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Notas sobre o meio ambiente em tempo real.

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    Para entender os planos da petrolífera francesa no Brasil e o que está em jogo, o Greenpeace preparou um mapa virtual, tendo como ponto de partida a sede da empresa, em Paris, com destino ao Oiapoque, no encontro do Rio Amazonas com o Oceano Atlântico.

    É no coração financeiro de Paris, no distrito La Défense, em prédios imponentes que executivos da empresa francesa Total estão planejando explorar petróleo na foz do rio Amazonas, no Brasil. Suas decisões poderão afetar a vida de milhares de pessoas/comunidades que dependem da pesca no litoral do Amapá e também os Corais da Amazônia, um novo bioma marinho pouco conhecido.

    Para entender os planos da Total no Brasil e o que está em jogo, o Greenpeace preparou um mapa virtual que tem Paris, na França, como ponto de partida, onde fica a sede da Total. O destino desta viagem é o encontro do Rio Amazonas com o Oceano Atlântico, na costa brasileira, onde um enorme recife de corais foi revelado ao mundo pela primeira vez, que está a apenas 28 km do poço mais próximo a ser perfurado.

    >> Comece aqui esta viagem

    A Total já assinou uma parceria estratégica de 2,2 bilhões de dólares com a Petrobras. Elas estão juntas em 19 projetos de exploração e produção de petróleo. Desses, a Total possui 5 blocos de exploração próximos aos corais, sendo que um deles está  cerca de 100 km da costa brasileira, em frente a uma região que possui 15 áreas protegidas, em particular o Parque Nacional de Cabo Orange.

    Um derramamento de óleo na região poderá ter um impacto irreversível sobre os Corais da Amazônia e a biodiversidade da região. Se o petróleo chegar na costa, poderá causar a morte de diversos peixes e aves, incluindo animais selvagens, e a sobrevivência de milhares de pessoas poderá ser ameaçada, porque dependem de recursos pesqueiros para seu sustento.

    Faça esta viagem até a costa do Amapá para entender o que pode ser perdido de nossa biodiversidade e quantas pessoas podem ser impactadas em nome dos interesses da Total no Brasil.

    Você pode fazer a diferença: assine a petição! Leia mais >

  • Até a próxima: Rainbow Warrior se despede do Rio

    Postado por Por Rodrigo Gerhardt - 7 - mai - 2017 às 18:41

    O Guerreiro do Arco-Íris partiu neste domingo (7/5) do Pier Mauá rumo à Espanha, depois de receber a visita de mais de 10 mil pessoas

    Rainbow Warrior deixa o Pier Mauá, no Rio de Janeiro. Foto Marizilda Cruppe/Greenpeace.

     

    Ele já deixa saudades. Depois de 10 dias atracado no Rio de Janeiro, nosso veleiro partiu ao meio dia, navegando lentamente pela Baía da Guanabara, com o sol entre nuvens, para sumir atrás do Museu do Amanhã. Nosso barco segue em direção à África do Sul, para logo depois rumar para a Espanha, em mais uma missão de campanha.

    Ao longo desses dias, 10.393 pessoas visitaram o barco e conheceram um pouco mais sobre o nosso Guerreiro do Arco-Íris. Uma experiência realmente inspiradora, pois 747 visitantes se tornaram voluntários do Greenpeace logo após deixar o convés.

    Desde a sua construção, esta foi a segunda vez que o Rainbow Warrior III veio ao Brasil. Na primeira, em 2012, ele fez um longo tour por várias cidades brasileiras; desta vez, a passagem foi mais curta, com o objetivo de celebrar os 25 anos do Greenpeace no Brasil e dar seu apoio à campanha pela defesa dos Corais da Amazônia.

    O capitão Peter Wilcox agradeceu muito a visita de todos e o empenho e envolvimento dos nossos voluntários. “Abrimos o barco para visitação em vários lugares do mundo, mas Argentina e Brasil se destacam pelo entusiasmo e dedicação com que recebem a todos – nós da tripulação e os visitantes. Espero voltar em breve, pois gosto muito de vir ao Brasil”, afirmou. 

