{"id":27058,"date":"2020-09-21T11:43:21","date_gmt":"2020-09-21T14:43:21","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=27058"},"modified":"2020-09-21T16:56:56","modified_gmt":"2020-09-21T19:56:56","slug":"os-indigenas-se-recusam-a-morrer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/os-indigenas-se-recusam-a-morrer\/","title":{"rendered":"\u201cOs ind\u00edgenas se recusam a morrer\u201d"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Durante a expedi\u00e7\u00e3o do Asas da Emerg\u00eancia pelo Rio Solim\u00f5es, muitos depoimentos nos emocionaram: mais uma vez, diante da Covid-19, os povos origin\u00e1rios s\u00e3o exemplo de resili\u00eancia<\/h4>\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<lite-youtube style=\"background-image: url('https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/0O_5i60fKFY\/hqdefault.jpg');\" videoid=\"0O_5i60fKFY\" params=\"rel=0\"><\/lite-youtube>\n<\/div><\/figure>\n\n<p>Ao navegarmos os 1.607 km do Rio Solim\u00f5es, al\u00e9m de <strong>entregarmos quase 22 toneladas de ajuda emergencial para povos ind\u00edgenas de oito cidades das regi\u00f5es do M\u00e9dio e Alto Solim\u00f5es<\/strong> &#8211; Tef\u00e9, Uarini, Fonte Boa, Juta\u00ed, Santo Ant\u00f4nio do I\u00e7\u00e1, S\u00e3o Paulo de Oliven\u00e7a, Benjamim Constant e Tabatinga -, ouvimos diversos testemunhos de lideran\u00e7as que t\u00eam enfrentado ali no \u201cbeirad\u00e3o\u201d desse rio a trag\u00e9dia de uma epidemia que abalou o mundo todo. <strong>Cerca de 80% dos ind\u00edgenas contaminados pela Covid-19 no Brasil vivem na Amaz\u00f4nia<\/strong>.<\/p>\n\n<p>De dia ou de noite, as conversas e os depoimentos das lideran\u00e7as em cada parada que faz\u00edamos ao longo do trajeto evidenciavam, especialmente, dois fatos. O primeiro \u00e9 o <strong>expl\u00edcito abandono a que os ind\u00edgenas est\u00e3o relegados e a omiss\u00e3o do Estado<\/strong> <strong>em cumprir o seu dever, determinado pela Constitui\u00e7\u00e3o Federal, de proteger a vida e os territ\u00f3rios tradicionais dos ind\u00edgenas<\/strong>. O descuido e abandono que presenciamos nos portos que atracamos ao longo da viagem foi um dos expl\u00edcitos ind\u00edcios desta situa\u00e7\u00e3o. Ainda mais se considerarmos que, como ressaltamos antes, os<a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/vidas-indigenas-importam\/\"> rios s\u00e3o as estradas na Amaz\u00f4nia<\/a>, fazendo com que os portos sejam estruturas estrat\u00e9gicas e necess\u00e1rias na vida de quem por ali mora.<\/p>\n<div data-render=\"planet4-blocks\/gallery\" data-attributes=\"{&quot;attributes&quot;:{&quot;multiple_image&quot;:&quot;27064,27063&quot;,&quot;image_data&quot;:[{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/c9df3ecd-porto-abandonado.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:27064},{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/e9a051e3-porto-abandonado-2.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:27063}],&quot;gallery_block_style&quot;:0,&quot;gallery_block_title&quot;:&quot;&quot;,&quot;gallery_block_description&quot;:&quot;&quot;,&quot;gallery_block_focus_points&quot;:&quot;&quot;,&quot;images&quot;:[{&quot;image_src&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/c9df3ecd-porto-abandonado.jpg&quot;,&quot;image_srcset&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/c9df3ecd-porto-abandonado.jpg 2500w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/c9df3ecd-porto-abandonado-300x200.jpg 300w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/c9df3ecd-porto-abandonado-1024x682.jpg 1024w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/c9df3ecd-porto-abandonado-768x511.jpg 768w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/c9df3ecd-porto-abandonado-1536x1023.jpg 1536w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/c9df3ecd-porto-abandonado-2048x1364.jpg 