{"id":27557,"date":"2020-10-08T16:15:44","date_gmt":"2020-10-08T19:15:44","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=27557"},"modified":"2025-07-02T04:31:41","modified_gmt":"2025-07-02T07:31:41","slug":"socorro-aos-animais-acendeu-alerta-sobre-o-fogo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/socorro-aos-animais-acendeu-alerta-sobre-o-fogo\/","title":{"rendered":"Socorro aos animais acendeu alerta sobre o fogo"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Os impactos do fogo sobre a megadiversidade do Pantanal tornou a fauna uma bandeira viva do sofrimento gerado por um Brasil em chamas<\/h3>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large  caption-style-medium caption-alignment-center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/10\/bd2df118-paeas-pantanal-1024x682.jpeg\" title=\"Quati resgatado com as patas queimadas recebe tratamento no Posto de Atendimento Emergencial a Animais Silvestres do Pantanal (PAEAS Pantanal)\" alt=\"Quati resgatado com as patas queimadas recebe tratamento no Posto de Atendimento Emergencial a Animais Silvestres do Pantanal (PAEAS Pantanal) <div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Diego Baravelli \/ Greenpeace<\/div>&#8221; class=&#8221;wp-image-27558&#8243;\/><figcaption>Quati resgatado com as patas queimadas recebe tratamento no Posto de Atendimento Emergencial a Animais Silvestres do Pantanal (PAEAS Pantanal) <div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Diego Baravelli \/ Greenpeace<\/div><\/figcaption><\/figure>\n\n<p>A cena de uma on\u00e7a-pintada em agonia por queimaduras de terceiro grau chocou a opini\u00e3o p\u00fablica. Foi o sofrimento dos animais que trouxe \u00e0 tona a dimens\u00e3o dos inc\u00eandios que assolam o Pantanal. Com os tend\u00f5es expostos por queimaduras, foi preciso o apoio de um helic\u00f3ptero de resgate. Em poucos dias, outra on\u00e7a seria resgatada nas mesmas condi\u00e7\u00f5es.&nbsp; Ambas se recuperam em um centro de fauna, em Goi\u00e1s, com um tratamento com c\u00e9lulas-tronco.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Apesar de sobreviverem, \u00e9 pouco prov\u00e1vel que possam voltar a viver livres na natureza. Em uma expedi\u00e7\u00e3o que percorreu mais de mil quil\u00f4metros para documentar o estrago das queimadas em Mato Grosso, a equipe do Greenpeace Brasil, registrou os esfor\u00e7os das equipes de resgate \u00e0 fauna para socorrerem os animais, as primeiras v\u00edtimas do fogo.&nbsp;<\/p>\n\n<p>\u201cEstamos aqui desde o primeiro momento que os inc\u00eandios foram noticiados. Apesar dos esfor\u00e7os, h\u00e1 muitos animais queimados e intoxicados pela fuma\u00e7a. Al\u00e9m do tratamento m\u00e9dico, o nosso trabalho inclui oferecer \u00e1gua e alimento, pois o fogo, al\u00e9m de produzir ferimentos, destruiu a capacidade dos animais de se alimentarem. O \u00faltimo animal que resgatamos era uma quati, muito debilitado e desidratado\u201d, diz Carla S\u00e1ssi, bombeira civil e veterin\u00e1ria que coordena os volunt\u00e1rios do Grupo de Resgate de Animais em Desastres (GRAD). Eles j\u00e1 atuaram em outras regi\u00f5es de trag\u00e9dias ambientais, como o rompimento das barragens de minera\u00e7\u00e3o de Mariana e Brumadinho, em Minas Gerais.<\/p>\n\n<p>&#8220;Ainda tem o p\u00f3s fogo e a escassez de alimentos, a gente v\u00ea que queimou muita vegeta\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o muitos animais est\u00e3o perdendo a fonte de alimenta\u00e7\u00e3o. Tem a\u00e7\u00f5es muito importantes como fornecimento de alimento por um per\u00edodo ainda de p\u00f3s fogo, cuidados&nbsp; ap\u00f3s a chuva&#8221;, conta Jorge Salom\u00e3o J\u00fanior, m\u00e9dico veterin\u00e1rio da Ampara Silvestre.