Greenpeace responde à acusação de vandalismo

Notícia - 23 - out - 2013
A respeito da nota do Comitê de Investigação russo, sobre a redução de acusação de pirataria para vandalismo, o Greenpeace Internacional responde:

Ativistas se algemaram nas areias da praia do Leblon, no Rio, para lembrar os 30 dias de prisão na Rússia dos ativistas do Greenpeace Internacional (©Greenpeace/Ivo Gonzalez)

Os 28 ativistas e dois jornalistas não são piratas, tampouco vândalos. Essa é uma acusação igualmente absurda, que pode lhes render até sete anos de cadeia. Isso é nada mais que um atentado ao direito de protesto pacífico. Aqueles corajosos ativistas foram ao Ártico armados unicamente com o desejo de levar luz à atividade imprudente de exploração de petróleo na região. Eles deveriam estar com suas famílias, não em uma prisão em Murmansk.

Vamos contestar veementemente as acusações de vandalismo, assim como fizemos com as acusações de pirataria. Ambas são acusações fantasiosas, sem qualquer relação com a realidade. Os ativistas protestaram pacificamente contra os planos da empresa Gazprom de explorar petróleo no Ártico, e devem ser libertados.

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O Comitê de Investigação russo também afirma que ainda poderá indiciar alguns ativistas pelo uso de força contra autoridades, o que pode lhes render até 10 anos de prisão. O Greenpeace tem uma história de 42 anos de ativismo absolutamente pacífico. É uma tentativa barata acusar de vandalismo ativistas que não fizeram nada além de protestar pacificamente. Eles chegaram à plataforma de petróleo em um navio que tem em seu casco a pintura de um arco-íris e de uma pomba branca, e que foi apreendido por homens armados enquanto os ativistas permaneceram com as mãos para cima. Eles têm que ser libertados imediatamente.

Libertem nossos ativistas

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