Boletim Desmatamento Zero 2

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Publicação - 6 - dez - 2010
Na nova edição do boletim: gado em terra indígena, os desafios da nova presidente e os bons exemplos que começam a surgir no mundo corporativo.

O desmatamento, como já anunciou o governo, continua em queda. Mas os problemas na Amazônia, como mostra a realidade, não. Com quase 18% de sua vegetação original trocada, principalmente, por pasto, a maior floresta tropical brasileira continua sofrendo os impactos de uma produção que teima em ser feita de forma irresponsável.

É sobre isso que trata a segunda edição do Boletim Desmatamento Zero. Numa visita à Terra Indígena Marãiwatsede, no Mato Grosso, uma equipe do Greenpeace viu – e documentou – gado no lugar de indígenas e pasto no lugar de floresta. Tudo ilegal.

Na outra ponta dessa invasão, estão clientes de produtos pecuários no mundo todo, incluindo os supermercados brasileiros, que compram a carne vendida por essas fazendas, transformando seus consumidores em patrocinadores involuntários desses crimes.

Isso os governos parecem não enxergar. Durante a campanha eleitoral, a futura presidente Dilma Rousseff hesitou, mas após pressão da sociedade acabou se dizendo a favor do desmatamento zero. Mas enquanto colhia os louros da redução das derrubadas, não explicou como faria para alcançar essa promessa.

Enquanto tem gente que fala, tem também os que fazem. Algumas empresas já perceberam que seus negócios não iriam para frente se continuassem financiando indiretamente o desmatamento. Numa entrevista, o diretor de sustentabilidade da Ikea, maior fabricante de móveis do mundo, conta sobre sua experiência nesse caminho.

Para ler o boletim, basta clicar aqui. A versão em inglês pode ser lida aqui.

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