Ativistas do Greenpeace pedem para o Facebook que abandone o uso de energias sujas em seus datacenters (©Peter Soerensen/Greenpeace)

 

O Facebook tomou uma importante decisão sobre sua matriz energética e definiu que até 2015 um quarto do fornecimento de energia de seus centros de dados será proveniente de fontes limpas e renováveis.

A empresa também publicou o balanço de sua pegada de carbono durante o ano de 2011, dando um exemplo de transparência para as outras companhias de Tecnologia da Informação. Muitas companhias, como a Amazon, não publicam as informações sobre quantidade de energia utilizada e as origens da mesma.

Gary Cook, analista sênior de Políticas do Greenpeace Internacional, diz que “infelizmente, a transparência apresentada pelo Facebook ainda é rara entre as empresas que estão construindo o mundo online. A publicação de informações sobre as matrizes energéticas das empresas é fundamental para que o Greenpeace possa planejar suas demandas”.

No final de 2011, o Facebook já havia anunciado um programa para promover a geração e o uso de energias limpas, resultado de uma campanha de dois anos na qual o Greenpeace contou com o apoio de 700 mil internautas para pressionar o Facebook a limpar seus datacenters.