{"id":1141,"date":"2015-11-15T00:00:00","date_gmt":"2015-11-15T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/lama-ate-o-pescoco\/"},"modified":"2025-07-02T04:37:40","modified_gmt":"2025-07-02T07:37:40","slug":"lama-ate-o-pescoco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/lama-ate-o-pescoco\/","title":{"rendered":"Lama at\u00e9 o pesco\u00e7o"},"content":{"rendered":"<h4 class=\"leader\"><em>Greenpeace chega as comunidades de Mariana, em Minas Gerais, para documentar a trag\u00e9dia causada pelo rompimento das barragens da mineradora Samarco<\/em><\/h4>\n<div>\n<div class=\"events-box big-box left\">\n<div class=\"frame\">\n<div style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a class=\"open-img EnlargeImage\" title=\"\" href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/Fotos-baixa-para-o-texto-3.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" id=\"ctl00_cphContentArea_Property3_ctl00_ctl02_Image1\" class=\"Thumbnail\" style=\"border-width: 0px;\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/Fotos-baixa-para-o-texto-3.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/a><p class=\"wp-caption-text\">Vista do arraial de Bento Rodrigues (\u00a9 Victor Moriyama \/ Greenpeace)<\/p><\/div>\n<h4><strong>14 de novembro &#8211; s\u00e1bado<\/strong><\/h4>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Terra arrasada n\u00e3o \u00e9 suficiente para definir o cen\u00e1rio desolador que deu lugar aos distritos da cidade mineira de Mariana. Contrariando os avisos de que todos os acessos ao arraial de Bento Rodrigues, primeira comunidade a ser atingida pelo rompimento das barragens da Samarco, estariam fechados, encontramos uma estrada privada \u2013 de minera\u00e7\u00e3o \u2013 que nos deixou a menos de 100 metros do pequeno vilarejo.<\/p>\n<p>No caminho, cenas aterradoras de enormes por\u00e7\u00f5es de terra totalmente lavadas pela for\u00e7a da lama composta de rejeitos minerais. Pesquisadores do Greenpeace levantaram que um corredor de aproximadamente 500 hectares de lama foi formado no arredores do arraial de Bento Rodrigues, o equivalente a 700 campos de futebol.<\/p>\n<p>A estrada estava de fato bloqueada, mas n\u00e3o pelo Corpo de Bombeiros ou Defesa Civil, e sim pela pr\u00f3pria lama que engolfou parte do caminho. Hora de seguir a p\u00e9. Andamos dois quil\u00f4metros em meio a um mar mole de barro at\u00e9 alcan\u00e7armos um morro que nos colocou frente a frente com a comunidade de Bento Rodrigues. Segundo os moradores, cerca de 80% do lugar foi devastado, restando apenas escombros e animais abandonados que vagam pela destrui\u00e7\u00e3o em busca de qualquer alimento.<\/p>\n<div class=\"events-box big-box left\">\n<div class=\"frame\">\n<div style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a class=\"open-img EnlargeImage\" href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/Fotos-baixa-para-o-texto-6.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" id=\"ctl00_cphContentArea_Property3_ctl00_ctl04_Image1\" class=\"Thumbnail\" style=\"border-width: 0px;\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/Fotos-baixa-para-o-texto-6.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/a><p class=\"wp-caption-text\">Ant\u00f4nio Geraldo de Paula perdeu duas casas na trag\u00e9dia, mas sua fam\u00edlia inteira sobreviveu (\u00a9 Victor Moriyama \/ Greenpeace)<\/p><\/div>\n<p>Ant\u00f4nio Geral de Paula, conhecido como Bem Amado, morava h\u00e1 40 anos no arraial com a esposa, cunhado, filhos e neto. \u201cN\u00e3o perdi ningu\u00e9m, gra\u00e7as a Deus. Em 10 minutos\u00a0 lama veio de l\u00e1 a aqui. Perdi duas casas&#8230; estamos voltando para tentar pegar os bichos. As galinhas e os cachorros t\u00e3o tudo l\u00e1, passando fome. Eu at\u00e9 entendo ter que fechar o local, mas eles podiam deixar a gente tirar as coisas de l\u00e1 pelo menos. Ou fazer pelo menos um grupo de volunt\u00e1rios para voltar com os bombeiros\u201d. O agricultor de 52 anos aponta para a ca\u00e7amba da sua caminhonete, onde dois bezerros tr\u00eamulos de medo e ensopados de lama se equilibram no piso frisado e irregular. \u201cElas tavam atoladas no barro, de hoje n\u00e3o passariam. Por sorte a gente conseguiu salvar\u201d. Perguntado como conseguiu escapar da enxurrada de lama, Bem Amado diz que foi o grito dos moradores que salvou ele e sua fam\u00edlia.