Para entender os planos da petrolífera francesa no Brasil e o que está em jogo, o Greenpeace preparou um mapa virtual, tendo como ponto de partida a sede da empresa, em Paris, com destino ao Oiapoque, no encontro do Rio Amazonas com o Oceano Atlântico.

É no coração financeiro de Paris, no distrito La Défense, em prédios imponentes que executivos da empresa francesa Total estão planejando explorar petróleo na foz do rio Amazonas, no Brasil. Suas decisões poderão afetar a vida de milhares de pessoas/comunidades que dependem da pesca no litoral do Amapá e também os Corais da Amazônia, um novo bioma marinho pouco conhecido.

Para entender os planos da Total no Brasil e o que está em jogo, o Greenpeace preparou um mapa virtual que tem Paris, na França, como ponto de partida, onde fica a sede da Total. O destino desta viagem é o encontro do Rio Amazonas com o Oceano Atlântico, na costa brasileira, onde um enorme recife foi revelado ao mundo pela primeira vez, que está a apenas 28 km do poço mais próximo a ser perfurado.

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A Total já assinou uma parceria estratégica de 2,2 bilhões de dólares com a Petrobras. Elas estão juntas em 19 projetos de exploração e produção de petróleo. Desses, a Total possui 5 blocos de exploração próximos aos corais, sendo que um deles está  cerca de 100 km da costa brasileira, em frente a uma região que possui 15 áreas protegidas, em particular o Parque Nacional de Cabo Orange.

Um derramamento de óleo na região poderá ter um impacto irreversível sobre os Corais da Amazônia e a biodiversidade da região. Se o petróleo chegar na costa, poderá causar a morte de diversos peixes e aves, incluindo animais selvagens, e a sobrevivência de milhares de pessoas poderá ser ameaçada, porque dependem de recursos pesqueiros para seu sustento.

Faça esta viagem até a costa do Amapá para entender o que pode ser perdido de nossa biodiversidade e quantas pessoas podem ser impactadas em nome dos interesses da Total no Brasil.

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