Vitórias

Página - 21. Fevereiro, 2008

Em 2008 celebra-se o 10º aniversário do protocolo de Madrid sobre o Oceano Antárctico, uma importante vitória na protecção do meio ambiente. A Greenpeace trabalhou nesta questão durante mais de 15 anos e conseguiu anular a decisão de permitir a exploração mineira no último continente virgem do planeta.

2 de Maio de 2007:   A Apple anuncia a eliminação progressiva das substâncias químicas mais perigosas na sua linha de produtos, em resposta a uma campanha online vencedora do prémio Webby feita por adeptos da Greenpeace e da Apple de todo o mundo. A campanha lançou à Apple o repto de se tornar líder ecológica na resolução do problema dos resíduos electrónicos. Ler mais (Inglês)

7 de Março de 2007:   O governo da Nova Zelândia anuncia o cancelamento da central eléctrica a carvão Marsden B. A Greenpeace e os activistas locais tinham lançado uma luta que durou quatro anos, englobando uma ocupação durante nove dias, acções no supremo tribunal, manifestações de protesto, um número sem precedente de abaixo-assinados, os Surfistas Contra o Enxofre, comícios e uma estação de rádio pirata. Ler mais (Inglês)

15 de Fevereiro de 2007:   Num golpe contundente para os planos do governo do Reino Unido de revitalizar a energia nuclear, o Supremo Tribunal estatui que a decisão de apoiar um programa de novas centrais eléctricas nucleares é ilegal, com o fundamento de não ter havido consulta pública adequada à população e aos grupos que se opõem à energia nuclear como abstracção perigosa das verdadeiras soluções para as alterações climáticas. Ler mais (Inglês)

27 de Setembro de 2006:  A Estónia lança uma investigação sobre o Probo Koala, na sequência de três dias de bloqueio pelo navio Arctic Sunrise, da Greenpeace. É a primeira acção oficial contra o navio, que envenenou milhares de pessoas e matou oito na Costa do Marfim ao descarregar uma carga de resíduos tóxicos que tinha sido recusado pela Holanda. Após descarregar a carga mortal, o navio simplesmente navegou sem problemas até à Estónia, até a Greenpeace agir. Ler mais (Inglês)

25 de Julho de 2006: A McDonald's aceita interromper a venda de frangos alimentados a soja plantada em áreas recentemente desflorestadas da floresta tropical da Amazónia, contribuindo positivamente para fazer com que outras empresas alimentares e supermercados, como a Marks & Spencer, a Sainsbury's, a ASDA e a Waitrose assinem igualmente uma directiva de deflorestação zero. Mas vai ainda mais longe, porque a pressão de todas essas empresas força os seus fornecedores, grandes empresas multinacionais da soja como a Cargill, a aceitar uma moratória de dois anos na compra de soja de áreas recentemente desflorestadas. Ler mais (Inglês)

26 de Junho de 2006: A Dell torna-se a última empresa a prometer retirar as substâncias químicas tóxicas mais perigosas dos seus produtos, seguindo de perto a sua rival HP. Ambas as empresas foram pressionadas por nós a tornarem os seus produtos mais amigos do ambiente e a ajudarem a enfrentar o problema da crescente montanha de resíduos electrónicos tóxicos. Ler mais (Inglês)

31 de Maio de 2006: Apesar da forte pressão da indústria da energia nuclear,  Espanha confirmou que as 8 centrais em funcionamento no país serão eliminadas progressivamente em favor de energias limpas e renováveis. A Espanha junta-se assim à Suécia, Alemanha, Itália e Bélgica como o quinto país europeu a abandonar a energia nuclear. Ler mais (Inglês)

3 de Abril de 2006: Após meses de pressão, acções dos consumidores, activismo online e mais de 100.000 e-mails de Defensores dos Oceanos de todo o mundo, os fornecedores de alimentos marinhos Gorton's, Sealord e a empresa holding Nissui recuaram no seu apoio activo à caça à baleia pelos japoneses. Os caçadores de baleias anunciam que a quota de 32 por cento das operações de caça à baleia que era controlada por estas empresas comerciais será transferida para uma “instituição de interesse público”. Este recuo isola economicamente os caçadores de baleias e frusta provavelmente os seus planos para encontrarem novos mercados para os produtos derivados das baleias. Ler mais (Inglês)