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Entre o morro e o arraial de Bento Rodrigues, um antigo c\u00f3rrego se transformou num rio intranspon\u00edvel de lama. Conseguimos fazer imagens de longe e um sobrevoo com o drone. Quanto mais perto cheg\u00e1vamos, mais a perna afundava no solo mole e mais alto gritavam os trov\u00f5es da chuva que se aproximava.<\/p>\n<p>Seguimos ent\u00e3o para o distrito de Paracatu de Baixo, o segundo arraial mais atingido pela trag\u00e9dia. De um lado, estrada bloqueada por uma barreira de terra. Do outro, uma ponte que foi consumida e desaparecera ap\u00f3s a violenta lama chegar \u00e0 comunidade. Novamente um cen\u00e1rio desolador, monotom, onde os verdes morros de Minas Gerais foram substitu\u00eddos por irregulares montanhas de lama cinza.<\/p>\n<p>Encontramos com Geraldo Nascimento, de 69 anos, olhando da beira da estrada uma casa amarela destru\u00edda. \u201cEssa casa era minha. Morava a\u00ed faz mais de 40 anos com a minha mulher. Meus filhos j\u00e1 s\u00e3o tudo de Mariana, gra\u00e7as a Deus n\u00e3o precisaram passar por isso\u201d, ele aponta para o buraco aberto na parede de seu quarto. \u201cEles ligaram aqui para casa n\u00e9, falaram pra gente sair. Deu tempo de ir para a casa da minha filha, aqui perto. Agora a Samarco me disse que quer reconstruir a minha casa. Mas parece que tem outra barragem a\u00ed em risco n\u00e9, ent\u00e3o acho que aqui eu n\u00e3o fico mais n\u00e3o\u201d.<\/p>\n<div class=\"events-box big-box left\">\n<div class=\"frame\">\n<div style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a class=\"open-img EnlargeImage\" title=\"\" href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/Fotos-baixa-para-o-texto-4.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" id=\"ctl00_cphContentArea_Property3_ctl00_ctl06_Image1\" class=\"Thumbnail\" style=\"border-width: 0px;\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/Fotos-baixa-para-o-texto-4.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/a><p class=\"wp-caption-text\">A casa de seu Geraldo foi destru\u00edda pela for\u00e7a da lama (\u00a9 Victor Moriyama \/ Greenpeace)<\/p><\/div>\n<p>De fato a barragem do Germano, que comp\u00f5e o complexo de barragens da Samarco e \u00e9 ainda maior que as do Fund\u00e3o e de Santar\u00e9m (as duas que arrebentaram no dia 5 de novembro), est\u00e1 com um trinca de 3 metros, segundo o Corpo de Bombeiros. Tentamos acesso, mas em v\u00e3o. Na portaria, o guarda nos informou que nem mesmo a Samarco est\u00e1 autorizada a acessar a \u00e1rea.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>De volta \u00e0 Mariana, visitamos o gin\u00e1sio municipal que recebia as doa\u00e7\u00f5es vindas de todo o pa\u00eds. Pilhas e pilhas de fraldas, sapatos, produtos de higiene pessoal, cobertor, roupa, produtos de limpeza, brinquedos infantis e gal\u00f5es de \u00e1gua se acumulavam no local. Segundo a coordenadora dos volunt\u00e1rios, Adelma Borges, as doa\u00e7\u00f5es vieram de todo o Brasil e n\u00e3o param de chegar. \u201cVamos interromper o recebimento de doa\u00e7\u00e3o no domingo, \u00e0s 16h. J\u00e1 temos muita coisa. O est\u00e1dio municipal tamb\u00e9m t\u00e1 cheio de doa\u00e7\u00e3o, mais que aqui. Agora a gente precisa organizar tudo\u201d.<\/p>\n<div class=\"events-box big-box left\">\n<div class=\"frame\">\n<div style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a class=\"open-img EnlargeImage\" title=\"\" href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/Fotos-baixa-para-o-texto-7.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" id=\"ctl00_cphContentArea_Property3_ctl00_ctl08_Image1\" class=\"Thumbnail\" style=\"border-width: 0px;\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/Fotos-baixa-para-o-texto-7.