{"id":1563,"date":"2017-09-26T17:00:00","date_gmt":"2017-09-26T17:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/7-motivos-para-investir-ja-nos-onibus-eletricos\/"},"modified":"2019-11-06T05:20:51","modified_gmt":"2019-11-06T08:20:51","slug":"7-motivos-para-investir-ja-nos-onibus-eletricos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/7-motivos-para-investir-ja-nos-onibus-eletricos\/","title":{"rendered":"7 motivos para investir j\u00e1 nos \u00f4nibus el\u00e9tricos"},"content":{"rendered":"<div class=\"post-content\">\n<h4><strong><em>Veja porque, mesmo mais caros, eles j\u00e1 valem a pena<\/em><\/strong><\/h4>\n<div class=\"events-box big-box left\">\n<div class=\"frame\">\n<div style=\"width: 615px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a class=\"open-img EnlargeImage\" title=\"\" href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/HELOISA-BALLARINI_SECOM.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" id=\"ctl00_cphContentArea_epiEntryContent_ctl00_ctl02_Image1\" class=\"Thumbnail\" style=\"border-width: 0px;\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/HELOISA-BALLARINI_SECOM.jpg\" alt=\"\" width=\"605\" height=\"395\" \/><\/a><p class=\"wp-caption-text\">\u00danico ve\u00edculo 100% el\u00e9trico, da BYD, atualmente em teste nas ruas de S\u00e3o Paulo. A frota paulistana tem quase 15 mil \u00f4nibus e a licita\u00e7\u00e3o que contratar\u00e1 as novas empresas do transporte p\u00fablico \u00e9 a oportunidade de incentivar a sua ado\u00e7\u00e3o. (Foto: Helo\u00edsa Ballarini\/Secom)<\/p><\/div>\n<p>Eles n\u00e3o emitem poluentes no ar e s\u00e3o muito mais silenciosos, o que beneficia a sa\u00fade, o ambiente e o clima. Mas a ado\u00e7\u00e3o desta nova tecnologia tem sido evitada sob a desculpa de que \u00e9 muito cara. Apesar de um \u00f4nibus el\u00e9trico custar o dobro de um similar a diesel, investir neles j\u00e1 vale a pena, financeiramente, a despeito de qualquer vantagem para os seus pulm\u00f5es e cora\u00e7\u00e3o. Veja porqu\u00ea:<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<h4><strong>1. Financiamento para compra<\/strong><\/h4>\n<p>O investimento para a compra dos ve\u00edculos pode ser facilitado por v\u00e1rios fundos espec\u00edficos voltados a financiar infraestrutura e tecnologias que ajudem a combater o aquecimento global. E isso inclui os \u00f4nibus el\u00e9tricos. Banco Mundial, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e BNDES, que est\u00e3o entre os principais financiadores de pol\u00edticas de mobilidade urbana no mundo, j\u00e1 anunciaram planos de reduzir drasticamente os recursos dispon\u00edveis para projetos que envolvam combust\u00edveis f\u00f3sseis, como o diesel.<\/p>\n<h4><strong>2. Bateria por leasing<\/strong><\/h4>\n<p>As baterias duram em m\u00e9dia cinco anos e s\u00e3o o item que mais pesa no pre\u00e7o de um \u00f4nibus el\u00e9trico. Mas em vez de compr\u00e1-las, a alternativa seria alug\u00e1-las, por meio de contratos de leasing com os pr\u00f3prios fabricantes. Isso reduziria o custo inicial em 60%, tornando o pre\u00e7o pr\u00f3ximo aos convencionais a diesel. Detalhe: ao final da vida \u00fatil, as baterias s\u00e3o devolvidas para serem recicladas.<\/p>\n<h4><strong>3. Economia no abastecimento<\/strong><\/h4>\n<p>A eletricidade \u00e9 mais barata que o diesel. O custo m\u00e9dio para abastecer as baterias pode ser 64% menor do que um tanque beberr\u00e3o de \u00f3leo, segundo testes operacionais*. Essa economia seria ainda maior se considerarmos que a energia consumida pode vir do sol, por meio da instala\u00e7\u00e3o de pain\u00e9is fotovoltaicos em garagens e terminais de \u00f4nibus da cidade. Motores el\u00e9tricos t\u00eam efici\u00eancia de 90% contra cerca de 30% dos motores a combust\u00e3o, o que significa tamb\u00e9m um rendimento maior.