Em declaração, Diretoras Executivas do Greenpeace Internacional, Jennifer Morgan e Bunny McDiarmid, disseram:

"A prevenção de uma catástrofe climática acaba de ficar mais difícil, mas não impossível. O presidente eleito dos EUA, Donald Trump, pode ser a ameaça mais infame e poderosa no que diz respeito a assuntos climáticos, mas não desistiremos. Trabalharemos ainda mais e convidaremos cada vez mais pessoas para se juntarem a este poderoso movimento. O risco é muito alto para as gerações atuais e futuras e o tempo é curto.

Não permitiremos que a administração de Trump distraia o mundo ou roube-o do crescente impulso em direção à revolução por energia limpa e todos os benefícios que isso traz para o clima e para a saúde pública, emprego e segurança global.

A transformação da energia renovável não pode ser freada". China, Índia e outros países estão competindo para serem as superpotências globais de energia limpa, e os EUA, como Donald Trump aprenderá, não quer ser deixado para trás.

Pessoas em todo o mundo intensificarão seus trabalhos com os muitos campeões do clima nos EUA, como senadores, membros do congresso, governadores, prefeitos, CEOs, cidadãos e membros do Partido Republicano. O Greenpeace continuará a trabalhar com os milhões de pessoas em todo o mundo que acreditam que um planeta mais verde, seguro, pacífico e justo é possível."