Reservas marinhas

A reserva marinha da Ilha de Apo é um dos melhores exemplos de protecção das espécies marinhas nas Filipinas. Está comprovado que as reservas marinhas são uma excelente medida para proteger as espécies em vias de extinção e restaurar o equilíbrio aos ecossistemas.

Existe um crescente volume de provas científicas que demonstram que o estabelecimento de redes de reservas marinhas em larga escala, necessárias urgentemente para proteger as espécies marinhas e os seus habitats, poderia ser a solução para inverter o declínio das pescas em todo o mundo.

As reservas marinhas podem beneficiar as reservas de pesca adjacentes tanto pelo “excedente” de peixe adulto e juvenil que ultrapassaria as fronteiras da reserva, como pela exportação de ovos e larvas. Dentro das reservas, as populações aumentariam de tamanho e os espécimes viveriam mais tempo, cresceriam mais e desenvolveriam um maior potencial reprodutor.

As reservas marinhas podem mesmo vir a beneficiar as espécies altamente migratórias, como os tubarões, o atum e o espadarte, se forem criadas em locais onde essas espécies são actualmente bastante vulneráveis, como os locais de criação, de desova ou de agrupamento, como as montanhas submarinas.

As reservas marinhas em larga escala seriam áreas fechadas a todos os fins extractivos, como a pesca ou a exploração mineira, e também às actividades de eliminação. No interior dessas áreas poderiam existir zonas centrais onde não seriam permitidas actividades humanas, por exemplo áreas que actuassem como zonas de referência científica ou áreas onde existissem habitats ou espécies especialmente sensíveis.

Algumas áreas dentro da zona costeira poderiam estar abertas à pesca não destrutiva e de pequena escala, desde que sustentável dentro dos limites ecológicos, e estabelecidas com recurso à participação total das comunidades locais afectadas.

As Reservas Marinhas (RMs) não se limitariam a tratar da sobrepesca – embora uma das principais razões para a criação das RMs seja a preservação das populações de peixe. São cada vez mais vistas como um instrumento global essencial para proteger o ambiente marinho, inclusive relativamente à poluição – provocada em especial pela eliminação de resíduos (resíduos radioactivos, munições e dióxido de carbono).

Novidades

 

A “Loja do peixe” ambulante viajou com a equipa por todo o país

Fotografia | 30. Outubro, 2009 em 23:00

A “Loja do peixe” ambulante viajou com a equipa por todo o país para mostrar aos consumidores algumas das espécies de profundidade à venda nos supermercados portugueses. A Greenpeace lança o alerta que o valor destes peixes de crescimento lento e...

Exposição informativa da Greenpeace sobre a destruição do fundo dos oceanos

Fotografia | 30. Outubro, 2009 em 23:00

Exposição informativa da Greenpeace sobre a destruição que está a acontecer no fundo dos oceanos em alto mar foi montada na Praça do Rossio, em Aveiro. Todos os dias, navios de pesca industrial lançam as redes a grande profundidade - mais de 2...

Peixe vermelho capta o interesse e a simpatia de crianças e adultos

Fotografia | 30. Outubro, 2009 em 23:00

Este boneco simpático capta o interesse e a simpatia de crianças e adultos. Para garantirmos que todos temos peixe no futuro é necessário adoptar medidas urgentes para proteger a vida marinha do planeta.

Peixe vermelho é símbolo de todas as espécies marinhas ameaçadas

Fotografia | 30. Outubro, 2009 em 23:00

O peixe vermelho e triste da Greenpeace é o símbolo de todas as espécies de peixe ameaçadas ou capturadas com métodos de pesca destrutivos. Algumas das espécies de peixes de profundidade que encontramos à venda em Portugal são o tamboril, o...

Activista da Greenpeace junto do Continente de Faro

Fotografia | 30. Outubro, 2009 em 23:00

Activista da Greenpeace está junto à área onde são guardados os carrinhos de supermercado do Continente de Faro. A Greenpeace esteve no local a informar os consumidores sobre a destruição do fundo dos oceanos, causada pela pesca industrial em...

Activista da Greenpeace à porta de um supermercado Pingo Doce em Setúbal

Fotografia | 30. Outubro, 2009 em 23:00

Activista da Greenpeace à porta de um supermercado Pingo Doce em Setúbal. Durante quinze dias, os activistas sensibilizaram mais de 3.500 consumidores para passar um “cartão vermelho” à pesca de arrasto e assinar uma petição aos retalhistas a...

Onze organizações não-governamentais de ambiente enviaram um apelo conjunto ao...

Fotografia | 30. Outubro, 2009 em 23:00

No dia 16 de Outubro, onze organizações não-governamentais de ambiente enviaram um apelo conjunto ao Governo português para que apoie o fim da pesca destrutiva em alto mar na reunião da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Novembro próximo.

Campanha Oceanos em Perigo é simbolicamente lançada em Lisboa

Fotografia | 30. Outubro, 2009 em 23:00

A campanha Oceanos em Perigo foi simbolicamente lançada em Lisboa, a bordo de um antigo arrastão a vapor - o Príncipe Perfeito - que foi entretanto foi reformado e funciona agora um simpático barco turístico. É urgente reformar as práticas de...

Activistas da Greenpeace no supermercado Continente do Porto

Fotografia | 30. Outubro, 2009 em 23:00

Os activistas estiveram a informar os consumidores portugueses sobre a destruição do fundo dos oceanos em alto mar causada pela pesca industrial.

Greenpeace mobiliza milhares de portugueses para salvar oceanos profundos

Artigo | 30. Outubro, 2009 em 23:00

Durante duas semanas, uma equipa imparável de activistas da Greenpeace lançou o alerta para a destruição dos oceanos profundos em oito cidades portuguesas, investigou as peixarias de trinta supermercados e mobilizou milhares de portugueses para...

51 - 60 de 318 resultados.