9 de Março de 2006: O gigante da electrónica Hewlett Packard compromete-se a cumprir um plano de eliminação progressiva de várias substâncias químicas perigosas presentes nos seus produtos. Ler mais (Inglês)

16 de Fevereiro de 2006: O presidente francês Chirac anuncia o retorno dramático do vaso de guerra Clemenceau, carregado de amianto – que vai inverter a marcha e regressar a França. As nossas acções, os e-mails a Chirac e um embaraçoso escândalo internacional deixaram a França sem outra alternativa que não abandonar a tentativa falhada de despejar o seu lixo tóxico na Índia. Ler mais (Inglês)

14 de Fevereiro de 2006: Foi atribuída maior protecção a uma área da Amazónia com o dobro da dimensão da Bélgica, por decreto presidencial. O decreto do presidente Lula, do Brasil, que cria a área de conservação com 6,4 milhões de hectares (cerca de 16 milhões de acres), é uma grande vitória para o povo da Amazónia que luta contra as apropriações de terras, os criadores de gado e os madeireiros. O decreto estabelece que cerca de 1,6 mil milhões de hectares ficam permanentemente protegidos e completamente inacessíveis à exploração de madeira e à deflorestação. Ler mais (Inglês)

7 de Fevereiro de 2006: Pegue-se em dez anos de trabalho difícil, perigoso e por vezes doloroso. Somem-se milhares de activistas de todo o mundo – alguns que enviam e-mails, outros que participam em bloqueios, outros ainda que votam contra a destruição com as suas carteiras. Alguns que foram espancados, outros processados, alguns ainda que foram presos. O resultado é que finalmente o bom senso triunfou, e um dos maiores tesouros do mundo, a Floresta Pluvial do Urso Pardo, foi salva da destruição. Ler mais (Inglês)

13 de Janeiro de 2006: Os nossos Defensores dos Oceanos argentinos atingem a Nissui na carteira. A Nissui controla cerca de um terço da Kyodo Senpaku – entidade que gere a frota baleeira japonesa. Os nossos ciberactivistas convenceram um grande cliente da Nissui na Argentina a deixar de comprar produtos de uma empresa envolvida na morte de baleias. Ler mais (Inglês)

28 de Novembro de 2005: Os eleitores suíços votam contra, num referendo para determinar se são possíveis colheitas e animais geneticamente modificados (GM) na nação alpina durante os próximos cinco anos. O seu veredicto foi o mesmo nas três línguas principais do país: nein, non, no, aos produtos GE. Ler mais (Inglês)

24 de Novembro de 2005: O município de Buenos Aires anuncia os planos para implementar uma política de “resíduos zero”, depois de uma campanha da Greenpeace na Argentina. O programa tem como objectivo reduzir drasticamente as 4 a 5.000 toneladas de resíduos que a cidade elimina diariamente. Buenos Aires é até ao momento a maior cidade a anunciar um programa de “resíduos zero”. Ler mais (Inglês)

27 de Outubro de 2005: A intervenção de algumas celebridades locais faz finalmente inclinar a balança em favor da protecção das florestas do norte da Argentina, após uma longa luta da Greenpeace e do povo indígena Wichi. Ler mais (Inglês)

4 de Outubro de 2005:  O gigante da electrónica Motorola, e as empresas de cuidados de saúde e do corpo L'Occitane, Melvitacosm e Alqvimia são as últimas empresas a retirar as substâncias químicas mais tóxicas dos seus produtos. Ler mais (Inglês)

17 de Agosto de 2005:  O gigante da electrónica LG anuncia que se compromete a eliminar as substâncias químicas tóxicas de toda a sua gama de produtos electrónicos de consumo. Ler mais (Inglês)

