Estima-se que a construção de gasodutos nos Estados Unidos dobrou na Pensilvânia, Estados Unidos, devido aos investimentos na exploração do gás de xisto (©Les Stone/Greenpeace)

Nesta quarta-feira, 13, o Greenpeace, o ISA, o Ibase, a Fase e o CTI promovem um debate sobre os impactos socioambientais da exploração do gás de xisto no Brasil.

A proposta do seminário é debater as questões ambientais envolvidas nesse tipo de exploração mineral e discutir sua viabilidade, além de colocar em discussão a necessidade dessa fonte de energia para o setor energético brasileiro, com enfoque nas bacias do Acre, Mato Grosso e no aquífero Guarani.

O gás de xisto é um hidrocarboneto "não convencional", ou seja, uma fonte de energia que, embora conhecida, permaneceu inexplorada durante décadas, por falta de tecnologias capazes de viabilizar sua extração em condições economicamente viáveis. A expansão da exploração de gás de xisto despontou principalmente nos Estados Unidos, um dos maiores explorados e o país com um dos preços mais competitivos e suscita debates e opiniões controversas.

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