluindo mergulhos submarinos para observar o fundo do mar e colher amostras de água que revelem o nível de poluição por plásticos. O objetivo é destacar a necessidade urgente de criar um Santuário do Oceano Antártico, com 1,8 milhão de quilômetros quadrados, que ajudem a proteger espécies como baleias, focas e pinguins.

    Para Bardem, uma experiência como esta mostra exatamente por que precisamos mostrar respeito enquanto seres humanos. “É uma missão incrivelmente importante ir até lá e documentar essas espécies em toda sua existência colorida para provar a importância de proteger um oceano único que também alimenta todos os animais maiores na Antártida”.

    Apesar da aventura inédita na descoberta de um novo mundo desconhecido, os tripulantes se mantiveram tranquilos

     

    Quem esteve ao seu lado pilotando o submarino foi o biólogo marinho John Hocevar, diretor de Oceanos do Greenpeace nos Estados Unidos. "Estar em um equipamento de duas pessoas com Javier Bardem foi incrível. Ele foi um passageiro muito sereno, especialmente considerando que foi o seu primeiro mergulho. Parecia completamente impressionado por toda essa experiência. E e eu também."

    As primeiras imagens dos mergulhos revelam uma grande diversidade de vida, composta de estrelas-do-mar, esponjas, corais e muitos peixes

     

    A proposta de um Santuário do Oceano Antártico foi apresentada pela União Europeia e será votada pela Comissão de Conservação da Antártida, em sua reunião anual em outubro.

    Mas mesmo nós muito distantes do continente de gelo podemos agir para proteger as águas da Antártida. Assine a petição para pressionarmos pela criação do Santuário. Se já assinou, que tal convocar mais alguns amigos a se juntar a nós? 

    Javier Bardem é um dos embaixadores dessa expedição para alertar ao mundo sobre a necessidade de protegermos as águas da Antártida Leia mais >

     
  • Brasil celebra o Dia Mundial dos Corais da Amazônia

    Postado por Thaís Herrero - 29 - jan - 2018 às 16:02

    Atividade celebra o Dia Mundial dos Corais da Amazônia e chama atenção para a necessidade de defendê-los da exploração de petróleo

    Dia Mundial dos Corais da Amazônia em São Paulo (Foto: © Raquel Cardoso / Greenpeace)

     

    Neste final de semana, ativistas do Greenpeace comandaram atividades em 25 cidades brasileiras para celebrar o Dia Mundial dos Corais da Amazônia. Em ruas, praças e praias, eles montaram quebra-cabeças gigantes, de até 255 peças, com uma ilustração desse bioma marinho. Eles também criaram banners humanos, tiveram programação cultural e conscientizaram a população sobre a necessidade de defender esse bioma das empresas petrolíferas que planejam explorar petróleo na região próxima a ele. (Confira abaixo a lista de cidades onde aconteceram as atividades)

    >> Veja mais fotos das atividades pelo Brasil

    A organização das atividades foi toda pensada e organizada pelos grupos de voluntários do Greenpeace e apoiadores da campanha "Defenda os Corais da Amazônia". Foram mais de 200 envolvidos que, desde dezembro, planejaram como comemorar a data.

    Segundo Eliana Gonçalves, responsável pelas mobilizações de campanhas do Greenpeace Brasil, quando o Greenpeace enviou um e-mail para seus ciberativistas e voluntários convidando-os para liderar as atividades, a adesão foi imediata.

    "Muitas dessas pessoas nem se conheciam, mas rapidamente criaram uma relação de confiança e parceria. Pareciam até amigos de infância, muito comprometidos em espalhar a mensagem para defendermos os Corais da Amazônia. Isso mostra como é possível unir pessoas em prol do meio ambiente. Vê-las saindo às ruas para se divertir e compartilhar conhecimento sobre as causas ambientais tem um valor imensurável", diz Eliana.