5 de Julho de 2005:  Barbies defeituosas, Teletubbies tóxicos e patinhos de borracha estragados poderiam envenenar lentamente as crianças. Comprovou-se que as substâncias químicas que faziam com que estes brinquedos fossem tão suaves e atraentes para os bebés danificavam os órgãos dos animais. O Parlamento Europeu proibiu os fabricantes de usar seis dessas substâncias químicas tóxicas, libertando de vez a Europa de muitos brinquedos tóxicos. Ler mais (Inglês)

29 de Abril de 2005: A Sony Ericsson anuncia que irá eliminar progressivamente as substâncias químicas tóxicas dos seus produtos. É o resultado dos milhares de participações na nossa acção online para pressionar as empresas de electrónica a tornarem os seus produtos limpos. A Sony Ericsson junta-se à Samsung, Nokia e Sony entre as empresas de electrónica que estão a eliminar progressivamente as substâncias químicas tóxicas de todos os seus produtos. Ler mais (Inglês)

23 de Março de 2005: O gigante das fotocopiadoras Xerox concorda em deixar de comprar pasta de papel à StoraEnso, empresa madeireira nacional finlandesa que está a abater uma das últimas florestas ancestrais existentes na Europa.  Na sequência da pressão feita por ciberactivistas, a empresa aceitou adoptar uma nova política de aquisições, garantindo que os fornecedores não forneçam madeira de “florestas primordiais, de áreas de conservação ou de outras áreas destinadas a protecção.” Ler mais (Inglês)
O Artic Sunrise em campanha pelas criação de reservas sustentáveis na floresta amazónica. O anúncio do governo do Brasil em transformar em reserva 2 milhões de hectares é uma grande vitória desta campanha.

11 de Novembro de 2004: Na sequência de anos de campanhas na Amazónia, levadas a cabo pela Greenpeace e por outras organizações ambientais, o governo brasileiro enfrentou as poderosas forças dos madeireiros ilegais e dos gananciosos magnatas da soja e da carne bovina, criando duas grandes reservas de protecção. O decreto presidencial estabeleceu a protecção de 2 milhões de hectares de floresta amazónica, criando as “Reservas Extrativistas” Verde Para Sempre e Riozinho do Anfrisio. Ler mais (Inglês)

4 de Novembro de 2004: A Bayer revelou à Greenpeace da Índia que TODOS os seus projectos de colheitas geneticamente modificadas (GM) foram "interrompidos", em carta enviada por Aloke V. Pradhan, responsável pela comunicação da Bayer na Índia. Esta declaração seguiu-se a acções prévias da Greenpeace no exterior da sede da Bayer em Mumbai. Ler mais (Inglês)

29 de Outubro de 2004: A MQ Publications (MQP) torna-se a primeira editora no Reino Unido a anunciar publicamente a sua colaboração com a Campanha do Livro da Greenpeace. A MQP comprometeu-se a substituir progressivamente o papel que não seja “amigo da floresta ancestral”. Os seus próximos cinco livros, incluindo “O Ambientalista de Sofá”, vão ser impressos em papel 100 por cento reciclado. A empresa desafiou ainda publicamente todos os editores do Reino Unido a seguirem o exemplo. Ler mais (Inglês)

29 de Outubro de 2004: Os esforços da Greenpeace para obter maior controlo sobre a tristemente famosa indústria da transacção de navios obsoletos resultam num acordo internacional para tratar esses barcos como resíduos. É de esperar que a participação de 163 países no tratado aumente as exigências de descontaminação dos navios antes de serem exportados para as principais nações adquirentes de embarcações obsoletas, a Índia, o Bangladesh e a Turquia. Vai também criar uma nova exigência de expansão “verde” da capacidade de reciclagem de navios nos países desenvolvidos. Ler mais (Inglês)

Assinalando a ratificação do protocolo de Kyoto em Banguecoque, Tailândia.

