{"id":14644,"date":"2020-02-12T11:26:26","date_gmt":"2020-02-12T14:26:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?page_id=14644"},"modified":"2025-09-23T06:46:16","modified_gmt":"2025-09-23T09:46:16","slug":"protegendo-o-desconhecido","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/protegendo-o-desconhecido\/","title":{"rendered":"Protegendo o Desconhecido: o desmatamento e a biodiversidade na Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"\n                    <div class=\"wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-8cf370e7 wp-block-group-is-layout-flex\">\n                    \n\n                    \n                    <\/div>\n                    <style>.page-header-title { display: none; } #fatores-de-risco { width:65%; } h2 { font-size:1.8rem; } @media screen and (max-width: 800px) { #fatores-de-risco { width:100%; } }<\/style>\n\n<h1 class=\"has-text-align-center has-green-80-color has-text-color wp-block-heading\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"706\" height=\"211\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/44caee87-protegendo-o-desconhecido.png\" alt=\"Protegendo o desconhecido\" class=\"wp-image-14646\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/44caee87-protegendo-o-desconhecido.png 706w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/44caee87-protegendo-o-desconhecido-300x90.png 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/44caee87-protegendo-o-desconhecido-510x152.png 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 706px) 100vw, 706px\" \/><\/figure>O desmatamento<br>e a biodiversidade<br>na Amaz\u00f4nia<\/h1>\n\n<h2 class=\"has-text-align-center txt70p has-genoa-color has-text-color wp-block-heading\">O desmatamento na Amaz\u00f4nia vem causado grandes perdas da biodiversidade brasileira, tanto de esp\u00e9cies j\u00e1 conhecidas, como as que sequer foram documentadas. Precisamos conhecer essas esp\u00e9cies para preserv\u00e1-las<\/h2>\n\n<p class=\"txt70p\"><br><strong>Voc\u00ea sabe o que \u00e9 biodiversidade?<\/strong> A biodiversidade \u00e9 o conjunto de todos os seres vivos que habitam o planeta ou um determinado local, ou seja, todas as plantas e animais da terra, incluindo n\u00f3s, humanos, o que levou bilh\u00f5es de anos para se desenvolver e alcan\u00e7ar um equil\u00edbrio. <strong>A biodiversidade \u00e9 importante porque \u00e9 justamente o equil\u00edbrio proporcionado por ela que traz purifica\u00e7\u00e3o da \u00e1gua e do ar, controle de doen\u00e7as e pestes, poliniza\u00e7\u00e3o, solos f\u00e9rteis e prote\u00e7\u00e3o ao aquecimento global<\/strong>.<\/p>\n\n<p class=\"txt70p\">Mas a\u00e7\u00f5es humanas est\u00e3o levando esp\u00e9cies \u00e0 extin\u00e7\u00e3o a um ritmo alarmante, amea\u00e7ando a biodiversidade e colocando esse fr\u00e1gil equil\u00edbrio em risco. Estudos mostram que o desaparecimento da biodiversidade global vem ocorrendo <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/science.sciencemag.org\/content\/344\/6187\/1246752\" target=\"_blank\">mil vezes mais r\u00e1pido<\/a> do que se acontecesse naturalmente e, atualmente, <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/ipbes.net\/sites\/default\/files\/inline\/files\/ipbes_global_assessment_report_summary_for_policymakers.pdf\" target=\"_blank\">cerca de 1 milh\u00e3o<\/a> de esp\u00e9cies podem desaparecer para sempre, caso n\u00e3o controlemos o desmatamento e outros fatores que levam \u00e0 perda de biodiversidade.<br><br><\/p>\n\n<p class=\"has-background has-grey-200-background-color txt70p\" style=\"background-color:#fdedc1; padding-top:2.5rem; padding-bottom:2.5rem;\">Al\u00e9m disso, quanto mais <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/como-o-desmatamento-tem-nos-deixado-mais-doentes\/\">destru\u00edmos ecossistemas naturais, mais facilitamos o aparecimento de doen\u00e7as<\/a>, que podem se transformar em pandemias e trazer perdas para toda a sociedade.<br><br>Desde 1940, o <a href=\"https:\/\/www.ecohealthalliance.org\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/IDEEAL_report_final.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">desmatamento figura entre os principais fatores<\/a> que favorecem a transmiss\u00e3o de doen\u00e7as de origem zoon\u00f3tica, aquela transmitida de animais para seres humanos.<br><br>Por outro lado, quando a floresta e sua biodiversidade s\u00e3o protegidas, al\u00e9m de funcionarem como escudos para conter a dissemina\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as, elas podem fornecer as informa\u00e7\u00f5es e <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/saude-que-vem-da-floresta-da-amazonia-para-sua-casa\/\">insumos necess\u00e1rios para combat\u00ea-las<\/a>. Ou seja, proteger a floresta \u00e9 um grande neg\u00f3cio para nossa sa\u00fade e sobreviv\u00eancia!