    Comemoração do Dia Mundial dos Corais da Amazônia em Natal (Foto: © Vitor Arrais / Greenpeace)

     

    O Dia Mundial dos Corais da Amazônia aconteceu no 28 de janeiro porque foi exatamente um ano atrás que as primeiras imagens subaquáticas desse ecossistema foram divulgadas. Na ocasião, o Greenpeace, junto a cientistas, fazia uma expedição com um submarino tripulado para ver o bioma, seus habitantes e particularidades.

    Desde então, a existência dos Corais da Amazônia ganhou evidência no mundo todo. Mais de 1,6 milhão de pessoas já assinaram uma petição online exigindo que as empresas BP e Total desistam dos planos de explorar petróleo perto dos Corais.

    Para Amanda Melo, de 17 anos e voluntária do Greenpeace São Luís, o Dia Mundial dos Corais Amazônia transmitiu a mensagem para a preservação desse ecossistema revelado recentemente e que já está ameaçado. "Cada convidado colaborou para ação ser surpreendente. Engajamos mais de 200 'serumaninhos' por meio das redes sociais e cada participante foi uma peça essencial para a montagem da nossa mensagem, me alegra saber que existem pessoas animadas em ajudar a natureza sem receber nada em troca. O quebra-cabeça humano que promovemos afetou minha vida como voluntária do Greenpeace de maneira imensurável, essa foi nossa primeira atividade com um grande número de convidados, foi um desafio que ultrapassamos e acredito que estou pronta pra ações nessa magnitude. Finalizo dizendo que faça chuva ou faça sol estarei voluntária do Greenpeace! Vai planeta!".

    Onde aconteceram as atividades? Leia mais >

    Belém
    Belo Horizonte
    Bertioga
    Brasília
    Campo Grande
    Cuiabá
    Florianópolis
    Fortaleza
    Imbé
    João Pessoa
    Macapá
    Marechal Deodoro
    Manaus
    Natal
    Palmas
    Recife
    Rio de Janeiro
    Salvador
    Santos
    São Luís
    São Paulo
    Vargem Grande do Sul
    Vitória
    Junqueiro
    São Bernardo do Campo

  • Uma história sobre cocô e vícios sociais

    Postado por rvillar - 29 - jan - 2018 às 5:00

    Por Rosana Villar

    Não faz muito tempo. Lembro que acordei naquele dia já sentindo o que viria a descobrir, e não deu outra: positivo. Eu definitivamente estava grávida e isso mudaria tudo na minha vida. Tudo mesmo, inclusive a alimentação. E faz tão pouco tempo, o dia que comi berinjela e o mundo simplesmente não acabou.

    Tudo começou quando ela nasceu, a Ramona. Como toda mãe de primeira viagem, fiquei totalmente neurótica. Mas no final você acaba aprendendo que é preciso estar atento a basicamente três sinais: temperatura, alimentação e evacuação. Ou seja, se seu filho não tem febre, come bem e faz cocô, fica tranquila e segue o jogo.

    Tracei minha estratégia de trabalho como Mãe com base nisso. Foi só identificar o padrão, fazer os cálculos e garantir que todos os níveis ficassem dentro do esperado. Mas um dia, quando ela já estava com idade para comer comida de verdade, a casa caiu. Acabou o cocô. Sem fraldas sujas, nada de merda. Nadinha, por dias. Daí bate o desespero, a criança com dor. Uma loucura.

    Até que numa conversinha com o médico do plantão, em uma madrugada caótica qualquer, ficou decretado: você precisa diversificar a alimentação para regular o intestino do seu bebê.

    Mas esse texto não é sobre cocô – poderia ser, e você ficaria ultrajado. Se trata de contar como essa experiência me fez revisitar um monte de verdades absolutas e experimentar uma dimensão de sabores até então desconhecida.

    Naquela época, minha referência de boa alimentação era o Virado a Paulista, um prato popular em São Paulo, montado com arroz, tutu de feijão, couve, ovos fritos e uma bisteca de porco bem gigante por cima de tudo. Sou paulista e na minha família tem uma “coisa” de que tem que ter carne na mesa em todas as refeições. A tal da mistura. Carne em todas as refeições, é muita carne.