2048w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/c9df3ecd-porto-abandonado-510x340.jpg 510w&quot;,&quot;image_sizes&quot;:false,&quot;alt_text&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;Os ind\\u00edgenas, popula\\u00e7\\u00f5es ribeirinhas e moradores das cidades que ficam na beira do Rio Solim\\u00f5es n\\u00e3o podem contar uma estrutura minimamente decente dos portos: abandonados pelo Estado&quot;,&quot;focus_image&quot;:&quot;&quot;,&quot;credits&quot;:&quot;\\u00a9 Marcos Amend \\\/ Greenpeace&quot;},{&quot;image_src&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/e9a051e3-porto-abandonado-2.jpg&quot;,&quot;image_srcset&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/e9a051e3-porto-abandonado-2.jpg 2500w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/e9a051e3-porto-abandonado-2-300x200.jpg 300w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/e9a051e3-porto-abandonado-2-1024x682.jpg 1024w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/e9a051e3-porto-abandonado-2-768x511.jpg 768w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/e9a051e3-porto-abandonado-2-1536x1023.jpg 1536w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/e9a051e3-porto-abandonado-2-2048x1364.jpg 2048w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/e9a051e3-porto-abandonado-2-510x340.jpg 510w&quot;,&quot;image_sizes&quot;:false,&quot;alt_text&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;Os ind\\u00edgenas, popula\\u00e7\\u00f5es ribeirinhas e moradores das cidades que ficam na beira do Rio Solim\\u00f5es n\\u00e3o podem contar uma estrutura minimamente decente dos portos: abandonados pelo Estado&quot;,&quot;focus_image&quot;:&quot;&quot;,&quot;credits&quot;:&quot;\\u00a9 Marcos Amend \\\/ Greenpeace&quot;}]}}\"><\/div>\n<p>\u201cPara n\u00f3s, \u00e9 muito claro o que o governo quer. Desde 2018, ele nunca escondeu&#8230; <strong>\u00c9 uma agenda institucional o genoc\u00eddio dos povos ind\u00edgenas do Brasil<\/strong>. Para o governo, hoje, a Amaz\u00f4nia \u00e9 inabit\u00e1vel. E ela n\u00e3o \u00e9. N\u00f3s sempre estivemos aqui e sempre estaremos aqui, defendendo o nosso territ\u00f3rio\u201d, declara Nara Bar\u00e9, coordenadora-geral da Coordena\u00e7\u00e3o das Organiza\u00e7\u00f5es Ind\u00edgenas da Amaz\u00f4nia Brasileira (Coiab).<\/p>\n\n<p>O segundo fato \u00e9 especialmente inspirador diante de um cen\u00e1rio t\u00e3o adverso: <strong>a for\u00e7a e determina\u00e7\u00e3o que os ind\u00edgenas t\u00eam em \u201cinsistir em resistir\u201d<\/strong> <strong>e fazer justamente o que o Estado n\u00e3o faz, garantir a continuidade de suas exist\u00eancias e de seus singulares modos de vida.<\/strong><\/p>\n\n<p>Nesse sentido, o antrop\u00f3logo Maur\u00edcio Kokama, emocionado, considerou: \u201cA gente perde, sim, muitos dos nossos idosos, mas n\u00e3o s\u00f3 idosos. A gente perde mem\u00f3rias, hist\u00f3rias, culturas com a morte deles. Mas tamb\u00e9m <strong>estamos aqui pra resistir por eles, pra poder nunca sumir deste mundo<\/strong>\u201d. Segundo dados da Articula\u00e7\u00e3o dos Povos Ind\u00edgenas do Brasil (Apib), o <a href=\"http:\/\/emergenciaindigena.apib.info\/dados_covid19\/\">povo Kokama foi o mais contaminado<\/a> pela Covid em todo o Brasil, com o registro de 58 \u00f3bitos.&nbsp;<\/p>\n\n<p>O pai de Maur\u00edcio, seu El\u00e1dio, \u00e9 uma lideran\u00e7a hist\u00f3rica do povo Kokama e fez um relato&nbsp; bastante triste da Covid na sua aldeia, a Sapotal, localizada em Tabatinga. \u201c<strong>Foi o momento mais dif\u00edcil que o povo Kokama de Tabatinga passou<\/strong>. Tivemos uns 15 dias de agonia, de sofrimento. N\u00e3o tinha nem l\u00e1grima mais. Eu perdi meu irm\u00e3o, meu primo, meu tio, minha tia\u2026 Todo dia tinha um ou dois mortos aqui. O SUS n\u00e3o estava preparado. Pior aqui, na \u00faltima cidade onde termina o Brasil, que pouco importam com nossas vidas. Foi avisado sobre isso, mas os governantes n\u00e3o se preocuparam com a gente\u201d, nos contou ele.