    Capitão Peter Willcox (na frente, com óculos escuros) e a tripulação do Rainbow Warrior. se despedem do Brasil. Foto Marizilda Cruppe/Greenpeace. Leia mais >

     
  • Amor pelo planeta, de geração em geração

    Postado por Rodrigo Gerhardt - 5 - mai - 2017 às 12:40

    Famílias que visitaram o Rainbow Warrior no passado retornam para transmitir aos mais jovens a mesma experiência que vivenciaram

    Luiza Paixão, com o filho Luiz Felipe: amor pelo planeta, de mãe para filho.

     É como rever um velho amigo muitos anos depois. O tempo passou, as crianças cresceram. Várias famílias que visitaram o Rainbow Warrior no passado, em suas passagens anteriores pelo Rio de Janeiro, retornam agora. Além de puxar na memória a experiência do encontro, aproveitam a oportunidade de transmiti-la aos mais jovens, em função dos valores de respeito à natureza que o navio representa. Foi o caso da bacharel em Turismo Luiza Paixão, que tinha dez anos quando seu pai a trouxe para conhecer o Rainbow Warrior 2 na época da Rio-92, a grande conferência da ONU sobre Ecologia.  

    "Não lembro muito bem do navio, mas sim da emoção que senti ao entrar nele quando era criança. Meu pai era doador do Greenpeace naquela época e para mim isso era super importante, fiquei muito orgulhosa, pois me senti parte daquilo", conta. Vinte cinco anos depois, ela reviveu esse momento na memória ao trazer o filho, Luiz Felipe, de 7 anos. 

    Dessa vez, era Luiz Felipe que não escondia a animação. "Esse é o navio mais legal que eu já vi!". A experiência que a mãe teve no navio do Greenpeace marcou sua infância e a fez prestar mais atenção para temas ambientais. Hoje, ela colabora voluntariamente com ONGs e se diz uma adoradora dos bichos. "Eu passo isso para o meu filho, para que ele cresça com essa consciência também". Durante a visita, ela repetiu com o filho a foto que seu pai tirou com ela e sua irmã, em 1992. "Um dia, eu quero ser do Greenpeace", diz Luiz Felipe.

    sábado, 6 de maio de 2017

    Luiza Paixão, na primeira visita com o pai, em 1992.

     

    Emoção revivida

    Já a professora e estudante de pedagogia Dandara Alves Pereira, 26, era bem mais nova. Ela tinha apenas dois anos quando seu pai a trouxe para ver o Rainbow Warrior 2, também na Eco-92. Ela não guarda lembranças, mas sabe o quanto aquilo foi importante na época. Por isso, quando soube da chegada do novo Rainbow Warrior, trouxe o filho João Pedro, de 9 anos,  e também a foto que marcou seu primeiro encontro com o barco, para refazê-la, 24 anos depois.

    sexta-feira, 5 de maio de 2017

    Dandara, aos dois anos de idade, em frente ao Rainbow Warrior 2, e agora em frente ao Rainbow Warrior 3. Foto: arquivo pessoal

     “Não tinha como não vir vê-lo. Esse contato, ainda tão pequena, me fez acompanhar o Greenpeace até hoje. Sou defensora das causas indígenas e fiquei muito tocada em ver os Corais da Amazônia. Do veleiro, sabia que ele era sustentável, mas não tinha ideia de todos os detalhes que vi aqui. É um bom jeito de mostrar a importância disso tudo aos mais jovens de uma forma prática, tangível”, explica.

    A visita ao Rainbow Warrior está aberta até este sábado (6/5), das 10h às 16h, e é gratuita.

      Leia mais >

  • É hora de pressionar: Senado realiza audiência pública sobre Desmatamento Zero

    Postado por Cristina Bodas - 4 - mai - 2017 às 16:53

    O projeto, entregue ao Congresso em outubro de 2015, conta com o apoio de organizações e movimentos da sociedade civil, artistas e de mais de 1,4 milhão de brasileiros que assinaram o abaixo-assinado pedindo o fim do desmatamento

    Após mais de um ano e meio da entrega da proposta de lei pelo Desmatamento Zero ao Congresso Nacional, o Senado agendou para a próxima quarta, dia 10, a primeira audiência pública para debater o tema. O projeto, entregue às casas legislativas em outubro de 2015, conta com o apoio de organizações e movimentos da sociedade civil, artistas e de mais de 1,4 milhão de brasileiros que assinaram o abaixo-assinado pedindo o fim do desmatamento nas florestas do país.

