Desconstruindo o plano do governo brasileiro para a geração de energia

Notícia - 17 - fev - 2009
Nossas críticas serão apresentadas em audiência pública do MPF e em seminário sobre conservação e eficiência energética em Brasília.

O potencial de países como o Brasil para a geração de energia por meio de fazendas eólica é gigantesco e o custo (financeiro e ambiental) bem menor do que o de fontes sujas como a nuclear.

O Greenpeace apresenta nesta quarta-feira (18/2), em audiênciapública do Ministério Público Federal (MPF), em Brasília, a sua críticaao Plano Decenal de Expansão de Energia 2008-2017 elaborado peloMinistério de Minas e Energia.

Clique aqui para baixar a crítica do Greenpeace ao PDE.

Naoportunidade, Ricardo Baitelo, especialista em energias renováveis doGreenpeace, divulga também os cenários que a organização produziu sobreo potencial do país para energias renováveis e programas de eficiênciaenergética.

Conheça aqui o nosso cenário [R]evolução Energética.

Para conhecer nossa proposta de Lei deEnergias Renováveis, clique aqui.

Na quinta-feira (19/2), Baitelo apresenta osmesmos estudos e a crítica durante seminário Conservação e EficiênciaEnergética: Prioridade para o Desenvolvimento?, promovido pelo Conselhode Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) também em Brasília.Estarão presentes ao evento os ministros Edison Lobão (Minas e Energia)e José Múcio Monteiro (Secretaria de Relações Institucionais), além dePaulo Sérgio Oliveira Passos (secretário-executivo do Ministério dosTransportes), entre outros.

"O Plano Decenal de Expansão mostraque o governo vai na contramão de todas as propostas internacionais deredução de gases de efeito estufa. Opta por sujar a matriz elétrica comenergias caras e sujas, como o óleo combustível e a energia nuclear",afirma Baitelo. "O governo ainda ignora o enorme potencial nacional denovas energias renováveis e da eficiencia energética. Se parte delefosse utilizado, nao precisariamos construir estas termelétricas eaumentar as emissoes nacionais. No lugar disso, precisamos de uma novalegislação para garantir o crescimento das renováveis no país egarantir que reduziremos nossas emissões na próxima década."

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