&nbsp;<\/p>\n\n<p><strong>Uma resist\u00eancia ancestral<\/strong><\/p>\n\n<p>Mesmo diante deste sofrimento, o povo ainda encontrou for\u00e7as para enfrentar esta realidade. Atrav\u00e9s da solidariedade e do uso da medicina tradicional. \u201cQuando come\u00e7amos a tratar de n\u00f3s mesmos, com rem\u00e9dios caseiros, ningu\u00e9m mais foi pro hospital. N\u00f3s \u00edamos nas r\u00e1dios pra falar como evitar a doen\u00e7a. A gente se uniu muito porque foi muito dif\u00edcil ver&#8230; A gente tava vivendo, agora no presente, o que aconteceu com nossos antepassados no passado. Mas <strong>isso nos deixou mais fortalecidos porque a dor de um \u00e9 a dor de todos, pra n\u00f3s<\/strong>!\u201d, concluiu seu El\u00e1dio Kokama.<\/p>\n\n<p>No final da <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/florestas\/asas-da-emergencia-diario-de-bordo\/\">expedi\u00e7\u00e3o do Asas da Emerg\u00eancia<\/a>, Carol Mar\u00e7al, da campanha Amaz\u00f4nia do Greenpeace Brasil, enalteceu esta caracter\u00edstica dos povos ind\u00edgenas. \u201cMais uma vez, nesses mais de 500 anos desde que o Brasil foi invadido, os ind\u00edgenas se recusam a morrer. <strong>Mesmo diante da grave omiss\u00e3o do Estado, da viola\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica de seus direitos e das invas\u00f5es de seus territ\u00f3rios, os povos ind\u00edgenas articularam uma rede de parceiros e solidariedade para enfrentar esta tr\u00e1gica situa\u00e7\u00e3o<\/strong>\u201d, avaliou.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Ela lembra que desde maio, atrav\u00e9s do Asas da Emerg\u00eancia, diversas organiza\u00e7\u00f5es se dispuseram a apoiar os povos neste enfrentamento, tecendo esta ampla rede de solidariedade, que inclui, al\u00e9m do Greenpeace, a Coiab, o Expedicion\u00e1rios da Sa\u00fade (EDS), a Opera\u00e7\u00e3o Amaz\u00f4nia Nativa (Opan) e o Instituto Socioambiental, dentre outras organiza\u00e7\u00f5es.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<div data-render=\"planet4-blocks\/gallery\" 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ser\u00e3o tamb\u00e9m beneficiados<\/strong> pelas entregas realizadas nesta expedi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n<p>Contando os materiais entregues durante esta expedi\u00e7\u00e3o, <strong>o Asas da Emerg\u00eancia j\u00e1 realizou mais de 60 voos e outras duas expedi\u00e7\u00f5es de barco, totalizando mais de 60 toneladas de equipamentos hospitalares, materiais de higiene e prote\u00e7\u00e3o entregues para povos ind\u00edgenas que vivem nas regi\u00f5es de dif\u00edcil acesso de mais de 30 cidades da Amaz\u00f4nia<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n<p><strong>Um mar de verde\u2026 e o mundo que a gente quer<\/strong><\/p>\n\n<p>Os sete dias e noites que ficamos a bordo do Samara Lopes para realizar as entregas dos materiais de ajuda emergencial nos presentearam com a oportunidade de estarmos mais pr\u00f3ximos desta dial\u00e9tica realidade amaz\u00f4nica, de tanta for\u00e7a e, ao mesmo tempo, delicadeza.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Nas \u00e1guas do rio, vimos \u201cum mundo\u201d sendo transportado de um lado para outro, em pequenas e enormes embarca\u00e7\u00f5es: de botij\u00f5es de g\u00e1s a outras mercadorias necess\u00e1rias, de carros a caminh\u00f5es, de cachorros a bois. Sem falar, claro, nas fam\u00edlias ribeirinhas, subindo e descendo o rio a todo momento.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Nas suas margens vimos centenas de comunidades ind\u00edgenas, ribeirinhas, pescadoras, suas planta\u00e7\u00f5es, seus animais. Adultos, crian\u00e7as, idosos, muitas e diversas coletividades florescem ali. Mas, sobretudo, tivemos a presen\u00e7a quase constante da floresta soberana. <strong>Com seus mil tons de verde, a Amaz\u00f4nia parecia ecoar, majestosamente, o que os povos ind\u00edgenas v\u00eam alertando desde sempre: a sua destrui\u00e7\u00e3o impactar\u00e1 na vida de cada um de n\u00f3s.