O cantor baiano Carlinhos Brown aproveitou a visita do Rainbow Warrior a Salvador e subiu a bordo para dar seu apoio ao Greenpeace. (©Greenpeace/Rodrigo Paiva)

 “Tem gente que não está nem aí pra Terra sustentável”, esse é um dos versos da nova música de Carlinhos Brown com Ivete Sangalo, “Mixturação”, feita para a Rio+20. Os cantores baianos decidiram lançar a música como uma forma de conscientizar a população sobre questões ambientais na véspera da Conferência que reunirá líderes mundiais. E de onde espera-se que saiam decisões sérias que protegerão o meio ambiente.

Decisões que não fiquem apenas no papel como é o caso de muitas outras que saíram de outras Cúpulas e Conferências. O Relatório Brundtland, de 1987, foi um dos primeiros documentos redigidos para estabelecer metas de proteção ao meio ambiente. Leva o nome da diplomata norueguesa Gro Harlem Brundtland, que chefiou a Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento.

O relatório da década de 80 aponta para a incompatibilidade entre os padrões de produção e consumo vigentes e o desenvolvimento sustentável, definido como “aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem às suas necessidades.” Essa também foi a mensagem levada à ECO-92 por uma adolescente, cobrando mudanças e atitudes dos governos para as gerações futuras.

Hoje, às vésperas da Rio+20, precisamos saber o que cobrar dos líderes mundiais e o que precisamos fazer para que a Conferência não seja apenas mais um blá-blá-blá político. O Greenpeace estará no Rio de Janeiro para garantir que o conceito de “Terra sustentável” seja aplicado.

 

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