{"id":2732,"date":"2018-04-03T12:38:14","date_gmt":"2018-04-03T12:38:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=2732"},"modified":"2022-06-30T18:07:06","modified_gmt":"2022-06-30T21:07:06","slug":"greenpeace-inicia-nova-expedicao-aos-corais-da-amazonia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/imprensa\/greenpeace-inicia-nova-expedicao-aos-corais-da-amazonia\/","title":{"rendered":"Greenpeace inicia nova expedi\u00e7\u00e3o aos Corais da Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"<p>Bel\u00e9m, Par\u00e1 &#8211; O E<strong>speranza<\/strong>, um dos navios do Greenpeace est\u00e1 de volta \u00e0 regi\u00e3o dos <strong>Corais da Amaz\u00f4nia<\/strong>, no Brasil, para uma expedi\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. Durante aproximadamente 30 dias, o time navegar\u00e1 pelo setor norte do recife (regi\u00e3o mais pr\u00f3xima da costa do Amap\u00e1) e espera encontrar novas informa\u00e7\u00f5es sobre esp\u00e9cies que habitam a regi\u00e3o e sobre as caracter\u00edsticas desse ecossistema \u00fanico. Esta expedi\u00e7\u00e3o pode responder quest\u00f5es sobre os reais impactos da explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo perto dos Corais da Amaz\u00f4nia e \u00e9 crucial para impedir que as empresas comecem a operar na regi\u00e3o. Alguns dos pesquisadores que em 2016 confirmaram em um estudo a exist\u00eancia do bioma e os especialistas do Greenpeace est\u00e3o a bordo e podem dar entrevistas por WhatsSpp.<\/p>\n<p>Na expedi\u00e7\u00e3o feita pela ONG no ano passado, as regi\u00f5es do recife de corais visitadas foram as sul e central e n\u00e3o foram feitas pesquisas, mas sim as primeiras imagens dos Corais da Amaz\u00f4nia em seu habitat natural, ou seja, debaixo da \u00e1gua.<\/p>\n<p>O objetivo dessas expedi\u00e7\u00f5es \u00e9 defender o bioma recentemente descoberto da amea\u00e7a da explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo. A empresa francesa Total est\u00e1 tentando pela \u00faltima vez obter a licen\u00e7a para explorar petr\u00f3leo na regi\u00e3o. Isso porque o Ibama j\u00e1 negou outras duas vezes o EIA dela. A petrol\u00edfera submeteu ao \u00f3rg\u00e3o brasileiro uma vers\u00e3o nova, apontando os planos e riscos operacionais. O Ibama pode negar ou conceder a licen\u00e7a nas pr\u00f3ximas semanas.<\/p>\n<p>Um estudo externo comissionado pelo Greenpeace sobre o novo Estudo de Impacto Ambiental (EIA) da Total aponta que caso aconte\u00e7a um vazamento nas plataformas da empresa, ela deveria considerar que a chance de petr\u00f3leo atingir a regi\u00e3o dos Corais da Amaz\u00f4nia \u00e9 de at\u00e9 100%.<\/p>\n<p>A Total analisou como os sedimentos do rio Amazonas poderiam aumentar a quantidade de petr\u00f3leo descendo para o fundo do mar, e os resultados foram inconclusivos. Segundo o estudo do Greenpeace, esse EIA \u00e9 incapaz de calcular a quantidade de petr\u00f3leo que atingiria o fundo do mar. No entanto ficou claro que o desastre afetaria a avifauna marinha, o boto cor-de-rosa, o golfinho da Guiana e as rotas migrat\u00f3rias das tartarugas-marinhas-verdes.<\/p>\n<p>&#8220;Sem essas informa\u00e7\u00f5es, dever\u00edamos assumir que todo o \u00f3leo da superf\u00edcie pode chegar ao fundo do mar. Isso aumenta para at\u00e9 100% a probabilidade de petr\u00f3leo alcan\u00e7ar os Corais da Amaz\u00f4nia. \u00c9 um risco inaceit\u00e1vel&#8221;, diz Thiago Almeida, especialista em Energia do Greenpeace Brasil.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/greenpeace.app.box.com\/s\/zdiqf52upfqvksg54ohsncril36rbhsy\">Imagens dos Corais da Amaz\u00f4nia feitas na expedi\u00e7\u00e3o de 2017<\/a>.<\/p>\n<p>Contatos:<\/p>\n<p><strong>Assessoria de Imprensa<\/strong><br \/>\nimprensa.br@greenpeace.org<br \/>\n(11) 3035-1167 e (11) 9-5640-0443<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Esperanza, um dos navios do Greenpeace est\u00e1 de volta \u00e0 regi\u00e3o dos Corais da Amaz\u00f4nia, no Brasil, para uma expedi\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. <\/p>\n","protected":false},"author":28,"featured_media":2736,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"","p4_local_project":"","p4_basket_name":"","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[3],"tags":[6,55],"p4-page-type":[14],"class_list":["post-2732","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-proteja-a-natureza","tag-clima","tag-imprensa","p4-page-type-imprensa"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2732","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/28"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2732"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2732\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5512,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2732\/revisions\/5512"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2736"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2732"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2732"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2732"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=2732"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}