<\/p>\n\n<p>\u00c9 a primeira vez durante inc\u00eandios florestais nacionais que uma grande opera\u00e7\u00e3o de resgate de animais acontece. Um tipo de interven\u00e7\u00e3o que comprova as grandes propor\u00e7\u00f5es e o descontrole dos inc\u00eandios que segue por todos os biomas do pa\u00eds, e atinge o Pantanal de forma mais dram\u00e1tica. Um monitoramento da Universidade Federal do Rio de Janeiro aponta que as queimadas consumiram 26% de todo o Pantanal brasileiro, entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.<\/p>\n\n<p>As marcas do encontro dos animais com o&nbsp; fogo geram cenas de horror. As margens da MT-060, carca\u00e7as de um rebanho revelam a agonia de uma fuga mal sucedida. Entre o solo retorcido de um a\u00e7ude seco, sete bovinos morreram carbonizados. \u00c9 poss\u00edvel ver a cerca arrebentada pelo corpo dos animais em desespero. Por\u00e9m a poucos metros de chegarem a estrada, alguns sucumbiram ao fogo.<\/p>\n\n<div class=\"wp-block-image  caption-style-medium caption-alignment-center\"><figure class=\"alignright size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/10\/fdc40456-gp1sucdj-1024x575.jpg\" title=\"Queimadas no Pantanal, Brasil - Setembro de 2020. \u00a9 Rogerio Florentino \/ Greenpeace\" alt=\"Queimadas no Pantanal, Brasil - Setembro de 2020. \u00a9 Rogerio Florentino \/ Greenpeace\" class=\"wp-image-27560\" width=\"512\" height=\"288\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/10\/fdc40456-gp1sucdj-1024x575.jpg 1024w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/10\/fdc40456-gp1sucdj-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/10\/fdc40456-gp1sucdj-768x431.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/10\/fdc40456-gp1sucdj-510x286.jpg 510w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/10\/fdc40456-gp1sucdj.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px\" \/><figcaption><div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Rogerio Florentino \/ Greenpeace<\/div><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n<p>\u201cH\u00e1 anos eu acompanho queimadas em todo pa\u00eds, mas nunca havia visto uma \u00e1rea com carca\u00e7as assim. \u00c9 desolador, me lembra a primeira vez que percorri uma \u00e1rea ap\u00f3s a passagem de um inc\u00eandio intenso na Amaz\u00f4nia\u201d, conta Cristiane Mazzetti, da campanha de florestas do Greenpeace Brasil, enquanto avalia a paisagem quase lunar e cinzenta onde os restos dos bovinos est\u00e3o.<\/p>\n\n<p>As chamas seguem sem controle h\u00e1 tr\u00eas meses no Pantanal. Al\u00e9m dos animais de cria\u00e7\u00e3o, como bois e b\u00fafalos, mais de mil esp\u00e9cies da fauna local est\u00e3o entre as principais v\u00edtimas. \u201cOs animais de locomo\u00e7\u00e3o lenta acabam sendo os mais atingidos, como cobras e lagartos. Foram os que perderam mais popula\u00e7\u00f5es.\u201d, diz Jorge Salom\u00e3o J\u00fanior, m\u00e9dico veterin\u00e1rio da Ampara Silvestre, uma das institui\u00e7\u00f5es que atua voluntariamente na Estrada Parque Transpantaneira (MT-060), em Porto Jofre, a trezentos quil\u00f4metros da capital mato-grossense. \u201cForam muitas perdas. Tamb\u00e9m encontramos muitos quatis queimados e agonizando por falta de alimento e intoxica\u00e7\u00e3o pela fuma\u00e7a\u201d, diz.<br><br><\/p>\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Para\u00edso amea\u00e7ado<\/strong><\/h3>\n\n<p>O menor bioma nacional, com 160 mil km\u00b2, \u00e9 um dos mais megadiversos do pa\u00eds. Essa concentra\u00e7\u00e3o de animais fez do Pantanal um dos principais destinos do turismo de observa\u00e7\u00e3o de fauna. Em menos de meia hora pelas estradas pantaneiras, mesmo com fogo e fuma\u00e7a, \u00e9 poss\u00edvel comprovar essa voca\u00e7\u00e3o. Bandos de quatis, antas, cervos e lobinhos, s\u00e3o personagens comuns da regi\u00e3o.