{"id":14457,"date":"2017-01-30T10:25:26","date_gmt":"2017-01-30T13:25:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=14457"},"modified":"2023-08-23T00:08:16","modified_gmt":"2023-08-23T03:08:16","slug":"corais-da-amazonia-cada-mergulho-e-um-flash","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/corais-da-amazonia-cada-mergulho-e-um-flash\/","title":{"rendered":"Corais da Amaz\u00f4nia: \u201ccada mergulho \u00e9 um flash\u201d"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\"> <strong>Novos mergulhos do submarino trazem \u00e0 superf\u00edcie imagens ainda mais surpreendentes dos recifes, revelando toda a sua beleza. Confira!<\/strong> <\/h4>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full  caption-style-blue-overlay caption-alignment-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"605\" height=\"341\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/01\/6f07dc6e-cores.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-14459\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/01\/6f07dc6e-cores.jpg 605w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/01\/6f07dc6e-cores-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/01\/6f07dc6e-cores-510x287.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><figcaption>zoom\nCores e formas se multiplicam no fundo do mar<\/figcaption><\/figure>\n\n<p>Desde a \u00faltima sexta-feira (27) e ao longo do final de semana, o submarino usado na expedi\u00e7\u00e3o fez novas descidas na regi\u00e3o sul dos recifes, onde a \u00e1gua \u00e9 mais clara, em busca de mais imagens dos Corais da Amaz\u00f4nia. A cada retorno \u00e0 superf\u00edcie, ele n\u00e3o desapontou, como voc\u00ea mesmo confere nas fotos.<\/p>\n\n<p>Aos poucos, a ideia deste novo bioma ganha formas e (muitas) cores para todos n\u00f3s. Estamos aprendendo mais e mais sobre os corais, esponjas e rodolitos a cada descida de submarino, descobrindo novas forma\u00e7\u00f5es, vendo novas esp\u00e9cies de peixes. Quando cada nova foto se materializa na tela do computador uma aglomera\u00e7\u00e3o de pessoas fascinadas pelo que veem se forma.&nbsp;Para quem est\u00e1 \u00e0 bordo do navio Esperanza, conhecer cada detalhe sobre o que est\u00e1 logo abaixo dos nossos p\u00e9s \u00e9 o que mais tem interessado a todos.<\/p>\n\n<p>No segundo dia de mergulho, vimos um ecossistema completamente diferente do primeiro dia, como mostra essa cena:<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large  caption-style-blue-overlay caption-alignment-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"605\" height=\"341\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/01\/e7b52897-esponjas-amarelas.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-14460\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/01\/e7b52897-esponjas-amarelas.jpg 605w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/01\/e7b52897-esponjas-amarelas-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/01\/e7b52897-esponjas-amarelas-510x287.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><figcaption>Esponjas amarelas, entre outras esp\u00e9cies, se misturam a algas e rodolitos<\/figcaption><\/figure>\n\n<p>Fabiano Thompson, ocean\u00f3grafo e professor da UFRJ, foi o segundo cientista a ir para as profundezas dos Corais da Amaz\u00f4nia. E a sua primeira vez no apertado compartimento do submarino. \u201cUma experi\u00eancia inesquec\u00edvel\u201d, afirmou, como seria de se experar, ao voltar \u00e0 superf\u00edcie com uma felicidade expansiva.<\/p>\n\n<p>Fabiano \u00e9 um dos mais envolvidos nas pesquisas que descobriram os recifes na foz do Rio Amazonas. Desde 2011 ele se dedica ao tema. \u201cVer as forma\u00e7\u00f5es debaixo d\u2019\u00e1gua faz toda a diferen\u00e7a para nossos estudos porque podemos ver a complexidade, a diversidade de forma\u00e7\u00f5es e peixes que est\u00e3o ali\u201d, explica.&nbsp;\u2028<\/p>\n\n<p>Foram duas horas de imers\u00e3o a uma profundidade de at\u00e9 102 metros. Ali, eles avistaram uma fauna muito rica. Uma grande variedade de peixes de diferentes esp\u00e9cies e cores: azuis, vermelhos, brancos, pretos. \u201cTem para todos os times\u201d, brinca Fabiano.<\/p>\n\n<p>Um dos momentos mais legais foi quando eles acharam uma esta\u00e7\u00e3o de limpeza, como mostra esta imagem:<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large  caption-style-blue-overlay caption-alignment-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"605\" height=\"341\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/01\/bf69029b-caranguejo_aranha.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-14461\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/01\/bf69029b-caranguejo_aranha.jpg 605w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/01\/bf69029b-caranguejo_aranha-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/01\/bf69029b-caranguejo_aranha-510x287.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><figcaption>Entre algas coloridas e rodolitos, o caranguejo-aranha faz sua limpeza na companhia do peixe-borboleta<\/figcaption><\/figure>\n\n<p>Ali, peixes e camar\u00f5es \u201climpadores\u201d aguardam sua clientela: peixes com ectoparasitas em seus corpos. Como uma gentileza marinha, os limpadores comem os parasitas dos peixes. Alimento para um, al\u00edvio para o outro.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Outra surpresa foi a descoberta de um fundo do mar que parecia plano, mas \u00e9 cheio de pequenos buracos que servem de ninhos para peixes de diferentes esp\u00e9cies.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large  caption-style-blue-overlay caption-alignment-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"605\" height=\"341\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/01\/1866ff81-peixes-buracos.