O Arctic Sunrise chegou às geladas terras do Ártico nessa semana. Acompanhe abaixo algumas fotos:

Urso polar caminha na borda da “ponte de gelo” formada no canal de Robeson, entre a Groelândia e o Canadá.  Essa região, geralmente coberta por extensa camada de gelo, apresentou nos últimos anos uma drástica redução em seu tamanho, formando-se muito mais ao norte do que o usual.
Urso polar caminha na borda da “ponte de gelo” formada no canal de Robeson, entre a Groelândia e o Canadá. Essa região, geralmente coberta por extensa camada de gelo, apresentou nos últimos anos uma drástica redução em seu tamanho, formando-se muito mais ao norte do que o usual. © Nick Cobbing/ Greenpeace

O Arctic Sunrise se prepara para deixar a “ponte de gelo” no Cana de Robeson. Estima-se que esse ano, uma região maior que oito mil campos de futebol se desprenderá da geleira, por derretimento. © Nick Cobbing/ Greenpeace
O Arctic Sunrise se prepara para deixar a “ponte de gelo” no Cana de Robeson. Estima-se que esse ano, uma região maior que oito mil campos de futebol se desprenderá da geleira, por derretimento. © Nick Cobbing/ Greenpeace

O ano de 2009 poderá bater o recorde de derretimento de geleiras: segundo o Centro Nacional de Dados da Neve e do Gelo, centro de pesquisa ligado à Universidade de Colorado (EUA), 70% das camadas de gelo do Ártico já estão suscetíveis ao derretimento. © Nick Cobbing/ Greenpeace
O ano de 2009 poderá bater o recorde de derretimento de geleiras: segundo o Centro Nacional de Dados da Neve e do Gelo, centro de pesquisa ligado à Universidade de Colorado (EUA), 70% das camadas de gelo do Ártico já estão suscetíveis ao derretimento. © Nick Cobbing/ Greenpeace

Jason Box, glaciólogo,faz ajustes em suas câmeras para registrar as geleiras. As montanhas com 980m de altitude proporcionam uma posicionamento ideal para registrar a geleira e a união dessas imagens produzirá uma panorâmica. Um dos recursos fotográficos a ser utilizado será o time-lapse - fenômenos que ocorrem lentamente são captados e depois todas as imagens são unidas, formando um único vídeo. Pesquisadores esperam que esse tipo de filmagem garanta uma maior percepção do processo de derretimento das geleiras. © Nick Cobbing/ Greenpeace
Jason Box, glaciólogo,faz ajustes em suas câmeras para registrar as geleiras. As montanhas com 980m de altitude proporcionam uma posicionamento ideal para registrar a geleira e a união dessas imagens produzirá uma panorâmica. Um dos recursos fotográficos a ser utilizado será o time-lapse - fenômenos que ocorrem lentamente são captados e depois todas as imagens são unidas, formando um único vídeo. Pesquisadores esperam que esse tipo de filmagem garanta uma maior percepção do processo de derretimento das geleiras. © Nick Cobbing/ Greenpeace