{"id":10866,"date":"2019-08-24T17:16:35","date_gmt":"2019-08-24T20:16:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=10866"},"modified":"2022-06-30T16:51:23","modified_gmt":"2022-06-30T19:51:23","slug":"queimadas-na-amazonia-numero-aumentou-145-na-regiao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/imprensa\/queimadas-na-amazonia-numero-aumentou-145-na-regiao\/","title":{"rendered":"Queimadas na Amaz\u00f4nia: n\u00famero aumentou 145% na regi\u00e3o"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_10868\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-10868\" class=\"size-large wp-image-10868\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/08\/64ecf64d-gp0stts2p_medium_res_with_credit_line-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/08\/64ecf64d-gp0stts2p_medium_res_with_credit_line-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/08\/64ecf64d-gp0stts2p_medium_res_with_credit_line-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/08\/64ecf64d-gp0stts2p_medium_res_with_credit_line-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/08\/64ecf64d-gp0stts2p_medium_res_with_credit_line-510x340.jpg 510w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/08\/64ecf64d-gp0stts2p_medium_res_with_credit_line.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><p id=\"caption-attachment-10868\" class=\"wp-caption-text\">ALTAMIRA, PAR\u00c1, BRASIL: Imagem a\u00e9rea de queimadas na cidade de Altamira, Estado do Par\u00e1. \u00a92019 Foto: Victor Moriyama \/ Greenpeace<\/p><\/div>\n<p>Com uma das maiores quantidades de focos de inc\u00eandio registrados na Amaz\u00f4nia nos \u00faltimos anos, o fogo segue amea\u00e7ando a vida da floresta e o clima em todo o mundo. Somente de janeiro a 20 de agosto, o n\u00famero de queimadas na regi\u00e3o foi 145% superior ao registrado no mesmo per\u00edodo de 2018. &#8220;As queimadas que est\u00e3o devastando a Amaz\u00f4nia tamb\u00e9m est\u00e3o destruindo a imagem do Brasil. Isso afeta nossa economia e pode agravar a crise econ\u00f4mica e o desemprego. At\u00e9 mesmo setores do agroneg\u00f3cio j\u00e1 assumem que a pol\u00edtica antiambiental do governo pode trazer preju\u00edzos. Em resposta, Bolsonaro fez um pronunciamento em rede nacional, mas n\u00e3o anunciou nenhuma medida concreta para combater o desmatamento. Parecia mais preocupado em salvar a si mesmo do que em salvar a floresta&#8221;, afirma M\u00e1rcio Astrini, coordenador de Pol\u00edticas P\u00fablicas do Greenpeace.<\/p>\n<p><em>Fotos das queimadas na Amaz\u00f4nia <a href=\"https:\/\/media.greenpeace.org\/collection\/27MZIFJ8UGPN4\">aqui.<\/a><\/em><\/p>\n<p>Na Amaz\u00f4nia, fogo e desmatamento caminham juntos. Apenas neste ano, 75% dos focos de calor ocorreram em \u00e1reas que eram floresta em 2017. Al\u00e9m disso, o desmatamento na Amaz\u00f4nia s\u00f3 piora o ciclo de destrui\u00e7\u00e3o anunciado pela crise clim\u00e1tica que nos bate \u00e0 porta. Afinal, quanto mais desmatamento e queimadas, maiores s\u00e3o nossas emiss\u00f5es de gases de efeito estufa e, quanto mais o planeta aquece, maior ser\u00e1 a frequ\u00eancia de eventos extremos que afetam ainda mais a floresta, a biodiversidade, a agricultura e a sa\u00fade humana.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 urgente e necess\u00e1rio colocarmos um fim nesse ciclo vicioso, enquanto ainda temos tempo. Durante um sobrevoo na regi\u00e3o da BR-163 pudemos observar as consequ\u00eancias reais do desmonte da agenda ambiental brasileira: extensas \u00e1reas desmatadas, cercadas de fuma\u00e7a, denunciando o avan\u00e7o da agropecu\u00e1ria sobre a floresta. Diferentemente do que alega o governo Bolsonaro, a onda de fogo que varre a Amaz\u00f4nia est\u00e1 ligada ao aumento do desmatamento na regi\u00e3o&#8221;, afirma Danicley Aguiar, da campanha Amaz\u00f4nia do Greenpeace<\/p>\n<p>Dos 23.006 focos de calor na Amaz\u00f4nia registrados nos primeiros 20 dias do m\u00eas, 15.749 foram em \u00e1reas de florestas ou recentemente desmatada, 5.445 em \u00e1reas de pastagem, 832 em forma\u00e7\u00e3o natural e 602 em \u00e1reas de agricultura. Outro dado a ser destacado \u00e9 que dos 6.295 focos de calor registrados na semana de 16\/08 a 22\/08, 1.201 (19%) eram em Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o e 364 destes focos (6%) em Terras Ind\u00edgenas.<\/p>\n<p>&#8220;A floresta tamb\u00e9m tem seu limite, e estamos perigosamente chegando perto dele. Al\u00e9m disso, desmatar s\u00f3 traz preju\u00edzos para nossa economia, para o clima do planeta e coloca em risco a vida de milhares de pessoas. Agir pelo fim do desmatamento deve ser objetivo de todos, e uma obriga\u00e7\u00e3o de quem governa o pa\u00eds&#8221;, conclui Astrini.<\/p>\n<p><strong>Assessoria de Imprensa<\/strong><br \/>\nRebecca Cesar<br \/>\n<a href=\"mailto:imprensa.br@greenpeace.org\">imprensa.br@greenpeace.org<\/a><br \/>\n(11) 3035-1167 e (11) 9-5640-0443<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com uma das maiores quantidades de focos de inc\u00eandio registrados na Amaz\u00f4nia nos \u00faltimos anos, o fogo segue amea\u00e7ando a vida da floresta e o clima em todo o mundo.&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":28,"featured_media":10867,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"not set","p4_local_project":"","p4_basket_name":"not set","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[3],"tags":[22,55],"p4-page-type":[14],"class_list":["post-10866","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-proteja-a-natureza","tag-florestas","tag-imprensa","p4-page-type-imprensa"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10866","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/28"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10866"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10866\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":10922,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10866\/revisions\/10922"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/10867"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10866"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10866"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10866"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=10866"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}