<\/p>\n\n<h3 class=\"txt70p wp-block-heading\"><br><br>Novas esp\u00e9cies s\u00e3o identificadas quando sua sobreviv\u00eancia j\u00e1 est\u00e1 em risco<br><br><\/h3>\n\n<p class=\"txt70p\">Em apenas quatro anos, foram descobertas 600 novas esp\u00e9cies de plantas e animais na Amaz\u00f4nia, mesmo com toda a dificuldade de se empreender pesquisa no Brasil e com a redu\u00e7\u00e3o crescente dos investimentos na ci\u00eancia e na conserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente.<\/p>\n\n<p class=\"txt70p\">Infelizmente, muitas destas esp\u00e9cies s\u00f3 s\u00e3o identificadas quando seu habitat e sua exist\u00eancia j\u00e1 est\u00e3o em grave risco, devido ao desmatamento para a amplia\u00e7\u00e3o da fronteira agropecu\u00e1ria, roubo de madeira, garimpos ou obras de infraestrutura. Estamos perdendo riquezas que sequer conhecemos.<br><br><\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large  caption-style-blue-overlay caption-alignment-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"840\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/e420db24-mapa-840x1024.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-14845\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/e420db24-mapa-840x1024.gif 840w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/e420db24-mapa-246x300.gif 246w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/e420db24-mapa-768x936.gif 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/e420db24-mapa-1260x1536.gif 1260w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/e420db24-mapa-1120x1366.gif 1120w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/e420db24-mapa-279x340.gif 279w\" sizes=\"auto, (max-width: 840px) 100vw, 840px\" \/><\/figure>\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong style=\"font-size:1rem; text-align: right;\">* O mapa traz apenas as esp\u00e9cies rec\u00e9m-documentadas com informa\u00e7\u00f5es geoespaciais<\/strong><br><br><\/p>\n\n<p class=\"txt70p\">De agosto de 2018 a julho de 2019, a Amaz\u00f4nia perdeu quase 10 mil km\u00b2 de floresta \u2013 a maior taxa de desmatamento da d\u00e9cada&nbsp;\u2013 \u00e1rea equivalente \u00e0 8 cidades do Rio de Janeiro. Junte a isso a catastr\u00f3fica pol\u00edtica ambiental do Brasil e temos uma bomba com enorme potencial de gerar danos irrevers\u00edveis.<\/p>\n\n<p class=\"txt70p\">A conserva\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia \u00e9 fundamental para minimizar a crise clim\u00e1tica e ainda mais importante para as esp\u00e9cies e pessoas que vivem ali. A ci\u00eancia vem alertando sobre a possibilidade, cada vez mais real, de chegarmos a um ponto de ruptura, em que a floresta n\u00e3o conseguir\u00e1 mais se recuperar e perderemos muitas esp\u00e9cies e incont\u00e1veis benef\u00edcios que a floresta oferece a toda a sociedade, como a distribui\u00e7\u00e3o de \u00e1gua pela atmosfera, que irriga as planta\u00e7\u00f5es de boa parte do pa\u00eds, e a estocagem de carbono.<\/p>\n\n<p class=\"txt70p\">\u201cA floresta \u00e9 um grande livro aberto, mas as pessoas n\u00e3o&#8221; querem ler\u201d, disse Valter Calheiros, educador ambiental em Manaus (AM). Precisamos ler o livro da floresta e aprender com os povos que sabem como viver e evoluir com ela. \u00c9 necess\u00e1rio conhec\u00ea-la, em todo o seu potencial, para que possamos preserv\u00e1-la.<br><br><\/p>\n\n<h3 class=\"txt70p wp-block-heading\"><br><br>Pesquisar \u00e9 preciso: Programa Tatiana de Carvalho de Pesquisa e Conserva\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia<br><br><\/h3>\n\n<p class=\"txt70p\">Em meio a esfor\u00e7os para reverter a crise do clima e da perda de biodiversidade, o Greenpeace lan\u00e7ou, em fevereiro de 2020, o Programa Tatiana de Carvalho de Pesquisa e Conserva\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia, um projeto idealizado para incentivar e apoiar pesquisadores brasileiros no estudo sobre novas esp\u00e9cies da biodiversidade amaz\u00f4nica.<\/p>\n\n<p class=\"txt70p\">Atrav\u00e9s de edital, foram selecionados <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/pesquisar-e-preciso-conheca-os-18-cientistas-contemplados-pelo-edital-do-greenpeace\/\">18 projetos de pesquisa em bot\u00e2nica e zoologia<\/a>, que receber\u00e3o apoio do Greenpeace ao longo de dois anos, com investimento de R$ 438 mil, em duas categorias: bolsa de estudo individual e apoio financeiro \u00e0 trabalhos de campo.