<\/p>\n\n<p>Mesmo com uma grande estiagem e um c\u00e9u cinzento, a primeira ponte da Rodovia Transpantaneira, \u00e9 uma das mais belas paisagens do pa\u00eds. Gar\u00e7as, colhereiros, gavi\u00f5es-belo e jacar\u00e9s se aglomeram em torno dos corixos, os pequenos bra\u00e7os dos rios pantaneiros. Ref\u00fagio dos mam\u00edferos de grande porte, as aves tamb\u00e9m encontram na sazonalidade das ba\u00edas pantaneiras um local ideal para&nbsp; reprodu\u00e7\u00e3o. No Pantanal existem 462 esp\u00e9cies de aves, 263 peixes de \u00e1gua doce, 104 mam\u00edferos e 41 r\u00e9pteis.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image caption-style-blue-overlay caption-alignment-center view-nomobile\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/10\/485e8a5a-02-desk-pantanal-port.png\" alt=\"Esp\u00e9cies do Pantanal amea\u00e7adas\" class=\"view-nomobile\" \/><\/figure>\n\n<figure class=\"wp-block-image caption-style-blue-overlay caption-alignment-center view-mobile\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/10\/fd61aa0a-02-mobi-pantanal-port.png\" alt=\"Esp\u00e9cies do Pantanal amea\u00e7adas\" class=\"view-mobile\" \/><\/figure>\n\n<p>O fogo fez o que antes era prote\u00e7\u00e3o tornar-se uma armadilha. \u201cEra a \u00e9poca da reprodu\u00e7\u00e3o das araras-azuis. Elas estavam formando ninho quando as queimadas chegaram\u201d, explica Neiva Guedes, bi\u00f3loga e idealizadora do projeto Arara-Azul, que h\u00e1 tr\u00eas d\u00e9cadas monitora ninhos de araras no Pantanal para salvar a esp\u00e9cie da extin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n<p>Os ber\u00e7\u00e1rios das aves foram os locais mais afetados pelo fogo, como em S\u00e3o Francisco do Perigara, em Bar\u00e3o de Melga\u00e7o, a 500 quil\u00f4metros de Cuiab\u00e1. \u201cAli, monitoramos mais de 500 ninhos. O fogo, al\u00e9m de destruir muitas \u00e1rvores necess\u00e1rias para reprodu\u00e7\u00e3o, acabou com as palmeiras de Acuri, que as araras usam para se alimentar\u201d, diz Neiva.&nbsp; Essa semana os bi\u00f3logos do instituto divulgam imagens dos filhotes de araras agonizando de calor e falta de \u00e1gua nos ninhos.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large  caption-style-medium caption-alignment-center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/10\/8cb77cb0-b1_0310-1024x683.jpg\" title=\"Anta recebe atendimento de veterin\u00e1rios volunt\u00e1rios, Mato Grosso, setembro de 2020<div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Diego Baravelli \/ Greenpeace<\/div>&#8221; alt=&#8221;Anta recebe atendimento de veterin\u00e1rios volunt\u00e1rios, Mato Grosso, setembro de 2020<div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Diego Baravelli \/ Greenpeace<\/div>&#8221; class=&#8221;wp-image-27547&#8243;\/><figcaption>Anta recebe atendimento de veterin\u00e1rios volunt\u00e1rios, Mato Grosso, setembro de 2020<div class=\"credit icon-left\"> \u00a9 Diego Baravelli \/ Greenpeace<\/div><\/figcaption><\/figure>\n\n<p>Quando se questiona sobre a resili\u00eancia do Pantanal ao fogo (ou seja, capacidade do ambiente se recuperar), os especialistas s\u00e3o pouco otimistas quanto \u00e0 fauna. Nenhum ousa dizer que o bioma vai conseguir recuperar por completo a biodiversidade perdida nas chamas. \u201cMe preocupo muito com as antas. Elas t\u00eam um n\u00famero de prole pequena e um grande tempo de gesta\u00e7\u00e3o. Ser\u00e1 dif\u00edcil recuperarem o mesmo n\u00famero de indiv\u00edduos\u201d, diz Jorge da Ampara, que h\u00e1 mais de 30 dias dedica-se ao apoio \u00e0 fauna pantaneira.