Foto: Greenpeace
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Quem pensa que o trabalho a bordo de um navio é fácil, está enganado. Por trás das grandes experiências de se navegar a bordo de embarcações como o Arctic Sunrise, estão muitas responsabilidades e afazeres muitas vezes pesados e complexos. Um bom exemplo disso são os deck-hands – profissão oficialmente reconhecida no Brasil com o termo moço de convés ou, para a grande maioria das pessoas, marinheiro.

Trabalho como assistente do departamento de comunicação no escritório de São Paulo, mas hoje, perto do fim do meu trabalho na expedição “Salvar o Planeta. É agora ou agora.” tive a oportunidade de passar um dia executando funções desses profissionais. Resultado: muitas dores no corpo pelo esforço físico, mas uma incrível certeza de ter colaborado um pouco mais no trabalho dessa galera.

As tarefas de um deck-hand incluem todo o serviço de manutenção (pintura, consertos, etc), limpeza e auxílio em manobras com o navio. Não é um serviço fácil: exige grande preparo físico e determinação. Dá gosto ver como tudo isso garante o conforto e a segurança de quem está a bordo – tripulantes ou visitantes.