| Raia-repregada | Amblyraja radiata |
| Raia do Árctico | Amblyraja hyperborea |
| Raia da Gronelândia | Bathyraja spinicauda |
As raias são parentes próximos dos tubarões, e têm em comum com estes várias características em termos de crescimento e de reprodução. Raias e tubarões são espécies de crescimento lento e tornam-se adultos bastante tarde, o que os tornam bastante vulneráveis à pesca. As ovas de raia podem levar entre 6 a 12 meses para eclodir e são vulneráveis aos distúrbios no fundo do oceano, como por exemplo a pesca de arrasto.
Apesar de serem altamente vulneráveis à pesca, os stocks de raias são regra geral mal geridos em todo o mundo. Raramente existem quaisquer restrições à sua captura e muitas são descartadas por terem sido capturadas acidentalmente. Mesmo quando desembarcadas as várias espécies de raia são registadas e vendidas simplesmente como raias, sem especificar a espécie, o que dificulta a sua gestão.
Muitas espécies de raias são capturadas utilizando o arrasto de profundidade, um método de pesca que causa um forte impacto nos habitats no fundo do oceano, principalmente em áreas sensíveis, e que captura acidentalmente elevados números de juvenis e outras espécies não desejadas. Estas capturas acidentais são atiradas de novo ao mar, mortas ou a morrer.
De onde vêmRaia-repregada e Raia da Gronelândia:
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A que profundidade vivem
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Como são capturados
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Mais informação |
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