{"id":1107,"date":"2017-09-28T00:00:00","date_gmt":"2017-09-28T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/amazonia-em-aguas-profundas-como-o-petroleo-ameaca-os-corais-da-amazonia\/"},"modified":"2023-08-23T00:08:02","modified_gmt":"2023-08-23T03:08:02","slug":"amazonia-em-aguas-profundas-como-o-petroleo-ameaca-os-corais-da-amazonia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/publicacoes\/amazonia-em-aguas-profundas-como-o-petroleo-ameaca-os-corais-da-amazonia\/","title":{"rendered":"Amaz\u00f4nia em \u00e1guas profundas: Como o petr\u00f3leo amea\u00e7a os Corais da Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-2051 alignleft\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/09\/cover-amazonia-aguas-profundas-724x1024.png\" alt=\"\" width=\"282\" height=\"399\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/09\/cover-amazonia-aguas-profundas-724x1024.png 724w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/09\/cover-amazonia-aguas-profundas-212x300.png 212w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/09\/cover-amazonia-aguas-profundas-768x1086.png 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/09\/cover-amazonia-aguas-profundas-240x340.png 240w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/09\/cover-amazonia-aguas-profundas.png 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 282px) 100vw, 282px\" \/>Perturbar o bem-estar de animais como baleias, golfinhos, tartarugas e peixes-bois. Correr o risco de contaminar um dos maiores manguezais do mundo, que levariam d\u00e9cadas para se recuperar. Devastar os <strong>Corais da Amaz\u00f4nia<\/strong>, antes de a ci\u00eancia conhecer bem esse ecossistema. Prejudicar a subsist\u00eancia da popula\u00e7\u00e3o local e, ainda, gerar poucos empregos nas comunidades.<\/p>\n<p>Caso as empresas Total e BP deem in\u00edcio \u00e0 atividade petrol\u00edfera na bacia da foz do rio Amazonas, esses s\u00e3o alguns dos impactos poss\u00edveis. E est\u00e3o detalhados na publica\u00e7\u00e3o lan\u00e7ada hoje pelo Greenpeace Brasil:<\/p>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.greenpeace.org.br\/hubfs\/Campanhas\/reef\/documentos\/Amazonia%20em%20Aguas%20Profundas%20Greenpeace%20Brasil.pdf\">Amaz\u00f4nia em \u00e1guas profundas \u2013 Como o petr\u00f3leo amea\u00e7a os Corais da Amaz\u00f4nia<\/a>.<\/h4>\n<p>O Greenpeace contratou pesquisadores especialistas para examinar como as duas petrol\u00edferas preveem os riscos de suas atividades na regi\u00e3o Norte do pa\u00eds. Eles usaram como base os Estudos de Impacto Ambiental (EIA), documento em que as empresas relatam os riscos, como pretendem evit\u00e1-los e, em caso de algum acidente, resolver os danos causados ao meio ambiente.<\/p>\n<p>A qualidade do EIA \u00e9 determinante para que o Ibama aceite o projeto e libere ou n\u00e3o a atividade petrol\u00edfera. Em agosto, o \u00f3rg\u00e3o <a href=\"http:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/pt\/Noticias\/Ibama-rejeita-licenca-para-exploracao-de-petroleo-perto-dos-Corais-da-Amazonia\/\">rejeitou o estudo da Total<\/a>, pedindo mais informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Essa rejei\u00e7\u00e3o do Ibama n\u00e3o foi \u00e0 toa. Como mostra a publica\u00e7\u00e3o do Greenpeace, os EIAs de ambas as empresas est\u00e3o cheios de falhas, pontos fracos, pesquisas limitadas e inconsist\u00eancias t\u00e9cnicas.<\/p>\n<p>Um exemplo \u00e9 o estudo sobre o que aconteceria no caso de um vazamento de petr\u00f3leo nas plataformas das empresas. O documento subestima a influ\u00eancia da \u00e1gua barrenta do rio Amazonas, que leva 300 mil metros c\u00fabicos por segundo para o oceano. E essa influ\u00eancia do rio \u00e9 uma das principais caracter\u00edsticas da regi\u00e3o onde as empresas querem atuar.<\/p>\n<p>Quando descreve os impactos em recifes de corais, os EIAs usam como base um estudo de 1976, que descreve corais como organismos resistentes a derramamentos de petr\u00f3leo. Sabemos hoje, com base em muitos estudos, que isso n\u00e3o \u00e9 verdade.<\/p>\n<p>A seguir, alguns dos impactos que as empresas desconsideram ou n\u00e3o explicam bem:<\/p>\n<ol>\n<li><strong>Perturba\u00e7\u00e3o aos animais<\/strong>\n<ul>\n<li>A Total n\u00e3o fala sobre impactos que a explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo vai trazer para os animais que vivem na bacia da foz do rio Amazonas. Entre eles est\u00e3o baleias, golfinhos e tartarugas-marinhas. Navios da Total v\u00e3o circular por onde esses animais vivem e eles s\u00e3o sens\u00edveis a inc\u00f4modos que os navios v\u00e3o causar. Um exemplo? O barulho que far\u00e3o e vazamentos de combust\u00edvel.