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/a><p class=\"wp-caption-text\">Volunt\u00e1rio em meio \u00e0s pilhas de doa\u00e7\u00f5es no gin\u00e1sio municipal de Mariana (\u00a9 Victor Moriyama \/ Greenpeace)<\/p><\/div>\n<p>A solidariedade massiva, tanto de quem doou como dos in\u00fameros volunt\u00e1rios correndo para l\u00e1 e para c\u00e1, \u00e9 um pequeno consolo ao nosso dia repleto de tristeza causada pela trag\u00e9dia. Agora seguiremos o curso do Rio Doce, que foi tomado pela lama, para documentar os impactos que os rejeitos minerais da Samarco \u2013 empresa controlada pela Vale e pela anglo-australiana BHP Billiton\u00a0\u2013 deixaram em seu caminho.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<h4><strong>15 de novembro &#8211; domingo<\/strong><\/h4>\n<div class=\"events-box big-box left\">\n<div class=\"frame\">\n<div style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a class=\"open-img EnlargeImage\" title=\"\" href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/Fotos-baixa-para-o-texto-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" id=\"ctl00_cphContentArea_Property3_ctl00_ctl10_Image1\" class=\"Thumbnail\" style=\"border-width: 0px;\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/Fotos-baixa-para-o-texto-1.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/a><p class=\"wp-caption-text\">O RIo Rigualacho, na comunidade de Paracatuzinho, Minas Gerais, deu lugar a um corredor de lama cercado por \u00e1rvores mortas (\u00a9 Victor Moriyama \/ Greenpeace)<\/p><\/div>\n<p>Pela manh\u00e3 chegamos ao povoado de Paracatuzinho, em Minas Gerais, j\u00e1 a 100 quil\u00f4metros da cidade de Mariana. O Rio Rigualaxo, que corta essa comunidade e outras no caminho, deu lugar a um rio de lama cercado de montes e mais montes de barro seco. Olhando suas beiradas, \u00e1rvores jazem deitadas como pe\u00e7as de domin\u00f3 ca\u00eddas ao longo de todo seu curso. D\u00e1 para notar a marca da lama em seus troncos, que alcan\u00e7a quase a copa das \u00e1rvores.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Continuamos numa estradinha de terra, beirando a destrui\u00e7\u00e3o, rumo a cidade de Barra Longa, ainda no estado mineiro, onde soubemos que muitas casas tamb\u00e9m foram destru\u00eddas e fam\u00edlias desalojadas. No caminho, passando pelo povoado de Barreto, a estrada estava bloqueada por um caminh\u00e3o pipa e carros de funcion\u00e1rios da Samarco, que estavam no local distribuindo doa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Nos aproximamos e conversamos com Seu Francisco, nascido em Barreto, que acompanhava os funcion\u00e1rios da mineradora com muita curiosidade. Segundo ele, \u00e9 imposs\u00edvel o acesso para as cidades vizinhas, uma vez que diversas pontes foram destru\u00eddas pela for\u00e7a da lama. \u201cN\u00f3s estamos presos aqui. Minha mulher est\u00e1 precisando de rem\u00e9dio para o cora\u00e7\u00e3o, mas nunca chega\u201d.<\/p>\n<p>Nesse momento, os funcion\u00e1rios da Samarco interromperam nosso papo e chamaram seu Francisco e outros dois amigos dele que estavam conosco para um ligeiro <em>m\u00eddia training<\/em>. Ouv\u00edamos de longe: \u201cMuitas pessoas v\u00e3o vir aqui, fazer entrevista&#8230; As pessoas sempre v\u00e3o querer falar o lado ruim das coisas. Mas voc\u00eas tamb\u00e9m t\u00eam que falar do lado bom, que n\u00e3o \u00e9 tudo ruim, que tamb\u00e9m estamos fazendo o bem\u201d.<\/p>\n<div class=\"events-box big-box left\">\n<div class=\"frame\">\n<div style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a class=\"open-img EnlargeImage\" title=\"\" href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/Fotos-baixa-para-o-texto-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" id=\"ctl00_cphContentArea_Property3_ctl00_ctl12_Image1\" class=\"Thumbnail\" style=\"border-width: 0px;\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/Fotos-baixa-para-o-texto-2.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/a><p class=\"wp-caption-text\">Funcion\u00e1rios da Samarco chamam Seu Francisco, de chap\u00e9u, para uma &#8216;orienta\u00e7\u00e3o&#8217; (\u00a9 Victor Moriyama \/ Greenpeace)<\/p><\/div>\n<p>Com o caminh\u00e3o pipa enchendo as caixas d\u2019\u00e1gua de Barreto, tivemos que dar meia volta e tentar outro caminho. Depois de patinar o carro em muita lama, chegamos a uma ponte totalmente destru\u00edda. O \u00fanico jeito era voltar at\u00e9 a estrada de Mariana para seguir direto a cidade de Ipatinga.