No último domingo, 2 de maio, mais um vazamento foi registrado na mina de urânio da Indústrias Nucleares do Brasil (INB), em Caetité. O acidente foi causado pelo rompimento de uma tubulação durante a limpeza de uma das bacias. Segundo nota divulgada à imprensa local, “O incidente resultou no derramamento de parte desses precipitados contendo pequena concentração de urânio, sobre uma área controlada de terreno de argila compactada e brita,
de aproximadamente 70 m2.” A quantidade de urânio que vazou não foi informada.

A nota afirma que não houve danos ao meio ambiente - apesar de o trabalho de remoção dos precipitados ainda não ter sido finalizado. Informa também que seus trabalhadores usavam equipamentos de proteção adequados e não foram atingidos.

O relatório “Ciclo do Perigo”, lançado pelo Greenpeace em 2008 aponta que acidentes na mina são freqüentes. Foram verificados também problemas de segurança do trabalho para quem opera a mina: em agosto de 2008, um funcionário concursado da INB aceitou conversar com o Greenpeace, mas não quis ser identificado por receio de represálias. Ele é operador na produção de urânio e fez diversas acusações à empresa. Disse que o dosímetro utilizado para medir radiação ficou “quebrado por mais de seis meses e que as máscaras contra inalação de radionuclídeos estavam com filtros usados e com data de validade vencida”. Apenas um exemplo das condições de operação da mina.

A INB tentou esconder os acidentes por diversas vezes, o que no ano passado levou o IBAMA a aplicar uma multa de 1 milhão de reais na empresa. Desta vez, a INB informa que o IBAMA e a CNEN já foram notificados. Até agora, porém nenhum desses órgãos divulgou a extensão e gravidade do acidente.

Mais um acidente na mina de Caetité

No último domingo, 2 de maio, mais um vazamento foi registrado na mina de urânio da Indústrias Nucleares do Brasil (INB), em Caetité. O acidente foi causado pelo rompimento de uma tubulação durante a limpeza de uma das bacias. Segundo nota divulgada à imprensa local, “O incidente resultou no derramamento de parte desses precipitados contendo pequena concentração de urânio, sobre uma área controlada de terreno de argila compactada e brita,
de aproximadamente 70 m2.” A quantidade de urânio que vazou não foi informada.

A nota afirma que não houve danos ao meio ambiente - apesar de o trabalho de remoção dos precipitados ainda não ter sido finalizado. Informa também que seus trabalhadores usavam equipamentos de proteção adequados e não foram atingidos.
O relatório “Ciclo do Perigo”, lançado pelo Greenpeace em 2008 aponta que acidentes na mina são freqüentes. Foram verificados também problemas de segurança do trabalho para quem opera a mina: em agosto de 2008, um funcionário concursado da INB aceitou conversar com o Greenpeace, mas não quis ser identificado por receio de represálias. Ele é operador na produção de urânio e fez diversas acusações à empresa. Disse que o dosímetro utilizado para medir radiação ficou “quebrado por mais de seis meses e que as máscaras contra inalação de radionuclídeos estavam com filtros usados e com data de validade vencida”. Apenas um exemplo das condições de operação da mina.

A INB tentou esconder os acidentes por diversas vezes, o que no ano passado levou o IBAMA a aplicar uma multa de 1 milhão de reais na empresa. Desta vez, a INB informa que o IBAMA e a CNEN já foram notificados. Até agora, porém nenhum desses órgãos divulgou a extensão e gravidade do acidente.