Pecuaristas se reúnem agora a tarde com a governadora Ana Júlia Carepa para tentar  contornar as recomendações do MPF e finalmente chegar a um acordo.

O papo furado paraense para não cuprir o que diz o MPF fica mais criativo a cada dia. Depois do pedido negado do governo do Pará para que o MPF suspendesse por 60 dias as recomendações, direcionadas a empresas e frigoríficos, para que parassem de comprar gado de fazendas com desmatamento ilegal, o que já é um absurdo, os pecuaristas paraenses se superam e sugerem  proclamar a  independência do Estado. No jornal O Liberal de hoje, o presidente da Federação da Agricultura do Pará (Faepa), Carlos Xavier, diz que vai pedir que o governo do Estado 'se junte ao movimento cabano para dizer ao Brasil que tem responsabilidade no uso das florestas'. 'Não queremos a interferência do Brasil no nosso Estado', disse Xavier. Os pecuaristas estão animados com a reunião da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Congresso Nacional que aocntece amanhã e espera contar com a participação de  mais de quatro mil pessoas de todas as regiões do Pará, para  debater a crise causada pela recomendação do MPF à carne do Estado.

O procurador Daniel Azeredo reafirma que o único jeito dos frigoríficos se adequarem às leis é cumprindo uma série de medidas, entre elas, garantir o controle de sua cadeia produtiva.