Lidl 84%
O Lidl definiu metas e objectivos mensuráveis para implementar a sua política de pescado responsável e reve-as anualmente.
O Lidl apoia-se nas recomendações da União Europeia para stocks e na garantia dada pela Marine Stewardship Council (MSC) para os produtos certificados que vende. No entanto, a Greenpeace alerta qie as recomendações da União Europeia têm estado em média 48%* acima das defendidas pelos cientistas e a MSC é criticada por certificar algumas pescarias cujos stocks estão a sofrer níveis de exploração acima da capacidade de regeneração ou cujos métodos de captura utilizados são altamente destrutivos.
A Greenpeace recomenda que os retalhistas procurem informações sobre o estado dos stocks e métodos de pesca em fontes científicas independentes. Seguir as recomendações políticas e legais não garante a saúde dos stocks a médio e longo prazo.
* In: Ocean 2012 – Transforming European Fisheries
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Continente e Modelo 50%
A Sonae apresenta objectivos ambiciosos para aumentar a oferta de pescado de origem sustentável. No entanto, ainda não ficou claro quais os passos a dar para concretizar este objectivo.
A empresa está a trabalhar com os fornecedores da su marca própria para encontrar alternativas e evitar o pescado menos sustentável, entre elas o aumento da oferta de peixe de viveiro. No entanto, ainda não ficou claro como serão avaliadas as operações de aquacultura, que actualmente são na sua maioria longe de sustentáveis. O peixe de viveiro vendido nos supermercados da Sonae provém de mais de 12 países, muitos dos quais foram classificados a vermelho segundo os critérios para aquacultura sustentável definidos pela Greenpeace.
A Greenpeace recomenda que os retalhistas definam critérios claros, baseados nas recomendações para a pesca e aquacultura sustentáveis, que permitam escolher o pescado mais sustentável. A organização também aconselha que os retalhistas estabeleçam metas anuais que permitam avaliar a sua contribuição à melhoria continuada das práticas do sector.
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Intermarché 0%
O grupo Os Mosqueteiros não forneceu qualquer evidência de iniciativas que se enquadrem neste critério em Portugal.
Jumbo e Pão de Acúcar 33%
A Auchan apresenta objectivos que vão no sentido de aumentar a percentagem de pescado de origem sustentável. No entanto, ainda falta explicar como vai concretizar estas metas.
A Auchan compromete-se, por exemplo, a desenvolver junto dos seus fornecedores práticas que promovam a sustentabilidade da pesca e a aumentar a oferta de produtos provenientes de pesca sustentável. No entanto, não apresenta medidas concretas para realizar estes objectivos.
A Greenpeace recomenda que os retalhistas definam critérios claros, baseados nas recomendações para a pesca e aquacultura sustentáveis, que permitam escolher o pescado mais sustentável. A organização também aconselha que os retalhistas estabeleçam metas anuais que permitam avaliar a sua contribuição à melhoria continuada das práticas do sector.
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Pingo Doce e Feira Nova 0%
Não existem disponíveis publicamente quaisquer evidências que demonstrem o interesse do grupo em apoiar produtos de peixe sustentáveis.
Minipreço 0%
Não foram fornecidos ou encontrados quaisquer dados que demonstrem iniciativas do grupo para a concretização deste critério.
No resumo da política fornecida à Greenpeace, o grupo Dia afirma envolver os seus fornecedores na procura de alternativas sustentáveis e responsáveis. No entanto, o grupo não apresenta qualquer evidência deste esforço ou medidas concretas para concretizar este objectivo.
A Greenpeace recomenda que os retalhistas definam critérios claros, baseados nas recomendações para a pesca e aquacultura sustentáveis, que permitam escolher o pescado mais sustentável. A organização também aconselha que os retalhistas estabeleçam metas anuais que permitam avaliar a sua contribuição à melhoria continuada das práticas do sector.
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