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n<p>Foi a morte de uma anta com filhote que desencadeou a constru\u00e7\u00e3o de uma rede de volunt\u00e1rios para apoiar a fauna do Pantanal. \u201cVi uma anta e um filhote tentando fugir das chamas. Fiquei muito tocado porque no dia seguinte encontramos os dois animais carbonizados. Foi quando meu filho Jo\u00e3o Falc\u00e3o e sua noiva, Eduarda Fernandes, decidiram pedir ajuda\u201d, diz Eduardo Falc\u00e3o, empres\u00e1rio de turismo da regi\u00e3o que tamb\u00e9m atua como guia de fauna no Parque Estadual do Encontro das \u00c1guas, em Porto Jofre. O local teve 85% de suas vegeta\u00e7\u00e3o atingida pelas chamas, segundo an\u00e1lises do Instituto Centro de Vida (ICV).<\/p>\n\n<p>Mais de cinco entidades da sociedade civil atuam no Pantanal em apoio \u00e0 fauna para minimizar os estragos do fogo. S\u00e3o ONGs e grupos de volunt\u00e1rios formados por cidad\u00e3os que dedicam seus dias para arrecadar alimentos, \u00e1gua, medicamentos e reduzir o sofrimento dos animais.<\/p>\n\n<p>Um centro de tratamento m\u00e9dico foi erguido no quil\u00f4metro 17 da Transpantaneira. \u201cVer a on\u00e7a naquele sofrimento me comoveu. Foi quando pensei que podia fazer algo para ajudar e comecei a mover fundos para criar o Posto de Atendimento Emergencial a Animais Silvestres do Pantanal (PAEAS Pantanal)\u201d, explica o Paulo Barroso, coronel bombeiro-militar do corpo de Bombeiros de Mato Grosso.<\/p>\n\n<p>No local est\u00e3o abrigados os animais que foram resgatados pela Ampara e GRAD e passaram por cuidados m\u00e9dicos intensivos. Uma cotia com todo o corpo queimado, duas lontras, um tamandu\u00e1, dois gavi\u00f5es e uma coruja se recuperaram nos recintos ap\u00f3s sobreviverem ao horror das queimadas.&nbsp;<\/p>\n<div data-render=\"planet4-blocks\/gallery\" data-attributes=\"{&quot;attributes&quot;:{&quot;multiple_image&quot;:&quot;27564,27565,27566,27567,27568,27569,27570,27571&quot;,&quot;image_data&quot;:[{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/f4a4eee5-gp1sueho.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:27564},{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/f998a23b-gp1suehs.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:27565},{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/c671b4b1-gp1suehw.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:27566},{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/a0886ccc-gp1suehy.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:27567},{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/bddd288b-gp1suehi.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:27568},{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/79fa34bb-gp1sueh8.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:27569},{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/377990ed-gp1sueh6.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:27570},{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/b63ba021-gp1sueha.jpg&quot;,&quot;focalPoint&quot;:{&quot;x&quot;:0.5,&quot;y&quot;:0.5},&quot;id&quot;:27571}],&quot;gallery_block_style&quot;:0,&quot;gallery_block_title&quot;:&quot;&quot;,&quot;gallery_block_description&quot;:&quot;&quot;,&quot;gallery_block_focus_points&quot;:&quot;&quot;,&quot;images&quot;:[{&quot;image_src&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/f4a4eee5-gp1sueho.jpg&quot;,&quot;image_srcset&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/f4a4eee5-gp1sueho.jpg 1200w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/f4a4eee5-gp1sueho-300x200.jpg 300w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/f4a4eee5-gp1sueho-1024x683.jpg 1024w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/f4a4eee5-gp1sueho-768x512.jpg 768w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/f4a4eee5-gp1sueho-510x340.jpg 510w&quot;,&quot;image_sizes&quot;:false,&quot;alt_text&quot;:&quot;Onc\\u0327a-pintada (Panthera onca). \\u00a9 Leandro Cagiano \\\/ Greenpeace&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;Onc\\u0327a-pintada (Panthera onca). 