{"id":2762,"date":"2018-06-11T11:09:34","date_gmt":"2018-06-11T11:09:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=2762"},"modified":"2022-06-30T18:06:55","modified_gmt":"2022-06-30T21:06:55","slug":"na-semana-mundial-sem-carne-greenpeace-pede-reducao-de-consumo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/imprensa\/na-semana-mundial-sem-carne-greenpeace-pede-reducao-de-consumo\/","title":{"rendered":"Na Semana Mundial Sem Carne, Greenpeace pede redu\u00e7\u00e3o de consumo"},"content":{"rendered":"<p>S\u00e3o Paulo, SP &#8211; Nesta <strong>Semana Mundial Sem Carne<\/strong>, que come\u00e7a em 11\/06, o Greenpeace envia um chamado \u00e0s prefeituras e governos estaduais de todo o mundo para que incentivem a redu\u00e7\u00e3o do consumo de prote\u00edna animal, a partir de programas e parcerias que proporcionem uma alimenta\u00e7\u00e3o mais diversificada e saud\u00e1vel, com menos carne e mais inclus\u00e3o de vegetais. O racioc\u00ednio de que \u2018menos \u00e9 mais\u2019 \u00e9 <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/international\/publication\/15093\/less-is-more\/\">tema do relat\u00f3rio<\/a> (em ingl\u00eas) lan\u00e7ado em mar\u00e7o de 2018 pelo Greenpeace, apontando que a produ\u00e7\u00e3o e o consumo mundial de carne e latic\u00ednios devem ser reduzidos pela metade at\u00e9 2050, para evitar a acelera\u00e7\u00e3o das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Hoje a pecu\u00e1ria \u00e9 o setor da cadeia produtiva de alimentos que mais emite Gases de Efeito Estufa (GEEs) e \u00e9 a atividade que mais desmata a Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>O Brasil j\u00e1 tem apresentado exemplos de experi\u00eancias bem-sucedidas nesse sentido, como o projeto Escola Sustent\u00e1vel, lan\u00e7ado pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico da Bahia e liderado pela Humane Society International (HSI), que promove a redu\u00e7\u00e3o do consumo de carne e incentiva a aquisi\u00e7\u00e3o de produtos da agricultura familiar em escolas p\u00fablicas no interior da Bahia. Programas da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) tamb\u00e9m demonstram que esta mudan\u00e7a de h\u00e1bito alimentar \u00e9 poss\u00edvel, e s\u00f3 em S\u00e3o Paulo, atendem 1,7 milh\u00e3o de alunos da rede estadual de ensino.<\/p>\n<p>\u201cComo n\u00e3o tem planeta B para vivermos, precisamos come\u00e7ar a encontrar maneiras de reduzir o consumo da carne. Al\u00e9m de fazer mal para a sa\u00fade, quando consumida em excesso, a produ\u00e7\u00e3o de carne est\u00e1 diretamente relacionada ao desmatamento, conflitos e viol\u00eancia no campo. Estimular uma alimenta\u00e7\u00e3o mais variada, com menos carne e veneno na merenda escolar, \u00e9 estimular nossos filhos a fazer essa mudan\u00e7a positiva crescer\u201d, observa Adriana Charoux, da campanha de Amaz\u00f4nia do Greenpeace.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o mundial de carne emite atualmente o mesmo volume de GEEs de que todos os carros, caminh\u00f5es, avi\u00f5es e navios do planeta juntos. Dessa forma, se n\u00e3o forem controladas, as emiss\u00f5es da ind\u00fastria de prote\u00edna animal tamb\u00e9m podem comprometer a meta internacional de n\u00e3o exceder os 1,5\u00baC Celsius de aumento na temperatura m\u00e9dia global at\u00e9 o final do s\u00e9culo. Segundo os cientistas do Painel Intergovernamental sobre Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas (IPCC), da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU), esse \u00e9 um limite importante, que se ultrapassarmos, pode contribuir para o aumento de cen\u00e1rios de eventos clim\u00e1ticos extremos no planeta. <\/p>\n<p><strong>Contato:<\/strong><\/p>\n<p><strong>Assessoria de Imprensa<\/strong><br \/>\nimprensa.br@greenpeace.org<br \/>\n(11) 3035-1167 e (11) 95640-0443<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00e3o Paulo, SP &#8211; Nesta Semana Mundial Sem Carne, que come\u00e7a em 11\/06, o Greenpeace envia um chamado \u00e0s prefeituras e governos estaduais de todo o mundo para que incentivem&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":28,"featured_media":2765,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"","p4_local_project":"","p4_basket_name":"","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[2],"tags":[22,55],"p4-page-type":[14],"class_list":["post-2762","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-transforme-a-sociedade","tag-florestas","tag-imprensa","p4-page-type-imprensa"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2762","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/28"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2762"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2762\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4059,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2762\/revisions\/4059"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2765"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2762"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2762"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2762"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=2762"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}