    A mesa, que debaterá "A importância do Desmatamento Zero para o Brasil e os caminhos pra que seja atingido", será realizada às 14h na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado e contará com a participação de Adriana Ramos (Instituto socioambiental), Cristiane Mazzetti (Greenpeace), Fabíola Zerbini (Tropical Forest Alliance), Ima Vieira (Museu Emílio Goeldi) e Raoni Rajão (UFMG).

    Vote a favor do projeto!
    Mande já seu comentário para o relator e acompanhe online a audiência aqui.

    A audiência pública é um passo muito importante, pois fornece subsídios para o relator, senador João Capiberibe, escrever o projeto de lei. Por isso, o apoio e a participação popular neste momento são fundamentais para que o Desmatamento Zero se torne realidade. O texto finalizado será, então, votado pela comissão e depois seguirá em tramitação no Senado, passando pela discussão e aprovação em outras comissões e, consecutivamente, pelo plenário.

    A audiência também inicia dentro do Senado um processo de discussão sobre o fim do desmatamento no Brasil. Enquanto a proposta de lei esteve parada no Congresso, a destruição da Amazônia seguiu a todo vapor e o desmatamento voltou a crescer. O momento é crucial para essa discussão: a bancada do agronegócio e o governo Temer têm avançado rapidamente em uma agenda retrógrada que coloca em risco a proteção ambiental e os direitos humanos. Propostas ruralistas de redução de Unidades de Conservação e de alterações nas regras de regularização fundiária, por exemplo, estimulam a grilagem e o desmatamento. Tais medidas também refletem na escalada, já notória, da violência no campo.

    O Desmatamento Zero é factível e necessário: há uma imensidão de áreas já abertas no Brasil que podem ser melhor utilizadas, evitando, assim, o desmatamento de novas áreas de vegetação nativa. Além de bom para a biodiversidade e para as populações que vivem na floresta, o fim do desmatamento é também essencial para que o Brasil alcance suas metas de redução de emissão de Gases do Efeito Estufa (GEE) e para a manutenção do clima.

    Nos últimos anos, a pressão da sociedade garantiu importantes avanços rumo ao Desmatamento Zero, mas essas conquistas estão, mais do que nunca, em risco. Agora é hora da sociedade se unir e fazer frente aos retrocessos! Você, que apoiou a proposta de lei, continue lutando pela proteção das florestas.

    Vote a favor do projeto!
    Mande já seu comentário para o relator e acompanhe online a audiência aqui. Leia mais >

  • Estudantes de escola pública visitam Rainbow Warrior no Rio

    Postado por Camila Rossi - 4 - mai - 2017 às 16:50

    Alunos do ensino fundamental ficaram surpresos com a cabine do capitão e exposição de fotos dos Corais da Amazônia

    A partir da esquerda: Any Vitória Barbosa de Freitas, Evellyn Araújo Rodrigues da Silva, Maria Eduarda Santana de Souza Costa e Luiz Henrique. Os alunos da Escola Municipal Juan Antonio Samaranch visitaram o Rainbow Warrior, que está no Rio de Janeiro (Foto: ©Marizilda Cruppe/Greenpeace)

    “Eu queria navegar até o Canadá com o navio do Greenpeace para conhecer a neve”, disse Any Vitoria Barbosa de Freitas, estudante do 6º ano da Escola Municipal Juan Antonio Samaranch, em visita ao Rainbow Warrior, nesta manhã ensolarada no Píer Mauá. Ela e mais 82 estudantes puderam conhecer o navio do Greenpeace e aprender sobre os Corais da Amazônia. De toda a visita, a cabine do capitão foi o lugar preferido da maioria dos jovens. “Achei que se apertasse o botão vermelho da cabine, seria levada para um outro lugar, como num filme, sabe?”, disse Pamela Cristianne Laim, 12 anos, aluna do 7º ano.

    Quem acompanhou os jovens no percurso foram os voluntários do Greenpeace, que vieram de diversas cidades do Brasil para trabalhar no navio durante os dias de visitação pública. Diogo Bracet, por exemplo, é morador do Rio e contou aos estudantes que o Rainbow Warrior foi construído graças à colaboração de mais de 100 mil pessoas de diversos países.