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>No caminho, ao cruzar o pequeno munic\u00edpio mineiro de Ilh\u00e9us de Prata, a cerca de 120 quil\u00f4metro de onde est\u00e1vamos, documentamos pela primeira vez o Rio Doce, que ironicamente amarga uma lenta morte. O Greenpeace est\u00e1 trabalhando ao lado de parceiros para identificar o grau de contamina\u00e7\u00e3o dessa \u00e1gua, que cont\u00e9m rejeitos minerais como alum\u00ednio, ferro e magn\u00e9sio.<\/p>\n<p>Chegamos a Ipatinga com um restinho de luz do dia, o suficiente para registrarmos um Rio Doce bem mais alargado, ainda tomado de lama. O impacto visual \u00e9 forte. O impacto ambiental, imensur\u00e1vel.<\/p>\n<div class=\"events-box big-box left\">\n<div class=\"frame\">\n<div style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a class=\"open-img EnlargeImage\" title=\"\" href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/Fotos-baixa-para-o-texto-3235.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" id=\"ctl00_cphContentArea_Property3_ctl00_ctl14_Image1\" class=\"Thumbnail\" style=\"border-width: 0px;\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/Fotos-baixa-para-o-texto-3235.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/a><p class=\"wp-caption-text\">Vista do Rio Doce tomado de lama, Ipatinga, Minas Gerais (\u00a9 Victor Moriyama \/ Greenpeace)<\/p><\/div>\n<p>Alcan\u00e7amos Governador Valadares \u00e0s 21h de um domingo aparentemente tranquilo na cidade. Mas sabemos que n\u00e3o \u00e9 nada disso: falta \u00e1gua na cidade mineira com mais de 270 mil habitantes, que se encontra em estado de calamidade p\u00fablica. Agora nosso trabalho ser\u00e1 por aqui, e depois continuamos at\u00e9 o litoral do Esp\u00edrito Santo para ver a chegada da lama ao Oceano Atl\u00e2ntico.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<h4><strong>Veja abaixo mais fotos da expedi\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/h4>\n<p><a title=\"Expedi\u00e7\u00e3o Desastre Samarco em Mariana-MG. Dias 1 e 2.\" href=\"https:\/\/www.flickr.com\/photos\/greenpeacebrasil\/albums\/72157661254931681\" data-flickr-embed=\"true\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/23029925592_11485d37a3.jpg\" alt=\"Expedi\u00e7\u00e3o Desastre Samarco em Mariana-MG. Dias 1 e 2.\" width=\"500\" height=\"333\" \/><\/a><script async=\"\" src=\"https:\/\/embedr.flickr.com\/assets\/client-code.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><\/p>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><strong>E clique <a href=\"http:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/pt\/Noticias\/Como-ajudar-as-vitimas-da-tragedia-de-Mariana\/\">aqui<\/a> para saber como ajudar as v\u00edtimas da trag\u00e9dia<\/strong><\/h4>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Greenpeace chega as comunidades de Mariana, em Minas Gerais, para documentar a trag\u00e9dia causada pelo rompimento das barragens da mineradora Samarco.<\/p>\n","protected":false},"author":28,"featured_media":1143,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"","p4_local_project":"","p4_basket_name":"","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[2],"tags":[8],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-1141","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-transforme-a-sociedade","tag-resista","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1141","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/28"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1141"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1141\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":58804,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1141\/revisions\/58804"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1143"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1141"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1141"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1141"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=1141"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}