<\/p>\n\n<p class=\"txt70p\">A pesquisa cient\u00edfica, visando o conhecimento da biodiversidade da Amaz\u00f4nia, precisa ser priorizada no Brasil. Lamentavelmente, a maior floresta tropical do mundo \u00e9 alvo de um dos menores esfor\u00e7os de amostragem da biodiversidade. E neste momento estamos vendo, na pr\u00e1tica, a diferen\u00e7a que investimentos na ci\u00eancia fazem para a toda a sociedade.<\/p>\n\n<p class=\"txt70p\">O edital foi inspirado no trabalho da ativista <strong>Tatiana de Carvalho<\/strong>, que trabalhou por quase uma d\u00e9cada no Greenpeace, atuando na linha de frente da luta ambiental e pela prote\u00e7\u00e3o da floresta. Este programa \u00e9 uma forma de continuar o trabalho a que Tati dedicou a vida: proteger a Amaz\u00f4nia.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image  caption-style-blue-overlay caption-alignment-center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/04\/8f9ed2bb-tati-carvalho.jpg\" title=\"Tatiana de Carvalho<div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Karla Gachet\/Greenpeace<\/div>&#8221; alt=&#8221;Tatiana de Carvalho<div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Karla Gachet\/Greenpeace<\/div> Foto: \u00a9 Karla Gachet\/Greenpeace&#8221; class=&#8221;wp-image-16123&#8243;\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Tatiana de Carvalho<div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Karla Gachet\/Greenpeace<\/div><\/figcaption><\/figure>\n\n<br><br>\n<figure class=\"wp-block-image size-large  caption-style-blue-overlay caption-alignment-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"868\" height=\"67\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/4162873b-fatores-de-risco-a-biodiversidade.png\" alt=\"Fatores de risco \u00e0 biodiversidade\" class=\"wp-image-14692\" id=\"fatores-de-risco\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/4162873b-fatores-de-risco-a-biodiversidade.png 868w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/4162873b-fatores-de-risco-a-biodiversidade-300x23.png 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/4162873b-fatores-de-risco-a-biodiversidade-768x59.png 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/4162873b-fatores-de-risco-a-biodiversidade-510x39.png 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 868px) 100vw, 868px\" \/><\/figure>\n\n<br><br>\n<figure class=\"wp-block-table tbl50clear\"><table class=\"\"><tbody><tr><td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"371\" height=\"409\" class=\"wp-image-14698\" style=\"width: px;\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/476b9d99-mapa-desmatamento.png\" alt=\"Mapa desmatamento\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/476b9d99-mapa-desmatamento.png 371w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/476b9d99-mapa-desmatamento-272x300.png 272w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/476b9d99-mapa-desmatamento-308x340.png 308w\" sizes=\"auto, (max-width: 371px) 100vw, 371px\" \/><\/td><\/tr><tr><td>O avan\u00e7o do desmatamento causa danos irrevers\u00edveis a toda a biodiversidade da floresta e para o equil\u00edbrio clim\u00e1tico do planeta. A Amaz\u00f4nia \u00e9 a maior floresta tropical do mundo e lar de uma imensa biodiversidade ainda pouco conhecida pelo homem. Mas ela continua a ser destru\u00edda para dar lugar a atividades como pecu\u00e1ria e monoculturas. No \u00faltimo per\u00edodo, houve um aumento de 30% do desmatamento no Bioma. Mas antes mesmo da destrui\u00e7\u00e3o total da floresta, o processo de degrada\u00e7\u00e3o, que \u00e9 geralmente o est\u00e1gio inicial do desmatamento, com atividades como a retirada ilegal de madeira, tamb\u00e9m coloca em risco a sobreviv\u00eancia de esp\u00e9cies.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n<figure class=\"wp-block-table tbl50clear\"><table><tbody><tr><td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"371\" height=\"409\" class=\"wp-image-14662\" style=\"width: px;\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/be44a3a3-mapa1.png\" alt=\"Mapa combust\u00edveis f\u00f3sseis\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/be44a3a3-mapa1.png 371w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/be44a3a3-mapa1-272x300.png 272w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/be44a3a3-mapa1-308x340.png 308w\" sizes=\"auto, (max-width: 371px) 100vw, 371px\" \/><\/td><\/tr><tr><td>A queima de combust\u00edveis f\u00f3sseis \u00e9 a principal causa do aquecimento global que amea\u00e7a a biodiversidade do planeta e toda a humanidade. Al\u00e9m disso, derramamentos de petr\u00f3leo podem ter enormes consequ\u00eancias, como