    Na proa, os alunos foram recebidos pelo Denison Ferreira, conhecido como Lápis e voluntário de São Luís do Maranhão. Ele contou a história do icônico golfinho de madeira, o Dave, e sobre como o navio foi construído de forma sustentável para estar em equilíbrio com o meio ambiente.

    Na sequência, os alunos precisaram descobrir qual o comprimento do Raibow Warrior. Cem metros, 50 metros, 4 quilômetros foram algumas das respostas. Mal podiam imaginar que o navio tem o tamanho de duas baleias azuis: 58 metros.

    Na cabine do capitão eles puderam saber um pouquinho sobre como funcionam os controles do navio. Não faltaram olhares curiosos para todos os lados. “Eu adoro tecnologia, fiquei fascinada com a cabine”, afirmou Maria Eduarda Santana de Souza Costa, 11 anos, do 6º ano. Diego explicou a eles como funcionam as velas do navio. Por conta delas é possível economizar até 60% do combustível. “Que energia é essa que move então esse veleiro?”, perguntou a professora Tânia Regina aos estudantes. E a resposta foi imediata: “os ventos, professora!”.

    No último ponto da visita, na popa, eles ouviram a história dos dois navios que, antes desse também se chamaram Rainbow Warrior, e a razão para um heliponto dentro do navio, por ser também um instrumento para pesquisa. O capitão Peter Wilcox fechou o passeio com um pedido de que os estudantes desenhassem sobre o que aprenderam na exposição dos Corais da Amazônia.

    Depois de visitar o Rainbow Warrior, os alunos da Escola Municipal Juan Antonio Samaranch foram desenhar o que tinham aprendido. Na foto, o desenho que a aluna Any fez. (Foto: ©Marizilda Cruppe/Greenpeace)

     
    Exposição

    Antes da esperada visita ao navio, os estudantes passaram por uma exposição com as primeiras imagens dos Corais da Amazônia, feitas pelo Greenpeace em uma expedição em janeiro. A surpresa com as cores e a beleza do bioma marinho foi grande. Mas o que realmente chamou a atenção foi saber que os corais já estão ameaçados. “Eles são lindos e só de pensar que podem acabar, eu não posso acreditar!”, desabafou Giovana dos Santos Teixeira de 11 anos, do 7º ano. 

    “Eu prefiro que acabe todo o dinheiro no mundo, mas que não acabem com a água, as árvores e os corais”, afirmou Any. “Eles acham que os corais não são seres vivos?”, questionou Luiz Henrique dos Santos Barreto, 11 anos, do 6º ano. “Os corais são lindos, coloridos! É uma nova vida que foi descoberta, como podem já estar ameaçados?”, perguntou Pamela Cristianne, de 12 anos, aluna do 7º ano.  

    Total e BP, que tal responderem aos alunos fluminenses?

    Os Corais da Amazônia foram desenhados por vários dos alunos que visitaram a exposição com as imagens do bioma. Na foto, o desenho que Evellyn fez. (Foto: ©Marizilda Cruppe/Greenpeace) Leia mais >

     
  • Uma nova geração de voluntários surge no Rainbow Warrior

    Postado por Thaís Herrero - 3 - mai - 2017 às 16:24 1 comentário

    A visita ao navio do Greenpeace tem sido transformadora para muitas pessoas que, inspiradas para a ação, decidem fazer parte do nosso time de voluntários

    A professora de ioga, e hoje voluntária, Sophie Farhe. Foto: Bárbara Veiga

    "Onde posso me voluntariar? Quero dar aulas de ioga para o pessoal do Greenpeace!", afirma Sophie Farhe, assim que atravessa a ponte que conecta o Rainbow Warrior à terra firme. O barco está atracado no Píer Mauá, no Rio de Janeiro.

    Sophie é psicóloga e pratica ioga há dez anos. Está terminando sua formação para dar aulas e diz que é hora de se mobilizar e, de alguma forma, ajudar as causas do Greenpeace.