    Uma alimentação balanceada e cheia de cor é a melhor pedida.

    Não existe um consenso na ciência quanto à necessidade de “comer carne”. Enquanto alguns estudos mostram os benefícios de fazê-lo – há quem diga que acelerou até nossa evolução! – outros apontam para a insustentabilidade de continuarmos a consumi-la nos níveis atuais.  Mas há um ponto em que todos concordam: o segredo para uma boa alimentação é a diversidade.

    No “Guia Alimentar para a População Brasileira”, do Ministério da Saúde, recomenda-se a ingestão de no máximo 200 gramas de proteína animal por dia - para carne vermelha essa quantidade é ainda menor. Vegetais, frutas, grãos e tubérculos, por outro lado, tem passagem quase livre para o cardápio. Isso significa que o ideal seria comermos apenas um bife OU uma coxa de frango OU um sanduíche de presunto com ovo por dia. UM Só. Eu comia muito mais que isso.

    Para facilitar a vida da minha filha, tive que fazer algo drástico: cortar a carne pela metade e incluir variedade. Confesso que foi mais difícil para mim do que para ela. Porque, aí eu me toquei, comer carne, além de alimentação, é uma construção social. Um costume, que você se habitua sem nem perceber.

    A oferta de comida nos mercados aumentou, a carne ficou mais barata, ficou normal. Está no bacon do café da manhã, no croissant de presunto, no almoço de lasanha a bolonhesa, no sushi levinho, na canja da vovó. Está em tudo e a gente sequer sabe de onde vem! Não é mais sobre se alimentar, é só mais um vício social.

    Quantas vezes você se perguntou de onde veio a carne? Já parou para pensar na quantidade de carne que você come?

    E a gente quase esquece que parte de qual bicho estamos comendo. Ou procuramos não pensar sobre isso ou sobre os impactos que isso produz no resto do mundo. Mas esse tempo precisa acabar, porque não faz bem para nada nem ninguém. Precisamos ressignificar o consumo de carne e reduzir. Dar à coisa a importância que a coisa tem, afinal, ainda estamos falando de outros seres vivos. Caramba, sejamos honestos, um índio respeita mais sua caça do que você o seu hambúrguer e isso diz muito sobre nossos valores, não diz?

    Para mim, reduzir o consumo de carne foi sobre melhorar a variedade e a qualidade do que minha família consumia. Foi aos poucos, com muitos erros e acertos. Muitas receitas de internet. Começou com a segunda. Depois entrou a terça e a quinta. Daí vieram os temperos e as abóboras! Você não pode imaginar a quantidade de coisas que são possíveis de fazer com uma abóbora.

    No caminho aprendi a cozinhar e inventar um monte de coisas gostosas. A gente ainda consome carne em casa, principalmente peixe – moramos no Amazonas. Mas agora é diferente, são ocasiões realmente especiais e cada vez menos frequentes.

    Quanto ao cocô da minha filha – se é que isso ainda é do seu interesse – fico satisfeita em dizer que vai bem, obrigada. Parece que foi ontem, faz tão pouco tempo que experimentamos shimeji pela primeira vez, e gostamos! Leia mais >

     Uma história sobre cocô e vícios sociais 

  • Bem-vindo a Bordo

    Postado por Tiago Batista - 28 - jan - 2018 às 16:52

    Em 1971, um velho barco de pesca uniu 12 ativistas para impedir que os Estados Unidos realizassem testes nucleares. Essa incrível expedição não conseguiu impedir o teste no Alasca, EUA. Mas aquele navio, batizado de Green Peace, foi a semente que levou adiante o sonho de um mundo melhor.

    Esses indivíduos ousaram sonhar grandes sonhos e a ideia de que poderiam mudar o mundo e fazer a diferença por um planeta mais verde e pacífico se tornou o Greenpeace. Entre as muitas ferramentas para ações e pesquisas, hoje a organização tem três barcos percorrendo o mundo, fazendo denúncias e alertando sobre os crimes ambientais que empresas e governos permitem que aconteçam.