visto no caso das manchas de petr\u00f3leo no nordeste do Brasil, que come\u00e7aram em agosto de 2019 e seguem afetando n\u00e3o s\u00f3 o meio ambiente, como comunidades de pescadores e extrativistas que tiveram sua fonte de renda e de alimenta\u00e7\u00e3o prejudicada. Os impactos desse petr\u00f3leo em mangues s\u00e3o um exemplo do que poderia acontecer no caso de um derramamento na floresta. <\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n<figure class=\"wp-block-table tbl50clear\"><table><tbody><tr><td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"371\" height=\"409\" class=\"wp-image-14693\" style=\"width: px;\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/38dbd0fb-mapa-estradas.png\" alt=\"Mapa estradas\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/38dbd0fb-mapa-estradas.png 371w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/38dbd0fb-mapa-estradas-272x300.png 272w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/38dbd0fb-mapa-estradas-308x340.png 308w\" sizes=\"auto, (max-width: 371px) 100vw, 371px\" \/><\/td><\/tr><tr><td>As estradas abrem caminho para o desmatamento e grilagem de terra. Uma das \u00e1reas que mais sofre com o desmatamento atualmente \u00e9 a regi\u00e3o do entorno da BR 163, que liga Cuiab\u00e1 (MT) a Santar\u00e9m (PA), no caminho de habitats de esp\u00e9cies amea\u00e7adas. O asfaltamento da BR 319, que liga Manaus (AM) \u00e0 Porto-Velho (RO), \u00e9 outro exemplo de desastre potencial, ainda sem licenciamento ambiental. O projeto deve reproduzir problemas observados na BR 163, incluindo degrada\u00e7\u00e3o, desmatamento e grilagem, em uma \u00e1rea que hoje abriga vastas por\u00e7\u00f5es de floresta nativa e biodiversidade.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n<figure class=\"wp-block-table tbl50clear\"><table><tbody><tr><td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"371\" height=\"409\" class=\"wp-image-14700\" style=\"width: px;\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/23f079da-mapa-mineracao.png\" alt=\"Mapa minera\u00e7\u00e3o\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/23f079da-mapa-mineracao.png 371w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/23f079da-mapa-mineracao-272x300.png 272w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/23f079da-mapa-mineracao-308x340.png 308w\" sizes=\"auto, (max-width: 371px) 100vw, 371px\" \/><\/td><\/tr><tr><td>A explora\u00e7\u00e3o mineral na Amaz\u00f4nia impulsiona a abertura de estradas, constru\u00e7\u00e3o de infraestrutura energ\u00e9tica e desmatamento. A atividade se espalha tamb\u00e9m para dentro de \u00e1reas protegidas, como Terras Ind\u00edgenas e Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o, que s\u00e3o grandes pontos de ref\u00fagio para a vida selvagem. Al\u00e9m disso, representa grande risco para a qualidade da \u00e1gua e solo no entorno, j\u00e1 que submete o ambiente ao risco de vazamentos de componentes t\u00f3xicos.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n<figure class=\"wp-block-table tbl50clear\"><table><tbody><tr><td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"371\" height=\"409\" class=\"wp-image-14699\" style=\"width: px;\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/1cdb9f5f-mapa-focos-de-calor.png\" alt=\"Mapa focos de calor\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/1cdb9f5f-mapa-focos-de-calor.png 371w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/1cdb9f5f-mapa-focos-de-calor-272x300.png 272w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/1cdb9f5f-mapa-focos-de-calor-308x340.png 308w\" sizes=\"auto, (max-width: 371px) 100vw, 371px\" \/><\/td><\/tr><tr><td>As queimadas t\u00eam dois efeitos para os animais e plantas da Amaz\u00f4nia: o imediato \u00e9 a morte pela a\u00e7\u00e3o direta do fogo. J\u00e1 em longo prazo, a altera\u00e7\u00e3o dr\u00e1stica sobre os ecossistemas e perda de habitat muda a rela\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies com o ambiente e pode causar at\u00e9 a extin\u00e7\u00e3o. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em 2019 o n\u00famero de focos de fogo na Amaz\u00f4nia cresceu 30% em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo anterior.