Notícia - 23 - ago - 2007
Mas país ainda pensa em matar seis minkes para 'pesquisa científica'. Greenpeace mostra que essas baleias valem mais vivas do que mortas.
Baleia minke capturada pelo pequeno navio baleeiro Sigurbjorg.
"O Greenpeace está feliz por ver que o governo da Islândia enfim
percebeu o que há muito tempo é de conhecimento do público
islandês, de que não há mercado em seu país para a carne de
baleias", afirma Sara Holden, líder do projeto Baleias do
Greenpeace Internacional.
"O ministro Einar Guofinnsson agora precisa também reconhecer
que não há mercado nem no Japão, onde milhares de toneladas de
carne de baleia permanecem armazenadas, sem compradores", lembra
Holden.
A Islândia ainda planeja caçar este ano 6 baleias minke sob o
pretexto de pesquisa científica, mas o Greenpeace espera que o
governo islandês reconsidere sua posição e também não permita essa
matança.
"Não apenas não há apetite para a carne de baleias no mundo como
também não há programa científico legítimo que justifique essa
matança. Mais de 100 mil pessoas assinaram um documento para o
Greenpeace afirmando que pretendem visitar a Islândia caso o país
pare de caçar baleias. Isso equivale a algo em torno de US$ 120
milhões em turismo. Resumindo: as seis baleias minke valem muito
mais vivas do que mortas", avalia Holden.