22 de Outubro de 2004: Uma década de pressão, pesquisa científica e acção directa não-violenta por parte da Greenpeace e de grupos ambientais de todo o mundo resulta, quando a Rússia ratifica o Protocolo de Quioto, impulsionando o esforço único e total do mundo para lidar com os perigos do aquecimento global. Ler mais (Inglês)

30 de Setembro de 2004: Ciberactivistas no Japão interrompem a adopção de garrafas de plástico impróprias para reciclagem e sem retorno, quando o fabricante de cerveja Asahi se verga perante a pressão dos cidadãos. Ler mais (Inglês)

1 de Setembro de 2004: A Ford Europa anuncia a revogação da decisão de se desfazer da sua frota de carros eléctricos com baixo consumo de combustível Th!nK City, encarando em vez disso expedi-los para os seus ávidos clientes da Noruega. A pressão efectuada pela Greenpeace e pelos ciberactivistas na Internet convenceu a Ford a rever a posição. Se forem carregados com electricidade de fontes renováveis, estes carros ajudam a lutar contra a maior ameaça do nosso planeta: as alterações climáticas. Ler mais (Inglês)

20 de Julho de 2004: A Queensland Energy Resources anuncia o fim do Projecto Stuart de Óleo de Xisto, na Austrália. Desde 1998, a Greenpeace lançou uma campanha contra este projecto, que produziria petróleo com impactos quatro vezes superiores em termos de gases de estufa do que o extraído do solo. O projecto absorveu milhões de dólares em subsídios governamentais, que deveriam ter sido gastos em energias renováveis. Ler mais (Inglês)

22 de Junho de 2004: A Unilever, a Coca-Cola e a McDonald’s comprometem-se a substituir progressivamente, nos seus equipamentos de refrigeração, as substâncias químicas nocivas para o clima. Em 1992, a Greenpeace lançou o Greenfreeze com a ajuda de dois cientistas que apontaram como evitar os HFC (hidrofluorocarbonetos) em geral. Descobrimos uma velha fábrica de frigoríficos, apelámos aos nossos apoiantes que encomendassem antecipadamente unidades suficientes para financiar o seu reequipamento, ajudámos à penetração no mercado, e nasceu o Greenfreeze. Hoje existem mais de 100 milhões de frigoríficos Greenfreeze em todo o mundo, produzidos por todos os principais fabricantes europeus, chineses, japoneses e indianos. Ler mais (Inglês)

A Samsung anuncia que irá reduzir gradualmente a utilização de produtos químicos perigosos.

17 de Junho de 2004: O poder dos consumidores averba uma vitória, após o anúncio do gigante da electrónica Samsung de que planeia eliminar progressivamente as substâncias químicas perigosas dos seus produtos. O facto de ter os produtos da sua marca classificados a vermelho na base de dados da Greenpeace – indicando que contêm substâncias químicas perigosas – levou a que a empresa agisse correctamente relativamente a esse problema. Ler mais (Inglês)

10 de Junho de 2004: As editoras de 34 revistas canadianas comprometem-se a evitarem papel que contenha fibra de árvores das florestas ancestrais do Canadá, graças à pressão permanente da aliança “Markets Initiative”, na qual a Greenpeace do Canadá desempenha uma função essencial. A aliança obteve compromissos semelhantes de 71 editoras canadianas de livros, incluindo a que publica a série Harry Potter, que imprimiu o livro “Ordem da Fénix” em papel AFF (amigo das florestas ancestrais) em Junho de 2003. O esforço da Greenpeace do Canadá para proteger as suas florestas também motivou a Cascades, segundo maior produtor canadiano de produtos de papel absorvente, a comprometer-se a uma política de aquisição de produtos Amigos das Florestas Ancestrais.