    E por isso convidamos você, doador, a subir a bordo dos nossos navios e acompanhar nosso Diário de Bordo, acompanhando nossas vitórias, campanhas, projetos e desafios! Embarque com a gente!

    Conheça mais sobre cada um deles:

    Arctic Sunrise História e Facebook

     

    Rainbow Warrior História e Facebook

     

    Esperanza História e Facebook

     

    Leia mais >

  • Parabéns São Paulo! Você merece ônibus não poluentes

    Postado por Davi Martins - 25 - jan - 2018 às 8:00

    No aniversário da maior cidade da América Latina, a aprovação da lei que exige ônibus limpos é um presente, mas que não pode esperar 20 anos para ser entregue

    A revisão do artigo 50 da Lei de Mudanças Climáticas do município foi aprovada pelo prefeito João Doria este mês. O novo texto estabelece metas claras para o fim das emissões dos ônibus e força a troca dos veículos do transporte público por modelos com tecnologias não poluentes e livres do óleo diesel, responsável por mais de 4 mil mortes ao ano na cidade. Essa notícia poderia ser ainda melhor caso a transição fosse mais rápida que os 20 anos estabelecidos para isso. Mas o momento de aplicá-la é agora, na licitação de ônibus que está em curso.

     

    Em recente carta à Secretaria de Mobilidade e Transportes, organizações da sociedade civil se juntaram para contribuir com o processo de consulta pública da licitação. Os pedidos de melhoria do processo abrangem os temas de Cronograma de Participação e de Audiências Públicas. Eles são fundamentais para garantir a qualidade e transparência de uma outorga de serviço estratégico para a cidade de São Paulo.

    Ainda nesta semana, tivemos a triste notícia do aumento das mortes nas marginais Tietê e Pinheiros. Elas são decorrentes das altas velocidades nas vias da cidade, em função da política de favorecimento do automóvel particular sobre o transporte público e não motorizado, uma marca da gestão Doria.

    Mobilidade urbana não pode ser tratada apenas olhando para o transporte. É preciso aprimorar as políticas de incentivo a construções mistas (moradia e trabalho), descentralização dos postos de trabalho, acesso a equipamentos públicos, formas de mitigação das mudanças climáticas e, só então, incentivos ao transporte público e não-motorizado. Nós do Greenpeace acreditamos que cidades e metrópoles como São Paulo precisam liderar as políticas públicas de incentivo à geração de energia descentralizada (com a implementação de placas solares em edifícios públicos), transporte público livre de combustíveis fósseis e um maior adensamento das zonas verdes.

    São Paulo começa seus 464 anos com importantes lições de casa a fazer. Esta senhora madura já passou da idade de garantir a implementação efetiva dos ônibus não poluentes; de redefinir suas políticas de incentivo observando o que já está previsto no Plano Nacional de Mobilidade Urbana; de cuidar e garantir a preservação de suas áreas verdes; e respeitar a vida das pessoas mais vulneráveis no trânsito por suas vias. Leia mais >

  • David Harbour, o xerife Hopper, de Stranger Things, se juntará a nós na Antártida

    Postado por Rodrigo Gerhardt - 23 - jan - 2018 às 14:21

    Desafiado no Twitter, o xerife Hopper movimentou seus fãs e conseguiu superar a meta de 200 mil tuítes para fazer a dancinha do xerife com pinguins - 

    Muitas vezes a Internet é surpreendente. Neste domingo (21), o astro de Stranger Things, David Harbour, lançou a provocação: quantos tuítes seriam necessários para que nós, do Greenpeace, o levássemos para fazer a dancinha do xerife Hooper com os pinguins na Antártida.

