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Notas sobre o meio ambiente em tempo real.

  • Filme mostra os impactos das hidrelétricas na Amazônia

    Postado por llila - 5 - out - 2016 às 14:40

    As hidrelétricas construídas na Amazônia causam grandes impactos negativos para as comunidades e para a biodiversidade da floresta. O documentário “Belo Monte – Depois da inundação”, de Todd Southgate, percorre a cidade de Altamira e o rio Xingu para registrar o que está acontecendo na vida das pessoas depois do enchimento do reservatório da barragem de Belo Monte, no início de 2016.

    O filme mostra a promessa de um desenvolvimento que nunca chegou à região e que, pelo contrário, trouxe problemas como a falta de peixe, a mudança do comportamento do rio, remoções forçadas e caos urbano. Apesar de tudo isso, o governo tem planos de continuar construindo hidrelétricas na Amazônia e o próximo alvo é o rio Tapajós, onde o diretor também esteve para retratar a luta do povo Munduruku contra as barragens.

    No dia 8 de outubro, a partir das 17h, ocorre a pré-estreia do filme, narrado pelo ator Marcos Palmeira, com a presença do diretor e duas lideranças indígenas: Edovaldo Datie Munduruku, do rio Tapajós e Jailson Juruna, do rio Xingu.

    Setembro Verde - Matilha Cultural

    O evento é parte do encerramento do Setembro Verde, um projeto multimídia colaborativo com foco em temas políticos e socioambientais que ocorre anualmente na Matilha Cultural (Rua Rêgo Freitas, 542, centro de São Paulo). A edição deste ano, realizada em parceria com o Greenpeace, traz a Amazônia para o centro do debate, com foco no rio Tapajós e os impactos nocivos da construção de hidrelétricas na região.

    Participe! Inscrições neste link.

    Evento no Facebook

     

  • Caça científica de baleias é balela

    Postado por rgerhard - 5 - out - 2016 às 11:07

    Nenhum estudo justifica a morte desses animais. Conheça algumas das pesquisas não-letais feitas com baleias em nossa costa

    Uma jubarte com seu filhote © Ralf Kiefner / Greenpeace

     

    Apesar de a caça comercial das baleias ser proibida desde 1986, alguns países que ainda são flagrados capturando esses animais justificam se tratar de “caça científica”, ou seja, para fins de pesquisa. Mas, afinal, nos dias de hoje, ainda há algum tipo de estudo que exija sua captura e morte? Pesquisadores que se dedicam a conhecer seriamente as baleias afirmam, categoricamente, que NÃO.

    Há anos, diversas universidades e institutos brasileiros vêm desenvolvendo pesquisas não-letais (que não levam os animais à morte) com as diferentes espécies que frequentam a nossa costa, como a jubarte, a franca, a de bryde, a azul, entre outras. Com o uso da tecnologia, os pesquisadores conseguem coletar amostras e registrar dados dessas gigantes marinhas em seu ambiente natural sem agredi-las. Conheça algumas dessas técnicas e seus objetivos.

    Censo aéreo

    Monitorar a espécie para determinar quantas são e onde elas estão é um dos primeiros passos para se conhecer as baleias. Isso costuma ser feito, periodicamente, por censo aéreo, ou seja, sobrevoando vastas regiões da costa e, lá de cima, contar os animais que são avistados. Para áreas menores, mais localizadas, o uso de drones passou a ser usado também.

    A partir do censo, foi possível constatar que a população das jubartes, uma das nossas visitantes mais frequentes, está aos poucos se recuperando. Ela migra das regiões polares para as águas quentinhas da Bahia quando é hora de namorar e se distribui pela plataforma continental em uma faixa de mais de 100 km da costa e até 500 metros de profundidade. “Em 2015, foram registrados 17 mil animais na costa brasileira – quase 90% estão no banco de Abrolhos, no sul da Bahia, local de reprodução e alimentação”, conta a coordenadora nacional do Projeto Baleia Jubarte, Márcia Engel.

    As marcas na cauda de uma jubarte são únicas em cada indivíduo Foto: Bemfica Expedições

    Fotoidentificação

    As marcas nas nadadeiras das baleias de bride e as calosidades na pele das baleias franca são características únicas, como nossas impressões digitais. Assim, os pesquisadores possuem álbuns de fotos que funcionam como um banco de RGs para as espécies. As baleias já “fichadas” podem ser facilmente identificadas, o que é útil para determinar suas rotas de navegação e migração. No caso das jubartes, que estão presentes em todos os oceanos, foi possível reconhecer um indivíduo em Madagascar que já havia passado pela costa da Bahia – isso que é gostar de viajar.