1 de Junho de 2004: A Islândia recua nos planos para matar 500 baleias-anãs, baleias-boreais e baleias-comuns, ao longo de dois anos, anunciando uma quota de apenas 25 baleias-anãs por ano. Os activistas da Greenpeace na Internet incentivaram a oposição interna ao reunirem 50.000 assinaturas em todo o mundo com a promessa de visita à Islândia caso o governo parasse a caça às baleias. Esta promessa, com o valor potencial de mais de 60 milhões de dólares em despesas turísticas, face a um programa de caça à baleia que gerava 3-4 milhões em lucros, a demonstrou comprovadamente que as baleias têm mais valor para a Islândia vivas que mortas. Ler mais (Inglês)

11 de Maio de 2004: Graças a anos de pressão de grupos ambientalistas, dos consumidores, dos nossos ciberactivistas e da Greenpeace, podemos celebrar uma vitória para o ambiente, após o anúncio da Monsanto de que vai interromper o desenvolvimento e os ensaios em campo aberto do seu trigo geneticamente modificado Roundup Ready. A Monsanto declarou adiar todos os esforços adicionais para introduzir esse trigo no mercado e encerrar os cruzamentos e a pesquisa de campo do trigo. Este anúncio vem na sequência de outro similar, em 2003, em que a companhia anunciou a sua retirada do desenvolvimento de culturas farmacêuticas. Ler mais (Inglês)

2 de Abril de 2004: A Organização Marítima Internacional das Nações Unidas (OMI) designou o mar Báltico como “Zona Marítima Particularmente Sensível", decisão que a Greenpeace defendeu durante vários anos. A OMI regula o transporte marítimo em todo o mundo, e a nova designação significa restrições mais apertadas para os navios petroleiros e outras embarcações com cargas perigosas. A alteração mereceu a veemente oposição das indústrias de transporte marítimo e do petróleo. Ler mais (Inglês)

31 de Março de 2004: Na sequência da controversa aprovação pelo governo do Reino Unido do milho geneticamente modificado (GM) para cultura comercial, a única empresa autorizada a cultivar milho GM retira a sua candidatura. Numa vitória para os activistas e consumidores de toda a Europa que fizeram pressão por legislação mais dura e boicotaram os produtos GM, a Bayer CropScience, empresa alemã autorizada a plantar uma variedade de milho resistente aos herbicidas conhecida como Chardon LL, constatou que as normas sobre locais e formas de plantação a tornariam “economicamente inviável”. O Chardon LL foi a cultura arrancada pelos activistas da Greenpeace do Reino Unido em 1999. Os activistas foram absolvidos de acusações de danos patrimoniais, e o tribunal estatuiu que agiram no interesse da protecção do ambiente. Ler mais (Inglês)

18 de Fevereiro de 2004: Entra em vigor a Convenção de Estocolmo, na sequência de vários anos de pressão da Greenpeace e de outras organizações ambientais. Um dos aspectos fundamentais da Convenção é a exigência de eliminação de todos os Poluentes Orgânicos Persistentes. Incluem-se neles os químicos de produção intencional, como os pesticidas e os PCBs, e subprodutos, como as dioxinas cancerígenas resultantes de indústrias com recurso ao cloro e da incineração de resíduos. Ler mais (Inglês)

Sátira ao logotipo da Esso na entrada de uma estação de serviço próxima da fronteira entre a Alemanha e o Luxemburgo em Wasserbillig.

4 de Fevereiro de 2004: A Esso perde uma gigantesca acção em tribunal contra a Greenpeace, em França. Integrada na campanha “Não compre Esso, Não compre Exxon/Mobil", concebemos uma paródia ao logotipo da Esso com dois símbolos de dólar, E$$O, que a gigante do petróleo (designada Exxon/Mobil em outras zonas do mundo) tentou censurar. Numa vitória para os direitos fundamentais na Internet e para a nossa campanha contra o criminoso ambiental n.º 1 do planeta, o tribunal francês viu o logotipo como exercício da liberdade de expressão. Ler mais (Inglês)

Novembro de 2003: Graças à intensa pressão de ciberactivistas em todo o mundo, a Greenpeace leva a melhor sobre a tentativa dos Estados de Bandeira de Conveniência para a expulsar da Organização Marítima Internacional, entidade das Nações Unidas encarregue da regulação do transporte marítimo em todo o mundo. A acção da Greenpeace contra os navios petroleiros inseguros, como o Prestige, levou a essa tentativa de expulsão por supostas razões de "segurança". Ler mais (Inglês)

