O Greenpeace trabalha de forma única, incentivando e mostrando os caminhos para a mudança. Não é uma instituição de pesquisa, política ou de conservação. O Greenpeace entra em ação para expor algum crime ambiental ou para apontar um caminho que garanta a sustentabilidade do planeta. Nós trabalhamos para mobilizar pessoas e incentivá-las a mudarem suas atitudes e seus comportamentos. Para alcançar esses objetivos, o Greenpeace:
Investiga
O trabalho investigativo do Greenpeace começa quando há alguma agressão ao meio ambiente. Somos uma organização experiente em levantar dados e analisá-los. Esta característica nos dá autoridade e credibilidade para divulgar nossas descobertas.
Denuncia
Após a investigação, nós divulgamos nossos resultados e expomos os responsáveis pela agressão. O Greenpeace também alerta a população sobre os todos os problemas relacionados a esta agressão, traçando um cenário do que está acontecendo, quais são as consequências e como é possível solucionar este problema.
Confronta
O Greenpeace tem diversas formas de confronto não-violento. Dependendo da gravidade da agressão e do agente, nós optamos por confrontá-lo de forma diferente. Os confrontos podem ser: ações diretas, comunicações diretas ou protestos. O confronto é uma forma de colocar o Greenpeace no local da agressão pessoalmente. Os ativistas do Greenpeace se arriscam para garantir a presença da organização no local.
Inspira
Nós acreditamos que as mudanças só podem ser realizadas quando um grupo de pessoas muda o seu comportamento e assume sua responsabilidade por proteger o planeta. A nossa atuação pretende inspirar as pessoas a agirem para causar mudanças transformadoras na forma como nossa sociedade produz e consome os recursos naturais. O Greenpeace inspira as pessoas para defender o meio ambiente e promover a paz.
Propõe soluções
Ao denunciar um problema, o Greenpeace sempre propõe uma forma de solucioná-lo, com alternativas economicamente viáveis e socialmente justas.
POR DENTRO DO GREENPEACE
O Greenpeace começou no Canadá em 1971 e oito anos depois já estava presente em sete países. Com a rápida expansão, foi necessário escolher um dos escritórios como o centro internacional de decisão e supervisão das atividades da instituição. Nascia então o Greenpeace Internacional (GPI), sediado em Amsterdã.
O GPI é financiado por escritórios nacionais que, por sua vez, são financiados por doações individuais de seus colaboradores. Todos os escritórios nacionais participam de uma reunião anual do Conselho do GPI, que faz recomendações sobre direção geral e política da organização e define o teto orçamentário anual. O Conselho elege um presidente e aponta o diretor-executivo, responsável pelo gerenciamento diário do GPI.
O diretor-executivo é assessorado por um time de diretores de áreas e se reporta ao Conselho, que é responsável pela fiscalização do orçamento e aprovação das contas da organização. Cabe a ele assegurar a implementação das decisões e aprovar a estratégia política de longo prazo.
Os escritórios nacionais possuem uma estrutura semelhante. No Brasil, o Conselho é formado por profissionais de diversas áreas. Atualmente fazem parte do Conselho do Greenpeace Brasil: Eduardo Ehlers, Marcelo Sodré, Marcelo Takaoka, Pedro Leitão, Rachel Biderman Furriela e Samyra Crespo