     

    Após uma série de desafios crescentes promovidos pelo ator no Twitter, o primeiro-oficial do Arctic Sunrise lançou a meta para ele direto da Antártida: 200,000 retuítes. Apelando aos seus seguidores, em apenas cinco horas, David alcançou o alvo. Frida Bengtsson, nossa líder da campanha Proteja a Antártida, respondeu: "Nós o desafiamos. E ele cumpriu. David Harbour, pegue seus térmicos porque nós o levaremos para dançar com pinguins e nos ajudar a criar a maior área protegida da Terra: um Santuário do Oceano Antártico.”

     

    Veja a mobilização da internet pela ida de David Harbour à Antártida, mas antes, que tal você também dar seu apoio? Clique aqui para assinar a petição em prol do Santuário do Oceano Antártico.

     

     

     
  • 28 de janeiro: Dia Mundial dos Corais da Amazônia. Vamos celebrar!

    Postado por Thaís Herrero - 22 - jan - 2018 às 15:54 1 comentário

    Um ano atrás, nós embarcávamos em uma aventura inesquecível no fundo do mar brasileiro: conhecer os Corais da Amazônia! Foi em 28 de janeiro de 2017, que o mundo viu pela primeira vez como são as cores, formas, os habitantes e as singularidades desse ecossistema que é um verdadeiro tesouro natural. Por isso, esse dia ficou marcado como o Dia Mundial dos Corais da Amazônia!

    Neste próximo domingo, 28 de janeiro, vamos celebrar essa data tão especial. Voluntários e ativistas do Greenpeace estarão em 29 cidades do Brasil com uma atividade grandiosa, do tamanho dos corais: Vamos montar um quebra-cabeça gigante, com uma imagem surpresa.

    Assim, poderemos mostrar também o tamanho da nossa vontade de defender os Corais da ganância das empresas de petróleo, que querem a todo custo perfurar a região e lucrar com o petróleo do fundo do nosso mar.

    Já somos 1,6 milhão de defensores. E quando mais, melhor! Por isso, participe da atividade na sua cidade, convide seus amigos e vamos juntos fazer com que os Corais da Amazônia fiquem ainda mais famosos no Brasil e possamos, assim, garantir seu bem-estar. CLIQUE NO MAPA e veja qual será a atividade mais perto de você!  

  • Somos mais altos do que 8 mil Torres Eiffels

    Postado por Thaís Herrero - 19 - jan - 2018 às 14:40

    O ano de 2018 mal começou e nós, defensores dos Corais da Amazônia, já podemos comemorar! Chegamos a 1,6 milhão de pessoas ao redor do mundo unidas para impedir que as empresas Total e BP explorem petróleo perto dos Corais, um ecossistema único no planeta!

      Leia mais >
  • 5 coisas que você provavelmente não sabia sobre a Antártida

    Postado por Samantha Wockner - 18 - jan - 2018 às 14:15

    Lançamos uma campanha para criar um Santuário do Oceano Antártico - a maior área protegida da Terra. Mas por que? Bem, além de estar no lar de animais incríveis, como pinguins, baleias e focas, a Antártida desempenha um papel importante em manter nossa Terra saudável. Mas o continente de gelo é muito mais do que isso.

     

    A Antártida é repleta de coisas estranhas e maravilhosas que nos ensinam sobre a história da Terra (e seu futuro), nossos oceanos e as mudanças do clima. Então, para ficar tão animado quanto nós sobre protegê-la, aqui estão cinco fatos dignos da "mesa de bar" que você, provavelmente, não sabia...

    1. A Antártida tem uma cachoeira vermelha

    © National Science Foundation/Peter Rejcek

     

    Apropriadamente chamada de “Cachoeira de Sangue” (Blood Falls, em inglês), esta queda d´água parece que ele diretamente de um romance de Stephen King. Desde a sua primeira descoberta em 1911, os cientistas quebraram a cabeça para explicar esse fenômeno.