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n<figure class=\"wp-block-table tbl50clear\"><table><tbody><tr><td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"371\" height=\"409\" class=\"wp-image-14697\" style=\"width: px;\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/e3245b91-mapa-barragens.png\" alt=\"Mapa barragens\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/e3245b91-mapa-barragens.png 371w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/e3245b91-mapa-barragens-272x300.png 272w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/e3245b91-mapa-barragens-308x340.png 308w\" sizes=\"auto, (max-width: 371px) 100vw, 371px\" \/><\/td><\/tr><tr><td>A constru\u00e7\u00e3o de barragens afeta profundamente o ambiente, os povos e os animais que vivem em seu entorno. O represamento de rios isola esp\u00e9cies, interrompendo o fluxo g\u00eanico, contamina a \u00e1gua e leva animais \u00e0 extin\u00e7\u00e3o. A constru\u00e7\u00e3o de uma barragem depende de an\u00e1lise para identificar e mitigar danos socioambientais. O cumprimento destas medidas de mitiga\u00e7\u00e3o, entretanto, \u00e9 pouco efetivo, sem contar as tentativas do legislativo de enfraquecer o licenciamento ambiental no Brasil.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n<figure class=\"wp-block-table tbl50clear\"><table><tbody><tr><td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"371\" height=\"409\" class=\"wp-image-14701\" style=\"width: px;\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/98e19ede-mapa-propriedades-rurais.png\" alt=\"Mapa propriedades rurais\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/98e19ede-mapa-propriedades-rurais.png 371w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/98e19ede-mapa-propriedades-rurais-272x300.png 272w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/98e19ede-mapa-propriedades-rurais-308x340.png 308w\" sizes=\"auto, (max-width: 371px) 100vw, 371px\" \/><\/td><\/tr><tr><td>O desmatamento para a expans\u00e3o da pecu\u00e1ria \u00e9 um dos principais motores da destrui\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia. Em alguns casos, a cria\u00e7\u00e3o de gado \u00e9 uma das ferramentas usadas no processo de grilagem e regulariza\u00e7\u00e3o de terras ocupadas ilegalmente. Desmatadores utilizam o Cadastro Ambiental Rural (CAR), que \u00e9 autodeclarat\u00f3rio, para se autoproclamar donos de terras \u201cprodutivas\u201d na Amaz\u00f4nia. O mapa mostra a distribui\u00e7\u00e3o de \u00e1reas com CAR no bioma. Compare com o mapa do desmatamento.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"611\" height=\"733\" class=\"wp-image-14707\" style=\"width: px;\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/74b03b3d-especies-fatores-riso.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/74b03b3d-especies-fatores-riso.png 611w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/74b03b3d-especies-fatores-riso-250x300.png 250w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/74b03b3d-especies-fatores-riso-283x340.png 283w\" sizes=\"auto, (max-width: 611px) 100vw, 611px\" \/><\/p>\n\n<p class=\"has-text-align-left\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"404\" height=\"67\" class=\"wp-image-14717\" style=\"max-width: 35%;\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/a2782ee3-perfil-de-risco.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/a2782ee3-perfil-de-risco.png 404w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/a2782ee3-perfil-de-risco-300x50.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 404px) 100vw, 404px\" \/><\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-table tbl35clear\"><table class=\"\" id=\"perfil-risco\"><tbody><tr><td><strong>Titi<br>(<em>Plecturocebus Miltoni<\/em>)<\/strong><br><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-14732\" width=\"90%\"  src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/1422000e-titi.png\" alt=\"Titi\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/1422000e-titi.png 314w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/1422000e-titi-300x238.png 300w\" sizes=\"(max-width: 314px) 100vw, 314px\" \/><br><span style=\"font-size:1rem;\">Descrita pela ci\u00eancia em 2014, a esp\u00e9cie s\u00f3 existe no interfl\u00favio dos rios Roosevelt e Aripuan\u00e3, nos estados do Mato Grosso e Amazonas. De janeiro a setembro de 2019, foram registrados 204 focos de calor, num raio de at\u00e9 30 quil\u00f4metros de onde vive a esp\u00e9cie. Em todo o ano passado, a regi\u00e3o perdeu 3.130 hectares de floresta. Por ser um primata que vive exclusivamente nas copas das \u00e1rvores, a perda de cobertura florestal \u00e9 fatal para esta esp\u00e9cie. As principais amea\u00e7as s\u00e3o as queimadas e a degrada\u00e7\u00e3o florestal, que \u00e9 a primeira etapa para o desmatamento total.