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Soluções da Floresta: Amazônia, Congo, Papua e Bornéu
Relatório do Greenpeace apresenta soluções de povos indígenas e comunidades locais (PI&CL) das maiores florestas tropicais do mundo.
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Céus tóxicos: como o agronegócio está sufocando a Amazônia
Relatório do Greenpeace revela como a poluição do ar na Amazônia é pior do que em megacidades globais, e como as queimadas na região estão concentradas predominantemente em zonas agropecuárias.
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Mecanismo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF): aprendendo com erros passados
2025 é um ano crítico para mudar o rumo das mudanças climáticas — diante da crise ecológica, de desigualdade e injustiça, surge uma oportunidade de ação na COP30
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JBS: “cozinhando o planeta”
Durante a ação contra a JBS no mês de abril, o Greenpeace Brasil publicou um dossiê online chamado “JBS: cozinhando o planeta”, reunindo diversas notícias que retratam casos de desmatamento…
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Amazônia: desmatamento e políticas de preservação
Pesquisa de opinião pública - Agosto/Setembro de 2020 - Datafolha/Greenpeace
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Cultivando Violência
O desmatamento das florestas brasileiras foi longe demais. As terras do país estão sendo desmatadas e queimadas para dar lugar ao gado e à monocultura de grãos, abastecendo a crescente demanda por commodities agrícolas das maiores empresas de alimentos do mundo. Na última década, empresas do setor de alimentos, higiene e varejo firmaram inúmeros compromissos…
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Segure a linha
O debate acerca do avanço da agropecuária sobre novas fronteiras no Cerrado tem se dividido em duas correntes1. De um lado, há o discurso dominante a respeito da expansão da…
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O Mapa da Vida
O Mapa da Vida nasce da indignação dos Munduruku ao ouvirem do governo que a construção da hidrelétrica de São Luiz do Tapajós iria alagar “apenas” 7% da terra indígena Sawre Muybu. Em 2016, solicitaram que o Greenpeace Brasil ajudasse a construir uma ferramenta de diálogo com a sociedade. Assim nascia o Mapa da Vida.
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Árvores imaginárias, destruição real
Dois terços dos planos de manejo florestal do Pará têm indícios de fraudes na espécie mais valiosa, o ipê. Quantidade e volume de ipê vêm sendo superestimados para permitir a “lavagem” e a venda de madeira roubada da Amazônia.