    Ela é uma entre 314 visitantes que se inscreveram para ser voluntário apenas nos três primeiros dias de visitação. É como se, ao visitar o Guerreiro do Arco-Íris, o espírito ativista de defesa da natureza despertasse dentro delas. “As pessoas saem do Rainbow Warrior animadas e comovidas porque acabaram de entender a importância das nossas campanhas”, diz Rafael Fernandes, da equipe de mobilização do Greenpeace.

    Sophie confirma: “Eu já tinha pensado em fazer algum trabalho voluntário, mas era sempre algo distante de mim. Com o navio aqui na minha cidade, eu senti o chamado bem próximo”. 

    Os voluntários são muito especiais para o trabalho de uma ong. "São eles que levam as campanhas e os valores do Greenpeace para as ruas. Muita gente só nos conhece porque viu e ouviu um voluntário. Quanto mais voluntários no Brasil, mais longe nossa mensagem irá”, diz Rafael.

    Joana Camelo e a filha Victória também decidiram entrar para o grupo de voluntários do Rio de Janeiro, juntas, após a visita ao navio. "Ouvimos a história do Greenpeace e achamos que tínhamos que fazer parte disso também”, disse a mãe enquanto a filha fazia o cadastro no site.

    A pensionista Luzia de Sousa Nascimento, 61, também se tornou voluntária do Greenpeace após visitar o Rainbow Warrior.

    “Decidi que este ano seria mais ativa, mas percebi que a busca por saúde deve ser em todos os aspectos da vida, inclusive com o meio ambiente e na nossa relação com a sociedade. Por isso, desde janeiro, entrei para a zumba e passei a pensar em como usar meu tempo positivamente. Sempre fui muito dedicada como missionária messiânica, mas quero servir à humanidade para além da religião. Nós, messiânicos, temos pontos em comum, defendemos também a agricultura orgânica para uma alimentação mais natural. A visita ao navio do Greenpeace foi inspiradora. Sinto que estamos caminhando para a destruição, mas o nosso futuro depende de nós mesmos. Recebi o convite para ser voluntária e decidi aceitar. Acho que eu é que vou aprender com os mais jovens. Essa energia deles é muito boa.” - Foto: Bárbara Veiga

     

    Para ser voluntário, os visitantes podem se cadastrar na plataforma Greenwire com seus dados pessoais e a ajuda do time de mobilização. Não há barreiras de profissão, competências ou idade. Cada pessoa pode doar seu tempo, conhecimento e as habilidades que tiver, em prol da causa que mais de identifica. Após o cadastro, o novo voluntário recebe o contato de um anfitrião e um kit de boas-vindas em até 48 horas.

    Após a visita ao navio, nosso time de mobilização recebe os interessados em ser voluntários do Greenpeace, não só no Rio de Janeiro, mas em todo o Brasil - Foto: Bárbara Veiga Leia mais >

     
  • Muitos flashes no Rainbow Warrior

    Postado por Rodrigo Gerhardt - 30 - abr - 2017 às 18:43

    O segundo dia de visitação foi cheio de fotos e muita descontração. Confira alguns desses momentos de quem marcou presença e se divertiu muito com o nosso Guerreiro do Arco-Íris e suas histórias

    Flash, Capitão America, Dead Pool e Homem aranha também querem ser guerreiros do arco íris. Foto: Barbara Veiga/Greenpeace

     

    A piratinha Sara Carvalho Cyrino, 3, trouxe a família para conhecer o navio. Foto: Bárbara Veiga/Greenpeace

     

    Na visita ao navio o público também aproveita as fotos para apoiar a campanha em defesa dos Corais da Amazônia. Foto: Bárbara Veiga/Greenpeace

     

    Não faltaram as muitas selfies entre os vários pontos do barco

     

    Eliete Vasconcelos e a filha Nerédia registram também a exposição com os melhores momentos da história do Greenpeace. Foto: Bárbara Veiga/Greenpeace

     

    Nossos voluntários também não perdem a chance de sair bem na foto com nossos apoiadores. Foto: Bárbara Veiga/ Greenpeace Leia mais >

     
  • Rainbow Warrior recebe ativistas contra aquecimento global

    Postado por Rodrigo Gerhardt - 29 - abr - 2017 às 21:21

    O navio do Greenpeace foi o destino final da Marcha pelo Clima, no Rio de Janeiro.