Agosto de 2003: Os Deni, uma população indígena da Amazónia, celebram o fim de uma campanha de 18 anos para declarar as suas terras protegidas da exploração de madeira. 13 voluntários da Greenpeace, incluindo um membro da comunidade ciberactivista, utilizaram durante um mês tecnologia GPS e um helicóptero para criar um “corredor ecológico” com cerca de 3,6 milhões de hectares de terra. Ler mais (Inglês)

Maio de 2003: Os intensos esforços de pressão da Greenpeace e da Global Witness (Testemunha Global) resultam em sanções das Nações Unidas contra a Libéria, por exploração ilegal de madeira. Ler mais (Inglês)

26 de Fevereiro de 2003: Um tribunal francês aceita levantar a providência cautelar contra a Greenpeace por ter criado uma versão parodiada do logotipo da Esso. Em Julho tinha sido ordenado à Greenpeace que removesse o logotipo do seu site na Internet. Após recurso, o tribunal concluiu que a representação num site da Internet designando o gigante do petróleo como Inimigo Ambiental Número Um se tratava de um exercício de liberdade de expressão.

15 de Fevereiro de 2003: 30 milhões de pessoas em todo o mundo lançam o maior protesto contra a guerra da história da humanidade. Ler mais (Inglês)

7 de Fevereiro de 2003: Na Dinamarca, a McDonald’s capitula à pressão e toma uma posição de liderança ao abrir os seus primeiros restaurantes que não usam substâncias químicas nocivas para o clima na refrigeração. A campanha de três anos dos ciberactivistas da Greenpeace levou a uma decisão semelhante por parte da Coca Cola, de eliminar progressivamente os HFC/HCFCs e adoptar a tecnologia inovadora "Greenfreeze" da Greenpeace.  Ler mais (Inglês)

2002: O Brasil decreta uma moratória à exportação de mogno, na sequência de revelações sobre a extensão da exploração e comércio ilegal de madeiras. As acções da Greenpeace por todo o mundo ajudaram a aplicar o boicote. Ler mais (Inglês)

2002: A União Europeia, seguida pelo Japão, ratifica o Protocolo de Quioto sobre alterações climáticas. A intensa pressão da Greenpeace tem de continuar, por ser necessária a ratificação de 55 países signatários para que o protocolo entre em vigor.

2002: A Greenpeace ajuda a derrotar uma grande iniciativa na Comissão Internacional da Baleia por parte de um grupo liderado pelo principal país apoiante da caça à baleia, o Japão, para reintrodução da caça comercial à baleia. Essa reintrodução teria sido desastrosa para as baleias, que são actualmente protegidas pelo acordo de 1982 de proibição à caça comercial à baleia.

2001: A Greenpeace faz 30 anos em Setembro. O grupo ambientalista cresceu, de um pequeno núcleo de voluntários inspirados para uma organização ambiental internacional com delegações em 30 países. Como sempre, a Greenpeace continua a subsistir do activismo empenhado e do amplo e crescente apoio público.

2001: Após anos de negociações e pressões por parte da Greenpeace, torna-se uma realidade um acordo global para a eliminação de um grupo de substâncias químicas de origem humana, altamente tóxicas e persistentes (Poluentes Orgânicos Persistentes ou POPs), em Maio de 2001, ao ser adoptado um tratado das Nações Unidas que as proibe.

Paisagem na boca de Lockhart/Gordon Creek na floresta do urso grande em British Colúmbia, Canada. Atingiu-se um acordo histórico com empresas madeireiras visando a conservação da floresta costeira no Canadá.

2001: É alcançado um acordo histórico com as empresas de exploração de madeira relativamente à conservação da floresta pluvial do Canadá que resta, que é aprovado pelo governo da British Columbia. O acordo segue-se a anos de campanhas da Greenpeace, mais recentemente viradas para o comércio e os investimentos das empresas envolvidas na exploração da madeira na Floresta Pluvial do Urso Pardo, ameaçada de extinção.

2001: As pressões da Greenpeace, juntamente com expedições precedentes aos mares do sul e ao Atlântico denunciando embarcações com bandeiras de conveniências (FOC ou “piratas”), são providenciais para a adopção de um “plano de acção internacional” de combate à pesca ilegal em águas internacionais.