    Coleta de material para biópsia em uma baleia-de-bryde Foto: MAQUA-UERJ

    Um “beliscão”

    Mesmo a biopsia, a técnica mais invasiva, pode ser feita de forma remota. Bem diferente de um arpão, é usado apenas uma flecha, com um flutuador e um coletor de 2 cm na ponta. “Ao ser disparada, ela dá um beliscão na baleia, coletando um pedacinho da pele e da gordura, que são usadas para análises genéticas, hormonais e toxicológicas, sem precisar capturá-la”, conta José Lailson, um dos coordenadores do Laboratório de Mamíferos Aquáticos e Bioindicadores (MAQUA), do Departamento de Oceanografia da UERJ. Segundo ele, a análise da carcaça dos animais pode revelar muitas informações, mas isso é feito apenas com os animais que encalham ou chegam mortos à costa, sem a necessidade de caçá-los.

    Como as baleias se alimentam em áreas muito baixas, quase polares, elas funcionam como bioindicadores da qualidade ambiental daquela região. Ou seja, dá para saber qual o nível de poluentes que estão alcançando os locais mais remotos sem ter ido para lá, apenas medindo a concentração de contaminantes no tecido da baleia.

    Entendendo o baleiês

    Pesquisadores instalam gravadores aquáticos na Ilha de Trindade Foto: MAQUA-UERJ

    As baleias emitem sons de baixa frequência que percorrem centenas de quilômetros no oceano para localizar grupos ou encontrar a parceira ideal. Mas apesar dessa amplitude, ninguém nunca ficou surdo ao mergulhar perto de uma baleia. “Pelo registro acústico conseguimos descobrir quais espécies estão presentes em uma região, pois cada uma tem o seu som específico”, diz o pesquisador Alexandre de Freitas Azevedo, do Maqua. Em parceria com o EcoMega/FURG e apoio da Marinha do Brasil e do CNPq, os pesquisadores instalaram gravadores aquáticos autônomos para registrar os sons das baleias na Ilha de Trindade.

    Cruzeiros de pesquisa

    Quando é preciso observar comportamentos e fazer estudos mais aprofundados sobre a saúde das baleias, os pesquisadores embarcam em expedições científicas para acompanhá-las de pertinho. Em setembro, um grupo de pesquisadores realizou a I Expedição Científica Bioacústica à Vela, ao navegar 750 milhas náuticas em um veleiro de 30 pés para realizar o mapeamento acústico de 23 grupos de baleias jubarte no Parque Marinho de Abrolhos. Foram registrados o canto dos machos em 43 pontos de gravação.

    Pesquisadores no veleiro Lucky Lady observam as jubartes no Parque Nacional de Abrolhos Foto: Bemfica Expedições

     

    Um refúgio marinho

    Para garantir que apenas a pesquisa não-letal continue sendo feita em nosso oceano, os pesquisadores, como diplomatas, ambientalistas e governos, estão pressionando os países-membros da Comissão Internacional da Baleia a votar pela criação de um santuário no Atlântico Sul, neste final de outubro, que poderá proteger 51 espécies de baleias e golfinhos que habitam essas águas.

    “O santuário será uma oportunidade de cooperação entre os países para uma série de pesquisas, assim como o desenvolvimento de atividades econômicas sustentáveis, como o turismo de observação de baleias, que pode ser uma importante fonte de renda para comunidades em desenvolvimento”, avalia a Márcia Engel, do Projeto Baleia Jubarte. 

    Você também pode participar deste movimento. 

      Assine a petição  

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  • Seminário abordará como levar a energia solar para todo o Brasil

    Postado por therrero - 30 - ago - 2016 às 15:26

    Em São Paulo, evento do Greenpeace e da NESsT Brasil reune empresários, especialistas e estudantes interessados em democratizar a energia solar

    Foto: Otávio Almeida/Greenpeace Leia mais >

    Se você acredita que todos os brasileiros poderiam ter garantia de energia elétrica em suas casas, se você acha que pagamos caro demais em nossas contas de luz e se você pensa que deveríamos aproveitar mais o sol enquanto fonte de energia... então você defende a democratização da energia solar no Brasil!

