Após sucesso em Belém, Arctic Sunrise segue para Fortaleza

Notícia - 1 - fev - 2009
Mais de sete mil pessoas visitaram o navio do Greenpeace e conheceram detalhes sobre a destruição da Amazônia. No Ceará, a expedição Salvar o Planeta. É Agora ou Agora focará nas energias renováveis e na proteção dos oceanos.

Ministro do Meio Ambiente visita o navio do Greenpeace.

Em pouco mais de uma semana em Belém, foram mais de sete milvisitantes no navio Arctic Sunrise, seis dias de 'open boats', centenasde filiações, importantes encontros com parceiros e autoridadespúblicas (como o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc), lançamento dorelatório sobre impactos da pecuária na floresta amazônica, exibição dodocumentário Eles Mataram Irmã Dorothy em praça pública, palestraslotadas no Fórum Social Mundial e muita troca de energia positiva com apopulação da cidade. De quebra, no último fim de semana, aindaaconteceu um sarau com Fernando Anitelli, do Teatro Mágico, improvisadoem frente ao navio na Estação das Docas, que atraiu mais de 300pessoas. É, Belém vai deixar saudades.

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Agora o navio ArcticSunrise e a expedição Salvar o Planeta. É Agora ou Agora seguem paraFortaleza. Se em Belém o tema central era a destruição da Amazônia e assoluções viáveis existentes, na capital cearense o foco será a proteçãodos oceanos e a necessidade de se fomentar as energias renováveis nopaís. 

O navio do Greenpeace ficará ancorado no porto de Mucuripe(Armazém A2, Terminal de passageiros), aberto à visitação pública nofim de semana dos dias 7 e 8 de fevereiro. Na sexta-feira, dia 6, serápromovido a bordo do Arctic Sunrise o seminário Energia Renováveis: potencial, limitações e relevância no atual cenário de mudanças climáticas.Organizado em parceria com o Fórum Cearense de Mudanças Climáticas eBiodiversidade, o seminário contará com a participação de MarceloFurtado, diretor-executivo do Greenpeace Brasil; Ricardo Baitelo,coordenador da campanha de energias renováveis da organização; Adão Linhares, da Associação Brasileira de Energia Eólica; SteveSawyer, secretário-executivo do Conselho Global de Energia Eólica(GWEC, na sigla em inglês); e Tereza Bezera, do Fórum Cearense deMudanças Climáticas, além de autoridades públicas do Ceará erepresentantes do Banco do Nordeste.

No dia 9, acontecerá outra reunião no barco, desta vez sobre os impactos da carcinicultura (criação de camarão) no meio ambiente, com a presença da coordenadora da campanha de Oceanos do Greenpeace Brasil, Leandra Gonçalves, e representantes de ONGs e entidades ambientalistas do Ceará, além de proprietários de restaurantes e supermercados de Fortaleza.

Conheça aqui os 13 motivos que nos levam a dizer 'não' à carcinicultura.

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