    Agora, graças à pesquisa da University of Alaska Fairbanks, conhecemos a verdadeira origem da “Cachoeira de Sangue”. Essencialmente, a água vem de um lago abaixo da geleira de Taylor, um grande glacial da Antártida, que ao longo do tempo retirou ferro das rochas. Quando o ferro na água salgada entra em contato com oxigênio, ele se oxida e assume uma coloração avermelhada, dando esse efeito mortífero para a água, com sua intensa cor vermelha. Simplesmente, é praticamente o mesmo processo que dá ao ferro a cor vermelha escura quando enferruja.

    2. Neve de melancia

    © Bryant Olsen

     

    Pode parecer delicioso, mas a neve da melancia não é para comer. Em parte, porque ela é laxante mas, principalmente, não é melancia, como você pode imaginar.

    A neve de melancia aparece no Ártico, na América do Norte, na Antártida e praticamente em qualquer lugar com a neve. À medida que o sol do verão se aquece e derrete os resquícios do inverno, as algas verdes (chamadas Chlamydomonas nivalis) que vivem no gelo começam a reagir a esse “bronzeado”. A partir daí, produzem um tipo natural de protetor solar que pinta as encostas de rosa e vermelho. Ai está: neve de melancia!

    É bonito, mas os cientistas sugerem que ela poderia acelerar o derretimento do gelo. A cor torna a neve mais escura, o que significa que aquece mais rápido. É como usar uma camiseta preta em um dia ensolarado, você logo vai ficar quente e sentir mais calor. Essa alga então pode se espalhar em mais gelo, criando um ciclo contínuo de neve, algas e derretimento. Mas, até agora, esta é uma teoria e mais dados precisam ser coletados antes de termos certeza desse efeito.

    3. Há regiões sem chuva ou neve há muuuito tempo

    © Eli Duke

     

    A Antártida é um monte de coisas. É o continente mais seco, com mais ventos, mais alto e mais frio da Terra. Mas aqui está algo ainda mais impressionante: alguns lugares não viram quase nenhuma chuva ou neve por cerca de dois milhões de anos. São convenientemente chamados de Vales Secos.

    As montanhas que cercam os Vales Secos são suficientemente altas para impedir que o gelo das camadas glaciais do leste da Antártida cheguem ao Mar do Ross. Essas condições únicas são causadas, em parte, por ventos katabáticos; são ventos super poderosos que ocorrem quando o ar frio e denso é puxado para baixo pela força da gravidade. Os ventos podem atingir velocidades de 320 km/hora, se aquecendo quando são empurrados para baixo. Evaporam toda a água, gelo e neve. 

    Os cientistas dizem que os Vales Secos da Antártida parecem semelhantes ao ambiente encontrado em Marte. Alguém já imaginou isso, pinguins espaciais?!

    4. As baleias-azuis comem krill... muito krill

    ©Doc White/Seapics.com

     

    As baleias-azuis são o maior animal da Terra. Faz sentido então terem um apetite do seu tamanho. Mas sua principal fonte de alimento é o krill, um crustáceo tipo camarão, com apenas 5 centímetros de comprimento. Uma baleia pode investir sobre um grupo de krill acelerando em alta velocidade, com a boca totalmente aberta. Empurrado pelo fluxo da água, sua boca se expande e sua língua (do tamanho de um elefante) se move para criar mais espaço. A baleia absorve até 110 toneladas de água e qualquer krill dentro desse bocado é filtrado e engolido.

    Se uma grande baleia-azul abocanhar uma população particularmente grande, ela pode engolir até 500 quilos de krill. Isso significa comer 457,000 calorias em um único e monstruoso bocado. Fizemos as contas, isso equivale a cerca de 200 pizzas médias, estimada em 853 calorias... humm.

    De forma preocupante, grandes barcos de pesca estão pegando krill para serem vendidos em suplementos de saúde (são ricos em ômega-3) e como alimento para peixes cultivados. As empresas de pesca têm o objetivo de capturar cada vez mais essa minúscula criatura da qual tantos animais incríveis da Antártida dependem. Mas um santuário marinho do Oceano Antártico proibiria essa atividade, deixando uma grande área fora do alcance da pesca industrial e da exploração corporativa. Isso permitiria que animais selvagens, como baleias e pinguins, continuassem se alimentando de krill em paz, mas que as populações de peixes, já tão pressionadas, encontrassem um refúgio para se recuperar.