2000-2001: Um número sempre crescente e significativo de distribuidores, produtores de alimentos e filiais de empresas multinacionais na Europa garante manter os seus produtos isentos de ingredientes geneticamente modificados, devido à pressão por parte dos consumidores. Graças às suas redes de consumidores em 15 países, a Greenpeace testa os produtos, recolhe informação sobre os alimentos e as políticas e denuncia casos de contaminação.

2000: Na sequência da expedição da Greenpeace em Abril e Maio denunciando a pesca pirata no Atlântico, é adoptada uma proibição à importação de todo o atum-patudo capturado por embarcações FOC no Atlântico.

2000: Os planos da Turquia para construir os seus primeiros reactores nucleares em Akkuyu, no âmbito de um projecto mais amplo de edificação de 10 reactores até ao ano 2020, são finalmente cancelados em Julho, após oito anos de campanhas da Greenpeace e de outras entidades. O único mercado remanescente para as principais empresas nucleares ocidentais é a China.

2000: O Protocolo de Biossegurança é adoptado em Montreal, Canadá. Destina-se a proteger o ambiente e a saúde humana dos riscos dos Organismos Geneticamente Modificados (GMO’s) através do controlo do comércio internacional de GMOs. A Greenpeace tem feito campanhas para impedir a libertação irreversível de GMO's para o ambiente e para proteger de poluição genética a biodiversidade, desde 1995. Ler mais (Inglês)

1999: Nove países proíbem o uso de ftalatos nocivos em brinquedos de cloreto de polivinil (PVC) para crianças com idade inferior a três anos, e a UE introduz uma proibição de “emergência” de brinquedos moles para morder em PVC.

1999: É ordenado pelo Tribunal Internacional de Direito do Mar ao Japão que cesse a pesca "experimental" de Atum-do-Sul.

1998: O Protocolo Ambiental para o Tratado da Antárctida entra em vigor. Ler mais (Inglês)

1998: Um acordo histórico, a Convenção OSPAR (Convenção para a Protecção do Meio Marinho do Atlântico Nordeste), proíbe a descarga de instalações offshore para o oceano, no Atlântico Nordeste. A Convenção também estabelece a eliminação progressiva das descargas radioactivas e tóxicas, conforme proposto pela Greenpeace. Ler mais (Inglês)

Greenpeace deteve a descarga de resíduos da Brent Spar e de outras instalações no mar, numa campanha contra a utilização dos oceanos como lixeira.

1998: A empresa petrolífera Shell aceita finalmente transportar a sua famigerada plataforma offshore “Brent Spar”, para ser reciclada em terra. A Greenpeace fez campanha desde 1995 para persuadir a empresa petrolífera a não abandonar plataformas abandonadas no oceano. Ler mais (Inglês)

1998: Após 15 anos de campanhas da Greenpeace, a UE concorda finalmente eliminar progressivamente a pesca com redes de emalhar pelas suas frotas, nas suas águas e em águas internacionais, no final de 2001. A França, a Itália, o Reino Unido e a Irlanda continuaram a pescar com redes de emalhar no Atlântico Nordeste e no Mediterrâneo, após o Japão, Taiwan e a Coreia terem interrompido essa faina em alto-mar quando a suspensão mundial entrou em vigor, no final de 1992.

1998: O gigante da exploração da madeira MacMillan Bloedel anuncia que vai suspender progressivamente as actividades de desbravamento total de bosques na Columbia Britânica, Canadá.

1997: Após as campanhas para uma acção urgente para protecção do clima, realizadas desde 1998 pela Greenpeace e por outras entidades, os ministros das nações industrializadas adoptam o Protocolo de Quioto, concordando em definir metas vinculativas de redução dos gases de estufa.

1997: A Greenpeace recebe o Prémio do Ozono da UNEP (Organização das Nações Unidas para o Meio Ambiente) pelo desenvolvimento do Greenfreeze, frigorífico doméstico que não utiliza materiais que destroem a camada de ozono nem substâncias químicas importantes para o aquecimento global.