    Aproveite para participar do Seminário Modelos de Negócios Para a Energia Solar no Brasil, dia 5 de setembro, em São Paulo (SP). O evento reunirá empresários, investidores e especialistas do setor de energia e de negócios que são exemplos inspiradores para mostrar possíveis caminhos na área.

    Também estarão presentes os participantes finalistas do Desafio Solar. Eles estão desenvolvendo modelos de negócios para aumentar a inserção da energia solar fotovoltaica no país.

    Nesta etapa do Desafio Solar, abrimos as portas para que os estudantes, especialistas e interessados da sociedade em geral se encontrem para um momento de rica troca de experiências, ideias e iniciativas. Não fique fora dessa oportunidade! Faça sua inscrição no site.

    O Desafio Solar é um concurso organizado pelo Greenpeace Brasil e pela NESsT Brasil, uma incubadora de negócios sociais. Estamos em busca das melhores ideias para levar a energia solar a muito e muitos brasileiros. Para mais informações, leia abaixo.

  • Agosto de 2050: uma viagem ao Brasil do futuro

    Postado por Thaís Herrero - 23 - ago - 2016 às 19:00

    Como será a vida de um brasileiro daqui a 34 anos caso o país transforme sua forma de produzir e consumir energia? Ou seja, caso faça a [R]evolução Energética proposta pelo Greenpeace Brasil.

    É 24 de agosto de 2050 e o brasileiro Renan Válveis acorda para mais um dia que parece comum. Ao abrir as cortinas do quarto, fica feliz ao ver o dia ensolarado. Liga o chuveiro e a água sai quentinha graças ao sistema de aquecimento solar térmico que está no telhado de sua casa.

    No caminho para o trabalho, encontra sua vizinha exibindo a nova aquisição: um modelo popular de carro movido a eletricidade. Elen Étrica é uma mulher conectada às novidades e, claro, não ficaria de fora da popularização desse tipo de veículo. No Brasil de Renan e Elen, a gasolina e o diesel estão no passado. A eletricidade corresponde ao “combustível” de 25% do setor de transportes.

    “Meu pai mal pôde acreditar quando andou pela primeira vez no meu carro. Quando ele era jovem, era um objeto para poucos porque eram caros de mais e faziam suas contas de luz ficarem altíssimas", conta Elen. 

    Como ela instalou placas solares fotovoltaicas em seu telhado, boa parte da eletricidade que consome vem da luz do sol, e suas contas de luz estão vindo baixas, mesmo com o carro elétrico. 

    Ela não é a única brasileira que gera sua própria energia em casa. Agora cerca de 14% da eletricidade consumida no Brasil vêm de sistemas fotovoltaicos que geram energia solar – uma fonte limpa e renovável de energia. Desde os idos de 2015, quando essa fonte representava 0,01% da nossa matriz elétrica, foi um crescimento considerável. E só possível porque o governo passou a facilitar a compra de sistemas fotovoltaicos diminuindo alguns tributos. Como custam 20% menos do que em 2015, Elen pôde adquirir um.

    Ao se despedirem, Renan pensa que a novidade dela é até legal, mas prefere manter a rotina de pedalar para o trabalho. Quando chove, vai de ônibus, afinal, a qualidade do transporte público é muito melhor hoje do que nas décadas passadas. Há tempos os governantes passaram a investir nessa área e muitos brasileiros deixaram de usar carros particulares. Por isso, o trânsito da cidade está muito mais fluido e a qualidade do ar melhorou consideravelmente.

    Há três anos Renan trabalha na empresa Ventania, na qual é engenheiro projetista de turbinas eólicas – uma profissão impensável para seus avós. E os negócios vão cada dia melhor. A energia dos ventos é hoje a segunda principal fonte de eletricidade, responsável por um quarto da geração no Brasil. E Renan se sente orgulhoso, afinal, o Nordeste, região onde nasceu e vive, concentra 83% da capacidade instalada de geração eólica do país.

    Já no escritório, Renan abre seu site favorito e uma notícia chama atenção: “O Brasil alcança 47% de eficiência energética”. Segundo a reportagem, o cálculo compara o cenário do país em que vivemos em 2050, e o cenário caso os governantes, desde 2016, não tivessem apostado na eficiência energética.

