Paulo Adario, diretor da campanha Amazônia com nosso ativistas amarrados na corrente do navio Clipper. (©Greenpeace/Marizilda Cruppe)

Nesta quarta-feira, quando completaram-se 48 horas que ativistas do Greenpeace bloqueavam um navio próximo a São Luis (MA), o diretor da campanha Amazônia, Paulo Adario, vestiu capacete, macacão e também se prendeu à corrente da âncora.

Premiado, no fim do ano passado, como “Herói da Floresta”, Adario é mais um entre os ativistas que estão se revezando no bloqueio. O navio em questão seguiria para o Porto de Itaqui, em São Luis, onde seria carregado com 31 mil toneladas de ferro gusa – matéria-prima que é exportada para os EUA, onde vira aço usado na fabricação de veículos. 

A investigação que divulgamos nesta segunda-feira mostra que a produção de ferro gusa tem deixado para trás um rastro de desmatamento, uso de trabalho análogo ao escravo e ameaça a povos indígenas.

Assine a petição.