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Em 2020, inc\\u00eandios de grandes propor\\u00e7\\u00f5es consumiram mais de 20% do Pantanal, no centro-oeste do Brasil. A falta de chuvas recorrente na regi\\u00e3o, somada \\u00e0 aus\\u00eancia de pol\\u00edticas de prote\\u00e7\\u00e3o ambiental, deram in\\u00edcio a uma crise sem precedentes, que coloca em risco pessoas e a rica biodiversidade do bioma. Em setembro o Greenpeace esteve na regi\\u00e3o, para registrar o problema e levar apoio \\u00e0s organiza\\u00e7\\u00f5es que atuam no Pantanal.&quot;,&quot;focus_image&quot;:&quot;&quot;,&quot;credits&quot;:&quot;\\u00a9 Leandro Cagiano \\\/ Greenpeace&quot;},{&quot;image_src&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/a0886ccc-gp1suehy.jpg&quot;,&quot;image_srcset&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/a0886ccc-gp1suehy.jpg 1200w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/a0886ccc-gp1suehy-300x200.jpg 300w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/a0886ccc-gp1suehy-1024x683.jpg 1024w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/a0886ccc-gp1suehy-768x512.jpg 768w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/a0886ccc-gp1suehy-510x340.jpg 510w&quot;,&quot;image_sizes&quot;:false,&quot;alt_text&quot;:&quot;Macaco-Prego (Sapajus apella). Pantanal \\\/ MT. \\u00a9 Leandro Cagiano \\\/ Greenpeace&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;Mato Grosso (BR). Em 2020, inc\\u00eandios de grandes propor\\u00e7\\u00f5es consumiram mais de 20% do Pantanal, no centro-oeste do Brasil. A falta de chuvas recorrente na regi\\u00e3o, somada \\u00e0 aus\\u00eancia de pol\\u00edticas de prote\\u00e7\\u00e3o ambiental, deram in\\u00edcio a uma crise sem precedentes, que coloca em risco pessoas e a rica biodiversidade do bioma. Em setembro o Greenpeace esteve na regi\\u00e3o, para registrar o problema e levar apoio \\u00e0s organiza\\u00e7\\u00f5es que atuam no Pantanal.&quot;,&quot;focus_image&quot;:&quot;&quot;,&quot;credits&quot;:&quot;\\u00a9 Leandro Cagiano \\\/ Greenpeace&quot;},{&quot;image_src&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/bddd288b-gp1suehi.jpg&quot;,&quot;image_srcset&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/bddd288b-gp1suehi.jpg 1200w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/bddd288b-gp1suehi-300x200.jpg 300w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/bddd288b-gp1suehi-1024x683.jpg 1024w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/bddd288b-gp1suehi-768x512.jpg 768w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/bddd288b-gp1suehi-510x340.jpg 510w&quot;,&quot;image_sizes&quot;:false,&quot;alt_text&quot;:&quot;Jacare\\u0301 do Pantanal (Caimam crocodilus yacare) - Pantanal\\\/MT. \\u00a9 Leandro Cagiano \\\/ Greenpeace&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;Mato Grosso (BR). Em 2020, inc\\u00eandios de grandes propor\\u00e7\\u00f5es consumiram mais de 20% do Pantanal, no centro-oeste do Brasil. A falta de chuvas recorrente na regi\\u00e3o, somada \\u00e0 aus\\u00eancia de pol\\u00edticas de prote\\u00e7\\u00e3o ambiental, deram in\\u00edcio a uma crise sem precedentes, que coloca em risco pessoas e a rica biodiversidade do bioma. Em setembro o Greenpeace esteve na regi\\u00e3o, para registrar o problema e levar apoio \\u00e0s organiza\\u00e7\\u00f5es que atuam no Pantanal.