{"id":12182,"date":"2019-10-18T13:00:08","date_gmt":"2019-10-18T16:00:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=12182"},"modified":"2023-08-23T00:05:54","modified_gmt":"2023-08-23T03:05:54","slug":"voce-sabia-que-existem-enormes-montanhas-no-fundo-do-mar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/voce-sabia-que-existem-enormes-montanhas-no-fundo-do-mar\/","title":{"rendered":"Voc\u00ea sabia que existem enormes montanhas no fundo do mar?"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">A pr\u00f3xima parada da nossa expedi\u00e7\u00e3o pelos mares \u00e9 a costa da \u00c1frica, onde existe uma montanha submarina, repleta de vida\u00a0<\/span><b><\/b><i><\/i><b><br \/>\n<\/b><b><br \/>\n<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large wp-image-12183\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/10\/7253c760-vema_blog_fact_2-1024x576.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"576\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/10\/7253c760-vema_blog_fact_2-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/10\/7253c760-vema_blog_fact_2-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/10\/7253c760-vema_blog_fact_2-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/10\/7253c760-vema_blog_fact_2-510x287.jpg 510w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/10\/7253c760-vema_blog_fact_2.jpg 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/>Nem s\u00f3 na superf\u00edcie da Terra existem montanhas que avistamos de longe. No fundo do mar tamb\u00e9m existem longas cadeias montanhosas, onde a vida marinha se abriga mas que, infelizmente, s\u00e3o amea\u00e7adas pelas atividades humanas. E \u00e9 por isso que vamos visitar uma delas, na costa da \u00c1frica, o chamado Monte Vema. A seguir, cinco informa\u00e7\u00f5es para voc\u00ea conhecer melhor as montanhas submarinas.<\/span><\/p>\n<p><b>1) Montanhas submarinas j\u00e1 foram vulc\u00f5es<\/b><b><br \/>\n<\/b><b><br \/>\n<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">Montanhas submarinas s\u00e3o forma\u00e7\u00f5es que submergiram do fundo do mar gra\u00e7as \u00e0s atividades vulc\u00e2nicas. Embora j\u00e1 tenham sido vistas apenas como um problema para os marinheiros em suas navega\u00e7\u00f5es, os cientistas descobriram que suas estruturas formam \u00e1reas com grande biodiversidade. Essas encostas \u00edngremes transportam nutrientes das profundezas em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 superf\u00edcie iluminada pelo sol, proporcionando \u00e0 vida marinha alimentos ricos em nutrientes.<\/span><\/p>\n<p><b>2) Uma dessas montanhas tem o tamanho de 767 girafas empilhadas<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O Monte Vema, na costa da \u00c1frica do Sul, foi descoberto em 1957 (apesar de algumas fontes dizerem 1959) por um navio de pesquisa oceanogr\u00e1fica com o mesmo nome. Seu pico chega a 4.600 metros de altura no fundo do mar e fica a apenas 26 metros da superf\u00edcie. Isso \u00e9 \u00f3timo porque vai permitir que o Greenpeace possa ir at\u00e9 l\u00e1 com mergulhadores para mostrar a incr\u00edvel biodiversidade da regi\u00e3o.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\n<\/span><b>3)\u00a0 Os primeiros exploradores do Monte Vema estavam em busca de diamantes<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os descobridores inicialmente esperavam encontrar grandes jazidas de diamantes no Monte Vema. Mas encontraram outro tipo de riqueza: a lagosta do Trist\u00e3o, muito apreciada na culin\u00e1ria e muito cara. A intensa pesca que aconteceu ali, infelizmente, quase extinguiu a esp\u00e9cie, que at\u00e9 hoje, n\u00e3o se recuperou.<\/span><\/p>\n<p><b>4) O Monte Vema est\u00e1 repleto de equipamentos de pesca abandonadas<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em vez de muitas lagostas, o que se acha hoje na regi\u00e3o s\u00e3o muitos equipamentos de pesca descartados \u2013 uma armadilha mortal para in\u00fameros animais. Eles s\u00e3o chamados de \u201cequipamentos fantasmas\u201d porque continuam capturando seres marinhos como se ainda estivessem sendo usadas. Os animais n\u00e3o conseguem se libertar e acabam morrendo.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><b>5) Um Tratado Global do Oceano poderia ajudar a proteger esse lugar<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Montanhas submarinas, como o Monte Vema, s\u00e3o frequentemente encontradas a quil\u00f4metros da costa de alguns pa\u00edses, nas chamadas &#8220;\u00e1guas internacionais&#8221;.\u00a0\u00a0<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">A prote\u00e7\u00e3o ambiental para essas \u00e1reas n\u00e3o \u00e9 simples. As \u00e1guas internacionais n\u00e3o t\u00eam legisla\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o, muitas atividades econ\u00f4micas se d\u00e3o ali de forma irrestrita e danosa aos mares. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u00c9 por isso que defendemos a cria\u00e7\u00e3o de um Tratado Global dos Oceanos, um documento que ir\u00e1 regular as atividades econ\u00f4micas e proteger os oceanos. O Tratado \u00e9 o primeiro passo para conseguirmos ter 30% dos oceanos protegidos em forma de Santu\u00e1rios. Isso seria crucial para um ambiente seguro para as futuras gera\u00e7\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large wp-image-12184\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/10\/cd03ba6a-vema_blog_fact_5-1024x576.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"576\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/10\/cd03ba6a-vema_blog_fact_5-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/10\/cd03ba6a-vema_blog_fact_5-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/10\/cd03ba6a-vema_blog_fact_5-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/10\/cd03ba6a-vema_blog_fact_5-510x287.jpg 510w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2019\/10\/cd03ba6a-vema_blog_fact_5.jpg 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><span style=\"font-weight: 400;\">Estamos em uma expedi\u00e7\u00e3o que come\u00e7ou no \u00c1rtico e vai at\u00e9 a Ant\u00e1rtida, passando por v\u00e1rios locais dos mares que merecem aten\u00e7\u00e3o e, principalmente, prote\u00e7\u00e3o. J\u00e1 fomos at\u00e9 os Corais da Amaz\u00f4nia. Agora \u00e9 hora do Monte Vema, na costa da \u00c1frica. Apoie a prote\u00e7\u00e3o dos oceanos. Entre no abaixo-assinado e compartilhe com seus amigos e fique por dentro de nossas aventuras.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A pr\u00f3xima parada da nossa expedi\u00e7\u00e3o pelos mares \u00e9 a costa da \u00c1frica, onde existe uma montanha submarina do tamanho de 767 girafas empilhadas<\/p>\n","protected":false},"author":25,"featured_media":12183,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"not set","p4_local_project":"","p4_basket_name":"not set","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[64,3],"tags":[27],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-12182","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-oceanos","category-proteja-a-natureza","tag-oceanos","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12182","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/25"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12182"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12182\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12211,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12182\/revisions\/12211"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/12183"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12182"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12182"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12182"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=12182"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}