    O texto explica que o Brasil aprendeu a evitar o desperdício entre a energia produzida e a consumida. E reduziu o consumo em muitos setores. As indústrias, por exemplo, não perdem mais energia em processos de aquecimento e aproveitam mais a fonte solar térmica. A população só encontra nas lojas eletrodomésticos com nível A de eficiência.

    O novo modelo de transportes de cargas, hoje baseado em ferrovias, também foi responsável por boa parte desse sucesso de eficiência. Nos últimos 30 anos, o Brasil protagonizou uma intensa migração do modelo rodoviário (que era caro, poluente e ineficiente) para um modelo baseado em ferrovias e eficiência logística, com o melhor aproveitamento das viagens.

    Uma lembrança vem à mente de Renan. Quando era criança, da janela do seu quarto ele observava o intenso fluxo de caminhões nas avenidas e nunca entendeu direito porque não via trens passando pela ferrovia ao lado das estradas. Agora adulto, esse cenário é justamente o oposto.

    No fim do dia, chega no celular de Renan a mensagem do amigo Fábio Massa: “Quer ir comigo ao Museu da [R]evolução Energética? Chego às 18h e vou de metrô.” Renan aceita o convite, afinal, ainda não conhecia aquele museu. Inaugurado há oito meses, foi construído para comemorar o primeiro ano em que o Brasil alcançou 100% de sua matriz energética limpa e renovável.

    O museu traz a história da ascensão e declínio dos combustíveis fósseis na geração de energia no Brasil. O petróleo foi fundamental para o início da nossa industrialização no começo do século XX, mas se mostrou uma fonte problemática demais diante da liberação de gases poluentes e do perigo de agravar as mudanças climáticas.

    A exposição sobre as usinas nucleares é a que Fábio acha mais comovente. O governo brasileiro desativou todas as suas usinas em 2049, mas ele ressalta com Renan que foi uma demora longa demais. “Como uma fonte com risco de contaminação e acidentes, que matou milhares de vidas em muitos países, demorou tanto tempo para ser vista como um absurdo pelos governos?”, questiona.

    Renan não assume, mas se emociona muito ao ver imagens do acidente na usina de Fukushima, no Japão, em 2011. Água radioativa foi despejada no mar por anos e anos após o desastre, que obrigou 145 mil pessoas a se deslocar. 

    Apesar de Renan Válveis e Fábio Massa conhecerem um cenário que foi por anos equivocado e de excessiva emissão de gases de efeito estufa por fontes fósseis, o passeio ao museu termina em um tom otimista. Afinal, aquele Brasil está no passado. 

    Os amigos saíram de lá especialmente felizes depois de conhecerem a história do povo indígena Munduruku, que vive na região do Rio Tapajós, no Pará. Durante o século XXI, esses índios foram ameaçados pelo planejamento de várias hidrelétricas que alagariam parte de suas terras e os obrigariam a abandoná-las. Isso faria com que eles perdessem séculos de cultura e tradição. Em 2016, o projeto da usina de São Luiz do Tapajós – que inundaria 376 quilômetros quadrados de florestas, incluindo parte de uma Terra Indígena – teve seu processo de licenciamento ambiental cancelado.

    São Luiz do Tapajós foi o primeiro projeto de centenas que não foram mais permitidos na Amazônia. Isso garantiu que os Munduruku e muitos outros povos tradicionais, indígenas, ribeirinhos e tantos outros pudessem manter seus modos de vida em harmonia com a floresta amazônica – que também se viu protegida de grandes devastações.

    Esse Brasil de 2050 era um sonho em 2016. Um sonho, mas que se mostrava possível graças a um estudo do Greenpeace Brasil. Nele, todo o caminho para chegarmos a uma matriz com 100% de energias limpas e renováveis foi apresentado. E os governos dos anos seguintes apostaram na Revolução Energética e nos benefícios ao país (e ao mundo) que ela traria.

    Ainda não temos certeza se a história de brasileiros como Renan Valvéis será realmente assim em 2050. Mas você pode ajudar a construir esse Brasil do futuro. Conheça o [R]evolução Energética e faça parte desse movimento por Renováveis Já! Leia mais >

  • Peça por Escolas Solares nas Eleições 2016!

    Postado por Heloísa Mota - 19 - ago - 2016 às 16:15

    Nestas eleições, queremos que os candidatos apóiem o projeto Escolas Solares. Mais de 50% das escolas do país são municipais. Isso significa que está na mão das Prefeituras solarizar mais da metade de todas as escolas brasileiras.

