Doadora do Greenpeace há 10 anos,  Cinthia Bordini, professora da rede pública de Porto Alegre, trabalha em três turnos, e também doa seu tempo como voluntária.

A paixão e zelo pela natureza iniciaram com os ensinamentos dos pais e avós. E quando criança, vendo pela TV os voluntários do Greenpeace em ação, não tirou aquela cena da cabeça.

“Queria há muito tempo participar, mas o site era difícil de acessar, e eu não trabalhava, não tinha como ajudar. Depois de alcançar a minha independência financeira, encontrei um grupo do Greenpeace na Feira do Livro de minha cidade e lá me tornei uma doadora.”

Professora de alfabetização e educa��ão física, Cinthia viu a oportunidade de unir seus conhecimentos para falar também sobre ecologia e preservação ambiental, e replicando o que aprendeu em casa.

 

Para Cinthia, não bastava doar! Ela decidiu partir para outro estágio e ser uma de nossas voluntárias.

“Sempre admirei o Greenpeace, mas hoje vejo com outros olhos, ser doadora e voluntária é excelente. Posso testemunhar onde está sendo investido o dinheiro e a responsabilidade e respeito que o Greenpeace tem com os doadores. Os voluntários são pessoas comprometidas e que honram o investimento que é feito!”

Veja comentários da Cinthia sobre suas experiências com o Greenpeace:

“Tenho muitas histórias para contar, gosto de tudo o que faço dentro do Greenpeace. A história mais legal foi a campanha de 2010, quando participamos da COP 15, levando uma mensagem para o então presidente Lula. Era um banner gigante, composto por mensagens de todos os estados. Foram meses unindo crianças de diferentes escolas, palestrando e depois pedindo para as crianças escreverem mensagens em defesa da natureza. Ver esse banner costurado e com as crianças de Porto Alegre lá representadas foi emocionante!”

“Me lembro também da campanha do Desmatamento Zero, que foi longa, exigiu muito da gente! Tínhamos uma meta de 1,5 milhão de assinaturas, foi uma correria e ao mesmo tempo muito envolvente. Nos unimos a outras ONGs de Porto Alegre e ajudamos o Greenpeace a entregar no Congresso a primeira petição popular do Brasil, prevista na Constituição Federal, algo realmente histórico.”

“Quando conseguimos uma vitória, mesmo que pequena, parcial ou temporária nas lutas do Greenpeace é altamente reconfortante e nos dá ânimo e faz pensar que: Sim é possível fazer algo pelo planeta! Sim, é possível contar com a solidariedade das pessoas! Sim, é possível sensibilizar a humanidade para as questões ambientais!”

  

Obrigado pela inspiração, Cinthia. Somos por todos, somos Greenpeace

Aos leitores que quiserem conhecer e participar do nosso grupo de voluntariado,  visitem o Greenwire.

Seja o próximo doador entrevistado, manifeste seu interesse escrevendo para nós: