Artigo - 30. Maio, 2008
São cerca de 5000 os portugueses que se juntaram à Greenpeace durante o primeiro dia do Rock in Rio – Lisboa. Nos palcos, no recinto, no backstage, nos ecrâs gigantes e acima de tudo no stand da Greenpeace. Artistas e bandas, fans, voluntários e até figuras públicas, partilharam o desejo de começar a entrar em acção pelo ambiente.
Voluntário da Greenpeace no Rock in Rio - Lisboa. A Greenpeace esteve presente no evento para recrutar novos cyber-activistas e fazer campanha pelas causas ambientais.
Mal abriram as portas da Cidade do Rock, o stand da Greenpeace encheu-se de visitantes curiosos. Interessados em assinar a petição e em saber como ajudar o movimento ambiental, os amantes do rock mostraram-se bastante preocupados com as mudanças climáticas e com o estado dos oceanos e da sobrepesca. Os voluntários da Greenpeace estavam por todo lado e, em apenas duas horas, mais de 2000 pessoas presentes no recinto já tinham assinado a petição.
Ve o slideshow do dia 1
Algumas horas mais tarde, no backstage, Sam the Kid e os Cool Hipnoise, que actuaram no palco Sunset, manifestaram o seu apoio à campanha da Greenpeace lançada hoje de Portugal para o mundo. Personalidades como Marcelo Rebelo de Sousa e o actor Ricardo Carriço também não resistiram ao apelo dos voluntários para assinar a petição.
O primeiro dia esteve animado e no intervalo dos concertos no Palco Mundo, os ecrâs gigantes emitiram os apelos à campanha sms da Greenpeace. Os participantes podem enviar um sms com "gp nome" para o número 4488 e assinar desta forma a petição da Greenpeace, tornando-se um móvel-activista. Durante os concertos, podiam ainda escolher a acção que vão concretizar para ajudar a salvar o clima. Por exemplo, a Solange e o João Manzarra da Sic Radical decidiram enviar uma mensagem para informar que em vez de tomar banho, íam tomar um duche juntos para poupar água.
O Rock in Rio é uma aposta para alargar a lista de ciber-activistas da Greenpeace. A organização ambientalista está a trabalhar para recrutar um exército virtual de cidadãos portugueses, que possam ajudar a conseguir proteger 40% dos oceanos do mundo, através da proclamação de reservas marinhas – para manter em bom funcionamento um dos sistemas de suporte de vida na Terra com capacidade de absorver CO2 e com isso ajudar a combater as mudanças climática.