    5. Um Tinder na Antártida que fará seu coração derreter

    quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

    Gentoo Penguins on South Georgia Eselspinguine © Markus Mauthe / Greenpeace

     

    Companheiros solitários em todo o mundo, esta é para você. No verão austral de 2013/2014, um cientista americano estava fazendo pesquisas na estação McMurdo, na Antártida, sozinho, sem ninguém para aquecê-lo. Decidiu se logar no Tinder "apenas por diversão". No  início, nenhum perfil apareceu. Mas quando o aplicativo expandiu seu raio de localização, ele encontrou alguém: outra pesquisadora, trabalhando em um acampamento-base nos Vales Secos – distante a 45 minutos de sobrevoo de helicóptero da estação. Ele deslizou rapidamente para a direita e, alguns minutos depois, eles deram match! <3.

    Eles se encontraram, mas infelizmente o romance antártico não floresceu. Ela iria embora no dia seguinte ao encontro e foi aí que tudo terminou. No entanto, é uma ótima história para você compartilhar na próxima vez que estiver fora... ou não perder as esperanças de encontrar uma cara-metade, ainda que seja no fim do mundo.

    Com tudo isso, é difícil não se apaixonar por esse lugar incrível. Agora, junte-se a nós nesse esforço global para criar o Santuário do Oceano Antártico. Leia mais >

    Assine a petição 

  • A marcha dos pinguins

    Postado por Akshey Kaira - 15 - jan - 2018 às 15:40

    Pessoas começaram a registrar imagens de pinguins em várias partes do mundo – o que eles querem nos dizer? 

    Dando uma geral por Barcelona e visitando a Igreja da Sagrada Família.

     

    Na manhã desta segunda-feira (15), começaram a circular fotos de pinguins vistos viajando nos trens, chegando aos aeroportos internacionais e em pontos de referência icônicos em várias cidades do mundo. De Sydney a Buenos Aires, de Londres a Joanesburgo, a pergunta que está na cabeça de todos é: por que eles estão aqui?

    Os pinguins fazem parte de uma nova campanha do Greenpeace que pede a criação da maior área protegida da Terra: um santuário marinho de 1,8 milhão de quilômetros quadrados na Antártida. Um santuário do oceano antártico seria um refúgio seguro para pinguins, baleias e focas, ao manter afastados os navios industriais que sugam o pequeno krill da qual a vida antártica depende. Um santuário que ajudaria a garantir a saúde de nossos oceanos.

    Assine a petição 

    Este refúgio só acontecerá se exigirmos que nossos líderes protejam nossos oceanos compartilhados. Este ano, temos uma oportunidade única para que isso aconteça - a Comissão pela Conservação da Antártida se reúne para discutir a proposta em outubro.

    Precisamos nos juntar aos pinguins e fazer com que os líderes mundiais nos escutem, todos nós! Junte-se ao movimento para proteger a Antártida!

    Se curtiu as fotos tanto quanto a gente, compartilhe! E convide seus amigos a assinar a petição.

    Em Sydney, um pinguim foi visto apreciando a vista da Opera House.

     

    Em Londres, um pinguim aproveitou para passar pela Tower Bridge em um dos famosos táxis pretos

     

    Pegando carona em um tour guiado pelo Portão de Brandemburgo, na Alemanha

     

    Curtindo o visual colorido do Caminito, no bairro do La Boca, em Buenos Aires

     

     

    Outro pinguim foi visto pedindo informações em Hamburgo

     

    Este pinguim viajou longe, até Seul, na Coréia do Sul, onde foi visto em frente ao Portão Gwanghwamun

     

    Este pinguim foi flagrado no metrô de Londres

     

    Passeando pelas ruas de Joanesburgo, na África do Sul

     

    Aproveitando o frio no hemisfério norte para defender o Santuário também em Estocolmo

     

     

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