    Grupo que participou da Marcha pelo Clima, no Rio de Janeiro, visita o Rainbow Warrior. (Foto: ©Bárbara Veiga/Greenpeace)

    O Rainbow Warrior, que está atracado no Pier Mauá para a visitação do público, foi o destino final da Marcha pelo Clima realizada neste sábado (29), como parte da grande marcha global em protesto contra os 100 dias de governo do presidente americano Donald Trump, que vem se mostrado um forte defensor dos combustíveis fósseis que causam o aquecimento global.

    Representantes de cerca de 80 organizações realizaram uma marcha simbólica, em torno do Museu do Amanhã, na Praça Mauá. “Precisamos ‘mudar o clima’ para combater as mudanças climáticas. Combater o pessimismo e demonstrar resistência e união”, afirma a coordenadora do Centro Brasil no Brasil, Renata Moraes. Os ativistas encerraram o protesto com a visita ao Rainbow Warrior, que também exibe uma exposição de diversas imagens das campanhas pelo clima realizadas pelo Greenpeace ao longo dos seus últimos 25 anos.

    Ativista da Marcha pelo Clima, que visitou o Rainbow Warrior (Foto: ©Bárbara Veiga/ Greenpeace)

    Grande promotor - e consumidor - da energia eólica, com suas velas de 50 metros de altura que equivalem a um prédio de 15 andares, o nosso Guerreiro do Arco-Íris é um forte defensor das energias limpas. Em 2016, realizou uma longa campanha pelo Mediterrâneo para promover a energia solar nos países árabes. “Dois milhões e meio de pessoas estão passando fome na África em função das mudanças do clima. Isso não é um problema do futuro, é algo que precisamos enfrentar agora”, afirmou o capitão Pete Wilcox, ao receber o primeiro grupo de visitantes no navio.

    Mulheres que participaram da Marcha do Clima trazem ao Rainbow Warrior seus cartazes em inglês com os dizeres: "Mulheres se erguem, mulheres constróem, mulheres resistem".(Foto: ©Bárbara Veiga/ Greenpeace)

     Além de promover as energias renováveis, o barco dá sua contribuição por meio de suas velas. Graças a elas, é possível percorrer grandes distâncias oceânicas usando apenas a energia dos ventos. “Na vinda de Montevideo para o Rio de Janeiro, poupamos 60% do combustível que seria necessário se usássemos só o motor”, contou o capitão.

    Ícone, do aquecimento global, o urso polar também apareceu no Rainbow Warrior para engajar as pessoas sobre os perigos das mudanças climáticas (Foto: ©Bárbara Veiga/Greenpeace) Leia mais >

     
  • Navio Rainbow Warrior abre as portas para o público

    Postado por Rodrigo Gerhardt - 29 - abr - 2017 às 18:30

    No primeiro dia de visitação, 1.500 pessoas conheceram nosso navio-símbolo, no Rio de Janeiro

    Rainbow Warrior visita o Rio de Janeiro para celebrar os 25 anos do Greenpeace Brasil e divulgar a campanha Defenda os Corais da Amazônia. Foto: Fernanda Ligabue/Greenpeace

     

    Da renovada Praça Mauá, ele já pode ser avistado. Com seus imponentes mastros de 50 metros de altura, em forma de A, o Rainbow Warrior (Guerreiro do Arco-Íris) atracou ontem no Píer e abriu suas portas na manhã deste sábado para a visita do público, totalmente gratuita. Durante o passeio, com duração média de 40 minutos, os visitantes passam por uma exposição de imagens dos melhores momentos e campanhas do Greenpeace no Brasil para, na sequência, embarcar no Rainbow Warrior.

    Ao longo do dia, 1500 pessoas, entre famílias, amigos, grupo de escoteiros e turistas, puderam conhecer as curiosidades e os aspectos ecológicos do barco, enquanto percorriam a proa, a cabine de comando, o heliponto.

    O primeiro grupo a entrar no navio é muito especial: os doadores mais antigos do Greenpeace no Rio de Janeiro, recebidos pelo capitão Peter Wilcox e pelo diretor executivo Asensio Rodriguez. “Ter muitos doadores significa uma forte base de apoio para que tenhamos força e independência para confrontar e pressionar governos e empresas. É o que define o Greenpeace”, afirma Asensio.