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-14463\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/01\/1866ff81-peixes-buracos.jpg 605w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/01\/1866ff81-peixes-buracos-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/01\/1866ff81-peixes-buracos-510x287.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><figcaption>Peixes mariquita tentam se esconder<\/figcaption><\/figure>\n\n<p>  Os ninhos estavam muito pr\u00f3ximos uns dos outros. Conforme o submarino se aproximava, alguns peixes surgiam de dentro deles, curiosos pela apari\u00e7\u00e3o in\u00e9dita, mas, como quem v\u00ea um disco voador trazendo alien\u00edgenas, rapidamente nadavam de um buraco para o outro para se esconder. Lagostas e pequenos camar\u00f5es tamb\u00e9m foram avistados &#8211; esta abaixo posou para n\u00f3s:\u00a0 <\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large  caption-style-blue-overlay caption-alignment-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"605\" height=\"341\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/01\/3eef372a-lagosta.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-14464\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/01\/3eef372a-lagosta.jpg 605w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/01\/3eef372a-lagosta-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/01\/3eef372a-lagosta-510x287.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><figcaption>A ocorr\u00eancia de lagostas foi uma das suspeitas de exist\u00eancia de um recife na regi\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n\n<p> Sobre a forma\u00e7\u00e3o dos recifes, predominaram naquele ponto de mergulho os rodolitos. Montanhas deles foram feitas por peixes, que carregam com a boca as pequenas bolas de algas calc\u00e1rias para formar seus ninhos. \u201cEssas imagens expandem nosso entendimento sobre os rodolitos da regi\u00e3o\u201d, disse Fabiano. <\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large  caption-style-blue-overlay caption-alignment-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"605\" height=\"341\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/01\/361d7359-pirauna.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-14465\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/01\/361d7359-pirauna.jpg 605w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/01\/361d7359-pirauna-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/01\/361d7359-pirauna-510x287.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><figcaption>Uma pira\u00fana (ou catu\u00e1) se abriga dentro de uma esponja, e atr\u00e1s dele, outra esponja, com rodolitos ao redor<\/figcaption><\/figure>\n\n<p> \u201cFiquei bastante contente e impressionado. A gente observa que \u00e9 um recife com uma biodiversidade exuberante. N\u00e3o vimos na primeira descida nada parecido. Isso mostra que estamos em um mosaico, com diferentes forma\u00e7\u00f5es, o que faz da regi\u00e3o ainda mais especial\u201d, avalia o especialista. <\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large  caption-style-blue-overlay caption-alignment-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"605\" height=\"341\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/01\/7bc48946-montes_rodolitos.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-14466\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/01\/7bc48946-montes_rodolitos.jpg 605w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/01\/7bc48946-montes_rodolitos-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2017\/01\/7bc48946-montes_rodolitos-510x287.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 605px) 100vw, 605px\" \/><figcaption>Montes de rodolitos formados por peixes<\/figcaption><\/figure>\n\n<p>A complexidade deste novo bioma serve como est\u00edmulo para nosso interesse e o nosso senso de prote\u00e7\u00e3o. Afinal, conhecemos apenas 5% dos recifes aqui, mas eles j\u00e1 est\u00e3o amea\u00e7ados pela imin\u00eancia da explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo.<\/p>\n\n<p>Para ajudar a proteger esse tesouro natural, participe da campanha \u201c<strong><a rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (abre numa nova aba)\" href=\"https:\/\/www.greenpeace.org.br\/defendaoscorais\" target=\"_blank\">Defenda os Corais da Amaz\u00f4nia<\/a><\/strong>\u201d.\u00a0<\/p>\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.greenpeace.org.br\/cs\/c\/?cta_guid=9b79890f-3437-457a-ad26-c49e24aed9dc&amp;placement_guid=8a053816-f6ba-4034-bbd7-3726a219e6db&amp;portal_id=537105&amp;canon=https%3A%2F%2Fwww.greenpeace.org%2Farchive-brasil%2Fpt%2FNoticias%2FCorais-da-Amazonia-cada-mergulho-e-um-flash%2F&amp;redirect_url=APefjpGc_EghzhifoDdtOBglwFFF6QZBWm-usvRNLJJNrBnfq4ll94VpJmgFlhLAImTBJFfgz7nCiwCumQbAALaWddaddHPT0bAVOuWJl_PkZfI6D-BiPTNxsMngcZUUtDbDVRxUWNcfXRDen1x1WRIcBHV6DJC0iZwmgq7n70eYeijcTnfeBeXcOU7JLTt5uJpmTPXneDdUXSceg5EABHt7DRHEOvG1XLtv8rBWxfSybmXUV67ZY5I2F5Zf5qPseqbrOM9AAgqwIx-Qpg7Nyghh6RKOgqr-763cY4BOpl7_AfmJq0ZNMdv0gSKbae2s6oRCu0-hRiXF&amp;click=dfe3556c-677e-47df-a3b3-beee2c67cbff&amp;hsutk=7603704cd6269c76a622d36934260d6e&amp;signature=AAH58kHfnQmmhl64RybMzgAVedJf3g10NQ&amp;__hstc=218051913.7603704cd6269c76a622d36934260d6e.1580821512924.1580821512924.1580821512924.1&amp;__hssc=218051913.10.1580821512925&amp;__hsfp=971543449\" target=\"_blank\"><strong>ASSINE A PETI\u00c7\u00c3O<\/strong><\/a><\/p>\n<div class=\"EmptyMessage\">Block content is empty. 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