<\/p>\n<h4><strong>4. Menor custo de manuten\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h4>\n<p>Com baterias arrendadas por leasing, o custo de manuten\u00e7\u00e3o \u00e9 25% a 50% menor, segundo testes operacionais*. Em compara\u00e7\u00e3o ao motor \u00e0 combust\u00e3o, os el\u00e9tricos s\u00e3o compostos de menos pe\u00e7as que exigem revis\u00e3o constantes.<\/p>\n<h4><strong>5. Duram 50% mais<\/strong><\/h4>\n<p>Enquanto a vida \u00fatil dos \u00f4nibus a diesel \u00e9 de 10 anos, os el\u00e9tricos s\u00e3o autorizados a rodar por 15 anos \u2013 um mecanismo adotado na licita\u00e7\u00e3o justamente para que o custo de novas tecnologias seja amortizado. Ao final deste per\u00edodo, os \u00f4nibus el\u00e9tricos revelam que o investimento compensa: <strong>o custo operacional de mant\u00ea-los rodando \u00e9 15% menor do que os fumacentos a diesel<\/strong>.<\/p>\n<h4><strong>6. Est\u00edmulo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o nacional<\/strong><\/h4>\n<p>Atualmente h\u00e1 tr\u00eas fabricantes de \u00f4nibus el\u00e9tricos e h\u00edbridos no pa\u00eds: a brasileira Eletra, a chinesa BYD, e a alem\u00e3 Volvo. Todas afirmam que poderiam ampliar sua produ\u00e7\u00e3o \u2013 e assim gerar mais empregos e capacita\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica \u2013, se a demanda por pedidos aumentar. Isso incentivaria uma nova cadeia produtiva mais moderna e alinhada ao enorme potencial de gera\u00e7\u00e3o de energia limpa do Brasil, por meio de solar, e\u00f3lica e biomassa, que podem complementar os 65% da gera\u00e7\u00e3o hidrel\u00e9trica j\u00e1 existente.<\/p>\n<h4><strong>7. Menos press\u00e3o na Sa\u00fade<\/strong><\/h4>\n<p>Se toda a frota dos \u00f4nibus de S\u00e3o Paulo fosse el\u00e9trica a partir de 2020, seriam evitadas 13 mil mortes precoces at\u00e9 2050. Isso representa, por baixo, R$ 45 milh\u00f5es de economia apenas com interna\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e privadas, como estimou um <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/GP_ISS_Relatorio_ImpactosOnibusSP.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>estudo<\/strong><\/a> produzido pelo Instituto Sa\u00fade e Sustentabilidade. Uma gest\u00e3o eficiente precisa ser integrada. Atualmente, a \u00e1rea da Sa\u00fade, j\u00e1 sobrecarregada, \u00e9 quem paga a conta pelas m\u00e1s escolhas da \u00e1rea de Transporte, como o uso do diesel.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/138552_248639.jpg\" alt=\"\" width=\"412\" height=\"418\" \/><\/p>\n<p><em><strong>*<a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2018\/07\/2016-greenpeace_dossie_onibus_limpo.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Fonte: Dossi\u00ea \u00d4nibus Limpo \u2013 Benef\u00edcios de uma transi\u00e7\u00e3o para combust\u00edveis renov\u00e1veis na frota de S\u00e3o Paulo<\/a><\/strong>.<\/em><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Veja porque, mesmo mais caros, eles j\u00e1 valem a pena.<\/p>\n","protected":false},"author":28,"featured_media":1564,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"","p4_local_project":"","p4_basket_name":"","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[2],"tags":[20],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-1563","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-transforme-a-sociedade","tag-cidades","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1563","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/28"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1563"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1563\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12920,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1563\/revisions\/12920"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1564"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1563"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1563"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1563"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=1563"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}