    Os benefícios vão muito além da economia de energia. Com a redução da conta de luz das escolas, é possível investir na própria instituição, melhorando a qualidade da educação, ou redirecionar a verba para outras áreas da cidade. Estas são ações perfeitamente possíveis e que podem ser implementadas no próximo ciclo de governo, por meio da adoção de um programa de solarização de escolas.

     

    Como posso cobrar meu candidato?

     

    1- Nas redes, use a nossa Lista Solar de Material Escolar e faça uma foto criativa usando as palavras: Escolas Solares! Publique sua foto no seu Facebook, Instagram e Twitter  com a hashtag  #Eleições2016

    2- Escolha seu candidato com cuidado e atenção: entre no site de todos, leia as propostas e pesquise seu histórico. Todo candidato disponibiliza um canal de comunicação para falar com os eleitores – normalmente um email ou um telefone. Então escreva para o seu candidato, ligue e faça-o ouvir o que você, cidadão, tem a dizer. O Greenpeace também vai trabalhar para pressionar e engajar os futuros prefeitos e prefeitas em compromissos ambientalmente responsáveis.

    3- É importante que seu candidato inclua o compromisso no plano de governo, com metas e próximos passos. Portanto, continue monitorando!

      Leia mais >

  • Peça por Escolas Solares nas Eleições 2016!

    Postado por Heloísa Mota - 19 - ago - 2016 às 14:40

    Nestas eleições, queremos que os candidatos apoiem o projeto Escolas Solares. Mais de 50% das escolas do país são municipais. Isso significa que está na mão das Prefeituras solarizar mais da metade de todas as escolas brasileiras.

    Os benefícios vão muito além da economia de energia. Com a redução da conta de luz das escolas, é possível investir na própria instituição, melhorando a qualidade da educação, ou redirecionar a verba para outras áreas da cidade. Estas são ações perfeitamente possíveis e que podem ser implementadas no próximo ciclo de governo, por meio da adoção de um programa de solarização de escolas.

     

    Como posso cobrar meu candidato?

     

    1- Nas redes, use a nossa Lista Solar de Materiais Escolares e faça uma foto criativa usando as palavras: Escolas Solares! Publique sua foto no seu Facebook, Instagram e Twitter pedindo com a hashtag  #Eleições2016

    2- Escolha seu candidato com cuidado e atenção: entre no site de todos, leia as propostas e pesquise seu histórico. Todo candidato disponibiliza um canal de comunicação para falar com os eleitores – normalmente um email ou um telefone. Então escreva para o seu candidato, ligue e faça-o ouvir o que você, cidadão, tem a dizer. O Greenpeace também vai trabalhar para pressionar e engajar os futuros prefeitos e prefeitas em compromissos ambientalmente responsáveis.

    3- É importante que seu candidato inclua o compromisso no plano de governo, com metas e próximos passos. Portanto, continue monitorando!

     

    Juntos, podemos mudar a política. Lembre-se, a cidade também é sua!

      Leia mais >

  • Junte-se a nós!

    Postado por Yuri Leone - 2 - ago - 2016 às 18:00

     

    terça-feira, 2 de agosto de 2016

    (©Julia Marubayashi/Greenpeace)

     
    O Coração da Amazônia pode sumir se não fizermos nada para mudar. É isso mesmo que você leu. O governo quer construir 42 usinas hidrelétricas na bacia do Rio Tapajós. Isso inundará uma área do tamanho da cidade de Belo Horizonte, fazendo com que toda a vida abundante naquela região seja destruída. Imagine quantos animais e plantas sumirão do mapa.

    Para que isso não aconteça, estamos lutando muito, mas precisamos de sua ajuda.

    terça-feira, 2 de agosto de 2016

    (©Julia Marubayashi/Greenpeace)

     

    Sabemos que pode ser difícil manter uma contribuição todo mês, mas uma única doação para esta campanha faz diferença neste esforço para proteger este santuário.

    Precisamos muito da sua participação para que o projeto das hidrelétricas na Amazônia seja cancelado!

    Ao doar 75 reais, você ganha a camiseta que representa toda esta luta para salvar o coração da Amazônia e passa a fazer parte desta campanha.

      Vista essa camisa você também
    As cores da camiseta são roxo e rosa. O rosa escolhido é vibrante, simboliza o senso de urgência e é a cor símbolo do boto que vive nas águas do Tapajós. O roxo foi escolhido por simbolizar o açaí. Esses duas cores contrastam de forma harmônica e por isso foram escolhidas para a campanha!

