{"id":28187,"date":"2020-11-06T15:56:15","date_gmt":"2020-11-06T18:56:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/?p=28187"},"modified":"2020-11-06T16:06:05","modified_gmt":"2020-11-06T19:06:05","slug":"dados-do-deter-apontam-recorde-de-desmatamento-no-mes-de-outubro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/dados-do-deter-apontam-recorde-de-desmatamento-no-mes-de-outubro\/","title":{"rendered":"Dados do DETER apontam recorde de desmatamento no m\u00eas de outubro"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Os n\u00fameros comprovam que a imagem que o governo brasileiro tenta passar aos embaixadores e ao mundo de que a floresta segue preservada, \u00e9 falsa.<\/h4>\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large  caption-style-medium caption-alignment-center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"534\" src=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/11\/fcae27bf-gp1su5a8_web_size.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-28188\" srcset=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/11\/fcae27bf-gp1su5a8_web_size.jpg 800w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/11\/fcae27bf-gp1su5a8_web_size-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/11\/fcae27bf-gp1su5a8_web_size-768x513.jpg 768w, https:\/\/www.greenpeace.org\/static\/planet4-brasil-stateless\/2020\/11\/fcae27bf-gp1su5a8_web_size-510x340.jpg 510w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption>Focos de calor pr\u00f3ximos a \u00e1rea com registro de desmatamento Prodes, em Nova Maring\u00e1 (MT), de julho de 2020. (\u00a9 Christian Braga \/ Greenpeace)<\/figcaption><\/figure>\n\n<p>Dados do sistema DETER, do Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), divulgados hoje (6), mostram que os alertas de desmatamento na Amaz\u00f4nia continuam crescendo em ritmo alarmante. Os dados de 1\u00ba \u00e0 30 de outubro mostram um aumento de 50,6% nos alertas, na compara\u00e7\u00e3o com outubro de 2019, totalizando 83.600 hectares, \u00e1rea equivalente a mais de 100 mil campos de futebol.\u00a0<\/p>\n\n<p>Outubro registrou o pior \u00edndice para o m\u00eas, desde o in\u00edcio da s\u00e9rie temporal do DETER B, em 2015. \u201cN\u00e3o \u00e9 s\u00f3 o desmatamento que est\u00e1 fora de controle. Em outubro, foram 17.326 focos de calor na Amaz\u00f4nia, 120% mais do que no ano passado\u201d, afirma R\u00f4mulo Batista, da campanha de Amaz\u00f4nia do Greenpeace Brasil.<\/p>\n\n<p>Enquanto o Inpe divulga novos dados preocupantes, o governo brasileiro realiza uma viagem com embaixadores e representantes consulares pela Amaz\u00f4nia, em uma rota estrategicamente tra\u00e7ada, que passa apenas pelas por\u00e7\u00f5es mais protegidas da floresta, para negar as evid\u00eancias da destrui\u00e7\u00e3o da floresta. J\u00e1 no mundo real, o desmatamento e as queimadas v\u00eam atingindo os maiores \u00edndices dos \u00faltimos 10 anos.\u00a0\u00a0<\/p>\n\n<p>Em resposta a isso, o Greenpeace <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/amazonia-extraoficial-onde-o-desmatamento-existe\/\">elaborou uma rota alternativa<\/a>, mais condizente com os desafios e graves danos ambientais que a regi\u00e3o enfrenta. A carta com o trajeto proposto foi enviada \u00e0s embaixadas esta semana, com o objetivo de levar um contraponto \u00e0 publicidade governamental junto aos l\u00edderes mundiais.&nbsp;<\/p>\n\n<p>\u201cAcabar com a destrui\u00e7\u00e3o da floresta, a persegui\u00e7\u00e3o e mortes dos seus guardi\u00f5es e as consequentes repercuss\u00f5es internacionais da pol\u00edtica antiambiental adotada por este governo, exigir\u00e1 mais do que tentar enganar embaixadores com um sobrevoo\u201d, diz Batista.<\/p>\n\n<p>Em agosto deste ano, o Greenpeace e mais 61 organiza\u00e7\u00f5es publicaram uma <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/blog\/cinco-medidas-para-frear-a-destruicao-da-amazonia-ja\/\">carta conjunta, onde apontam algumas medidas emergenciais para deter o avan\u00e7o do desmatamento<\/a> na Amaz\u00f4nia. Entre as propostas, est\u00e3o: uma morat\u00f3ria de 5 anos do desmatamento da amaz\u00f4nia; a elabora\u00e7\u00e3o de um plano de preven\u00e7\u00e3o e combate ao desmatamento e queimadas; a retomada da cria\u00e7\u00e3o de Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o e reconhecimento dos territ\u00f3rios tradicionais ind\u00edgenas e quilombolas; a reestrutura\u00e7\u00e3o dos \u00f3rg\u00e3os de comando e controle; e a aplica\u00e7\u00e3o de puni\u00e7\u00f5es jur\u00eddicas maiores aos crimes ambientais, em especial o desmatamento e queimadas.&nbsp;<\/p>\n\n<p>Veja <a href=\"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/florestas\/coisas-que-voce-pode-fazer-pela-amazonia\/\">sete coisas que voc\u00ea pode fazer para ajudar na luta pela prote\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia<\/a>.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os dados de 1\u00ba \u00e0 30 de outubro mostram um aumento de 50,6% nos alertas, na compara\u00e7\u00e3o com outubro de 2019, totalizando 83.600 hectares.<\/p>\n","protected":false},"author":24,"featured_media":28188,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ep_exclude_from_search":false,"p4_og_title":"","p4_og_description":"","p4_og_image":"","p4_og_image_id":"","p4_seo_canonical_url":"","p4_campaign_name":"not set","p4_local_project":"not set","p4_basket_name":"not set","p4_department":"","footnotes":""},"categories":[3],"tags":[22,26],"p4-page-type":[16],"class_list":["post-28187","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-proteja-a-natureza","tag-florestas","tag-biodiversidade","p4-page-type-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28187","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/24"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=28187"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28187\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":28192,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28187\/revisions\/28192"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media\/28188"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28187"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=28187"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=28187"},{"taxonomy":"p4-page-type","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.greenpeace.org\/brasil\/wp-json\/wp\/v2\/p4-page-type?post=28187"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}