&quot;,&quot;focus_image&quot;:&quot;&quot;,&quot;credits&quot;:&quot;\\u00a9 Leandro Cagiano \\\/ Greenpeace&quot;},{&quot;image_src&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/79fa34bb-gp1sueh8.jpg&quot;,&quot;image_srcset&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/79fa34bb-gp1sueh8.jpg 1200w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/79fa34bb-gp1sueh8-300x200.jpg 300w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/79fa34bb-gp1sueh8-1024x683.jpg 1024w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/79fa34bb-gp1sueh8-768x512.jpg 768w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/79fa34bb-gp1sueh8-510x340.jpg 510w&quot;,&quot;image_sizes&quot;:false,&quot;alt_text&quot;:&quot;Quati-de-cauda-anelada (Nasua nasua). \\u00a9 Leandro Cagiano \\\/ Greenpeace&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;Mato Grosso (BR). Em 2020, inc\\u00eandios de grandes propor\\u00e7\\u00f5es consumiram mais de 20% do Pantanal, no centro-oeste do Brasil. A falta de chuvas recorrente na regi\\u00e3o, somada \\u00e0 aus\\u00eancia de pol\\u00edticas de prote\\u00e7\\u00e3o ambiental, deram in\\u00edcio a uma crise sem precedentes, que coloca em risco pessoas e a rica biodiversidade do bioma. Em setembro o Greenpeace esteve na regi\\u00e3o, para registrar o problema e levar apoio \\u00e0s organiza\\u00e7\\u00f5es que atuam no Pantanal.&quot;,&quot;focus_image&quot;:&quot;&quot;,&quot;credits&quot;:&quot;\\u00a9 Leandro Cagiano \\\/ Greenpeace&quot;},{&quot;image_src&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/377990ed-gp1sueh6.jpg&quot;,&quot;image_srcset&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/377990ed-gp1sueh6.jpg 1200w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/377990ed-gp1sueh6-300x200.jpg 300w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/377990ed-gp1sueh6-1024x683.jpg 1024w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/377990ed-gp1sueh6-768x512.jpg 768w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/377990ed-gp1sueh6-510x340.jpg 510w&quot;,&quot;image_sizes&quot;:false,&quot;alt_text&quot;:&quot;Arac\\u0327ari-castanho (Pteroglossus castanotis). \\u00a9 Leandro Cagiano \\\/ Greenpeace&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;Mato Grosso (BR). Em 2020, inc\\u00eandios de grandes propor\\u00e7\\u00f5es consumiram mais de 20% do Pantanal, no centro-oeste do Brasil. A falta de chuvas recorrente na regi\\u00e3o, somada \\u00e0 aus\\u00eancia de pol\\u00edticas de prote\\u00e7\\u00e3o ambiental, deram in\\u00edcio a uma crise sem precedentes, que coloca em risco pessoas e a rica biodiversidade do bioma. Em setembro o Greenpeace esteve na regi\\u00e3o, para registrar o problema e levar apoio \\u00e0s organiza\\u00e7\\u00f5es que atuam no Pantanal.&quot;,&quot;focus_image&quot;:&quot;&quot;,&quot;credits&quot;:&quot;\\u00a9 Leandro Cagiano \\\/ Greenpeace&quot;},{&quot;image_src&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/b63ba021-gp1sueha.jpg&quot;,&quot;image_srcset&quot;:&quot;https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/b63ba021-gp1sueha.jpg 1200w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/b63ba021-gp1sueha-300x200.jpg 300w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/b63ba021-gp1sueha-1024x683.jpg 1024w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/b63ba021-gp1sueha-768x512.jpg 768w, https:\\\/\\\/www.greenpeace.org\\\/static\\\/planet4-brasil-stateless\\\/2020\\\/10\\\/b63ba021-gp1sueha-510x340.jpg 510w&quot;,&quot;image_sizes&quot;:false,&quot;alt_text&quot;:&quot;Anta brasileira (Tapirus terrestris). \\u00a9 Leandro Cagiano \\\/ Greenpeace&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;Mato Grosso (BR). Em 2020, inc\\u00eandios de grandes propor\\u00e7\\u00f5es consumiram mais de 20% do Pantanal, no centro-oeste do Brasil. A falta de chuvas recorrente na regi\\u00e3o, somada \\u00e0 aus\\u00eancia de pol\\u00edticas de prote\\u00e7\\u00e3o ambiental, deram in\\u00edcio a uma crise sem precedentes, que coloca em risco pessoas e a rica biodiversidade do bioma. Em setembro o Greenpeace esteve na regi\\u00e3o, para registrar o problema e levar apoio \\u00e0s organiza\\u00e7\\u00f5es que atuam no Pantanal.