1996: O Tratado de Proibição Completa de Testes Nucleares (CTBT) é adoptado pelas Nações Unidas. Ler mais (Inglês)

1995: Na sequência de uma acção de ampla repercussão da Greenpeace e da pressão pública, a Shell do Reino Unido recua na sua decisão de abandonar a plataforma petrolífera Brent Spar no Oceano Atlântico. Ler mais (Inglês)

1995: As acções da Greenpeace para deter os testes nucleares franceses recebem ampla atenção internacional. Mais de sete milhões de pessoas assinam petições apelando à paragem dos testes. A França, o Reino Unido, os E.U.A., a Rússia e a China comprometem-se a assinar o Tratado de Proibição Completa de Testes Nucleares.

1995: Na sequência de uma proposta feita com o apoio da Greenpeace, a UNESCO designa a floresta de Komi, na Rússia, como Património Mundial.

1994: Após anos de acções da Greenpeace contra a caça à baleia, o santuário de baleias da Antárctida, proposto pela França e apoiado pela Greenpeace, é aprovado pela Comissão Internacional da Baleia.

1994: As acções da Greenpeace denunciando o tráfico de resíduos tóxicos de países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) para países de fora da OCDE culminam, por negociação intergovernamental, na Convenção de Basileia proibindo esta prática.

1993: A Convenção de Londres sobre Prevenção da Poluição Marítima Causada por Operações de Imersão proíbe permanentemente o despejo no mar de resíduos radioactivos e industriais em todo o mundo. Ler mais (Inglês)

1992: A França cancela os testes nucleares deste ano no Atol da Mururoa, na sequência da visita do “Rainbow Warrior” à zona de testes, e promete cessar completamente se as outras nações nucleares seguirem o exemplo.

1992: A proibição mundial de redes de emalhar de alto-mar em grande escala entra em vigor.

1991: Os 39 signatários do Tratado da Antárctida acordam a proibição de toda a exploração mineral por um prazo mínimo de 50 anos, de modo a preservar o continente para fins pacíficos e científicos.

1991: As principais editoras alemãs deixam de usar cloro, após a Greenpeace produzir a edição livre de cloro do Der Spiegel, como parte da campanha contra o branqueamento com cloro.

1989: É elaborada uma moratória das NU sobre as redes de emalhar de alto-mar, respondendo à indignação pública relativamente às práticas de pesca indiscriminada denunciadas pela Greenpeace.

1988: Na sequência de acções no mar e de propostas da Greenpeace, a proibição mundial sobre incineração de resíduos organoclorados no mar é estabelecida pela Convenção de Londres sobre Prevenção da Poluição Marinha causada por Operações de Imersão.

1985: Os testes nucleares franceses no Pacífico Sul tornam-se novamente assunto de controvérsia internacional, especialmente na sequência do afundamento do navio da Greenpeace “Rainbow Warrior” pelos serviços secretos franceses.

1983: Os participantes na Convenção de Londres sobre Descargas apelam a uma moratória sobre a descarga de resíduos radioactivos no mar. Em resultado das repetidas acções da Greenpeace contra a descarga nos oceanos, este é o primeiro ano desde o fim da segunda Grande Guerra mundial em que, oficialmente, não foram despejados resíduos radioactivos no mar.

1982: Após acções no mar contra caçadores de baleias, é adoptada pela Comissão Internacional da Baleia uma moratória contra a caça à baleia.

1982: A CE proíbe a importação de peles de focas bebés em resposta às críticas públicas suscitadas pelas acções da Greenpeace no Canadá.

1978: As acções da Greenpeace param o massacre das focas cinzentas nas Ilhas Orkney, na Escócia.

1975: A França interrompe os ensaios nucleares atmosféricos no Pacífico Sul, após protestos da Greenpeace no local dos testes.

1972: Após a primeira acção da Greenpeace, em 1971, os EUA abandonam os locais de testes nucleares da Ilha de Amchitka, no Alasca.