<\/span><\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n<figure class=\"wp-block-table tbl65clear\"><table class=\"\" id=\"perfil-risco\"><tbody><tr><td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"801\" height=\"743\" class=\"wp-image-14725\" style=\"width: 100%;\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/17f6916d-mapa-titi.png\" alt=\"Mapa titi\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/17f6916d-mapa-titi.png 801w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/17f6916d-mapa-titi-300x278.png 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/17f6916d-mapa-titi-768x712.png 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/17f6916d-mapa-titi-367x340.png 367w\" sizes=\"auto, (max-width: 801px) 100vw, 801px\" \/><\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n<figure class=\"wp-block-table tbl35clear\"><table class=\"\" id=\"perfil-risco\"><tbody><tr><td><strong>Arara-azul<br>(<em>Anodorhynchus hyacinthinus<\/em>)<\/strong><br><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-14730\" style=\"width: px;\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/29835a19-arara-azul.png\" alt=\"Arara-azul\" width=\"90%\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/29835a19-arara-azul.png 314w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/29835a19-arara-azul-276x300.png 276w\" sizes=\"(max-width: 314px) 100vw, 314px\" \/><br><span style=\"font-size:1rem;\">A Arara-azul j\u00e1 \u00e9 uma \u201cvelha\u201d conhecida da ci\u00eancia e ocorre naturalmente em tr\u00eas biomas: Amaz\u00f4nia, Cerrado e Caatinga. Mas o desmatamento para a expans\u00e3o agropecu\u00e1ria, a degrada\u00e7\u00e3o pela extra\u00e7\u00e3o ilegal de madeira e o avan\u00e7o das cidades reduziram drasticamente seu habitat. Hoje ela ocorre apenas em pequenas \u00e1reas dos biomas e a esp\u00e9cie \u00e9 classificada como Vulner\u00e1vel pela IUCN (International Union for Conservation of Nature\u2019s). Na Amaz\u00f4nia, ainda ocorrem avistamentos na regi\u00e3o central do Par\u00e1, que \u00e9 tamb\u00e9m o epicentro do desmatamento no bioma. Em 2019 a \u00e1rea desmatada na regi\u00e3o em que vive a esp\u00e9cie chegou a 203.460 ha, o equivalente \u00e0s cidades de S\u00e3o Paulo, Belo Horizonte e Recife juntas.<\/span><\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n<figure class=\"wp-block-table tbl65clear\"><table class=\"\" id=\"perfil-risco\"><tbody><tr><td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"801\" height=\"741\" class=\"wp-image-14729\" style=\"width: 100%;\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/9f347259-mapa-arara.png\" alt=\"Mapa Arara-azul\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/9f347259-mapa-arara.png 801w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/9f347259-mapa-arara-300x278.png 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/9f347259-mapa-arara-768x710.png 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/9f347259-mapa-arara-368x340.png 368w\" sizes=\"auto, (max-width: 801px) 100vw, 801px\" \/><\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n<figure class=\"wp-block-table tbl35clear\"><table class=\"\" id=\"perfil-risco\"><tbody><tr><td><strong>Brom\u00e9lia Xinguana<br>(<em>Aechmea Xinguana<\/em>)<\/strong><br><br><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-14731\" style=\"width: auto;\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/473b5d73-bromelia.png\" alt=\"Brom\u00e9lia\" width=\"25%\" align=\"right\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/473b5d73-bromelia.png 181w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/473b5d73-bromelia-118x300.png 118w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/473b5d73-bromelia-133x340.png 133w\" sizes=\"(max-width: 181px) 100vw, 181px\" \/><span style=\"font-size:1rem;\">A esp\u00e9cie de brom\u00e9lia, identificada em 2016, ocorre nas margens do Rio Xingu, a cerca de 56m de altitude, em Vit\u00f3ria do Xingu, que \u00e9 um dos munic\u00edpios inclu\u00eddos na \u00e1rea impactada pela Usina Hidrel\u00e9trica de Belo Monte, situada na regi\u00e3o da Volta Grande do Xingu. Em 2019, foram registrados 52 focos de calor no raio de at\u00e9 30 quil\u00f4metros de onde a esp\u00e9cie ocorre e o desmatamento foi de <strog>2.193 hectares<\/strong>.