    O coração estampado, inspirado em uma folha da floresta e na arte do povo Munduruku, retrata a bacia do rio Tapajós, um dos mais importantes rios da região, responsável por pela abundância de vida. As linhas representam os rios, que funcionam como veias da Amazônia.

    Vista esta camisa você também! Faça parte da construção de um futuro verde e pacífico!

      Leia mais >

     

  • Cardápio de ativismo - Salve o Tapajós!

    Postado por Bernardo Camara - 19 - jul - 2016 às 8:00

    Instalação de placas nos limites da Terra Indígena Sawré Muybu, Rio Tapajós, Pará, Amazônia. Foto: Anderson Barbosa/Greenpeace

     

    Você vê a Amazônia sendo destruída e fica roendo as unhas querendo fazer alguma coisa? Não faz ideia de por onde começar? Calma! Senta, que a gente tem uma lista de coisas que você pode fazer agorinha, daí mesmo da sua cadeira.

    A hidrelétrica de São Luiz do Tapajós, prevista para ser instalada no coração da Amazônia, tem o potencial de desmatar quase 2 mil km2 de floresta. E, além disso, inundar uma parte do território do povo indígena Munduruku, atropelando a cultura e o modo de vida deste povo.

    Mais de 1 milhão de pessoas no mundo todo já disseram estar contra a hidrelétrica. A Siemens, porém, uma das principais fornecedoras de equipamentos para hidrelétricas do mundo, ainda não se posicionou contra a obra. Em vários países, milhares de ativistas têm enviado mensagens à empresa pedindo que ela se comprometa publicamente a se afastar do projeto. É hora de aumentar esta pressão. 

    Abaixo, um cardápio do que você pode fazer:

    1- Mandar um papo-reto para o CEO da Siemens, neste link. 

     

    2- Encher o Facebook da empresa de mensagens
    Abaixo, algumas sugestões. Ou você pode escrever seu próprio post.

    @SIEMENS, Já somos mais de 1 milhão dizendo NÃO à construção de grandes hidrelétricas na Amazônia. Você tabém diz NÃO?

     @SIEMENS: Tecnologia verde é uma coisa, destruição da Amazônia é outra. Diga não à hidrelétrica de São Luiz do Tapajós!

     

    3- Inundar o Twitter da empresa de recados
    Aqui tem uns tweets prontinhos de sugestão, basta você clicar. Ou escrever com suas próprias palavras.

    • Ei, @Siemens_Brasil, não ajude a destruir o <3 da Amazônia! https://br.heartoftheamazon.org/target-message/ #SalveOTapajós

    http://bit.ly/29DOHH7

    • Respeite os direitos indígenas, @Siemens_Brasil! Não se envolva c/ a construção de  hidrelétricas na Amazônia! https://br.heartoftheamazon.org/target-message/ #SalveOTapajós

    http://bit.ly/29Ibtx6

    • @Siemens_Brasil não faça parte da destruição do <3 da Amazônia! #SalveOTapajós! https://br.heartoftheamazon.org/target-message/

    http://bit.ly/29WKjZ1

    • @Siemens_Brasil, faça a coisa certa: não ajude a construir hidrelétricas no Tapajós! https://br.heartoftheamazon.org/target-message #SalveOTapajós

    http://bit.ly/29Kbjsg Leia mais >

  • Mais um passo para o Acordo de Paris

    Postado por therrero - 13 - jul - 2016 às 14:46 1 comentário

    No fim de 2015, milhares de brasileiros foram às ruas exigir metas ambiciosas contra as mudanças climáticas. Foto: Zé Gabriel / Greenpeace

    Já eram mais de 22h quando uma boa notícia saiu da Câmara dos Deputados, nesta terça-feira (12/07): por unanimidade, os parlamentares aprovaram em plenário o projeto de decreto legislativo no qual o Brasil adere ao Acordo de Paris. Agora, faltam poucos passos para que o país ratifique o documento que regulamenta uma série de medidas de combate às mudanças climáticas. A proposição ainda precisa ser aprovada por comissões no Senado e, em seguida, receber a sanção presidencial para ser depositado formalmente na Convenção do Clima das Nações Unidas.