<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/vidas-indigenas-importam\/\">Com a miss\u00e3o cumprida<\/a>, voltamos para as nossas casas com a obriga\u00e7\u00e3o de repensar ainda mais as nossas vidas, os nossos valores. O que cada um de n\u00f3s pode fazer para contribuir com a transforma\u00e7\u00e3o da realidade, para&nbsp; construirmos uma sociedade verdadeiramente \u201cverde\u201d, justa e solid\u00e1ria? Como podemos mudar o modo como consumimos? Como podemos garantir que as empresas e os Estados respeitem a natureza, a floresta e os seus os povos? <strong>O que voc\u00ea, que est\u00e1 lendo esse texto e compartilha dessas reflex\u00f5es, est\u00e1 disposto\/a a fazer?&nbsp;<\/strong><\/p>\n<div data-render=\"planet4-blocks\/gallery\" data-attributes=\"{&quot;attributes&quot;:{&quot;multiple_image&quot;:&quot;27069,27068,27066,27065&quot;,&quot;image_data&quot;:[{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/2cf9be71-beiradao.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:27069},{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/a3324bb8-beiradao-3.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:27068},{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/37fea85f-beiradao-2.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:27066},{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/fd197f8b-beiradao-4.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:27065}],&quot;gallery_block_style&quot;:0,&quot;gallery_block_title&quot;:&quot;&quot;,&quot;gallery_block_description&quot;:&quot;&quot;,&quot;gallery_block_focus_points&quot;:&quot;&quot;,&quot;images&quot;:[{&quot;image_src&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/2cf9be71-beiradao.jpg&quot;,&quot;image_srcset&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/2cf9be71-beiradao.jpg 2500w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/2cf9be71-beiradao-300x200.jpg 300w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/2cf9be71-beiradao-1024x683.jpg 1024w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/2cf9be71-beiradao-768x512.jpg 768w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/2cf9be71-beiradao-1536x1024.jpg 1536w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/2cf9be71-beiradao-2048x1366.jpg 2048w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/2cf9be71-beiradao-510x340.jpg 510w&quot;,&quot;image_sizes&quot;:false,&quot;alt_text&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;Na margem e no rio, a vida dos ind\\u00edgenas e ribeirinhos rebrota teimosa e resiliente diariamente, rodeada pela poderosa floresta, mas cheia de desafios. As amea\\u00e7as \\u00e0 exist\\u00eancia da Amaz\\u00f4nia e de seus povos exigem de todos n\\u00f3s atitudes solid\\u00e1rias.  &quot;,&quot;focus_image&quot;:&quot;&quot;,&quot;credits&quot;:&quot;\\u00a9 Marcos Amend \\\/ Greenpeace&quot;},{&quot;image_src&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/a3324bb8-beiradao-3.jpg&quot;,&quot;image_srcset&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/a3324bb8-beiradao-3.jpg 1350w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/a3324bb8-beiradao-3-300x200.jpg 300w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/a3324bb8-beiradao-3-1024x683.jpg 1024w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/a3324bb8-beiradao-3-768x512.jpg 768w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/09\\\/a3324bb8-beiradao-3-510x340.jpg 510w&quot;,&quot;image_sizes&quot;:false,&quot;alt_text&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;Na margem e no rio, a vida dos ind\\u00edgenas e ribeirinhos rebrota teimosa e resiliente diariamente, rodeada pela poderosa floresta, mas cheia de desafios. 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