<\/span><\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n<figure class=\"wp-block-table tbl65clear\"><table class=\"\" id=\"perfil-risco\"><tbody><tr><td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"801\" height=\"744\" class=\"wp-image-14724\" style=\"width: 100%;\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/292eb288-mapa-bromelia.png\" alt=\"Mapa brom\u00e9lia\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/292eb288-mapa-bromelia.png 801w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/292eb288-mapa-bromelia-300x279.png 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/02\/292eb288-mapa-bromelia-768x713.png 768w, 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class=\"wp-block-post-template is-layout-flow wp-block-post-template-is-layout-flow\"><li class=\"wp-block-post post-63013 post type-post status-publish format-standard has-post-thumbnail hentry category-oceanos tag-biodiversidade tag-oceanos p4-page-type-blog\">\n            \n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\"><figure class=\"wp-block-post-featured-image\"><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/o-futuro-do-alto-mar-depende-da-implementacao-do-tratado-global-dos-oceanos\/\" target=\"_self\"  ><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"581\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/03\/488687dc-gp0su3t9t_low-res-800px.jpg\" class=\"attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image wp-stateless-item\" alt=\"O futuro do alto-mar depende da implementa\u00e7\u00e3o do Tratado Global dos Oceanos\" style=\"object-fit:cover;\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/03\/488687dc-gp0su3t9t_low-res-800px.jpg 800w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/03\/488687dc-gp0su3t9t_low-res-800px-300x218.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/03\/488687dc-gp0su3t9t_low-res-800px-768x558.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/03\/488687dc-gp0su3t9t_low-res-800px-468x340.jpg 468w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" data-image-size=\"post-thumbnail\" data-stateless-media-bucket=\"planet4-brasil-stateless\" data-stateless-media-name=\"2026\/03\/488687dc-gp0su3t9t_low-res-800px.jpg\" \/><\/a><\/figure>\n\n        <div class=\"wp-block-group is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow\">\n                <div class=\"wp-block-group is-layout-flex wp-block-group-is-layout-flex\"><div class=\"wp-block-post-terms\"><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/categoria\/oceanos\/\">Oceanos<\/a><\/div>\n                <div class=\"taxonomy-post_tag wp-block-post-terms\"><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/tag\/biodiversidade\/\" rel=\"tag\">Biodiversidade<\/a><span class=\"wp-block-post-terms__separator\"> <\/span><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/tag\/oceanos\/\" rel=\"tag\">Oceanos<\/a><\/div>\n                \n                <\/div>\n                \n        <h3 class=\"wp-block-post-title\"><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/o-futuro-do-alto-mar-depende-da-implementacao-do-tratado-global-dos-oceanos\/\" target=\"_self\" >O futuro do alto-mar depende da implementa\u00e7\u00e3o do Tratado Global dos Oceanos<\/a><\/h3>\n        <div class=\"wp-block-post-excerpt\"><p class=\"wp-block-post-excerpt__excerpt\">Ci\u00eancia, coopera\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e participa\u00e7\u00e3o social s\u00e3o essenciais para que o acordo saia do papel. <\/p><\/div>\n        \n        <div class=\"wp-block-group posts-list-meta is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow\"><span class='article-list-item-author'><a href='https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/author\/bcanal\/'>Bruna Canal<\/a><\/span>\n        <div class=\"wp-block-post-date\"><time datetime=\"2026-03-17T09:25:37-03:00\">17 de mar\u00e7o de 2026<\/time><\/div>\n        \n        <\/div>\n        <\/div>\n        <\/div>\n\n            <\/li><li class=\"wp-block-post post-62582 post type-post status-publish format-standard has-post-thumbnail hentry category-oceanos tag-oceanos tag-biodiversidade p4-page-type-blog\">\n            \n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\"><figure class=\"wp-block-post-featured-image\"><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/quem-garante-a-seguranca-da-perfuracao-na-foz-do-amazonas\/\" target=\"_self\"  ><img loading=\"lazy\" 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wp-block-post-terms\"><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/tag\/oceanos\/\" rel=\"tag\">Oceanos<\/a><span class=\"wp-block-post-terms__separator\"> <\/span><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/tag\/biodiversidade\/\" rel=\"tag\">Biodiversidade<\/a><\/div>\n                \n                <\/div>\n                \n        <h3 class=\"wp-block-post-title\"><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/quem-garante-a-seguranca-da-perfuracao-na-foz-do-amazonas\/\" target=\"_self\" >Quem garante a seguran\u00e7a da perfura\u00e7\u00e3o na Foz do Amazonas?