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><strong>Contamina\u00e7\u00e3o dos mangues<\/strong>\n<ul>\n<li>Na costa norte do Brasil est\u00e1 um dos maiores manguezais do mundo. No caso de o petr\u00f3leo vindo de um vazamento alcan\u00e7ar os mangues, eles se contaminar\u00e3o. E \u00e9 dif\u00edcil limpar mangues. Sozinhos, eles levam d\u00e9cadas para se recuperar. Mangues s\u00e3o importantes para a vida marinha: s\u00e3o locais de reprodu\u00e7\u00e3o e ber\u00e7\u00e1rios de v\u00e1rias esp\u00e9cies. Um mangue preservado, significa um oceano saud\u00e1vel.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><strong>Amea\u00e7a aos Corais da Amaz\u00f4nia<\/strong>\n<ul>\n<li>A pr\u00f3pria Total j\u00e1 assumiu que, se acontecer um vazamento, a chance de o petr\u00f3leo chegar nos Corais da Amaz\u00f4nia \u00e9 de at\u00e9 30%. \u00c9 um risco inaceit\u00e1vel. Altas concentra\u00e7\u00f5es de petr\u00f3leo podem matar os Corais da Amaz\u00f4nia, que formam um bioma \u00fanico no mundo e que ainda conhecemos pouco.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><strong>Comunidades locais n\u00e3o ganhar\u00e3o nada<\/strong>\n<ul>\n<li>A Total quer tirar o petr\u00f3leo na regi\u00e3o do Amap\u00e1, mas n\u00e3o vai trazer ganhos \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. A previs\u00e3o \u00e9 de apenas 30 empregos diretos gerados, e 90 indiretos. Se de um lado os benef\u00edcios econ\u00f4micos n\u00e3o v\u00e3o ser relevantes para o Amap\u00e1, do outro, os impactos ambientais podem ser catastr\u00f3ficos. Grande parte da popula\u00e7\u00e3o vive da pesca e um derramamento de \u00f3leo amea\u00e7a diretamente a subsist\u00eancia, a seguran\u00e7a alimentar e a sa\u00fade dessas pessoas.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ol>\n<h4 style=\"text-align: center;\">Leia o relat\u00f3rio completo sobre os impactos que a explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo pode trazer \u00e0 regi\u00e3o dos Corais da Amaz\u00f4nia. E defenda os Corais!<\/h4>\n<p><!--HubSpot Call-to-Action Code --><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span id=\"hs-cta-wrapper-dbeda0b4-b7d3-43db-a80d-fd2d9494487a\" class=\"hs-cta-wrapper\"><span id=\"hs-cta-dbeda0b4-b7d3-43db-a80d-fd2d9494487a\" class=\"hs-cta-node hs-cta-dbeda0b4-b7d3-43db-a80d-fd2d9494487a\"><!-- [if lte IE 8]><\/p>\n\n\n\n\n\n<div id=\"hs-cta-ie-element\"><\/div>\n\n\n<![endif]--><a href=\"https:\/\/cta-redirect.hubspot.com\/cta\/redirect\/537105\/dbeda0b4-b7d3-43db-a80d-fd2d9494487a\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img decoding=\"async\" id=\"hs-cta-img-dbeda0b4-b7d3-43db-a80d-fd2d9494487a\" class=\"hs-cta-img\" style=\"border-width: 0px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"https:\/\/no-cache.hubspot.com\/cta\/default\/537105\/dbeda0b4-b7d3-43db-a80d-fd2d9494487a.png\" alt=\"Assine a Peti\u00e7\u00e3o\" \/><\/a><\/span><br \/>\n<script charset=\"utf-8\" type=\"text\/javascript\" src=\"https:\/\/js.hscta.net\/cta\/current.js\"><\/script><br \/>\n<script type=\"text\/javascript\">\/\/ <![CDATA[ hbspt.cta.load(537105, 'dbeda0b4-b7d3-43db-a80d-fd2d9494487a', {}); \/\/ ]]><\/script><br \/>\n<\/span><\/p>\n<p><!-- end HubSpot Call-to-Action Code --><\/p>\n<div class=\"EmptyMessage\">Block content is empty. 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E como as empresas n\u00e3o est\u00e3o preparadas para assumir esse risco.<\/p>\n","protected":false},"author":25,"featured_media":2137,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"","p4_local_project":"","p4_basket_name":"","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[64,3],"tags":[27,26,7],"p4-page-type":[15],"class_list":["post-1107","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-oceanos","category-proteja-a-natureza","tag-oceanos","tag-biodiversidade","tag-energia","p4-page-type-publicacoes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1107","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/25"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1107"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1107\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":35506,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1107\/revisions\/35506"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2137"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1107"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1107"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1107"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=1107"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}