    Grupo de apoiadores do Greenpeace abrem a visitação ao navio. Foto: Bárbara Veiga/Greenpeace

     

    “A importância desse navio se deve às causas que ele promove e as ações que realiza, e não porque ele é bonito ou moderno. Estamos fazendo uma grande contribuição na defesa do planeta graças à ajuda de pessoas como vocês”, completou Peter. É bom lembrar, o Rainbow Warrior 3 foi construído em 2011, a partir do zero, e seu custo de 32 milhões de dólares foi financiado exclusivamente com a doação de mais de 100 mil pessoas em todo mundo. Até hoje, é considerado um dos maiores cases de sucesso de crowdfunding e um exemplo do poder de união das pessoas.

    Após visitar o Rainbow Warrior em 2012, grávida da pequena Maria Izabel, a médica Carolina Caldeira retorna com toda a família. Foto: Barbara Veiga/Greenpeace

     

    Uma base flutuante de campanhas

    Para poder realizar as mais diversas ações pela defesa do planeta, o Rainbow Warrior foi projetado para que cientistas possam trabalhar a bordo em pesquisas científicas. Há um escritório com uma grande tela de apresentações perto da ponte de comando e espaço para edição de fotos e vídeos, além de sala de reuniões com um anfiteatro para até 50 pessoas.

    O veleiro pode levar equipamentos especializados com até 8 toneladas de peso, incluindo um helicóptero, no heliponto do convés, com instalações para proteção da aeronave. O helicóptero, nas operações, permite ampliar o raio de atuação ao produzir imagens do alto, sobretudo de flagrantes ambientais no oceano.

    Esses crimes ambientais flagrados podem, inclusive, ser transmitidos ao vivo para meios de comunicação do mundo todo graças a um centro de comunicação que inclui um uplink de satélite integrado e acesso à internet de banda larga de alta velocidade.

    Escoteiros do Grupo Krenak/RJ conhecem os instrumentos de controle do navio, na Ponte de Comando.

     

    Há também sala para equipamentos de mergulho acessada diretamente do convés e botes de resgate rápidos que podem ser mobilizados em minutos, mesmo com ondas de até 3,5 metros de altura.

    Para conhecer o Rainbow Warrior, o navio estará com suas portas abertas no Pier Mauá, ao lado do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, até o dia 1 de maio e depois entre 4 e 6 de maio, sempre das 10h às 16h. A visita é gratuita. Esperamos vocês! Leia mais >

  • Greenpeace: 25 anos no Brasil lutando pelo meio ambiente e pela vida

    Postado por Renato Guimarães - 26 - abr - 2017 às 9:10 1 comentário

    No dia 26 de abril de 1992, um pequeno grupo de ativistas fazia a primeira ação da organização no Brasil. Desde lá, os desafios cresceram. E as conquistas também.

    A primeira ação do Greenpeace no Brasil foi contra a energia nuclear, em 1992, na frente da usina de Angra. (Foto: © Steve Morgan/Greenpeace)

    26 de abril de 1992. Em uma manhã nublada de outono, 800 de cruzes brancas são fincadas no chão. Ao fundo, a torre sinistra da Usina Nuclear de Angra e voluntários e ativistas do Greenpeace à frente da primeira ação pública da organização no Brasil. Eles se colocavam contra a usina de energia nuclear e  homenageavam os mortos na tragédia de Chernobyl. Em 1986, os reatores da central nuclear de Chernobyl explodiram, deixando um rastro de destruição.

    Aqueles poucos voluntários e ativistas, que se colocaram contra uma arriscada fonte de energia como a nuclear, se multiplicaram. Hoje, em torno de variadas causas, eles somam 65 mil doadores, quase 3 mil voluntários e mais de 5 milhões de cyberativistas, que nos seguem nas redes sociais. A participação de cada uma dessas pessoas tornou o Greenpeace uma das maiores e mais respeitadas entidades ambientalistas do Brasil.

    Mais importante ainda é o apoio individual, expresso em doação de dinheiro, tempo e inteligência, que garante a principal característica do Greenpeace: sua total independência de interesses políticos ou corporativos. Vale reforçar que não ganhamos nem um tostão de empresas ou governos.