&quot;,&quot;focus_image&quot;:&quot;&quot;,&quot;credits&quot;:&quot;\\u00a9 Leandro Cagiano \\\/ Greenpeace&quot;}]}}\"><\/div>\n<p>Ironicamente, os R$ 500 mil investidos para estrutura\u00e7\u00e3o f\u00edsica do PAEAS vieram dos compromissos de Mato Grosso em reduzir \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o do bioma Amaz\u00f4nia, tamb\u00e9m amea\u00e7ado pelo fogo. Parte dos aportes da Secretaria de Meio Ambiente (Sema) tem origem no Programa REM-MT (da sigla em ingl\u00eas, REDD+ para Pioneiros),&nbsp; fruto dos acordos da Confer\u00eancia Mundial do Clima (Cop-21), que aconteceu em Paris, entre o estado de Mato Grosso e pa\u00edses europeus para evitar o desmatamento da floresta.<\/p>\n\n<p>\u00c9 o dinheiro do REM que custeou toda opera\u00e7\u00e3o Pantanal II de combate \u00e0s queimadas. Mesmo insuficiente, os pequeno contingente de 200 homens que atuam no bioma foi deslocado \u00e0 regi\u00e3o com recursos do REM, que est\u00e3o condicionados a redu\u00e7\u00e3o das queimadas em Mato Grosso.<\/p>\n\n<p>Os animais tamb\u00e9m dependem da garantia de que grandes inc\u00eandios n\u00e3o v\u00e3o ocorrer nos pr\u00f3ximos anos. \u201cAntes das queimadas deste ano, as araras-azuis vinham recuperando suas popula\u00e7\u00f5es e chegaram a sair da lista de amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o. Depois de todo esse fogo, podem voltar a ser consideradas sob risco se nada for feito para evitar as queimadas\u201d, alerta Neiva Guedes.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<lite-youtube style=\"background-image: url('https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/vaiOZMp0wmM\/hqdefault.jpg');\" videoid=\"vaiOZMp0wmM\" params=\"rel=0\"><\/lite-youtube>\n<\/div><\/figure>\n\n<p><strong>Saiba mais, confira as outras reportagens da s\u00e9rie:<\/strong><\/p>\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/atraso-e-omissao-do-governo-federal-resultam-em-fogo-sem-controle-no-pantanal\/\">Atraso e omiss\u00e3o do governo federal resultam em fogo sem controle no Pantanal<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/fogo-consome-o-pantanal-e-vidas\/\">Fogo consome o Pantanal e vidas<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/comunidades-lutam-para-sobreviver-apos-incendios-no-pantanal\/\">Comunidades lutam para sobreviver ap\u00f3s inc\u00eandios no Pantanal<\/a><\/li><\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os impactos do fogo sobre a megadiversidade do Pantanal tornou a fauna uma bandeira viva do sofrimento gerado por um Brasil em chamas<\/p>\n","protected":false},"author":28,"featured_media":27558,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"not set","p4_local_project":"not set","p4_basket_name":"not set","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[3],"tags":[22,26],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-27557","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-proteja-a-natureza","tag-florestas","tag-biodiversidade","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27557","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/28"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=27557"}],"version-history":[{"count":12,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27557\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":58684,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27557\/revisions\/58684"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/27558"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=27557"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=27557"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=27557"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=27557"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}