<\/a><\/h3>\n        <div class=\"wp-block-post-excerpt\"><p class=\"wp-block-post-excerpt__excerpt\">Ap\u00f3s um vazamento de fluido no Bloco 59, a Petrobras foi multada pelo Ibama e teve falhas de seguran\u00e7a reconhecidas pela ANP. O epis\u00f3dio refor\u00e7a por que a perfura\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo na Foz do Amazonas n\u00e3o \u00e9 segura. <\/p><\/div>\n        \n        <div class=\"wp-block-group posts-list-meta is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow\"><span class='article-list-item-author'><a href='https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/author\/taisterra\/'>Tais Terra<\/a><\/span>\n        <div class=\"wp-block-post-date\"><time datetime=\"2026-02-09T17:36:27-03:00\">9 de fevereiro de 2026<\/time><\/div>\n        \n        <\/div>\n        <\/div>\n        <\/div>\n\n            <\/li><li class=\"wp-block-post post-62409 post type-post status-publish format-standard has-post-thumbnail hentry category-oceanos tag-oceanos tag-biodiversidade p4-page-type-blog\">\n            \n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\"><figure class=\"wp-block-post-featured-image\"><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/ondas-de-esperanca-o-que-queremos-para-os-oceanos-em-2026\/\" target=\"_self\"  ><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"2500\" height=\"1667\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/02\/6878ce9a-gp1sxo1u_pressmedia-2500px.jpg\" class=\"attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image wp-stateless-item\" alt=\"Ondas de esperan\u00e7a: o que queremos para os oceanos em 2026\" style=\"object-fit:cover;\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/02\/6878ce9a-gp1sxo1u_pressmedia-2500px.jpg 2500w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/02\/6878ce9a-gp1sxo1u_pressmedia-2500px-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2026\/02\/6878ce9a-gp1sxo1u_pressmedia-2500px-1024x683.jpg 1024w, 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href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/categoria\/oceanos\/\">Oceanos<\/a><\/div>\n                <div class=\"taxonomy-post_tag wp-block-post-terms\"><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/tag\/oceanos\/\" rel=\"tag\">Oceanos<\/a><span class=\"wp-block-post-terms__separator\"> <\/span><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/tag\/biodiversidade\/\" rel=\"tag\">Biodiversidade<\/a><\/div>\n                \n                <\/div>\n                \n        <h3 class=\"wp-block-post-title\"><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/ondas-de-esperanca-o-que-queremos-para-os-oceanos-em-2026\/\" target=\"_self\" >Ondas de esperan\u00e7a: o que queremos para os oceanos em 2026<\/a><\/h3>\n        <div class=\"wp-block-post-excerpt\"><p class=\"wp-block-post-excerpt__excerpt\">Os principais pedidos do Greenpeace Brasil para a prote\u00e7\u00e3o dos oceanos, em um ano decisivo para o futuro do mar. <\/p><\/div>\n        \n        <div class=\"wp-block-group posts-list-meta is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow\"><span class='article-list-item-author'><a href='https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/author\/taisterra\/'>Tais Terra<\/a><\/span>\n        <div class=\"wp-block-post-date\"><time datetime=\"2026-02-02T15:00:25-03:00\">2 de fevereiro de 2026<\/time><\/div>\n        \n        <\/div>\n        <\/div>\n        <\/div>\n\n            <\/li><\/ul>\n\n    \n<div class=\"wp-block-buttons carousel-controls is-horizontal is-content-justification-space-between is-nowrap is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-044bd602 wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n            <div class=\"wp-block-button carousel-control-prev\"><button type=\"button\" class=\"wp-block-button__link wp-element-button\">Anterior<\/button><\/div>\n        \n\n            <div class=\"wp-block-button carousel-control-next\"><button type=\"button\" class=\"wp-block-button__link wp-element-button\">Seguinte<\/button><\/div>\n        <\/div>\n\n\n    <li class=\" wp-block-navigation-item see-all-link wp-block-navigation-link\"><a class=\"wp-block-navigation-item__content\"  href=\"http:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/noticias-e-historias\/?tag=biodiversidade\"><span class=\"wp-block-navigation-item__label\">See all stories<\/span><\/a><\/li><\/div>\n    ","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O desmatamento na Amaz\u00f4nia vem causado grandes perdas da biodiversidade brasileira, tanto de esp\u00e9cies j\u00e1 conhecidas, como as que sequer foram documentadas. 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