    São 25 anos confrontando desmatadores ilegais da Amazônia, as poderosas indústrias do petróleo e de energia nuclear, produtores de transgênicos, além de projetos de infraestrutura babilônicos que ameaçam o meio ambiente e as comunidades tradicionais.

    Já viu o vídeo que celebra nosso aniversário de 25 anos? Veja aqui e compartilhe com seus amigos e parentes.

    Junte-se a nós

    Em 2001, depois de uma intensa campanha do Greenpeace, o povo indígena Deni conseguiu ter seu território demarcado, protegendo sua comunidade e a floresta da qual dependem para viver. (©Daniel Beltra/ Greenpeace)

    Os recursos doados ao Greenpeace permitem que a organização realize pesquisas e estimule soluções para nosso planeta. Nós apoiamos e estudamos o potencial das energias renováveis, como a solar e eólica e as fontes renováveis para o transporte público e privado. Nós trabalhamos arduamente pela Moratória da Soja, para frear o desmatamento da Amazônia. Fazemos parcerias com comunidades indígenas para proteger a floresta contra o desmatamento ilegal. E, esse ano, mostramos ao mundo pela primeira vez um recife de corais que estava escondido nas águas turvas do mar, onde o Rio Amazonas encontra o mar – e que já está ameaçado pela exploração de petróleo. Esses exemplos são só alguns entre tantas outras lutas e vitórias.

    Junte-se a nós

    Em novembro de 2016, um protesto realizado por lideranças do povo Munduruku em frente ao Palácio da Justiça, em Brasília, cobrou a demarcação da Terra Indígena Sawré Muybu, no rio Tapajós, no Pará. A atividade contou com o apoio do Greenpeace. (Foto: ©Otávio Almeida/Greenpeace)

    Os desafios continuam

    Dois meses depois da ação que estreou o trabalho do Greenpeace no Brasil, recebemos pela primeira vez o Rainbow Warrior (Guerreiro do Arco-íris), navio-símbolo da organização. O veleiro estava aqui para apoiar o trabalho da organização durante a Eco-92 (ou Rio-92) – a primeira grande conferência da ONU sobre meio ambiente, que aconteceu no Rio de Janeiro.

    Quem esteve presente naqueles dias guarda na memória o clima festivo e, ao mesmo tempo, de luta trazido por milhares de representantes da sociedade civil global reunidos no Rio de Janeiro.

    Um momento particularmente emocionante foi quando o Dalai Lama chegou para visitar o Rainbow Warrior. De repente, fez-se um silêncio respeitoso, enquanto o líder religioso cumprimentava a conversava com cada pessoa presente.

    Em março de 2017, mais de 500 pessoas se reuniram na praia de Copacabana e formaram uma imagem de 100 metros de comprimento. A ação fez parte da campanha Defenda os Corais da Amazônia. (Foto: © Rafael Rolim/Spectral Q/ Greenpeace)

    Infelizmente, ao longo destes anos, nem sempre a recepção ao Greenpeace foi tão amistosa. Houve momentos de tensão, especialmente em ações na Amazônia, onde lutamos pela proteção da floresta, agindo contra o desmatamento ilegal, contra projetos de infraestrutura e o avanço da fronteira agrícola. Apesar disso, a organização segue firme com suas ações não-violentas em favor do meio ambiente.

    Hoje, novos desafios se apresentam. O sistema de proteção ambiental brasileiro está sob risco, com diversas medidas de enfraquecimento propostas principalmente pela bancada ruralista no Congresso. Projetos de exploração petrolífera fazem o Brasil caminhar na direção contrária da luta global contra as mudanças climáticas.

    Por isso, os próximos anos serão de luta ainda mais intensa em favor do meio ambiente e da vida. E o apoio de cada pessoa continua sendo tão fundamental como tem sido ao longo desses 25 anos.

    #JuntosSomosGreenpeace!

    Junte-se a nós

    Comemore conosco

    Como parte da celebração deste aniversário, o Rainbow Warrior III está chegando ao Rio de Janeiro. Por alguns dias, nosso navio estará no Píer Mauá, aberto para visitação do público. Quem passar por lá conhecerá nosso navio-símbolo e mais detalhes desses 25 anos de luta. Participe!

    *Renato Guimarães é diretor de Engajamento do Greenpeace Brasil Leia mais >

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