Dilma, igualmente, não foi feliz com números. A certa altura, soltou no ar a batida frase de que na Amazônia é inadmissível pensar em meio ambieente separado de pessoas e, ao invés de aproveitar a oportunidade para se explicar melhor, preferiu encerrar o raciocínio citando uma estatística que lhe parecia definitiva. Disse lá moravam 2o milhões de pessoas. Errado. Da audiência, aproveitando a deixa para se tornar inesquecível para a ministra, Rocha Loures veio em seu socorro. São 27 milhões, atalhou. Errado, de novo. São 25 milhões.