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Aldo e Misael Zamora
Em 2007, o primeiro-ministro Vladimir Putin extinguiu a guarda florestal do país, responsável por combater as queimadas.
Durante esses dois meses de fogo, a média de mortes em Moscou dobrou. O Greenpeace continua monitorando os incêndios.
Em julho, os termômetros da Rússia bateram dez recordes de alta e as cidades ficaram tomadas por fumaça.
Na lista de prejuízos estão mais de 50 mortos, cerca de 130 assentamentos destruídos e 20 regiões em estado de emergência.
Parque Nacional de Mesherskiy: nesses dois meses de queimadas, o Greenpeace foi uma das únicas fontes de informação no país.
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