Lidl 56%
O Lidl exige a rastreabilidade do pescado até ao barco (para o peixe selvagem) e até ao viveiro (para o peixe de aquacultura).
Adicionalmente, os fornecedores têm que provar que o peixe é legal e foi capturado dentro das quotas definidas para a zona. Os fornecedores que usam navios ou operadores listados nas listas negras da NAFO (Northwest Atlantic Fisheries Organization) e NEAFC (North East Atlantic Fisheries Commission) são automaticamente excluídos das operações comerciais. No futuro, o Lidl quer incorporar no contrato com fornecedores a proibição de transbordos no mar.
O cumprimento das medidas contempladas na política de rastreabilidade do Lidl é auditado todos os anos por uma entidade externa.
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Continente e Modelo 38%
O ponto forte da política da Sonae é o compromisso claro de eliminar o pescado ilegal e terminar as relações comerciais com todos os fornecedores suspeitos ou documentados de praticar a pesca ilegal.
A nova política da Sonae exige garantias para evitar peixe ilegal, através da exclusão de todos os fornecedores que com ligações a operadores ou navios constantes nas listas negras oficiais e na lista negra da Greenpeace. A política contempla ainda a verificação anual do cumprimento deste critério.
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Intermarché 0%
A empresa mãe apenas afirma que obedece à regulamentação para o sector.
O simples cumprimento da regulamentação para o sector significa, na prática, que não existe uma preocupação acrescida em verificar se o peixe vendido é ilegal,proveniente de zonas sem gestão ou sujeito a transbordos no mar.
Actualmente, este grupo só exige a rastreabilidade até ao navio de captura para os seus produtos com selo 'Pesca responsável' (ou seja, produtos oriundos dos barcos da sua associada Scapêche).
A Greenpeace alerta que sem medidas de verificação da origem do peixe, não é possível excluir com segurança o pescado mais insustentável ou ilegal.
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Jumbo e Pão de Acúcar 16%
A Auchan ainda não desenvolveu um sistema de rastreabilidade e este critério continua pouco realçado na sua política de compra de pescado.
A Greenpeace considera prioritária a adopção de medidas de verificação da origem do peixe para que o pescado mais insustentável ou capturado ilegalmente seja excluído com segurança.
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Pingo Doce e Feira Nova 0%
A empresa não apresenta nenhuma informação nos seus sites ou nas suas lojas a indicar que este é um critério que a preocupa..
A empresa não apresenta nenhuma informação nos seus websites ou lojas que indique que esta se preocupa em apurar a origem e proveniência dos seus produtos de pesca. A Greenpeace considera prioritário adoptar medidas de verificação da origem do peixe, de forma a poder excluir com segurança o pescado mais insustentável ou ilegal.
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Minipreço 3%
O ponto mais forte da política de pescado responsável do grupo Dia é o compromisso claro de combater a pesca ilegal. No entanto, ainda não foram apresentadas as medidas para concretizar este objectivo.
O grupo Dia assume um compromisso na sua política de pescado responsável de colaborar no combate à pesca ilegal, fazendo diligências a nível político e implementando um sistema de rastreabilidade e referenciação dos produtos.
Infelizmente, o objectivo de total rastreabilidade da empresa não vai para além do momento de descarregamento do peixe nos portos. A Greenpeace alerta para a importância de incluir na informação exigida o nome do barco, zona e data de captura. A organização realça que é fundamental definir o sistema de rastreabilidade do pescado que será adoptado para que a rastreabilidade dos produtos seja verdadeiramente eficaz.
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