Política de compra e venda de peixe 0%
O grupo Jerónimo Martins não disponibiliza publicamente nenhuma política de sustentabilidade, ambiental ou de pescado responsável.
O grupo Jerónimo Martins não disponibiliza publicamente nenhuma política de sustentabilidade, ambiental ou de pescado responsável.
O grupo Jerónimo Martins não disponibiliza ao público políticas que guiem as suas operações nas áreas sociais e ambientais. Apesar de ter adoptado um Código de Conduta que aflora estas áreas, o próprio documento deixa claro que o lucro é o principal objectivo da empresa e as variáveis Pessoas e Planeta são secundárias na sua estratégia. Este Código insinua também que o assumir da responsabilidade das suas operações está condicionado à imperativa de satisfazer os seus accionistas.
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Retirar o pescado insustentável 0%
As prateleiras das lojas Pingo Doce e Feira Nova estão longe de indicar que algo esteja a ser feito para melhorar a sustentabilidade da oferta de pescado neste supermercados.
A empresa não parece ter qualquer iniciativa de sustentabilidade a decorrer. A existência do selo “Dolphin safe” em algumas latas de atum é o único exemplo apresentado publicamente pela empresa para indicar a sua preocupação em preservar os recursos marinhos do Planeta. No entanto, a Greenpeace alerta que mesmo estas latas contêm 3 espécies de atum, duas das quais se encontram ameaçadas!
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Introduzir pescado sustentável 0%
Não existem disponíveis publicamente quaisquer evidências que demonstrem o interesse do grupo em apoiar produtos de peixe sustentáveis.
Rastreabilidade do pescado 0%
A empresa não apresenta nenhuma informação nos seus sites ou nas suas lojas a indicar que este é um critério que a preocupa.
A empresa não apresenta nenhuma informação nos seus websites ou lojas que indique que esta se preocupa em apurar a origem e proveniência dos seus produtos de pesca. A Greenpeace considera prioritário adoptar medidas de verificação da origem do peixe, de forma a poder excluir com segurança o pescado mais insustentável ou ilegal.
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Etiquetagem do pescado 8%
Tal como na maioria dos supermercados em Portugal, a informação que acompanha o pescado vendido no Pingo Doce e Feira Nova ainda não elucida suficientemente o consumidor.
Nos produtos de marca própria e produtos vendidos a granel, frequentemente, só é apresentado um nome muito genérico, como 'Bacalhau' ou 'Pescada', não sendo possível identificar devidamente a espécie ou a sua proveniência.
Em pelo menos 50% dos produtos de peixe, o consumidor não tem acesso a informação sobre a espécie de peixe, método de produção ou zona de captura, uma vez que estas indicações ainda não são obrigatórias para conservas, produtos processados e produtos para animais.
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Venda de espécies da Lista Vermelha 25%
A Greenpeace encontrou à venda nos supermercados Pingo Doce e Feira Nova 13 dos 15 grupos de espécies da sua Lista Vermelha.
Adicionalmente, estes supermercados oferecem muitas outras espécies provenientes ou passíveis de provir de pescarias classificadas a vermelho pela Greenpeace, como carapau, lula, polvo e robalo.
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Transparência e informação 0%
O grupo Jerónimo Martins mostra-se indiferente face às partes interessadas da sociedade (consumidores e organizações não governamentais) e parece não tolerar ingerências.
Desde o lançamento do primeiro Ranking, que a empresa mantém a decisão de se recusar a entrar em diálogo com a Greenpeace. É de referir, no entanto, que aquando da Roadtour Oceanos em Perigo, a Greenpeace recebeu uma carta do presidente do grupo a garantir que a empresa cumpre a legislação em vigor. A Greenpeace agradece o esclarecimento, mas realça que este é o mínimo que a empresa deve cumprir, sendo que para garantir um futuro saudável dos oceanos é fulcral que os retalhistas assumam um papel mais activo e se responsabilizem pelas suas operações.
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Informação diversa
Jerónimo Martins é um grupo económico português cujas origens remontam ao século XVIII, época em que o fundador do mesmo nome abre uma loja no Chiado. Pouco mais de dois séculos depois a humilde loja transformou-se numa multinacional a operar nos sectores da indústria alimentar (através de uma parceria com a Unilever), distribuição alimentar e restauração.
O grupo estreou a sua presença no estrangeiro em 1997, com a aquisição de uma das maiores cadeias de supermercados na Polónia (Biedronka). A estratégia da Jerónimo Martins Retalho passa claramente por conquistar o primeiro lugar no mercado que se encontra por enquanto, reservado ao grupo Sonae. Em 2008 o retalhista aumentou o número de lojas Pingo Doce em 50%, passando a ser o segundo maior retalhista em número de lojas. Em 2009, o supermercado entrou no top 10 dos anunciantes publicitários, com anúncios a proclamar o Pingo Doce como a maior cadeia de supermercados em Portugal.
- Insígnias: Pingo Doce + Feira Nova
- Vendas em 2008: 2.665 milhões €
- Nº lojas em finais de 2008: 334 Pingo Doce, 9 Feira Nova
- Nº colaboradores: 19.438
- Lugar no Ranking da Distribuição Moderna em 2008: 2 (15.1% do mercado FMCG*)
(Fonte: APED Ranking 2008, HiperSuper 2009: ranking do painel de lares TNS Worldpanel)
* Fast Moving Consumer Goods
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