    Para que entre em vigor internacionalmente, o Acordo de Paris precisa ter pelo menos 55 ratificações, de países que somem 55% das emissões de gases de efeito estufa do mundo. Até agora, 19 países já o ratificaram, mas eles somam apenas 0,18% das emissões globais.

    Fruto da Conferência do Clima que aconteceu em dezembro do ano passado na França, o documento traz alguns pontos importantes para a luta contra as mudanças no clima. Ele estabelece como meta, por exemplo, não ultrapassarmos um aquecimento superior a 1,5 graus Celsius, além de propor que entre 2050 e 2100 sejam neutralizadas as emissões dos gases que provocam o efeito estufa.

    “O Acordo de Paris é um passo fundamental para superarmos o desafio das mudanças climáticas. O Brasil ainda ostenta o título de sexto maior emissor do planeta. É ótimo ver a ratificação do acordo avançando. Suas promessas precisam se tornar realidade logo, com outros passos importantes sendo a aprovação do projeto de lei pelo Desmatamento Zero e fortes incentivos à energia solar”, diz Pedro Telles, da Campanha de Clima e Energia do Greenpeace Brasil.  Leia mais >

  • Alimentando a luta por um Tapajós Livre

    Postado por Bruno Leão* - 23 - jun - 2016 às 10:06

    Me chamo Bruno Leão, tenho 23 anos e sou voluntário do Greenpeace no grupo de Florianópolis. Nasci em Manaus, onde comecei meu voluntariado, em 2010. Mas desde 2013 vivo na capital catarinense, onde ajudei a fundar o grupo de voluntários da cidade. 

    Estou na aldeia Sawré Muybu para ajudar o time da cozinha durante as atividades realizadas pelos Munduruku e ativistas pela proteção do coração da Amazônia. Para nós, o dia começa bem cedo (por volta das 5h). Somos os primeiros a levantar e geralmente os últimos a ir dormir, pois nosso papel é garantir que todos os ativistas e Munduruku estejam bem alimentados, já que o trabalho é sempre muito pesado para todos. 

    Cozinha instalada na aldeia Sawré Muybu, do povo Munduruku, para dar apoio a ativistas e indígenas durante atividades de proteção ao território e contra as hidrelétricas (©Greenpeace)

     

    Na cozinha não paramos nem um segundo, há sempre panelas para lavar, verduras para picar, pois a comida é feita em grandes quantidades. Somos responsáveis pela alimentação de mais de 50 pessoas! Mesmo assim, é muito legal ver o time da cozinha trabalhando unido, sempre muito animado, fazendo piada desde que acorda até a hora do jantar.

    É também na cozinha que temos contato com todos que estão aqui. Logística, jornalistas, caciques…todos passam por lá e temos a chance de conhecer, conversar, e ver a especificidades do trabalho de cada um, os seus costumes e culturas diferentes.

    Aqui na comunidade existem muitas crianças. Muitas mesmo! E elas estão sempre circulando em volta da cozinha, brincando, conversando e pedindo coisas. Nós as ensinamos a lavar os próprios pratos e tem sido muito engraçado. Até as que não alcançam a altura da pia se organizam para lavar seus pratos, mesmo que para isso alguém tenha que carregá-las.

    Conhecer voluntários de outros países também é algo muito legal.  Ver que mesmo estando em países muito distantes, com culturas muito diferentes umas das outras, somos muito parecidos. Que a paixão que nos move é a mesma: lutar por um mundo melhor para todos. 

    Foi pensando nisso que, junto com a campaigner de Floresta da Itália, a Martina, tivemos a ideia de reunir todos os voluntários para compartilhar nossas experiências, contar um pouco sobre nossos grupos e as ações que realizamos em nossas cidades e enviar uma mensagem para os voluntários que não puderam estar aqui para inspirá-los. Acredito que isso será incrível para os voluntários e estou muito orgulhoso de fazer parte disso.

    No fim, vir para o Tapajós está sendo uma escola.  Nem tudo é fácil, claro. Mas saber o porquê de estarmos aqui e ver que estamos todos lutando por um mesmo objetivo, faz qualquer dificuldade parecer pequena demais e qualquer esforço válido. Tudo o que posso hoje é me sentir agradecido, pois faço parte de uma luta legítima. É pelo futuro de todos que estamos aqui e todo o esforço faz diferença. 

    Junte-se a nós e assine a petiçãohttp://br.heartofamazon.org 

    *Bruno Leão é voluntário do Greenpeace Leia mais >

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